— Então, como estão as coisas entre vocês dois? — a Dra. Lara perguntou enquanto Tânia e Lucas se acomodavam para a consulta de retorno.
Tânia deu um sorriso largo e olhou para o filho. — Foi muito bem. A gente seguiu o plano de tratamento direitinho. Tenho chupado a rola do Lucas duas vezes por dia durante toda a semana.
— Você tá gostando, Lucas? — a doutora perguntou, os olhos bonitos pousados nele.
— Uhm-hum — ele respondeu com um sorriso tímido, fazendo as duas rirem.
— E sua mãe tá engolindo tudo?
Lucas acenou com a cabeça.
— Cada gotinha, né filhão? — disse a bela mãe loira, radiante de orgulho.
— E você tava só de sutiã enquanto fazia isso, correto, Tânia?
— Sim, toda vez.
— Lucas, hoje sua mãe vai tirar o sutiã pra você pela primeira vez — disse a Dra. Lara, os olhos fincados nos dele. — Animador, não é?
— É — ele murmurou, o coração disparado.
— Tem que ser mesmo, já que você tem essa fixação pelos peitos enormes dela. Você também vai enfiar a sua rola dentro da buceta da sua mãe hoje.
— Sério? — o adolescente perguntou, os olhos arregalados.
— Sério. Mas você não vai bombar. Só quero que você sinta como é ter a sua rola completamente dentro de uma mulher — a doutora explicou.
— Nossa, tá bom — ele ofegou, tão ansioso que mal conseguia se conter.
— Mas antes disso quero conversar sobre como foi pra você ser chupado pela sua mãe.
Lucas olhou para Tânia, que sorria de volta pra ele de um jeito fofo, curiosa para ouvir a opinião do filho sobre as próprias habilidades. — Foi incrível — ele murmurou.
— Tânia, que tal você esfregar o pau dele por cima da calça enquanto a gente conversa?
— Claro — Tânia disse, passando a mão pela rola do filho com calma enquanto a doutora continuava.
— Excelente. Precisamos que a rola do Lucas fique bem dura para o que vem aí.
— Não demora muito pra ficar — Tânia disse com orgulho, sentindo ele engrossar e endurecer na palma da mão.
— Com rapazes dessa idade raramente demora — a Dra. Lara explicou. — Com um pouquinho de atenção a rola fica dura que nem pedra. Você sabe por que é importante ter uma ereção bem rígida, Lucas?
— Hm... pra poder transar?
— Exatamente. É preciso uma rola bem dura pra entrar numa mulher do jeito certo e ir fundo. É a natureza funcionando como deve.
— É por isso que meu pai toma Viagra? — Lucas perguntou. — Pra conseguir ficar duro?
Tânia riu, levemente sem graça. — Lucas!
— Desculpa, mãe. Vi o frasco na mesinha de cabeceira dele.
— Seu pai toma Viagra sim, o que é bem comum em homens da idade dele — Tânia explicou.
— Rapazes como você têm circulação sanguínea saudável, Lucas. Mesmo homens mais velhos que tomam remédio pra disfunção erétil, como seu pai, nunca vão chegar perto de uma ereção tão firme quanto a sua — a Dra. Lara explicou.
— Posso confirmar isso pessoalmente — Tânia disse, acariciando a rola dura do filho por cima da calça. — Mesmo tomando o comprimidinho azul, seu pai não chega nem perto dessa dureza aqui.
A Dra. Lara sorriu com aquele brilho que já não era só profissional. — Mulheres adoram rola dura, Lucas — ela garantiu. — Não é verdade, mamãe?
Tânia olhou nos olhos do filho e sorriu. — É sim.
— Lucas, que tal você se levantar e mostrar pra gente?
Lucas obedeceu, se levantou e puxou a calça pra baixo. Os olhos das duas se arregalaram ao estudar o volume que pressionava por baixo da cueca.
— Continua, Lucas. Mostra tudo.
