MÉDICO NOVO

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 1083 palavras
Data: 23/02/2026 17:15:26
Assuntos: Gay, Homossexual

Faço acompanhamento da PReP há alguns anos. Ontem foi o dia de comparecer à clínica para a renovação dos testes e a retirada dos comprimidos. Ao chegar, a informação de que havia um médico novo, e que, por conta de uma redistribuição de funções e especialidades, ficou com todos os casos de PReP. Achei interessante mudar – a médica de antes era chata pra danar. Embora a imagem que construí em minha mente, a partir do nome do profissional, não tenha sido das melhores. Doutor Argemiro. Com um nome desses, não deveria ter menos de 70 anos. Tudo bem, me conformei. Vamos à consulta.

Após os exames preparatórios de praxe, fui finalmente chamado pela atendente do Dr. Argemiro – o último paciente do expediente. Ao abrir a porta, uma surpresa e tanto: era um jovem, cabeludo e barbudo, lindo lindo – provavelmente recém-formado. A placa sobre a mesa sossegou minha incredulidade: Dr. Argemiro Neto. Esses pais que querem homenagear os velhos, colocando seus dinossáuricos nomes nos filhos...

Apresentou-se, fez algumas perguntas para se situar, já que era uma relação nova com o paciente. Encantou-me sua simpatia e principalmente tratar-me por “você, e não pelo maldito “senhor” com que me cunham sempre que conversam comigo. Uma das perguntas deu asas a esticar o assunto para além dos propósitos da consulta: “Você tem parceiro fixo?” “Não; já tive, já cumpri todos os requisitos exigidos pela sociedade normativa, fiz e formei família, criei filhos e os eduquei. Agora é a minha vez de experimentar o que me resta de vida útil: sozinho e sem medos, apenas com cuidados, como esta prevenção”.

Ele me ouvia com cara de quem não costumava ouvir tal narrativa de um paciente, sobretudo de um sessentão. Expus mais algumas opiniões que costumam chocar os conservadores, falei sem hesitações sobre minha prática sexual com homens, que apesar de não tão constante, era relativamente variada – inclusive em relação à idade: o entrosamento com os mais novos era mais fluído, porque sem amarras morais e pudores infundados.

Ele também falou um pouco sobre sua vida, sua opção médica, seus planos – como quem conversa com um da sua idade, não com um velhote. Riu de algumas colocações minhas pouco ortodoxas, e eu já nem estava mais me importando com a tarde caindo e se acinzentando em pré-noite, como me mostrava a janela atrás do Dr. Argemiro.

Num dado momento, ele retomou a rédea profissional da conversa e explicou que, pela minha idade, gostaria de fazer um exame mais cuidadoso, e perguntou (tentando demonstrar naturalidade) se eu poderia deitar numa maca ao lado, descobrindo um pouco o corpo. “Não precisa tirar toda a roupa, basta levantar a camisa e baixar um pouco a bermuda...”. “Ah, não se preocupe, doutor, sou naturista há muitos anos e tirar a roupa nunca foi problema para mim” – fui falando e já arrancando a regata e descendo a bermuda, junto com a cueca.

Ele sorriu, com mais essa informação inusitada, e fingiu não ver a rola que, desde que se viu livre, foi se armando peremptoriamente. Também tratei com naturalidade; perguntei como queria que eu me deitasse, indicou que de bruços. Pus meu pau para trás, e aguardei; ele começou a examinar minha bunda, meu entre pernas, o entrenádegas, abriu cuidadosamente meu cu, enfiando um ou dois dedos até a próstata – o que me fez gemer e remexer discretamente os quadris. “Desculpe, está incomodando?” “Não, doutor... pelo contrário...” Ele esboçou um sorriso e continuou mexendo cuidadosamente no meu buraquinho, examinando as pregas. Minha pica palpitava sob mim, a cabeça voltada para trás.

“Agora, vire-se por favor”. Ao fazer isso, o mastro rígido alcançou as alturas. Ele comentou: “Puxa, está animado, hein Cláudio?!” “É para estar diferente, com mãos tão suaves me tocando?”. Ele tomou meu cacete, começou a examinar, começando pela glande, o prepúcio, o corpo, até o púbis depilado. Meus gemidos já estavam chegando ao nível de escrotos.

“Cláudio, estou impressionado com sua desenvoltura e sua sensibilidade... Se eu não fosse um médico agora...” “Você não é, Argemiro, agora você é um homem excitado!” Ele ainda tentou relutar: “Mas a ética...” “Puta que pariu a ética! Faça o que está a fim, doutor!” “Eu posso?” “Claro que pode!”

Então o jovem abaixou a cabeça, tomou minha rola dura na boca e passou a sugar suavemente. Minha mão desceu da maca e flagrou uma rola também extremamente dura, sob o jaleco alvo, que em pouco tempo estava em minha mão, sendo punhetada, os dois gemendo discretamente. Meu cu piscava ininterruptamente, quando tomei sua rola na boca e lhe fiz um boquete divino.

Com uma maleabilidade que eu julgava nem ter mais, escorreguei da maca e me pus de costas ao médico, meio corpo ainda deitado, e dirigindo sua rola ao meu cu. Ele se encarregou do resto, foi se enfiando em mim e passou a me estocar com virilidade mas docemente. Era uma foda como poucas que eu já experimentara. Ele me comia, mordia delicadamente minha nuca, acariciava meus mamilos duros, enquanto eu me punhetava alucinadamente.

Senti seu impulso ao fundo de meu cu, alcançando com a rola o que atingira com os dedos, momentos antes, e os jatos de seu sêmen inundaram meu rabo. Ele tentava não ser muito escandaloso nos gemidos, e gania para dentro. Eu acelerei a manipulação e também gozei imensamente, sob a maca.

Após os gozos, o jovem médico tomou de um papel toalha e passou a enxugar cuidadosamente meu cu gozado, minhas coxas, minhas costas levemente suadas; recompôs-se, guardando a deliciosa pica dentro da calça e arrumando o jaleco desarrumado. Eu desci completamente da maca e também me revesti, voltando a sentar na cadeira em que estava, no início da consulta: “E aí, doutor, qual o meu diagnóstico?!”

Argemiro passou as mãos no cabelo longo, segurando-o atrás, mostrando o rosto avermelhado e um sorriso de plenitude, e falou: “Que você é um velhinho muito do safado, como eu nunca comi igual na minha vida!” E rimos os dois. Ele me passou as informações finais, me deu a requisição para a retirada do remédio e me levou até a porta. Enquanto sua mão se dirigia ao trinco, abracei-o com carinho e o beijei intensamente na boca. Ele correspondeu e nossos corpos se esfregaram mais uma vez – minhas mãos enfiadas pelos seus cabelos longos.

Findo o amasso, finalmente ele abriu a porta para o silêncio deserto do consultório sem mais ninguém. Acariciei sua barba negra e macia, ele a minha, e corri para pegar os comprimidos, antes que a bodega fechasse.

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