Espelho demoníaco, abusando de minha aluna.

Um conto erótico de Gabriel
Categoria: Heterossexual
Contém 2080 palavras
Data: 23/02/2026 15:37:33

Asala de aula está cheia daquele silêncio tenso que só existe quando trinta pares de olhos estão fixos em você, esperando que a próxima frase saia dos seus lábios com a precisão de um veredicto. Eu ajusto os óculos com os dedos, deslizando-os levemente para cima enquanto passo os olhos pela turma. As luzes fluorescentes zumbem sobre nossas cabeças, lançando um brilho pálido sobre as páginas dos códigos abertos, os rostos concentrados, as canetas que riscam papéis.

E então, eu a vejo.

Natalia está sentada na terceira fileira, perto da janela, onde a luz do sol filtra através das persianas e desenha listras douradas sobre seu colo. Ela usa uma calça justa hoje—preta, com um corte que realça as curvas dos quadris quando cruza as pernas. Seus dedos brincam com a caneta, girando-a entre os dedos enquanto ouve minha explicação sobre cláusulas abusivas. Mas eu não estou mais falando sobre contratos. Estou pensando em como seria deslizar essa caneta entre seus lábios, ou melhor, entre outros lábios.

Meu bolso queima.

O espelho está lá, pesado como um segredo, quente como uma promessa. Eu o toquei sem pensar, os dedos roçando o metal frio através do tecido da calça. A sala continua em seu ritmo monótono alguém tossindo, uma cadeira rangendo mas meu coração acelera como se eu estivesse prestes a cometer um crime. E, de certa forma, estou.

Com um movimento quase imperceptível, deslizo a mão para dentro do bolso e envolvo o espelho. O peso dele é reconfortante, como se já soubesse o que eu quero antes mesmo que eu o admita. Eu o puxo apenas o suficiente para que a superfície reflexiva fique voltada para mim, escondida pela pasta que seguro contra o peito. Um ângulo perfeito. Um ângulo perverso.

Para poder ficar livre adianto a matéria e mando meus alunos lerem um exemplar de contrato e peço pra eles acharem as cláusulas abusivas, isso deve distrair eles por algum tempo.

Senti na minha mesa e vejo Natália trabalhando na tarefa, tão dedicada e concentrada, pego o espelho e então penso nela.

De repente, não estou mais olhando para a sala de aula. Estou vendo a buceta dela, mas de um ângulo impossível—como se meu olhar tivesse se desprendido do meu corpo e agora pairasse entre as pernas de Natalia. A calça preta, que antes parecia apenas justa, agora se revela uma barreira frágil contra o que há por baixo. Eu vejo através do tecido, como se ele fosse névoa. Suas coxas estão levemente separadas, a pele pálida contrastando com a sombra escura entre elas. E então deus eu vejo ela.

Peluda.

Não é uma selva, é algo desgrenhado, m denso de fios escuros, cacheados, que se enroscam como vinhas sobre um jardim secreto. O cheiro chega até mim antes mesmo que eu perceba que estou sentindo—um aroma quente, terroso, com um toque ácido que faz minha boca encher de saliva. É o cheiro de uma mulher que não se depila por vaidade, mas talvez por não imaginar que seu íntimo seria exposto... E isso me excita de uma forma que eu não consigo nomear.

Meus dedos tremem. Não resisto.

Com a ponta do indicador, toco a superfície do espelho—e sinto ela. Os fios são macios, levemente encrespados, úmidos na raiz onde o suor. Natalia se mexe na cadeira, cruzando as pernas com um pouco mais de força, como se tentasse conter algo. Eu sorrio. Ela não sabe, mas eu estou lá. Eu estou nela.

Minha atenção está toda no espelho, nas minúsculas fibras que se enrolam em meu dedo imaginário enquanto eu as separo, expondo a carne rosada por baixo. O clitóris dela está inchado, um pequeno botão que lateja sob meu toque virtual. Eu o roço—apenas um toque, leve como uma brisa e Natalia solta um suspiro abrupto, os dedos apertando a caneta até os nós dos dedos ficarem brancos.

— Porra — sussurro baixinho, a voz rouca.

Eu não deveria. Eu sei que não deveria. Mas a tentação é demais.