O rapaz desceu a cueca e a rola saltou no ar, completamente dura e apontando num ângulo ascendente. Os olhos das duas percorreram o comprimento dela de baixo pra cima — da base larga, pelo pau com as veias salientes, parando na glande roxa e gordinha na ponta.
— Nossa, que beleza — a doutora disse, admirada de verdade.
— Ainda não consigo acreditar no tamanho — Tânia disse, encarando com olhar faminto.
— Tira a camisa também, Lucas. Pode ficar completamente pelado.
O rapaz tirou e ficou parado ali, sem jeito, assistindo as duas mães apreciarem.
— Tânia, uma coisa que notei na primeira consulta e novamente hoje é que a ereção do Lucas está num ângulo perfeito de trinta graus — a Dra. Lara apontou. — Só uma pequena porcentagem dos homens consegue isso.
— Com certeza vai dar uma vantagem enorme pra ele durante a transa, né?
— Com certeza. Rapazes cuja rola sobe nesse ângulo têm uma força e uma tonicidade muscular incrível na raiz — a doutora explicou.
— É, dá até pra ver os músculos e os ligamentos na base, é impressionante — Tânia disse, estudando o filho.
— E eles ficam bem tensionados, o que vai ajudar a sustentar a força da rola dele, permitindo que ele meta muito fundo e com muita intensidade.
— Aahhh — Tânia murmurou, sentindo a buceta apertar e os mamilos endureceram por baixo do sutiã. Ela apontou para a coroa com a unhinha comprida cor-de-rosa. — Ele é muito sensível aqui. Percebi enquanto chupava.
— Normal. O colar da glande tem uma concentração altíssima de terminações nervosas.
— Acredito muito — Tânia riu. — Fiquei rodando a língua em volta de toda a borda da cabeça dele repetidas vezes, deixando ele com os joelhos bambos, né, filhão?
— Uhm-hum — Lucas disse com um sorriso.
— Tenho certeza que ele descobriu essa semana o quanto a gente, mães, ama dar boquete — disse a Dra. Lara.
— E o quão boas somos nisso também — o rapaz acrescentou, fazendo as duas rirem.
A Dra. Lara se levantou, colocando a prancheta de lado. — Agora sua mãe e eu vamos nos despir também, assim podemos ficar peladas juntos.
Lucas engoliu em seco de animação, assistindo a mãe se levantar enquanto ela e a doutora começavam a desabotoar as blusas. Tiraram completamente e os olhos do rapaz arregalaram ao estudar os sutiãs e as montanhas imensas pressionando as taças bordadas.
— Nossa — ele murmurou.
— Tá gostando do que tá vendo até agora, Lucas?
— Uhm-hum.
— Você já desafivelou o sutiã de alguma menina antes?
— Não.
— Tânia, que tal ensiná-lo a desafivelar o seu?
— Claro — a mãe disse, virando as costas para o filho.
— Viu como as alças do sutiã dela são largas, Lucas? São assim pra suportar o peso imenso dos peitos 85H dela. Junta as alças e você consegue soltar os ganchos com facilidade.
Com mãos trêmulas, o adolescente desfez os ganchos do sutiã rosa-claro de Tânia.
— Perfeito. Agora, mamãe, vira de frente pro seu filho bonito.
Tânia se virou para ele e escorregou as taças do peito. Os seios imensos saltaram livres e balançaram pesadamente no ar quente do consultório.
Os olhos de Lucas transbordaram de desejo. Os seios dela eram ainda mais lindos do que ele tinha imaginado em todos aqueles anos. Não conseguia acreditar no tamanho das aréolas — grossas, largas, cor de mel — e os mamilos pareciam borrachinhas feitas sob medida pra ser sugadas.
— Não são lindos, Lucas? — a doutora perguntou.
— São — o rapaz murmurou, encantado. Os peitos da mãe balançavam de um lado para o outro enquanto ela requebrava a saia sobre os quadris largos, deixando-a cair no chão.
