No posto de gasolina, mamei um gordinho e acabei levando rola do coroa frentista - Um conto de Karol

Um conto erótico de Karol
Categoria: Heterossexual
Contém 2288 palavras
Data: 01/02/2026 06:20:44

Fala, meus queridinhos! Karolzinha aqui!

A coreaninha mais sacana do site. Se leram os outros contos, sabem que sou branquinha, cabelos pretos… bem ninfetinha. Enfim, amo uma boa sacanagem e adoro levar rola de coroa tarado. Estou com 20 aninhos e hoje, quero contar o dia em que me surpreendi em um posto de gasolina. Descobri que em qualquer lugar serve para uma boa foda. Vamos ao conto!

— Toda vez é isso! — Minha mãe estava irritada aquele dia.

Iriamos até o centro da cidade e meu pai disse que ela precisaria passar no posto de gasolina para encher o pneu. Coisa que ela odiava já que sempre ficava com as mãos sujas.

— Pode deixar, mamãe! Eu faço! — falei enquanto esperávamos nossa vez na fila.

Era uma manhã de sábado, no auge dos meus Kinze aninhos..rsrsrs… já me sentia uma mulher. Já dominava o sexo e a arte da sedução. Sempre fui magrinha, mas depois que comecei minhas sacanagens, meu corpo foi se desenvolvendo.

— Ainda bem que tenho este lenços aqui. Limpo as mãos depois.

Desci do carro, estava só de sainha preta e um topzinho branco. Foi quando chegou um homem em uma moto, logo atrás do carro. Ele usava um short jeans e camiseta regata preta. Notei que era gordinho e, claro, já me veio mil coisas na cabeça..rsrs

— Anda logo, Karol. Tá esperando o que?

Minha mãe estava muito apressada.rsrs

— Já estou indo.

Só para imaginarem a situação. A bomba de encher pneu ficava presa na parede que ia até o rumo da rua. Ou seja, de onde o motoqueiro estava ele podia facilmente ficar de olho em mim já que minha mãe parou o carro bem encostado.

Fui até o pneu traseiro, óbvio. O motoqueiro acenou com a cabeça pra mim e dei um sorrisinho mordendo os lábios. Me agachei e abri as pernas, “inocentemente”. Não tinha como ele não ver minha calcinha vermelha.

Olhei para ele que logo, tirou o capacete. Notei que devia ter uns 30 e poucos anos. Todo moreno com cabelo curto e visivelmente atiçado.

— Tudo bem, moço?

Ele olhou em volta.

— Está ótimo.

A bomba apitou. Me levantei e fui do outro lado. Mais uma vez, fiquei de ladinho e abri as pernas. Ele não parava de me olhar. Foi quando se mexeu sobre a moto e me falou:

— Vou até ajeitar o bicho aqui. Tá foda!

Ele mexeu no short e deu uma piscadinha.

— Nossa, japinha! Podia encher o pneu da minha moto também, hein!

A bomba apitou e me levantei.

— Minha mãe está no carro. Senão…

Fui ao lado do carro para encher o pneu da frente. Me agachei ficando de costas pra ele.

— Deixa eu ver aqui!

Levei um susto, ele estava olhando a bomba bem ao meu lado. Se virou e cumprimentou minha mãe se agachando e apoiando sobre o carro.

— Oi tia!

— Olha só! Renatinho…quanto tempo!

— Essa aqui é a Karol?

— Pra você ver. Você também já está um homem, hein.

A bomba apitou e fiquei parada. Renato estava bem ao meu lado, vi o baita volume em seu short.

— Que nada. Preciso entrar na academia para perder esta barriga.

Algo em mim dizia que era o momento certo. Coloquei a mão na perna dele que não teve nenhuma reação.

Fui subindo até chegar nas coxas grossas. Ele me olhou de lado e riu.

— Vocês vão pra onde?

Enquanto eles conversavam, eu alisava as coxas do gordinho. Então, com certa dificuldade, cheguei até seu saco subindo as mãos pelas aberturas do short.

— Está tudo bem? — perguntou minha mãe quando Renato deu um pulinho.

— Tudo ótimo!

Tirei a mão e puxei um pouco o short pra baixo.

— Sim, tia! É..é... ainda estou namorando a Flávia.

Alisei a rola por cima da cueca e o celular da minha mãe tocou. Ela deve ter ser distraído já que Renato aproveitou e passou a mão no meu cabelo me puxando. Fiquei sentada entre a porta do carro e ele que, aproveitando da situação, abaixou a cueca e enfiou a rola na minha boca.

