Olá amores, boa tarde e boa semana a todos! Voltando aqui para seguir com a história da proposta que meu esposo fez, de rolar um incesto entre eu e Leandrinho, menino que vi crescer e com quem fui criada como um irmão. Me chamo Deborah, tenho 27 anos, gordelícia de seios fartos, bunda grande, casada com o Thiago, quarentão que ama ser corno. Pequeno resumo para quem está lendo um conto meu pela primeira vez.
Mesmo já tendo realizado mil loucuras em nome do nosso prazer (sim, meu marido sente tesão em me ver com outros e claro, eu me entrego e me realizo também, em diversas oportunidades de ter prazer com diferentes parceiros...) eu ainda não conseguia assimilar direito isso de ver o Leandro como um homem. Mas o interesse do Leandro em mim me surpreendeu e e muito, não vou negar. Posi apesar de eu o conhecer desde pequeno, agora ele é um homem, forte, gostoso e em plena idade da potência, se é que vocês me entendem...
_ tá, e como vc acha que isso deve rolar? - comecei o diálogo com o Thiago
_ simples, ué. Ele foi claro aí na conversa que está com saudades de você e quer te encontrar sem mim. Precisa desenhar?
_ mas o que que eu faço agora? Isso que tô querendo entender
_ marca com ele, amor.
_ mas e vc?
_ Deborah, eu já toquei umas duas punhetas imaginando ele te fudendo, pqp... Isso é gostoso demais.
_ mas vc não vai comigo?
_ não amor. De repente lá pra frente a gente pensa se fala com ele sobre nosso fetiche. Mas por enquanto não, vc vai ter que ir sozinha mesmo.
_ ai... Não sei não
_ confia, vai dar tudo certo. Seu corninho estará aqui esperando você voltar desse encontro, ansioso, de pau duro na mão
Decidido o que ia ser feito, conversei com o Leandrinho e combinamos de nos encontrarmos. Seria em um show na zona sul do Rio, falei que o Thi estaria trabalhando e seria uma forma de nos encontrarmos, matarmos a saudade e nos divertirmos. Até então, seria um reencontro "normal". Quanto a ele, tbm inventaria uma desculpa para a namorada, segundo ele isso seria fácil. Chegando o dia, me produzi toda. Não sou muito de usar maquiagem, então botei apenas um batom vermelho, provocante. Uma blusa de cor verde piscina, bem decotada, sem sutiã, e uma saia branca, curtinha. Salto alto, cabelos lisos, brincos. Modéstia a parte eu fiquei bem gostosa 🤭
Enquanto eu me arrumava, Thiago estava ao meu lado, falando um monte de putaria, e me incentivando a dar gostoso, fuder até minha bucetinha soltar todo mel...
Isso foi me deixando mais confiante e despreocupada em saber que provavelmente naquela noite aquele que via como um irmão, ia me fuder gostoso...
Peguei meu Uber e fui. Enquanto o carro ia se aproximando pra parar, já vi Leandrinho. Ele estava de calça jeans escura, tênis e camisa de marca. Camisa apertada mostrando que os músculos que vi nas fotos eram reais. Estava lindo, eu confesso. Saltei, e ele veio ao meu encontro. Me deu um abraço apertado, que me deu abrigo em meio aquele corpo. Senti o perfume másculo dele, e sua barba roçando meu pescoço. Ali eu já perdi... Fiquei molinha. Nos cumprimentamos com beijos no rosto, bem pertinho da boca, onde já senti as maldade vinda dele. Ele me pegou pela mão e fomos curtir o show. Durante os primeiros momentos falamos rapidamente sobre nossa família, o que me fez me sentir ainda mais imprópria em estar fazendo aquilo. Ele perguntou se o Thi, meu esposo, não havia questionado sobre o fato de eu sair sem ele, e o tranquilizei dizendo que ele sabia que nos considerávamos como irmãos, no que ele disse:
_ se eu fosse ele não ficaria tão tranquilo assim, vc estando comigo
_ como assim, Lê? Rs
_ ah Deborah, com todo respeito a nossa história, mas é impossível não te ver com desejo hoje em dia. Você mudou muito, é um mulherão, gostosa...
