Capitulo 13 - O Altar da Posse

Um conto erótico de Dominus Codex
Categoria: Heterossexual
Contém 3859 palavras
Data: 23/02/2026 12:03:49

As Crônicas da Luxúria - Capitulo 13 - O Altar da Posse

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Este é um universo de ficção erótica adulta.

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O sono não foi misericordioso. Foi uma traição lenta e pegajosa, como mãos quentes de mulher invisível agarrando os tornozelos de Cael e puxando-o para baixo, para dentro de uma correnteza morna e vermelha que cheirava a incenso queimado, suor de buceta no cio e enxofre doce. O corpo dele afundou devagar, pele arrepiando-se enquanto o quarto desaparecia, lençóis úmidos de porra seca ficando distantes, a consciência arrastada para um abismo saturado de desejo e memória.

Antes mesmo de abrir os olhos, ele já sabia onde estava. O ar denso como vinho quente derramado sobre pele nua penetrou fundo nos pulmões, trazendo notas de incenso antigo, especiarias de rituais esquecidos e aquele fundo podre e maduro — o cheiro inconfundível de Velthara: flores noturnas apodrecendo, mel escorrendo de xota aberta, suor de sexo demoníaco. Não era a primeira vez que ela chamava. E não seria a última.

Quando abriu os olhos, o mundo não era mais o dele. Acima, abóbadas infinitas de pedra negra misturada a carne viva erguiam-se além do possível, colunas pulsando como veias grossas de um coração colossal, subindo até o nada e nunca retornando. Vitrais sangravam feixes vermelhos como artérias abertas, luz cortando a penumbra em lâminas quentes que lambiam a pele dele.

O mármore negro sob os pés descalços refletia um homem nu, ombros largos marcados de suor, músculos definidos brilhando sob a luz rubra, pau semi rigido e pesado balançando entre as coxas, veias saltando como cordas grossas, glande rubra brilhando.

A névoa rasteira deslizava entre bancos de pedra, espiralando nos tornozelos de Cael como dedos pegajosos e quentes, puxando-o para o centro do templo. O frio do mármore mordia a sola dos pés, subindo pelas pernas como aviso cruel: ali, as sensações eram armas. Cada arrepio uma lâmina. Acima dele, símbolos do Codex flutuavam em círculos hipnóticos — ora linhas puras de fogo branco, ora curvas orgânicas que pareciam lábios carnudos se abrindo e fechando devagar, ora letras tremulando como carne exposta, sussurrando nomes antigos em línguas mortas que faziam o sangue correr mais quente, o pau latejar mais forte, veias inchando como se cada sílaba fosse uma língua invisível lambendo a glande de cima a baixo.

Mas Cael não era mais um estrangeiro ali. Já atravessara esse domínio tantas vezes — Velthara era mais do que deusa: era sombra, dívida, parceira de abismos. O espaço ao redor era teatro montado só para os dois, pulsando com a espera de um novo pacto. Ele caminhou. Cada passo ecoava na imensidão como carne batendo em carne, som úmido e indecente reverberando nas abóbadas infinitas.

O Codex girava no centro da nave, símbolos relampejando em padrões que só eles podiam decifrar. Velthara falava através da arquitetura, dos brilhos vermelhos, dos aromas que grudavam na pele, das vibrações do próprio chão que subiam pelas pernas até o pauzão latejante. Cael respirou fundo. Sorveu o cheiro do medo e do desejo, do velho e do novo, do suor e do mel. No fundo da nave, uma luz mais vermelha, mais densa, começava a pulsar — como se um coração gigante comandasse o ritmo daquele sonho. O respeito entre eles era uma corrente invisível, tão tensa quanto sensual. Ali, Cael não era vítima, mas também não era senhor: era convidado a negociar, a resistir, a se deixar tentar.

O peito arfou. Não por fraqueza, mas por reconhecimento. O corpo inteiro se tornou radar para o poder dela, para os caprichos do Codex, para o futuro desenhado nos símbolos que dançavam ao redor. Na mente, a pergunta veio rouca, quase um rosnado:

“Faz tempo que não me chamas aqui, Velthara. O que você deseja dessa vez?”