GLUB, GLAB, GLAB

Eu mamava baixinho. Minha cabeça se movia rapidamente, pois o gordinho guiava a mamada.

— Desculpa, Renato... aonde estávamos?!?

Mais uma vez, ele se jogou sobre a janela do carro e me soltou. Me joguei pra trás e encostei no carro, sem fôlego. A pica toda babada na minha frente, pulsava como se tivesse me chamando para mais uma rodada de boquete.

“Filho da puta. Vai ver só.” — pensei olhando a cabeça rosada.

Coloquei as mãos nas coxas dele, me aproximei e passei só a ponta da língua na fenda da cabeça. Aquilo deve ter dado um baita tesão nele. Um liquido transparente saiu, naquela altura, sabia que era pre gozo.rsrsrs

Lambi a babinha e senti aquele gosto esquisito.

— AHNNN!

— Que foi, filho?

— Lembrei que...

— Aonde está, Karol? Que demora!

— Estou aqui, mamãe! — falei me levantando ao lado do gordinho que subiu o short.

Guardei a mangueira de ar. Quando olhei para os lados, gelei. Dentro do posto, aonde se realiza a troca de óleo, um frentista me encarava.

“Será que ele viu o que estávamos fazendo?”

O frentista começou a andar em nossa direção. Renato se despediu da minha mãe e foi até a moto.

— Boa tarde. — falou o frentista para minha mãe. — Acho que o carro da senhora está com vazamento.

Me encurvei para olhar debaixo do carro e não havia nada.

— Sério?!? — ela perguntou.

— Mas é rápido de resolver. Liga o carro e me segue.

Renato me encarou e piscou. Entrei no carro em silêncio.

Minha mãe levou o carro até o frentista. Ele pediu para abrir o capô do carro.

— A senhora precisa ficar com ele ligado. A mocinha poderia me dar uma mão aqui.

Ali eu ganhei a maldade do coroa que devia pesar mais de 100kg e era baixinho.

Sai do carro e acompanhei o coroa até a frente do carro. Ele ergueu o capô e travou.

— O que tenho que fazer?

Ele riu ficando de frente pra mim e cochichou:

— Dar uma chupadinha igual fez naquele cara.

Ele abriu o zíper do macacão. Uma rola morena saltou.

— Vai, safadinha! Tu tem cara que curte umas sacanagens!

Me ajoelhei e comecei a mamar. O cheiro forte de suor, impregnou meu nariz. No começo fiquei enojada, mas como boa puta que sou, fiz meu papel.

GLUB, GLUB, GLUB

— Está tudo certo, ai?

Ele me soltou e foi para trás.

— Sim, dona! Já vamos resolver.

Eu me levantei, coloquei a mão no carro ficando praticamente de 4. Ali aonde estávamos, ninguém conseguiria ver o que viria a seguir.

O coroa passou a mão na minha bunda e falou baixinho:

— Sua quenga! Agacha e chupa meu pau, vai!

Dei um sorrisinho e, toda dengosa, provoquei:

— Tem gente querendo me comer e você só quer uma chupadinha. Engraçado!

Minha mãe desligou o carro e abriu a porta. O coroa ajeitou o macacão e me levantei.

— Vai demorar muito, Seu?

— Arnaldo!... Sabe... — ele segurou o braço da minha mãe levando-a até a saída. — A senhora pode esperar lá dentro da conveniência.

Ela resmungou, mas aceitou e saiu andando. O coroa apenas observou ela se afastar. Abaixei o capô, joguei meu corpo sobre ele empinando a bunda e esperei.

— Puta que pariuuu! Que issooo?!?

O coroa arregalou os olhos, se posicionou atrás de mim e riu.

— Por isso amo uma novinha, não pode ver rola que já querem levar dentro.

Ele abaixou minha calcinha.

— Essas sainhas são as melhores, acho que quem criou essa porra já fez pensando em facilitar uma boa trepada. Qual seu nome, filha?

— Karooooolll! — quase dei um berro quando ele encaixou a pica na minha xota.

— Karolzinha, safada! Toma sua biscate!

PLAU, PLAU, PLAU

O coroa tinha apenas abaixado o zíper e já estava me comendo com força.

— Que buceta apertada! Caralhoo, japonesaaaa! AHHHH!

— AINNHHNN.. UINNN! Mete Seu Arnaldooo! AINNN!

— Vem aqui, piranha!

Ele segurou meus dois braços e puxou, me erguendo.

— Assim que puta gosta! Né, Karolzinha?

— SIMMM! OHHH! OHHH!

Seu Arnaldo metia forte, soltou meu braço e deu uma estocada firme me jogando pra frente.