A calcinha delicada de Tânia era um minúsculo triângulo de cetim rosa-claro abraçando o púbis, com finas alças cruzando os quadris nus.
— Tânia, quero que o Lucas tire sua calcinha — depois de desafivelar o meu sutiã — disse a Dra. Lara, virando as costas para o adolescente.
Lucas puxou as alças do sutiã preto dela com entusiasmo, exatamente como ela ensinou, e soltou os quatro ganchos. A doutora espiava por cima do ombro, observando. — Lucas, eu tenho peitos 44GG. Não tão grandes quanto os da sua mãe, mas ainda muito generosos.
— Que massa — o adolescente murmurou animado, assistindo ela se virar e escorregar as alças dos ombros.
A bela doutora morena descascou as taças e dois peitos enormes em formato de gota balançaram livres. Como Tânia, as aréolas rosadas eram largas e pontilhadas, e os mamilos que se projetavam dos centros eram grossos e urgentes.
A visão de dois pares de peitos assim ao redor dele fez a rola de Lucas contrair de tesão, saltando do cós com toda a dureza.
— Tânia, quero que você sente de volta no sofá e reclina. Abre as pernas levinho pro Lucas poder se ajoelhar entre elas.
A linda mãe loira fez como mandaram, os peitos nus balançando para os lados enquanto se reclinava. As pernas bronzeadas e lisas se abriram devagar, acolhendo o filho entre elas.
— Vai lá, Lucas. Se ajoelha entre as pernas dela.
— Quando você for com uma menina, essa provavelmente vai ser a posição que você vai estar — continuou a doutora, depois que ele obedeceu. — Pega as alças nos quadris dela e tira a calcinha da sua mãe.
Lucas agarrou as alças delicadas de Tânia e desceu devagar. Os olhos dele festejaram a visão entre as coxas enquanto puxava a calcinha pelas pernas lisas e tirava dos pés delicados da mãe.
Completamente nua agora, Tânia olhou por cima dos peitos saltados e pelo abdômen liso, observando o filho encarar com admiração a buceta depilada dela.
— Lucas — ele ouviu a doutora chamar e virou para vê-la sentada na poltrona na mesma posição da mãe. — Agora a minha — ela disse, olhando para baixo para a própria calcinha.
O rapaz engatinhou até lá, se posicionando entre as coxas abertas de Lara. Quando alcançou para pegar a calcinha dela, a doutora jogou as pernas fortes e nuas ao redor das suas costas e o puxou pra cima dela. Antes que o rapaz conseguisse reagir, a boca dela estava colada na dele, a língua açoitando dentro da boca dele com aquela habilidade que não precisava de apresentação.
— Tira essa porra da minha calcinha — Lara arfou com tesão entre os beijos.
Lucas tentou animadamente deslizar a calcinha pra baixo, mas com ela se agarrando, beijando, e a rola pressionada contra a virilha macia dela, tava difícil de manobrar. Tentou recuar um pouco, mas as pernas fortes o prenderam no lugar.
Lara finalmente quebrou o beijo. — Tá indo bem, Lucas, pode ir devagar.
— Desculpa, tô tentando — o rapaz disse com a respiração ofegante.
— Lucas, olha pra mim.
O rapaz levantou os olhos para os dela e ela sorriu com paciência. — Tá tudo bem, você tá aprendendo. A maioria das meninas vai estar tão com tesão que vai querer se grudar em você e beijar assim enquanto você tira a roupa delas. É por isso que você precisa aprender como fazer — e não tem jeito melhor de aprender do que pela prática.
— Então você tá fingindo que é minha namorada?
— Claro — ela riu. — Por que você acha que tô te beijando e me agarrando assim, seu bobinho?
Lara olhou para Tânia do outro lado. — Mamãe, você quer orientar ele nisso?
Tânia sorriu animada. — Com prazer — ela respondeu, vindo se ajoelhar ao lado do filho.