A resposta veio num estremecimento do templo inteiro: símbolos acelerando em giros frenéticos, vitrais escorrendo luz como sangue fresco, altar respirando no fundo da nave como peito de mulher no cio. Cada passo era escolha e desafio. O orgulho de Cael era tão denso quanto o desejo que fazia o pau latejar mais forte, glande inchando, pré gozo escorrendo em fios grossos que o chão absorvia com fome.

E então ele chegou ao centro.

O altar de mármore negro parecia emergir da própria sombra, erguido no meio da nave como o coração do templo. Não era apenas pedra — pulsava, veias vermelhas de luz correndo pela superfície, alimentando um centro vivo que respirava devagar, quente, úmido. Ao redor, o ar vibrava de energia estática, tornando cada respiração de Cael um rito, cada batida do coração uma promessa quebrada.

E ali, deitada sobre o altar como oferenda perfeita, estava Evelyn.

Nua. Imóvel. Linda demais pra ser só humana. Pele branca brilhando sob a luz carmim que escorria dos vitrais, cabelos negros espalhados como halo profano no mármore negro, mamilos duros como pedras rubras apontando pro teto infinito, barriga lisa tremendo de leve, coxas ligeiramente abertas deixando ver a xota inchada, lábios carnudos separados, mel brilhando na entrada e escorrendo devagar pelas dobras até pingar no altar em gotas quentes e lentas. O corpo parecia uma escultura recém-acabada, traços de pureza quase frágil demais para pertencer àquele mundo de abismos — mas nada ali era inocente. Cada linha vibrava com a assinatura de Velthara, um convite à corrupção, à devassidão, à posse absoluta.

Por um instante, Cael só conseguiu olhar — parado, fascinado e ansioso, sentindo no peito o conflito entre a vontade de possuir e o ódio de ver alguém tentar tomar o prazer de desmontar Evelyn das suas mãos. A rola latejou mais forte, veias saltando, glande inchando ainda mais, pré gozo escorrendo em fios grossos que pingavam no mármore e eram absorvidos com um som molhado e satisfeito.

O ar tornou-se ainda mais carregado, luzes do Codex intensificando-se. As runas projetavam feixes que ondulavam sobre o corpo dela, desenhando mapas de desejo e poder, como se a própria carne de Evelyn já estivesse sendo marcada para algo sagrado — ou profano. Pequenos clarões passavam sob a pele dela, pulsando em ritmo diferente do coração, traçando linhas novas nos quadris largos, na garganta exposta, no centro do ventre liso.

Por um instante, Evelyn não se mexeu. Parecia presa entre sono e vigília, as mãos descansando ao lado do corpo, o peito subindo e descendo devagar, respiração tão leve que mal movia o busto. Um suspiro que era quase um pedido de permissão escapou dos lábios entreabertos.

Então ela se moveu.

Um tremor nos dedos, um estremecer nos quadris, cílios vibrando como asas de borboleta negra. Um rubor subiu das bochechas para o colo, tingindo a pele branca de rosa febril. Os olhos se abriram devagar — não só de Evelyn: havia fogo púrpura queimando sob a íris azul familiar, inquieta, faminta, não dela.

O olhar passeou pelo templo e prendeu-se em Cael — e ali, de dentro da boca dela, Velthara começou a falar...

Os olhos dela se abriram devagar — não só de Evelyn: havia fogo púrpura queimando sob a íris azul familiar, inquieta, faminta, não dela. O olhar passeou pelo templo como língua lambendo carne, prendeu-se em Cael com uma fome que fazia o ar ficar mais pesado, mais úmido. De dentro da boca dela, Velthara falou, voz entrecortada, oscilando entre súplica rouca e provocação melada, como se as duas mulheres brigassem pela mesma garganta:

“Tá olhando, Cael? Olha só pra tua mulher certinha deitada no meu altar... ainda toda rígida, tentando resistir, mas a bucetinha já traiu, tá pingando mel quente devagarinho só de sentir minha presença roçando dentro dela. Os peitinhos miúdos estão inchando aos poucos pra mim, mamilos endurecendo como pedrinhas vermelhas apontando pro teto, implorando pra serem apertados. A xotinha inchada, lábios finos se abrindo contra a vontade, mel brilhando na entrada e escorrendo lento pelas dobras até pingar no mármore em gotas quentes... o cuzinho piscando ali atrás, virgem e apertado, faminto sem nem saber. Deixa eu tomá-la, Cael... deixa eu me fundir com ela.”