_ Ai Lê, será que vai rolar? Ainda me vem a cabeça a sua imagem de menino
_ não sou mais aquele menino
_ eu sei, mas...
_ só tem um jeito de vermos no que vai dar
E abruptamente, como se quisesse garantir que eu não desistiria, ele me tomou pela cintura e me beijou na boca... Assim como no abraço há instantes atrás, eu me senti molinha e só me entreguei, só fui... O show era só o cenário para o que estava rolando entre eu e aquele menino... A música naquele momento, coincidentemente, era romântica e senti algo novo. Era como se eu estivesse vivendo um encontrinho de adolescente, com alguém totalmente inusitado, meu irmão... Nossas bocas coladas, eu e Leandrinho ofegantes, querendo aproveitar cada segundo do corpo um do outro... Ignorávamos o local, eu estava com muito tesão, totalmente envolvida por aqueles braços fortes, enquanto ele, involuntariamente ou não, empurrava o pau duro dele em minha xaninha, ainda vestidos... Quando acabou aquele beijo, não podíamos mais esperar... Ele com um sorriso no rosto, entrelaçou seus dedos nos meus e fomos de mãos dadas para fora. Nem esperamos um carro de aplicativo, pegamos o primeiro táxi que passou
_ amigo, toca para o Motel Amazonas - disse Leandrinho
Eu nada falei, só me entreguei a outro beijo dentro do carro, agora com Leandrinho mais ousado... Por baixo da blusa, senti sua mão, cheia de veias, grande, dominar todo meu seio... E eu como a irmãzinha nada inocente, abri o fecho de sua calça e fui direto em seu pau... Queria sentir na mão, o tamanho, a grossura...
_ é, você cresceu... - eu disse, com cara de safada...
No escuro do carro, não era possível ver, mas senti o membro duro dele vibrar em minha mão...
_ amigão, você não vai ver nada do que vai rolar aqui atrás, tudo bem? - disse Leandrinho
_ não estou vendo nada chefe - disse o motorista
Foi a senha para Leandro levantar minha blusa e expor meus seios, iluminados pelas luzes dos postes na rua, oscilando entre a luz e a escuridão. Ávido, Leandro sugava meus seios, meus mamilos, meus biquinhos... Quando me preparei para degustar aquele pau grosso, chegamos no motel. Rapidamente nos recompomos e fomos conduzidos até a suíte, onde só deu tempo de pagar a corrida e nos apressamos para entrar... Tão logo fechamos a porta, nos desfizemos de nossas roupas que foram parar em um canto qualquer daquele quarto... Nos olhamos com sede, com desejo, e nos atiramos na cama... Não pensei em camisinha, em nada, confesso... Leandro caiu na cama e eu por cima dele, com ele me beijando a boca, o pescoço, os seios... Arrepiada, eu gemia baixinho... Minha bucetinha depiladinha, com o pau duro roçando, sem que víssemos, já que nossas bocas e mãos estavam reconhecendo cada centímetro do corpo um do outro... Totalmente molhadinha, pus uma perna de cada lado e montei nele...
_come sua irmãzinha, come...
_ que irmã gostosa, peitudinha do jeito que eu amo... Que bucetinha linda...
Ouvindo isso com aquele membro grosso e gostoso entrando em mim, subi e desci, devagar, aproveitando o momento... Senti o meu mel descer naquela piroca enorme, enquanto eu cavalgava, com o corpo em êxtase, a minha cabeça pra trás, não acreditando no quanto estava gostoso... Leandro segurava meus seios, apertando e brincando, enquanto eu subia e descia sentindo ele dentro, totalmente dentro de mim...
Quando eu já estava quase gozando, ele me pegou pela cintura e me virou, em um movimento rápido... Agora era eu que estava embaixo, ele segurando uma perna minha para cima, a outra ainda na cama, e movimentando seu corpo saindo e entrando, ritmado, deliciosamente me fudendo... Com força, vigor, mordendo os lábios... Beijou meu pezinho, me olhou com cara de tarado...