Desta vez, não é só um roçar. Eu pressiono o dedo contra o espelho e sinto a resistência molhada da sua entrada. Natalia se contorce, as coxas tremendo. Seu lábio inferior é mordido com força, os olhos se fechando por um segundo antes que ela os abra de novo, confusa, assustada e com certa dor. Ela olha ao redor, como se esperasse encontrar alguém olhando para ela. Alguém tocando nela.

Mas ninguém está olhando. Exceto eu. E ele.

O garoto ao lado dela Andy, loiro, magro, com um sorriso de quem acha que é o dono do mundo, inclina a cabeça, os olhos estreitando enquanto observa Natalia se debater em silêncio. Ele percebe. Claro que ele percebe. O cheiro de excitação dela deve estar impregnando o ar, doce e pesado como mel derretido.

— Tudo bem, Nat? — ele pergunta, a voz baixa, mas com um tom de deboche que me faz querer esmagar sua garganta.

Ela não responde. Não pode. Porque neste exato momento, eu enfio o dedo fundo nela.

O espelho parece sugar meu dedo para dentro, e de repente estou dentro dela, sentindo as paredes quentes, apertadas, se fechando ao redor da minha falange como se nunca quisesse me soltar. Natalia arfa, um som alto, descontrolado, que ecoa pela sala como um tiro. Suas mãos voam para a boca, mas é tarde demais. Todos olham para ela a cara de pavor e incômodo me deixa com o pau muito duro. Alguns riem. Outros cochicham.

— Desculpe — ela gagueja, levantando-se tão rápido que a cadeira range contra o chão. — Preciso... ir ao banheiro.

Ela quase corre, a saia balançando com cada passo apressado, as coxas ainda trêmulas. O garoto loiro ri, murmurando algo para o amigo ao lado, mas eu não ouço. Não me importo. Estou muito ocupado sentindo, conforme ela anda sinto meu dedo mexer dentro dela e as paredes de sua buceta latejando.

Quando retiro o dedo do espelho, ele está molhado. Não só molhado—encharcado. Um fio prateado de fluido se estica entre a ponta do meu dedo e a superfície reflexiva antes de se romper, pingando sobre o meu polegar. E não é só isso. Há pelos. Fios escuros, enroscados na minha pele, como se eu tivesse arrancado um pedaço dela para mim.

— Caralho — sussurro, limpando o dedo discretamente no lenço que tiro do bolso.

A sala volta ao "normal", os alunos retornando às anotações, mas minha mente está a mil. Se o espelho pode trazer coisas... o que mais eu podeira fazer? A ideia me deixa tonto, o pau latejando entre as pernas com uma força que quase me faz gemer.

Mas não há tempo para explorar isso agora. A aula precisa continuar.

As palavras saem, mas minha mente está em outro lugar. Em ela. No que acabei de fazer. No que ainda posso fazer.

A noite cai sobre a cidade como um manto pesado, engolindo os sons do dia e deixando apenas o zumbido distante dos postes de luz. Meu escritório em casa está iluminado apenas pela luz amarela da luminária sobre a mesa, lançando sombras longas nas paredes cheias de livros. Eu deveria estar corrigindo provas. Em vez disso, estou sentado na poltrona de couro, o espelho repousando sobre a mesa como um convite, meus dedos ainda tremendo com a memória do toque de Natalia.

— Você está gostando do meu presente.

A voz vem do nada e de tudo ao mesmo tempo, suave como seda, mas com um tom que faz os pelos da minha nuca se erguerem. Eu me viro tão rápido que quase derrubo a cadeira.

Ela está ali. A Demônio. Encostada na estante de livros como se fosse donas do lugar, os braços cruzados sob os seios cheios, a pele pálida brilhando sob a luz fraca. Seus olhos dourados, com pupilas verticais, me fixam com uma intensidade que parece perfurar minha alma. Ela está nua como da ultima vez, seus seios reluzem e vejo escorrer excitação de sua buceta.

— Você tem sido... criativo — ela murmura, a língua saindo para umedecer o lábio inferior. — Mas acho que pode fazer melhor.

Eu engulo em seco, sentindo o suor frio descendo pelas costas.

— O que você quer? — pergunto, a voz mais rouca do que pretendia.

Ela sorri. Não é um sorriso humano. É algo predatório, cheio de dentes afiados e promessas perigosas.