Enquanto Velthara ria baixo, um calor sobrenatural subiu pelas veias de Evelyn como fogo líquido. O corpo dela arqueou no altar, um gemido rouco escapando dos lábios antes secos — agora carnudos, inchando e ficando vermelhos como se chupados por horas. Os seios cresceram visivelmente, taça A virando D pesada em segundos, pele esticando com veias pulsantes, mamilos explodindo em tamanho, duros e escuros, começando a vazar fios brancos grossos de leite que escorriam quentes pelo ventre trêmulo. A cintura afinou, quadris alargaram em curvas indecentes, coxas engrossando e se abrindo sozinhas, revelando a buceta agora farta, lábios carnudos se separando como pétalas rasgadas, mel viscoso jorrando em fios pegajosos que pingavam no chão com plocs obscenos. O cuzinho se contraiu e relaxou ritmado, piscando desesperado enquanto um plug invisível de luxúria parecia esticá-lo devagar, preparando-o pro inevitável. Evelyn tremia inteira, olhos vidrados mudando pra um violeta profundo, pele ganhando brilho febril, aura de feromônios enchendo o ar com cheiro doce e pecaminoso de sexo eterno.

Ela deslizou do altar como predadora, pés descalços batendo molhados no mármore, quadris rebolando devagar e indecente, seios pesados balançando e espirrando leite em trilhas grossas que pingavam a cada passo, formando poças que o chão parecia sugar com fome. Circulou Cael lenta, atrevida, parando pra exibir as coxas grossas escancaradas, xota escorrendo mel em fios longos e brilhantes, pernas tremendo de prazer contínuo.

“Tá olhando, Cael? Olha só a bagunça que ela faz no meu corpo... tua mulher certinha virou esse perigo, pronta pra ficar de joelhos e te mamar bem gostoso. Só falta tu ter coragem de me entregar pra Velthara, deixar ela me fazer tua perdição oficial, tua puta demoníaca pra aguentar esse teu pauzão pra sempre.”

Ela se virou de costas, arqueou as costas num movimento lento e obsceno, passou as unhas negras e vermelhas (já mais longas, afiadas) pelos seios, apertando até mais leite escorrer em jatos quentes que pingavam no chão com som molhado. Depois desceu as mãos pelos flancos, e ali as escamas já se formavam — pequenas manchas brilhantes que subiam pela pele como tatuagens vivas, reluzindo sob a luz carmim.

As runas do Codex giravam pelas paredes, cada luz pulsando no mesmo ritmo dos gemidos baixos que escapavam da garganta dela. Evelyn voltou a se aproximar de Cael, parou tão perto que ele podia sentir o calor do corpo e o perfume selvagem dela — mel escorrendo, leite pingando, suor salgado misturado ao enxofre doce. Ela segurou o rosto dele entre os dedos, unhas já garras roçando a pele sem cortar, os olhos alternando azul e púrpura, pupilas como fendas se abrindo e fechando devagar.

“Me entrega, Cael… Deixa Velthara tomar conta desse corpo. Me remodelar, me tornar tudo que vc sempre quis. Vou ser a rainha suja que tu nunca teve... pronta pra foder até perder a força, depois te montar, te devorar, te fazer pedir por mais...”

Pequenos chifres rasgavam os cabelos grudados de suor na testa, rompendo a pele em gotas vermelhas que escorriam como lágrimas de sangue. A boca engrossava, lábios carnudos ficando mais inchados, língua bifurcando devagar, lambendo o ar como se provasse o cheiro dele. Os dentes se alongavam em presas brancas e afiadas, brilhando sob a luz rubra. Os seios pingavam leite em jatos quentes que escorriam pela barriga, pelo ventre, até a xota aberta onde mel escorria pelos joelhos, a pele ardia, marcada de runas que pulsavam como tatuagens vivas.

Ela se ajoelhou à frente de Cael, encostou a cabeça na coxa dele, os olhos arregalados, sorriso de pura perdição curvando a boca que já não era só dela.