_ aaaaaaaaahhh, aaaaaaaaah... - não conseguia mais me segurar, gozei sendo preenchida por meu irmão, todo gostoso, me dando um trato, gostoso, de uma forma que nunca imaginei...
Leandro deitou seu corpo sobre mim e enquanto eu curtia aquele finalzinho de orgasmo, beijou minha boca, de língua, e aumentou o ritmo da foda... Corpo colados, arranhei suas costas, não por maldade, mas pela incrível capacidade dele me trazer mais uma vez a vontade de gozar... Que homem!!
_ aaaaaaaaah!!!
Leandro não se importava, assim como eu só deixou o corpo agir e senti dentro de mim aquele jato de porra... Quente, densa, jato forte... Senti o leite do meu irmão saindo da minha grutinha, senti ele ofegante, me beijando e curtindo o pós gozo, gostoso ...
Ele caiu para o lado, nos olhamos, trocamos um beijo, agora mais "calmos" e sorrimos... Meio que pela foda deliciosa, meio que pela loucura que aquilo significava... Após poucos minutos de risinhos, brincadeirinhas, beijinhos, logo vi que o pau dele estava duro novamente, me cutucando, totalmente ereto... Queria matar minha vontade de sentir aquele pau de outra forma e me pus a mamar, desde a cabeça, até a base... Lambi as bolas, segurando o pau pra cima e olhando pra ele, que me olhava com olhar de fascínio... Dando meu melhor, lambendo, chupando, babando...ele me pegou pelos cabelos, me segurava e empurrava minha cabeça para eu engolir aquele pau duro... Geralmente não gosto que façam isso, mas eu estava tão entregue, que deixei, e chupava ainda mais, com jeitinho de vagabunda, como quem falasse "me usa, safado!"
Sem tirar os olhos dele e depois de mais um beijo, me pus de quatro na beira da cama, e ele se levantou, foi para trás de mim e deu uma breve chupadinha na bucetinha da irmãzinha... O suficiente para eu agarrar os lençóis com os dedos, e quase gozar ali mesmo... Mas o melhor estava por vir... Comigo ali, totalmente abertinha para aquele macho másculo, senti ele penetrando meu cuzinho, em uma pirocada forte que fez meus peitões balançar... Gritei, em um misto de dor e tesão, um sentimento louco...Ele não parava, saía e enfiava, tudo, dentro, forte... Me virei para trás para ver a cara dele enquanto me sodomizava, e ele sabia fazer... Senti meu cuzinho se alargando no pau dele, uma lágrima insistiu em cair, molhando meu sorriso de satisfação... Nem o corno do meu esposo sabia me fuder daquele jeito... Leandrinho era um jeito carinhoso de chamá-lo que já não combinava... Aquele pauzão estava me levando ao delírio e demonstrando pleno preparo, enquanto comia meu cu, ele massageava meu clitóris, me fazendo gozar mais uma vez e ficar ali, exausta, largada na cama, enquanto ele terminava o "trabalho" no meu buraquinho... Até que saiu, devagar (ainda bem) e logo senti o jato de porra lambuzando minha bunda, escorrendo entra as nádegas, molhando meu cuzinho e finalmente chegando a minha bucetinha... Que gozada intensa...
_ foram anos querendo jogar meu leite em você, irmãzinha...
Filho da puta, gostoso pra caralho!! Naquela noite, deixei todo pudor de lado e fui feliz, me entreguei, gozei gostoso e senti em forma de foda todo o desejo do meu menino... Foi tão gostoso que eu não quis nem dar pro corno, deixei ele tocar uma punhetinha enquanto eu contava os detalhes sórdidos da minha foda com meu irmão, mas a noite foi tão boa que nenhum outro macho podia me tocar naquela noite... Só meu menino
Amores, obrigada por me acompanhar em mais uma aventura, essa muito deliciosa. Meu privacy para quem quiser ver como é meu desempenho chifrando o corninho:
https://privacy.com.br/@Deborasapequinha
(Mais de 90 vídeos e fotos, anal, ménage com vários homens, boquetes e muito mais...)
Agora vou ali me tocar porque só de lembrar essa noite, fiquei molhadinha... Beijos na boca de vcs 💋