— Tá pronto pra tentar de novo, Lucas?
— Tô.
Ela o puxou de volta com força contra ela e o beijou fundo, os peitos imensos se espremendo contra o peito dele. Pego de surpresa de novo, o rapaz tataleou as alças da calcinha, tentando descê-las. A mãe acariciou o ombro dele enquanto pairava pertinho. — Continua beijando ela, filhão. Não precisa parar de beijar uma menina pra tirar a calcinha dela — ela disse com paciência.
A Dra. Lara arranhava as unhas compridas vermelhas pelas costas do rapaz, as pernas lindas apertando em volta dele com força. — Vamos lá, gostoso... me fode! — ela gemeu, então mordeu a carne do ombro dele com vontade.
Tânia se inclinou e aproximou os lábios do ouvido do filho. Os peitos fartos se espremeram contra o lado dele. — Continua beijando, mas enfia a mão por baixo da bunda dela e pega a cintura da calcinha — ela disse.
Lucas fez como ela mandou e conseguiu deslizar a calcinha pela bunda da Dra. Lara com relativa facilidade.
— Pronto, viu como foi fácil? — Tânia perguntou. — Agora coloca os braços por baixo das pernas dela e empurra os joelhos dela pra trás nos ombros pra conseguir puxar a calcinha pelas pernas.
Ele fez exatamente o que ela disse, apoiou os joelhos de Lara pra trás e conseguiu deslizar o fio-dental pelo resto das pernas.
— Aaaaaiii, conseguiu! — Tânia comemorou.
A Dra. Lara se sentou rápido. Ainda ajoelhado no chão, Lucas se viu a centímetros dos peitos imensos e balançantes dela. — Muito bem, Lucas — ela disse, olhando para ele lá de cima. — De recompensa, quer se punhetar enquanto sua mãe e eu te espremem entre os nossos peitos?
Lucas engoliu em seco. Era um sim enorme, mas estava gozado demais de tesão pra conseguir articular.
A doutora já sabia a resposta e olhou para Tânia. — Mamãe, tem um banquinho ali do seu lado. Coloca bem atrás dele pra você sentar e se agarrar nele por trás.
Lucas assistiu com entusiasmo a mãe se sentar atrás dele. A Dra. Lara chegou até a beirinha do sofá e os peitos grandes e macios dela bateram no rosto do adolescente. Antes que ele percebesse, a cabeça dele foi puxada para dentro do decote dela e ficou espremido entre os peitos das duas mães num abraço de três que aquecia até o ar condicionado.
— Que lugar maravilhoso pra estar, né, Lucas?
— Muhm — a voz dele respondeu, abafada. Ele não hesitou em alcançar lá pra baixo e começar a se punhetar.
Os peitos monumentais de Lara e Tânia pressionados juntos ao redor da cabeça do rapaz faziam só o topo do cabelo dele aparecer, circulado por um anel de peito. As unhas compridas das duas arranhavam o torso inferior dele de forma provocante.
— Enquanto a gente te afoga nos nossos peitos e você se punheta, quero que você imagine que tá transando com uma menina gostosa, entendeu? — disse Lara. — Quero que você imagine que ela tem uns peitos grandes e suculentos, igualzinho aos da sua mãe e aos meus, e que o seu rosto tá espremido entre eles.
Lara olhou para Tânia e acenou levemente com a cabeça, sinalizando que ela podia continuar.
A mãe pegou a deixa sem precisar de mais nada. — A buceta dela tá deslizando pra cima e pra baixo na sua rola, meu bem — ela disse num sussurro rouco. — E tá uma delícia absurda.
O cheiro suave de aromatizador de bambu que sempre preenchia o consultório parecia mais denso agora, mais fechado — como se o ambiente tivesse decidido participar também.
As vozes das duas enlouqueciam Lucas, mas especialmente a da mãe. Ele não estava acostumado a ouvi-la assim — com aquela voz molhada e deliberada — e a estranheza disso chegava antes do tesão, depois virava tesão também.