— Eu quero que você explore — diz, afastando-se da estante com um movimento fluido, como água escorrendo. — O espelho não é só para olhar. É para tomar.

Ela para na frente da mesa, os dedos longos e pintados de preto deslizando sobre a madeira polida antes de pegar o espelho. Ela o vira, observando a superfície como se pudesse ver através dela, e então o coloca de volta no lugar, alinhado perfeitamente com a borda da mesa.

— Você trouxe partes dela para cá — continua, os olhos brilhando. — Pelos. Umidade. Desejo. Isso é bom. Mas é só o começo.

Ela se ajoelha na minha frente com uma graça felina, as mãos subindo pelas minhas coxas, os dedos pressionando a virilha onde meu pau lateja, duro como pedra sob a calça. Eu não me mexo. Não posso. Estou hipnotizado pelo modo como seus lábios se abrem, a língua rosa e úmida saindo para lambuzar o lábio inferior antes que ela sorria novamente.

— Eu quero recompensar você — sussurra, os dedos ágeis desabotoando minha calça com uma habilidade que só algo sobrenatural poderia ter. — Mas para isso, você precisa me mostrar que é digno.

Seu hálito quente atravessa o tecido da minha cueca, e eu solto um gemido baixo quando ela puxa meu pau para fora, já completamente ereto, a cabeça brilhando com uma gota de pré-gozo. Ela não hesita. Não brinca. Não há preliminares.

Sua boca desce sobre mim em um movimento único, engolindo minha carne até a base, a garganta se contraindo ao redor da cabeça como se fosse feita para isso. Eu grito, as mãos voando para sua cabeça, os dedos enterrando-se nos cabelos negros enquanto ela começa a mover a cabeça para cima e para baixo com uma velocidade inumana. Não há ar, não há som além do molhado, obsceno squelch de seus lábios, do meu pau batendo contra o fundo de sua garganta a cada investida.

— Foda-se — arfo, os quadris se levantando do assento, empurrando-me ainda mais fundo. — Foda-se, foda-se, foda-se—

Ela não para. Não precisa respirar. Não se cansa. Suas mãos massageiam minhas bolas, os dedos pressionando o períneo enquanto a língua traça veias que eu nem sabia que tinha. Eu sinto o orgasmo se aproximando como um trem desgovernado, inexorável, e quando ele finalmente explode, é como se meu corpo fosse rasgado ao meio.

— Ahhh—! — o grito sai gutural, animal, enquanto jorro dentro dela, gozo após gozo sendo sugado para baixo de sua garganta como se fosse o néctar mais doce que já provou.

Ela engole tudo. Cada gota. Cada tremor. E quando finalmente se afasta, lambendo os lábios com um prazer quase obsceno, seus olhos brilham com uma satisfação que vai além do físico.

— Bom garoto — murmura, passando a língua sobre os lábios inchados. — Mas pode ser melhor.

Ela se levanta, o vestido escorregando pelos quadris enquanto ela se inclina sobre a mesa, as mãos apoiadas na madeira, o traseiro arredondado e perfeito apontando na minha direção.

— Se você for mais ousado — diz, olhando por cima do ombro com um sorriso que promete o paraíso e o inferno na mesma medida —, eu te darei mais. Muito mais... ela se aproxima de mim com sua grande bunda redonda e perfeita e insinua abrir suas bandas pra exibir seu cu.

E então, antes que eu possa responder, ela some. Não em um piscar de olhos. Não em um desvanecer. Simplesmente... some. Como se nunca tivesse estado aqui.

Deixo escapar um suspiro trêmulo, olhando para o espelho sobre a mesa. A superfície está manchada agora—não com poeira, mas com algo úmido. Algo que brilha sob a luz como mel.

E eu sei, sem sombra de dúvida, que isso não é gozo.

É um convite.

Pego o espelho e penso na Natália, o espelho me mostra ela comendo em sua casa com algumas pessoas passando ao fundo, ela não parece me notar, então eu desço a imagem para sua buceta e vejo ela mais uma vez. Se eu não tivesse acabado de gozar com certeza brincaria mais, mas é bom saber que não preciso estar perto dela para ve-la no espelho.

A promessa de uma recompensa me anima e eu planejo minha próxima aventura.

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