Yara terminou de amolar a última de suas lâminas sob o pôr do sol laranja, ao redor de sua oficina wargs e labradores corriam embriagados com vigor e o cargo de vigilância. Mais cedo naquele dia seu marido, Monarca das Bestas, havia recebido um de seus aliados humanos mais importantes—um jovem jarl promissor cuja coragem e inteligência estratégica o tornavam cada vez mais requisitado nos salões de guerra. A aliança entre humanos era feras era inusitada e ainda incerta, lançando até mesmo pequenos ducados e províncias no confronto com os demônios invasores. Apesar de jovem para um líder militar humano sua aparência era áspera, carregando em seu semblante um olhar de quem já tinha visto o suficiente. Enquanto guardava suas adagas e punhais em suas bainhas, Yara lembrou do olhar vidrado do homem durante o concílio. Constante e fixo nela; ela sorriu para si e balançou a cabeça tentando afastar o pensamento—provavelmente o jarl não estava acostumado com a presença de mulheres em reuniões estratégicas, apenas. Mesmo que seu nome percorresse o continente, a orc matriarca que fode com a mesma paixão com a qual mata. Estivera tão absorta em seus pensamentos tentando justificar o olhar do lorde que não viu o sátiro na porta de sua oficina com o pau duro sendo masturbado enquanto ele a olhava.
"Deseja algo?"
"Perdoe-me. Lorde Thrak enviou uma mensagem, você deve ir até os aposentos do humano. Ele está na ala superior, próximo ao quarto do rei."
"Certo." Ela estava certa então, a sensação que permeava sua mente desde o conselho, o olhar do humano gravado em sua mente. Não era choque, era desejo. Yara engavetou suas ferramentas e tirou seu avental, expondo seus peitos ao mensageiro.
"Senhora, antes..." Os olhos do sátiro brilhavam ao encarar o maior par de seios já vistos em Tarok. "Por favor, poderia me ajudar a terminar?" A rainha da Mandíbula Negra sorriu e gesticulou para que o mensageiro se aproximasse. Sua presença na oficina era poderosa: o som de seus cascos, o cheiro de sua pica e bolas, seu suor ardido.
"Vamos ser rápidos, não posso deixar o humano esperando muito tempo." Yara o tomou pelo pau e começou a punhetar seu membro que escapava daqueles tufos de pelos grossos. O sátiro soltou um suspiro e então abocanhou uma das tetas da mulher orc, tendo que usar as duas mãos para levantar aquela mama esticada e pesada. Ele chupou e então mordeu o mamilo a fazendo gemer, depois largou a teta babada e começou a analisar o monte, tudo enquanto era masturbado.
"Suas auréolas são tão grandes e escuras. São tão grandes que parecem alvos pra serem gozados. Imagine rainha, vários homens tentando acertar suas auréolas com a porra de seus paus?" Qualquer inibição prévia ou pretensão de respeito desaparecera e dera lugar a um tesão animalesco.
"Não fale assim dos meus peitos. Sou sua rainha." O que se seguiu foi um gemido rouco, a teta de Yara sendo sugada novamente pelo sátiro. As mãos da rainha trabalhavam arduamente no ritmo de sua excitação; com uma mão ela descia da cabeça rosa e inchada até o fim do pênis, com a outra ela massageava as bolas do sátiro no meio daqueles tufos de pelo. A respiração de ambos acelerava, o mensageiro chupava e lambia o pescoço de sua majestade generosa enquanto explorava os lábios de sua buceta com os dedos, provocando seu clitóris duro mas negando a finalização.
"Eu vou gozar, rainha. Mas você não vai, não vou tirar esse prazer do convidado do nosso rei. Você vai até ele com a sua buceta chorando, implorando por um orgasmo. Antes, me faça gozar!" A provocação do sátiro a deixava no limite, entre a humilhação e o prazer absurdo. Ela assentiu com a cabeça enquanto ofegava e trabalhou naquela pica até sentir que ele estava próximo do seu clímax. Yara se ajoelhou e drenou a porra em seus peitos imensos, dando uma chupada na cabeça quando o sátiro acabou de despejar seu líquido de pica nela.
"Acho que meus peitos são ótimos alvos, afinal de contas."