— Ela tá te apertando por dentro, Lucas — disse a doutora, equilibrando o clínico e o quente como sempre fazia. — Já encharcada, escorregando em volta de você.
— E ela tá assim porque a sua rola é grande demais — Tânia emendou com convicção. — Tá te abrindo e indo mais fundo do que qualquer outro homem já foi.
O corpo do adolescente estremeceu inteiro. Nunca tinha ficado com tanto tesão assim na vida.
— Quer que a gente te ajude a bater punheta, Lucas?
— Quero — ele suspirou, o coração disparado que nem motor em ponto morto.
A doutora alcançou embaixo e segurou firme os bagos dele, enquanto Tânia enrolou a mão na rola logo atrás da mão do filho. Juntas, sem precisar combinar, encontraram um ritmo idêntico — soqueando pra cima e pra baixo com aquela sincronia que só vem de experiência.
— Aahhh sim — a voz de Lucas saiu com tremor.
Lara espremeu os braços contra os próprios peitos, afogando ainda mais o rosto dele entre eles. Os lábios do rapaz pressionavam instintivamente contra o esterno dela, os seios imensos e macios espremendo nos dois lados do rosto num calor úmido e pesado.
— Os peitos dela tão quicando em cima de você, Lucas. Os mamilos duros, latejando, pedindo atenção.
— E você quer chupar, né, filhão? — Tânia perguntou, maternal e quente ao mesmo tempo. — Quer fechar os lábios nos mamilos dela e não largar?
— Uhm-hum — ele murmurou, a rola contraindo animada entre as mãos das duas.
— Fode ela mais forte, Lucas! — disse Lara, rolando os bagos delicadamente entre os dedos. — Faz ela gozar na sua rola!
— Isso! — Tânia concordou, apertando o punho ao redor dele com força renovada. — Uma rola tão boa dessa.
— Eu te perguntaria como tá a sensação, mas você não sabe ainda, né? — disse a doutora, a voz suavizando. — Você é virgem. Nunca enfiou dentro de uma mulher.
— Nhm-nhm.
— Você queria sentir, filhão? — Tânia perguntou. — Queria sentir a sua rola dentro de uma buceta quente?
— Simm — ele assobiou.
— Você queria que a sua mãe abrisse as pernas pra você, Lucas? Queria entrar nela?
— Mmnghh — ele gemeu, batendo punheta mais rápido, o pulso quase fora do controle. Tânia acompanhou sem perder um beat, a mão colada atrás da dele.
A doutora olhou pra Tânia e sorriu com aquele sorriso de quem já sabe o fim da história. — Acho que isso foi um sim.
— Com certeza — Tânia sorriu, soltando o filho devagar e se levantando do banquinho.
Quando Lucas arrancou o rosto dos peitos de Lara e se virou, a mãe já estava de costas no sofá — pernas abertas numa tesoura escancarada, bronzeadas e lisas, os pezinhos descalços apontados pra parede. Era uma visão que ele ia carregar pro resto da vida sem nem tentar esquecer.
A Dra. Lara ficou de pé atrás dele e baixou a voz quase num sopro. — Ela tá pronta, Lucas. Vai.
Ele se aproximou. As pernas da mãe formavam um V generoso no ar, os pés nus flexionados, delicados. Ele sabia que ela ia à aula de yoga três vezes por semana no estúdio ali pertinho, na Alameda Santos — e agora entendia exatamente por que aquela abertura parecia impossível de tão perfeita.
Nunca tinha visto assim, com esse detalhe todo. Os lábios internos dela abertos como asas cor-de-rosa de borboleta, brilhantes. O grelo projetado do prepúcio, pequeno e urgente.
Tânia deu tapinhas suaves nas próprias coxas e ofereceu aquele sorriso de mãe que aquecia qualquer quarto. — Vem, meu bem. Pode chegar — ela disse, completamente macia.