“Fala a verdade, tu nunca quis uma santa, Cael… Quis uma mulher de verdade... E agora pode ter tudo: tua puta, tua súcubo, tua rainha feita de desejo e pecado. Só precisa ter coragem e dizer sim e me entregar pra ela…”

Evelyn passou a língua bifurcada pela própria mão, subiu arranhando o peito dele com unhas negras, deixando marcas leves que ardiam como fogo. Se ergueu de novo, peito aberto, cauda enrolada ao redor da perna de Cael, os seios pressionados contra o corpo dele, as coxas abertas, a xota pulsando e escorrendo mel quente e doce que pingava nos pés dele.

Ela mordeu o lábio inferior, olhou nos olhos dele, metade súplica, metade desafio:

“Deixa tua mulher certinha morrer e renascer uma rainha devassa, uma súcubo puta pronta pra foder, a tua maldição favorita. Só tu pode me dar pra ela, só tu pode me fundir com ela.”

O templo inteiro vibrava em resposta. As luzes do Codex giravam ainda mais rápido, sombras se contorciam nas paredes como carne viva, o altar tremia como se sentisse ciúmes da cena. Evelyn, já metade esposa, metade súcubo, exibia corpo, desejo e perdição, pronta pra ser tudo que Cael ousasse desejar — ou temer.

“Deixa eu e ela virarmos uma só, a mistura de nós duas, morre Evelyn e nasce algo totalmente novo no lugar, algo que vai ser tudo que você quiser.”

Cael sentiu o ciúme rasgar o peito como ferro quente mergulhado em sangue. Não era medo — era posse cega, egoísta, animal, uma fome que não dividia, que não negociava. O pau latejou mais forte, veias saltando grossas como cordas, glande inchando ainda mais, pré gozo escorrendo em fios pegajosos que pingavam no mármore negro e eram absorvidos com um som molhado e satisfeito, como se o templo bebesse o desejo dele.

Ele avançou um passo, agarrou o pescoço dela — o pescoço da esposa, mas com a presença de Velthara queimando por baixo da pele como brasa viva —, apertou com força medida, dedos cravados na carne branca sem cortar, só marcando, só lembrando quem mandava ali.

Os olhos dela — azul misturado ao púrpura ardente — se arregalaram de surpresa e tesão, pupilas fendidas dilatando como bocas famintas. A cauda se debateu como serpente ferida, chicoteando o ar com som seco, chifres diminuindo devagar enquanto a pele voltava a ser só pele humana por um instante, leite parando de pingar dos mamilos, xota piscando uma última vez antes de se fechar levemente, mel ainda escorrendo pelas coxas grossas em fios lentos que brilhavam sob a luz carmim.

“Não, Velthara.”

A voz saiu rouca, rasgando o templo como lâmina afiada. As runas titubearam no ar, luzes piscando como se o próprio Codex tivesse levado um tapa. O mármore sob os pés tremeu, veias vermelhas pulsando mais rápido, depois mais devagar, como se o templo inteiro prendesse a respiração.

“Evelyn não é tua. Nunca vai ser. Se alguém vai destruir cada pedacinho de pureza que ainda resta nela, sou eu. Cada lágrima que eu arrancar quando ela gozar gritando meu nome, cada gota de porra que eu encher dentro dela até transbordar pelas coxas e pingar no chão, cada tapa na bunda que deixar a carne vermelha ardente, cada puxão de cabelo enquanto meto fundo na garganta até ela engasgar e babar — tudo é meu. Só meu. Só eu faço ela implorar pra ser meu depósito de porra, pra ser minha cadela no cio que abre os buracos toda vez que eu mando.”

Ele apertou mais o pescoço, sentiu o pulso acelerado sob os dedos, viu os olhos dela se arregalarem ainda mais, o fogo púrpura piscando como se Velthara sentisse o impacto da palavra. O corpo dela tremeu, metade rendição, metade luta, xota piscando uma vez mais, mel escorrendo em fio grosso que pingou no chão entre os pés dele.

Velthara riu baixo através da boca de Evelyn, som ecoando nas abóbadas infinitas como sinos rachados, malicioso e satisfeito ao mesmo tempo.

