Ex-detento dotado me fez fumar pelo cu depois de deixá-lo bem arregaçado

Um conto erótico de Gabriel
Categoria: Heterossexual
Contém 1655 palavras
Data: 23/02/2026 13:53:00
Última revisão: 23/02/2026 18:45:58

Nunca passou pela minha mente que isso seria possível. Mas sim, aconteceu.

Um cara do meu bairro ficou preso por 5 anos por vários crimes - tráfico, assalto, posse de arma... Sabe-se lá o que mais. É um homem completamente destemido que é capaz de fazer de tudo.

Não é um galã. Mas isso não é um problema. Magro, alto, tatuado... Só anda com bermuda Tactel sem cueca, daquelas bem largas. Não tinha vergonha nenhuma de andar pelas ruas balançando o pau mole. Mesmo mole parecia ser grande. Uma vez eu cheguei a reparar a cabeça do pau dele marcando, balançando de um lado pro outro.

Todos tinham medo dele, mas eu sempre fui amistoso. Cumprimentava e demonstrava simpatia, meio como proteção, mas no fundo eu sabia que meu cérebro já estava me armando uma.

6 meses após ser solto, o vi sentado na calçada, sem camisa e com o short largo escorregando pelas pernas. Ele me parou e perguntou se eu tinha dinheiro pra ele comprar um cigarro. Tateei meu bolso e tinha 5 reais. Entreguei pra ele que abriu um sorriso, puxou o short e por segundos pude vislumbrar a rola mole escapando. Ele deve ter reparado meu olhar pois desde então sempre puxava papo comigo. Muita gente falava para eu me afastar, mas eu não sentia perigo.

Um dia tomei iniciativa e simplesmente comprei um maço de Marlboro Vermelho e o dei de presente. Ele ficou feliz, apertou minha mão e disse que eu era muito gente boa e que se eu precisasse dele, era só falar. Ele até falou que me protegeria se fosse o caso.

Dois dias depois, eu o vi sentado no mesmo lugar na calçada. 3 latas de cerveja barata do lado. Eu fui na mercearia e comprei 2 Heineken, fui até ele e perguntei se podia tomar com ele. Ele confirmou com entusiasmo, movimentando as pernas como se quisesse intencionalmente exibir o pau grande se mexendo livre. Ele abriu a lata, eu abri a minha e fiquei ouvindo os papos de bêbado. Passava uma mulher e ele olhava sem pudor.

"Se eu pego essa gostosa... Vai ficar uma semana de repouso.".

Eu perguntei a razão. Ele riu e tomou um gole da cerveja.

"Meu pau é grande, cara. Arregaça. Nem uso cueca porque aperta... Gosto de deixar ele livre...".

Eu fiquei sem palavras e só consegui perguntar se era grande mesmo. Ele se aproximou do meu rosto - senti o hálito de álcool - com uma piscadela ele pegou por cima do short e pude ver a forma exata. Mesmo mole, era grosso e avantajado.

Depois de falar que adorava Heineken, ele soltou uma fala que me deixou arrepiado.

"Cê curte né?".

"O quê?".

"Rola.".

Fiquei sem palavras.

Ele riu e disse que não tinha preconceito.

"Cê tem um jeito... Já vi você olhando... Haha... Pode olhar, não ligo não.".

Ele abriu as pernas, a rola queria escapar mas este short era mais justo.

"Quando eu tava preso já deixei me chuparem em troca de cigarro. Tô nem aí... E viado sabe chupar... Era uma mamada e ganhava um maço... Bom demais.".

Eu continuava sem palavras.

"Eu curto mulher... Mas viado parece aguentar rola bem melhor... Sem frescura...".

Ele virou a lata e tomou o último gole. A minha ainda estava cheia. O ofereci e sem cerimônia ele pegou e já foi engolindo.

"Pode me dar Heineken mais vezes. Eu gosto.".

Eu sorri sem graça e disse que compraria assim que desse.

"Compra lá... Vamo entrar e tomar lá dentro...".

Eita. O convite estava feito. O que diriam se me vissem entrando na casa dele? Como caio fácil na conversa de macho, fui no mercado e comprei logo um fardo. Ele me esperava no portão.

"Cê é foda, viado. Vamo entrar e encher a cara...".

Entrei atrás dele e segui por um beco até uma casa pequena e mal cuidada. A sala parecia uma zona. O sofá rasgado, várias coisas esparramadas... A casa não via uma faxina há anos.".

Ele se jogou no sofá e pediu pra eu entregar uma lata.

Deitou com as pernas abertas, o volume dando as caras...

Ele tirou a camisa e jogou numa cadeira.

Na terceira lata, ele já estava falando embolado. Me pegou de surpresa ao puxar o pau pra tirar e o balançar...

"Sei que cê tá doido pra ver... Tá aí...".

"É grande mesmo...".

"Cê não viu duro.".

Eu fiquei em silêncio.

"Pega mais uma lata lá... Vou retribuir sua gentileza comigo.".

Voltei com a lata e o pau dele já estava endurecendo. Parecis ter vida própria. Sem tirar a boca da lata, ele fez sinal para eu pegar... Assim o fiz, mas não demorei a estar de joelhos mamando ele. O cheiro de macho me hipnotizava.

"Chupa gostoso vai... Não é grande?".

"É lindo.".

Bati com ele na minha cara. Dei meu melhor.