Lucas se posicionou. A Dra. Lara pairava atrás dele, espiando por cima do ombro com aquele interesse que não precisava de rótulo. — Tá vendo logo abaixo do grelo dela, Lucas?
— Tô.
— É ali que você entra.
Ele agarrou a própria rola e deslizou a glande ao longo da fenda da mãe até encaixar a ponta na entrada quente.
O coração de Tânia disparou. Ela olhava pra baixo para aquele pau longo e absurdamente duro se preparando pra entrar. *Meu Deus,* ela pensou, *é maior ainda do que parecia.* Sabia que seria o maior que já tomou. — Entra devagar, filhão — ela disse, a voz saindo mais rouca do que planejava.
Lucas foi empurrando com calma, sentindo as paredes úmidas e aveludadas da mãe se abrindo ao redor dele com aquele calor fechado e denso que ele nunca tinha sentido antes em lugar nenhum. Quando teve tudo dentro e a glande tocou o fundo, parou. — Nossa — ele suspirou, e o suspiro carregava uma vida inteira.
As duas mães riram baixinho ao mesmo tempo, quase no mesmo tom.
— Como tá sentindo, Lucas?
— In-crí-vel — ele respondeu, sem precisar enfeitar.
— Com uma rola desse tamanho, sua mãe deve estar sentindo o mesmo — disse a doutora, virando o olhar para Tânia.
A mãe sorriu de volta, o rosto todo rosado, completamente preenchida de um jeito que ela não lembrava ter sentido antes. — Se ele fosse um tiquinho mais comprido ia bater lá no fundo mesmo. Tem zonas de prazer lá atrás? — ela perguntou, genuinamente curiosa e genuinamente ocupada.
— Estimulação cervical não é pra todo mundo, mas pra certas mulheres é o ápice — a Dra. Lara explicou, com aquela voz de aula magistral que ela mantinha mesmo em situações assim.
— Pô, acho que sou uma delas — Tânia suspirou, o rosto ruborizado. — Já dá pra sentir que se ele começar a fuçar lá no fundo vou estar gritando e me debatendo por todo esse sofá.
A doutora riu com leveza. — Sem preocupação. Hoje não é sessão de foder. Só quero que ele sinta a penetração completa, nada mais.
Os olhos de Lucas vagaram da virilha da mãe, subiram pelo abdômen liso e bronzeado, chegaram até as duas cúpulas enormes balançando levemente a cada respiração mais funda. Macias, pesadas, urgentes.
— Não são lindos, Lucas? — a doutora perguntou, notando o olhar dele pregado nos peitos da mãe. — Tão grandes, tão quentes, tão macios.
— São — ele murmurou.
— Por que você não os aperta um pouco?
Lucas olhou para a mãe, que sorriu, sinalizando com os olhos. — Pode, filhão. Aperta à vontade.
O rapaz estendeu as mãos e os dedos afundaram neles como se fossem massa de pão quentinha saída do forno de uma padaria da Consolação. Ele apertou os mamilos entre os dedos, assistindo-os estufar e endurecer ainda mais sob o toque.
Foi arrancado do transe pelos músculos internos da mãe se contraindo ao redor da rola, lá no fundo. — Nossa — ele murmurou, fechando as mãos nos peitos dela com vontade.
— Ela tá te apertando por dentro, Lucas?
— Tá. Tá incrível.
— Eu fiz o papel de namorada antes. Quer que sua mãe faça o mesmo agora?
Lucas trocou um sorriso ansioso com a mãe bonita. — Ia ser demais.
— Deita em cima dela, mas sem bombar — a doutora lembrou. — Rola toda dentro.
— Tô ligado — Lucas disse, se abaixando sobre o corpo cheio e curvilíneo de Tânia. A mãe entrou no papel imediatamente, começou a beijá-lo, enrolou os braços ao redor dele e o puxou o resto do caminho pra cima dela.
