Virando Corno - Parte 2
A partir desse dia, todo sábado pegava ela no trabalho — ela trabalha em um shopping em Contagem. Pegava ela na estação Eldorado, pegávamos o último metrô de 22:45, quase sempre vazio, e íamos até a Vilarinho, que era a última estação; tem um motel pertinho da estação. Apesar disso, sempre chamava ela para ir à minha casa, mas ela nunca aceitava. Depois de tanta insistência, ela aceitou. Falou: "Amor, hoje quero ir para sua casa". Meu coração disparou na hora. Foi a nossa melhor transa, apesar de que eu sempre gozava na barriga dela. Nos últimos meses tem sido assim.
Até que, uns meses atrás, tudo começou a mudar. Estávamos transando e eu gozei primeiro que ela. Ela não falou nada, mas mandou eu chupar a bucetinha dela. Falou: "Amor, sorte sua que sua boca é muito gostosa, vou gozar gostoso". Chupei muito até ela gozar. Por umas três semanas foi sempre assim: eu gozava e depois fazia ela gozar chupando a bucetinha dela. Até que um dia estávamos transando e falei: "Amor, vou gozar". Ela disse: "Não, amor, aguenta mais um pouquinho, eu deixo você gozar dentro da minha buceta". Falei que não ia conseguir. Ela falou algo que mudou tudo: "Então goza rápido, seu frouxo! Goza, vai! Não consegue dar conta da puta que tem? Goza, seu frouxo!".
Eu gozei como nunca tinha gozado na vida, enchi a bucetinha dela de porra e caí de lado. Ela olhou para mim e perguntou: "Não está esquecendo de nada não, seu frouxo?". "Sério, amor?", eu disse. "Anda, seu frouxo! Chupa minha buceta cheia de porra que eu quero gozar!". Quando ela disse isso, meu pau já deu sinal de vida na hora. Ela viu e ficou rindo: "Anda, frouxo, chupa!". Comecei a chupar com um pouco de nojo, mas ela falou: "Nada de nojinho, seu frouxo, chupa direito!". E começou a forçar minha cabeça na buceta dela. Comecei a sentir o gosto da minha porra e comecei a chupar igual a um maluco, cheio de tesão. Ela começou a falar: "Ai que delícia, você nunca me chupou assim, seu frouxo! Chupa gostoso que eu vou gozar!".
Ela gozou na minha boca. Senti o gosto da minha porra misturada com o gozo dela e continuei chupando. Ela começou a rir e falou: "Está gostando, né, seu frouxo?". Falei que estava gostando muito. Ela disse: "Então deixa minha buceta limpa!". Chupei até a última gota. Quando levantei, ela viu que meu pau estava duro e começou a rir: "É um frouxo mesmo!". Pedi para ela chupar um pouquinho e ela disse: "Se você quiser, bate uma punheta". Ela sentou na cama e começou a alisar a própria buceta e falou: "Goza rápido, seu frouxo". Não demorou nem um minuto e eu estava com a mão toda melada de porra. Ela riu, disse "É um frouxo mesmo" e foi tomar banho.
No trajeto, rimos muito, mas o clima estava tenso. Chegando lá, perguntei: "Amor, como vai ser agora, depois daquela loucura toda?". Ela me abraçou e disse: "Amor, você me ama?". Eu disse que sim. Ela disse que também me amava. "Dentro de quatro paredes vale tudo. Eu gozei gostoso e você também". Ela começou a se despir, me beijando e dizendo que me amava, mas logo ficou de quatro e mandou: "Vem chupar, amor continua