“Ciúme... que delícia de veneno, Cael. Tão puro, tão animal. Então guarda ela. Quebre ela devagar. Faz ela chorar de prazer, implorar por mais, gozar até desmaiar pingando teu leite grosso. Faz dela tua puta, tua cadela que abre os buracos toda vez que tu manda. Mas lembra: eu vou estar olhando. Cada vez que tu meter fundo, cada vez que ela gritar teu nome, cada vez que ela abrir a buceta pra receber mais porra até transbordar, eu vou estar de olho. E quando ela estiver pronta... quando tu tiver terminado de transformá-la... eu vou estar esperando você me entrega-la como receptáculo.”

“Ela não, ela jamais será sua... Trarei outra, algo melhor... algo a altura de ser teu corpo...”

O templo vacilou. Luzes carmim piscaram como se respirassem pela última vez, runas desacelerando em giros lentos e trêmulos, sombras se esticando como carne viva se retraindo. O altar pulsou uma última vez, veias vermelhas enfraquecendo, o ar ficando menos denso, menos pegajoso, como se o desejo tivesse sido sugado de volta pro vazio.

Velthara deu um último sorriso através da boca de Evelyn, língua lambendo os lábios borrados uma última vez, voz ecoando baixa e doce como veneno:

“Traga outra, então. Uma que aguente meu fogo sem queimar. Uma alma que suporte o abismo sem se desfazer. Mas Evelyn... Aproveita ela enquanto pode. Porque se o receptáculo não for do meu agrado... É ela que vou usar...”

O mundo ao redor começou a dissolver em fumaça rubra. Mármore escorrendo como cera quente, sinos morrendo em silêncio rouco, sombras engolindo as colunas como bocas famintas. O cheiro de Velthara — doce e podre, enxofre misturado a mel — grudou nos poros de Cael como marca que não sai com banho.

Cael acordou devagar, o corpo ainda quente e pesado de suor frio misturado à porra seca da noite anterior. A luz cinza da manhã vazava pelas cortinas entreabertas, cortando o quarto em lâminas finas que lambiam os lençóis amarrotados e úmidos. O ar estava denso, carregado daquele cheiro forte e doce que agora emanava dela — mel maduro, flores noturnas apodrecendo, um toque sutil de enxofre que grudava na pele como veneno lento.

Escondido na gaveta do escritório — o codex pulsou vermelho uma vez, baixo e satisfeito, como se risse da teimosia do mortal que achava que podia guardar uma alma pra si quando o abismo já tinha sentido o cheiro dela.

Ele virou o rosto, sentindo o calor dela ao lado, e o pau endureceu imediatamente, pesado e latejante contra a coxa.

Evelyn dormia de lado, completamente nua, corpo já mudado. Os seios, antes pequenos e discretos, estavam mais cheios — taça B, arredondados, subindo e descendo devagar com a respiração, mamilos duros como pedras rubras roçando o lençol e deixando marcas úmidas de suor. A barriga lisa tremia de leve, coxas ligeiramente mais grossas coladas uma na outra, pele quente brilhando de suor fino.

Cael sentiu o ciúme residual do sonho queimar baixo no peito, possessivo e feroz. Ele se levantou devagar, corpo nu brilhando de suor, rola balançando pesada e já meia dura entre as coxas. Pegou a calça na cadeira, vestiu devagar, tecido apertando o pau marcado, camisa abotoado no peito definido, cada movimento calculado, como se quisesse que ela sentisse a ausência antes mesmo de ele sair.

Evelyn se mexeu no sono, gemeu baixo, mão deslizando instintiva pra xota inchada, dedos roçando a entrada brilhante. Os olhos se abriram devagar, turvos de sono mas já famintos, voz rouca e manhosa escapando como súplica quente:

“Amor... você já vai sair? Vai me deixar assim?... toda molhada... com a bucetinha latejando... me fode de novo, vai... me rasga antes de ir trabalhar... por favor, meu gostoso...”

Cael parou, pau endurecendo dentro da calça. Ele negou com sorriso cruel, voz baixa e rouca, cheia de posse:

“Agora não, preciso ir trabalhar...”

Evelyn abriu a boceta com os dedos e mostrou pra ele com um olhar dengoso.