— Mmm, sim! — Tânia gemeu entre beijos molhados.
Lucas sentiu as pernas fortes da mãe se fecharem suavemente nas suas costas enquanto a língua grossa dela girava dentro da boca dele. Fez o possível para manter a rola enterrada até os bagos enquanto ela se remexia embaixo.
— Ahhh, meu bem! — Tânia gritou entre beijos. — Você me fode tão bem!
A mãe tomada de tesão empurrou o próprio quadril ao redor da base da rola dele com força, capturando cada milímetro que ele tinha a oferecer. Ela agarrou a bunda dele com as unhas compridas cor-de-rosa e girou os quadris de ambos pra cima e pra trás em sincronia. Os peitos enormes escorregavam contra o peito dele e o sofá embaixo deles rangia e balançava enquanto os dois se enrolavam em penetração total.
— Ahh sim, uma rola tão forte! — Tânia gritou.
Lucas sentiu a buceta da mãe apertar e tremer ao redor dele, fazendo a rola contrair lá dentro. A entrada do útero dela parecia lábios franzidos num beijo. A glande do rapaz se espremia contra ela enquanto os dois se debatiam em penetração completa, tudo úmido e quente entre eles.
— Simmmm! — a voz gostosa de mãe de Tânia cantou, enquanto sentia as zonas de prazer lá no fundo da vagina sendo despertadas pela primeira vez assim. O calor lá dentro se contraía ao redor da rola dele com vontade, querendo sentir aquele pau grande e duro mergulhando de verdade.
— Sua namorada tá aqui, Lucas — ele ouviu a doutora dizer.
Ele espreitou por cima do ombro e viu Lara reclinada na poltrona com os joelhos dobrados quase nos cotovelos. Ela estava abrindo a própria buceta depilada com dois dedos, mostrando pra ele a entrada rosa e brilhante.
O rapaz se descola da mãe — a rola saindo com um *FLLUUP* obsceno que ecoou pelo consultório — e foi até a Dra. Lara, a rola balançando dura enquanto atravessava o espaço entre as duas mulheres.
— Enfia — ela instruiu.
Por um segundo ele ficou parado olhando pra ela, fascinado. Admirou a fenda coral funda e o formato florido dos lábios dela. Pensou em quantos rapazes já tinham enlouquecido dentro daquela buceta e quão treinados deviam ser os músculos dela.
Encaixou a glande na entrada e foi abrindo caminho pra frente, trabalhando os glúteos com cuidado, empurrando devagar até ter a rola toda dentro, enterrada até os bagos no aperto quente da Dra. Lara.
Ela travou as pernas ao redor dele, prendendo-o lá dentro, puxando-o sobre ela. — Me fode, Lucas! — ela gritou.
Lucas se esparramou por cima dela, sentindo os mamilos duros dela cutucando o peito enquanto esmagava os seios imensos sob o próprio torso. A poltrona balançava enquanto os dois enroscavam os quadris em penetração total.
Lara açoitou a língua dentro da boca dele, genuinamente impressionada com o quanto a rola do rapaz preenchia tudo. Sim, ela tinha tido muitos rapazes assim, mas poucos tão compridos, grossos e duros quanto esse.
Ela contraiu os músculos internos ao redor da rola dele, mostrando a habilidade de anos.
— Caralho — Lucas suspirou, a rola contraindo em resposta àquele aperto preciso. Instintivamente começou a puxar pra trás e empurrar, mas ela agarrou a bunda dele com as duas mãos e travou.
— Sem bombar, Lucas.
Ele se contentou em ficar enterrado fundo, empurrando e pressionando a rola contra a parede do fundo da buceta dela. — Mmm, sim! Estica a buceta da sua namorada, Lucas! — ela gritou. — Mostra o garanhão que você é!
A Dra. Lara ofegou de tesão, as unhas descendo pelas costas dele, emocionada com aquele adolescente por cima dela. — Chama ele, Tânia!
