A semana passou voando, cheia de noites intensas na casa de Mark. Ele e Sabrina judiaram de Adelaide, alternando fodas selvagens que a deixavam exausta – dupla penetração, tapas e estocadas profundas no cu dela, que Mark e Sabrina exploravam sem piedade. Ao final da semana, Adelaide, ofegante e com o corpo marcado, murmurou: "Chega, vocês dois… preciso ficar alguns dias sem dar o cu. Tá destruído!" Sabrina riu, beijando a sogra: "Foi bom enquanto durou, sogrinha."
Hugo, curioso sobre as sessões, cutucou Adelaide na cozinha: "E aí, amor? Conta os detalhes – o garoto tá pegando o jeito?" Ela sorriu, evasiva: "Mark já fode tão bem quanto você, marido. Mas é segredo nosso… por enquanto. Vai ter volta, eu te digo isso!"
Passada a semana, Sabrina praticamente já morava na casa, dormindo lá de sexta a segunda, trazendo roupas e itens pessoais. O arranjo funcionava, com noites de sexo casual e dias de rotina – mas sempre com um toque de loucura.
Em certa noite, Mark acordou com um boquete delicioso, a boca quente e experiente sugando seu pau grosso com gosto. Ele gemeu, abrindo os olhos no escuro do quarto, e viu Adelaide ajoelhada na cama, lambendo e engolindo fundo: "Shh, filho… Sabrina tá dormindo, mas eu precisava de você, meu novo brinquedinho favorito." Ela chupava com fome, salivando e gemendo baixinho, mas logo engasgou forte, parando para vomitar novamente – um jato quente escorrendo pelo pau dele e na cama. "Droga… de novo não!", murmurou ela, frustrada.
Sabrina acordou com o barulho, rindo ao ver a cena: "Haha, sogrinha, não aguenta mesmo eim? Que bagunça!" Adelaide, olhos marejados, ameaçou chorar: "Não é fácil… tô tentando, mas…" Mark, consolando-a, a puxou para um abraço: "Calma, mãe. Vem, vamos pro banho – eu te ajudo." Ele a levou para o banheiro, deixando Sabrina limpando a cama com lençóis extras.
Após terminar a limpeza, Sabrina foi ao banheiro e encontrou Adelaide de joelhos no chão molhado, tendo a boca fodida por Mark – estocadas profundas que a faziam engasgar e vomitar mais uma vez, o fluxo escorrendo pelo queixo, mas ela não cedeu, continuando a sugar com determinação: "Me usa, filho… não para!" Sabrina riu alto: "Olha só a persistente! Tá virando expert em bagunça." Ela lavou o pau de Mark com água morna, limpando os resquícios, e assumiu o boquete, chupando devagar e profundo.
Adelaide, recuperando o fôlego, a desafiou com um sorriso malicioso: "Fácil é só rir, norinha. Agora prova: chupa fundo, faz garganta profunda de verdade – deixa o Mark foder sua boca igual faz na minha. Aposto que não aguenta." Sabrina, confiante, piscou: "Fácil! Tô acostumada com o pau dele." Ela pediu a Mark: "Vai, amor, fode minha boca igual fez com ela. Mostra pra sogrinha." Mark hesitou – ele nunca havia feito isso com Sabrina, mas ela não levou em consideração, animada com o desafio e com exceço de confiança.
Mark começou devagar, estocando na boca dela, e no início foi tranquilo, com Sabrina gemendo de prazer. Mas veio um engasgo forte, e ela pausou para respirar. Adelaide deu um tapa na cara dela: "Garganta profunda só para quando o cara goza ou a mulher vomita, safadinha. Continua!" Sabrina, desafiada, mandou: "Capricha, Mark!" Em um minuto, ela parou e vomitou um jato para o lado, tossindo. Adelaide riu: "Viu? Agora de novo!" Mark estocou mais forte; em menos de 30 segundos, Sabrina soltou outro jato curto. Mais uma tentativa: ela segurou o engasgo, aguentou, mas acabou vomitando muito no pau de Mark, sem tirar da boca – o fluxo quente escorrendo pelas pernas dele. Determinada, ela continuou: "Não para… eu aguento!"
Então, Sabrina sentiu um dedo brincando na entrada de seu cuzinho – era Adelaide, rindo: "A minha aposta foi errada, norinha. As duas deveriam ter participado do desafio! Como fui idioda..." Ela estocou o dedo no cu apertado de Sabrina, que gemeu alto enquanto Mark continuava fodendo sua boca. Não demorou e Sabrina vomitou mais um pouco, mas não parou, e Adelaide também não, agora com dois dedos, estocando ritmado: "Safadinha fraca… aguenta aí!" Sabrina, sem poder retrucar, vomitou mais uma vez, os olhos lacrimejando.
Foram meia hora assim – Adelaide fodendo o cuzinho dela, Sabrina falhando miseravelmente na garganta profunda, vomitando intermitentemente enquanto gemia de um misto de dor e prazer.
Ao fim, Mark gozou fundo na garganta de Sabrina, que nem tinha mais o que vomitar e gozou à contragosto nos dedos da sogra, o corpo tremendo. Adelaide encerrou, vitoriosa: "Pimenta no cu dos outros é refresco, hein? Agora se banha e norinha limpa essa sujeira." Ela se lavou rapidamente e saiu. Mark, gentil, disse: "Eu ajudo ela, mãe – igual ajudei você no fim de semana." Adelaide assentiu, saindo com um sorriso: "Tá certo, filho. Boa noite. Acho que consegui mais um brinquedinho..."
Mark deu um banho carinhoso em Sabrina, lavando seu corpo e o banheiro juntos, limpando a bagunça com paciência. Por fim, a comeu devagar no chuveiro – estocadas suaves na boceta lisa, beijando seu pescoço: "Eu te amo, amor. Não quero ver você e minha mãe brigando assim." Sabrina, relaxando nos braços dele, gozou gostoso, gemendo baixinho: "Eu também não quero… mas a Adelaide provoca tanto. Ela adora esses desafios, adora mandar. E eu acabo indo na dela." Eles riram, se secando e voltando para a cama, mais unidos do que nunca.