Ele acendeu um cigarro e fechou os olhos enquanto eu saboreava cada centímetro..

Levei uns tapas e engasguei quando ele fudeu minha garganta.

"Deixa eu comer seu cu...".

Pronto. Fora dada a largada. A safadeza não tinha limites. Ele acendeu outro cigarro e o enfiou no meu cu, me mandando relaxar e puxar. Inacreditavelmente vi fumaça saindo de dentro de mim...

"Puxa mais...".

Me esforcei.

Sem camisinha, ele me fudeu de quatro. Sem delicadeza, pouco se importava se estava doendo ou não.

Uma hora ele socou tão fundo que senti minha barriga tremer.

"Vai fumar mais pelo rabo...".

Na segunda vez eu já estava mais experiente.

"Cuzinho apertado...".

"Não mais...".

Ele riu e concordou.

Gozou dentro, bem forte. O suor pingando.

"Era isso que você queria?".

Ele perguntou.

"Muito...".

Eu respondi vacilante, me sentindo relaxado.

"Olha como ficou... Bem largo.".

"Nasci pra isso."

Eu iria comprar cigarro e cerveja sempre que pudesse, mas eu acabou sendo preso novamente. Assaltou em outro bairro. Até hoje sinto saudade desse bandido folgado superdotado. Espero que saia logo da cadeia e tome tento pra poder me foder novamente e me fazer experimentar coisas novas.

Queria fazer uma visita, mas acho que seria estranho... Talvez um dia eu leve cigarros pra ele. Ele gosta. Seria uma forma dele se lembrar de mim.

Sei das coisas que ele fez e ele está pagando por tudo. Ele pode ter prejudicado algumas pessoas, mas nunca fora ruim comigo. Por mais que pareça mais interesse da parte dele - pois eu o dava cigarros e cerveja - eu senti um pouco de sinceridade nele. A mente conturbada e o uso de substâncias às vezes transforma a pessoa.

Ele me assegurou que estaria lá para me defender, foi legal comigo e mesmo utilizando termos como "viado" eu não senti nenhuma ofensa. É o modo de falar e só se ofende quem é inseguro ou é orgulhoso demais. Nunca imaginei ele usando termos como "homossexual" - confesso que a impulsividade e loucura misturado com a boca suja e informal era um atrativo. Existem vários tipos de homens: elegantes, inteligentes, bonitos, sarados... Cada um com seu charme. A inteligência me encanta mas às vezes cansa. Um homem rústico, bruto, desleixado e folgado às vezes cai bem. Ele pode nunca ter lido um livro na vida, mas a magia se encontra na linguagem corporal. No modo "livre" de se vestir.

Às vezes desejo o fim do uso de cueca. Homens que andam livres e soltos possuem aquele "molho". A rola grande que faz delirar ou sofrer... Muitos ficam satisfeitos com um tamanho mediano - e muitos medianos sabem como fazer - mas a sensação de levar uma rola grande que te transforma pra sempre é mágica. Mesmo sendo arrombado e sentindo dor, o prazer surge como uma chuva no meio do deserto. Se não é um dom, não sei o que é...

Guardo na memória a visão daqueles shorts largos evidenciando a rola se movendo para todas as direções, com a cabeça marcando o tecido maliciosamente... As escapadas quando o short era mais solto... O cheiro de macho - suor, cigarro e desodorante... A malícia prazerosa de introduzir coisas inusitadas em mim... Nunca mais tentei repetir a artimanha... Mas me recordo de conseguir apertar os músculos relaxados do meu cu aberto a ponto de puxar a fumaça e soltar logo em seguida... Nunca vi ninguém relatando isso e também não sugiro que tente - apesar da sensação ser prazerosa... Se não tiver um macho com esse nível de destreza e técnica, melhor não arriscar. Eu sentia esquentar e em seguida, um relaxamento incrível que permitia a entrada da rola até às bolas... A dor dava espaço para uma experiência inesquecível e controversa.

Espero que não vire moda por aí... Mas relatar não é crime. O que eu senti e guardei pra mim hoje pode ser de conhecimento de todos os que fizeram a leitura.

Enquanto isso, vivo minha vida e espero que ele saia logo. Estarei lá, levarei cerveja e cigarro, mas também levarei meu corpo para ser usado. Não sou apaixonado romanticamente, mas sinto um desejo ardente - uma saudade do exemplar de macho bom de cama camuflado com problema. Se eu fui usado? Talvez. Mas ele não se esforçaria tanto se fosse puro interesse. Ele estava presente e mesmo sendo hétero, sabe aproveitar e dá a oportunidade de passivos submissos como eu de sentirem toda aquela bagunça desleixada e tentadora dentro de seus corpos. Até hoje sinto que não voltei ao normal. Ele realmente fez de um jeito memorável e deixou sua marca...

Escrevo excitado, com meus mamilos presos numa corrente e com um consolo de 22cm dentro de mim. O consolo que dediquei dias procurando... O consolo que lembra o pau dele. Não tem aquela fúria toda mas dá pro gasto... E bota gasto nisso. Tem gente que se ofende ou tem vergonha do cu arrombado; eu tenho orgulho, nostalgia... E aguento o tranco. Se não curtir, vá foder um nariz ou coisa do tipo... Aqui é um passivo de verdade, sem vergonha de ser aberto para os maiores. Pode chamar meu cuzinho de cuceta. Prazer.

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