Tânia ainda estava esparramada na beira do sofá, joelhos pra trás e coxas bem abertas. — Me fode! — ela gritou.
Lucas entendeu o recado. Saiu de cima de Lara e voltou pra mãe, se deitando por cima dela e enfiando a rola tão fundo quanto ela aguentava.
— Simmmm! — Tânia gritou, jogando as pernas lindas ao redor dele. Como antes, se beijaram com vontade enquanto giravam os quadris juntos em penetração profunda. Lucas adorava a sensação dos peitos imensos e macios e os mamilos endurecidos espremidos embaixo dele.
A glande começou a latejando e ele sabia que ia gozar em breve se continuasse assim. A mãe foi mais rápida. — Aaahhporra, vou gozar! — ela gritou, se agarrando ao filho como se a vida dependesse disso.
Ter o próprio corpo arranhado pela mãe de peitos fartos enquanto ela se debatia embaixo dele era demais pro rapaz aguentar. Fundidos, os corpos nus balançaram com força e o adolescente sentiu o gozo quente dela jorrando ao redor da rola, fazendo a glande latejando de um jeito que ele nunca tinha sentido.
— Eu saio fora?! — ele perguntou em pânico, ofegante.
— Nãooo! — Tânia gritou, os olhos rolando, agarrando a bunda jovem dele pra mantê-lo enterrado dentro.
— Uuuunnhhhgg!! — Lucas grunhiu, disparando um jato grosso de porra. Veio mais, encharcando o fundo da mãe em rajadas quentes e seguidas.
A Dra. Lara deixou eles terminarem com calma, assistindo os corpos entrelaçados balançando e tremendo de prazer. Depois de alguns minutos, os dois ficaram quietos.
— Meu Deus — Tânia suspirou, como quem acabou de escalar o Pico do Jaraguá e chegou no topo.
A doutora estendeu uma toalha pra cada um. — Obrigada — disseram quase ao mesmo tempo, ainda recuperando o fôlego.
Lucas puxou a rola ensopada pra fora da mãe e ficou observando um fio de porra escorrer dela.
— Como foi pra você, Lucas? — Lara perguntou. Sabia que era pergunta com resposta óbvia, mas queria ouvir.
— Incrível — ele respondeu, assistindo a mãe encaixar os peitos enormes de volta dentro das taças do sutiã. — Só torço pra não ter engravidado a mãe.
— Filhão, tô aqui justamente pra te ajudar. Não tô preocupada com isso não — Tânia disse com calma.
— Você gostou de nós duas fingindo ser sua namorada enquanto você estava dentro da gente, Lucas?
— Gostei muito — ele sorriu.
— Ótimo. Então tenho uma tarefa pra vocês dois essa semana. Uma hora por dia, quero que vocês brinquem de namorado e namorada. Podem se beijar, ficarem pelados, se enrolar — e até enfiar dentro dela — mas SEM BOMBAR.
— É difícil não bombar — ele confessou tímido.
As duas mães riram ao mesmo tempo. — Concordo totalmente, filhão — disse Tânia.
— Sem preocupação, Lucas. Bombar de verdade dentro de uma mulher é algo que você vai poder fazer na nossa próxima sessão — a doutora explicou. — Mas até lá preciso que você segure o ímpeto. Pode gozar fundo dentro da sua mãe, como fez hoje, ou sair e vir nos peitos dela.
— Não parece tão ruim assim.
A Dra. Lara sorriu, notando que Lucas ainda não tinha colocado nenhuma peça de roupa. Estava ocupado demais assistindo as mães se vestirem. — Então vai se vestir, Lucas, ou vai voltar pra casa pelado? — ela brincou.
Lucas corou e pegou a cueca do chão. — Ah é, desculpa — ele murmurou.
Lara e Tânia se entreolharam e riram baixinho daquele jeito gostoso, com aquela ternura toda por ele.
——