“Vai amor, mete essa rola gostosa aqui... Me enche com teu leite antes de ir trabalhar vai...”

O rosto de cael muda de uma expressão cruel para uma enigmática e finalmente uma maliciosa.

“Não, vadia. Hoje estou atrasado... Mas talvez de tempo para uma mamada”

Evelyn gemeu de frustração e desejo, xota piscando e babando mel no lençol. Ela rastejou na cama, se ajoelhou na beira, mãos trêmulas segurando a base do pau dele enquanto ele terminava de abotoar a camisa.

“Você é um cachorro mesmo... Eu louca de tesão... Com minha bucetinha pingando... e você só quer uma mamada... Tá bom... mas a noite vou querer mais...”

Ela abriu a boca carnuda — mais cheia agora, lábios úmidos e brilhantes —, língua lambendo a glande devagar, sugando a ponta com gemido abafado, olhos erguidos pra ele cheios de provocação e súplica. Cael segurou o cabelo dela com uma mão, guiando devagar.

“Engole fundo, vadia... mostra que tu merece meu leitinho... ou eu vou trabalhar enquanto tu fica aqui pingando sozinha...”

Evelyn gemeu alto em volta do pau, baba escorrendo pelos cantos da boca, pingando nos seios mais fartos que balançavam a cada movimento. Ela sugava gulosa, língua enrolando nas veias grossas, engasgando devagar quando ele empurrava mais fundo, lágrimas de tesão escorrendo pelos olhos enquanto chupava com fome desesperada.

“Não... eu sou tua, amor... tua putinha... me usa... me enche a boca, meu cachorro... quero sentir teu pauzão pulsando na minha garganta, safado...”

Cael rosnou baixo, mão apertando o cabelo dela com mais força, rola pulsando na garganta dela, estocando devagar.

“Isso cadela, chupa gostoso vai... Decidi, vou te fazer uma surpresa hoje a noite... mas só se você fizer o que eu mandar... Você quer?”

“Eu faço o que você quiser... Mas agora eu quero tua porra grossa Cael...”

“Ok então... Hoje quero que você vá numa sex shop... Seu objetivo é sair de lá com um plug nesse seu cuzinho...”

Antes de terminar de falar, Cael solta um tapa na bunda de Evelyn.

“E eu quero uma foto de você com ele bem enfiado...”

Evelyn parou de mamar a rola dele por um instante e sorrindo falou.

“Gostei da ideia... Mas agora... você precisa dar leitinho pra essa cadelinha antes de ir trabalhar...”

Cael apertou o cabelo dela com mais força, pau latejando na boca quente. “Então abre mais essa boquinha, cadela.”

Evelyn gemeu alto, olhos vidrados subindo pra ele: “Vai cachorro... me enche... me da esse leitinho quente e grosso... por favor...”

Ele grunhiu rouco, animalesco, e gozou forte — jatos grossos e quentes explodindo na boca dela, ploc-ploc-ploc, enchendo até transbordar. Porra viscosa escorreu pelos cantos dos lábios carnudos, pingando em fios brancos pegajosos no queixo, escorrendo devagar pelo vale entre as tetas pesadas que balançavam, misturando-se ao leite que vazava dos mamilos inchados.

“Engole, cadela... não deixa cair uma gota”, ele rosnou, segurando a cabeça dela no lugar.

Evelyn engoliu com gula desesperada, garganta trabalhando audivelmente, língua esticada lambendo o que escorria: “Mmmph... tão grosso... tão quente... amo quando você me usa assim... me faz de deposito de porra...”

Ela lambeu o queixo, depois os seios, lambendo a porra misturado com o próprio leite, gemendo: “Eu quero mais, por favor... enche minha boca de novo antes de ir...”

“Ja estou atrasado, preciso ir... Agora seja uma boa menina e faça o que lhe pedi...”

Ele ajustou a calça marcando o pau ainda semi duro, virou-se e saiu, porta fechando com clique seco. O quarto ficou em silêncio, só a respiração pesada de Evelyn, xota latejando faminta, mel escorrendo mais grosso no lençol enquanto ela mordia o lábio, olhos brilhando de tesão e raiva misturados, sabendo que o dia inteiro ia ser uma tortura até ele voltar.

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