— Vadia... assim vão escutar.

Me virei e o coroa já tinha guardado a rola.

— Tenho um lugarzinho bom pra gente ficar.

Acompanhei o coroa, no fundo do local, havia uma pequena porta. Entrei e vi que era um pequeno corredor com uma pia, acredito que para lavarem as mãos. Do lado posto, um portão cinza, todo fechado. E ainda, uma poltrona encostada na parede.

O coroa parou em frente a poltrona, abriu a parte de cima do macacão expondo a barrigona lisa e desceu o macacão até abaixo da cintura. Desceu a cueca e se sentou na poltrona.

— Vem, Karolzinha! Me mostra o que sabe fazer!

Me aproximei, coloquei as mãos nas coxas do safado e me encurvei.

GLUB, GLUB, GLUB

Estava quase de 4 debaixo da barriga dele.

— Que delicia, caralho! Que chupeta gostosaaaa! AHHH!

Ele segurou minha cabeça e ficou acariciando meus cabelos.

— Mama, putinhaa! ISSO!! AINNN!

Quando fiquei satisfeita, me ergui e me virei. Olhando para trás, abaixei a calcinha e joguei na cara dele. Tentei sentar de costas pro coroa, mas a rola não encaixava.

— Tem que ser no chão, querida! — disse Seu Arnaldo colocando a mão na minha cintura e me guiando.

Fiquei de 4 no chão, o coroa me puxou e a rola entrou na minha xota.

— Que coisa boa!! AINNNN SAFADINHAAAA!

PLAU, PLAU, PLAU

Lá estava eu de 4 enquanto o coroa permanecia na poltrona me fudendo. A barriga sobre minhas costas foi ficando cada vez mais pesada.

— Já sei! — falei me jogando pra frente e saindo.

Fui até a pia, me apoiei e fiquei de 4.

Rapidamente, ele veio já metendo.

— Como é piranha, hein?!? Sua mamãe sabe a putinha que tem em casa?

— AINNN!

PLAU, PLAU, PLAU

— Aposto que não! HAHAHA

PLAU, PLAU, PLAU

Depois de algum tempo, ele saiu de mim.

— Tira essa camisetinha. Deixa eu ver esses peitinhos.

Obedeci. O coroa me grudou e chupou com vontade.

— Os meus são maiores que os seus! — zombou. — Chupa, amorzinho!

Fiz cara de nojo.

— Acho melhor eu ir, Seu Arnaldo. Mamãe pode estar preocupada.

PLAFT, PLAFT

Depois de me dar dois tapas, sorriu.

— Tá achando que vai fazer o mesmo comigo,é ?!? Acha que não vi que deixou o cara lá na vontade?!? Você não é de nada, mesmo! HAHAHA

Seu Arnaldo alisava o pau e me encarava. Coloquei as mãos no peitoral dele e o levei até a parede.

— Vou te mostrar a piranha que posso ser!

Chupei os mamilos dele com vontade, o coroa delirou.

— AINNN! PUTAAA! AINNN!

Dei um tapa na cara dele.

— Deita no chão, seu velho safado!

Ele se deitou e aguardou. Me posicionei com as pernas abertas entre a cabeça dele e abaixei. Ali, foi meu primeiro 69.

GLUB, GLUB, GLUB

— Nossa, Karolzinhaaa! Você é mesmo uma danadinha.

Eu sugava com vontade naquele cacete que devia ter uns 15cm enquanto ele chupava minha buceta. Ás vezes, enfiava um dedo.

— Olha que rachinha deliciosa!

Me levantei, me virei e fui descendo bem devagar na rola. Quando encaixou, coloquei as mãos sobre a barriga do gordinho e comecei a cavalgar.

— OHHNNN! ISSOOO! VAIII PIRANHAAA! AHHH

— HUMMMM! Tá gostando, meu macho. Tá?!?

PLAU, PLAU, PLAU

O coroa nem conseguia falar. Apenas me olhava com cara de admiração.

— Vou te mostrar outra coisa!

Sem sair da pica, fui girando meu corpo para ficar de costas para ele.

— AINNN! CARALHOOO! ASSIMMM, KAROLLLL!

— UINNN! ÃÃÃHNN! ÃÃÃHNN!

Eu gemia e rebolava na rola do safado.

— QUE TESÃÃÃOOO! AINNN.. Primeira vez que uma magrinha mete tão gostoso comigooo! OHHHNN!

Joguei meu corpo para trás. Seu Arnaldo segurou a parte de trás das minhas coxas e me elevou do chão.

PLAU, PLAU, PLAU

Eu parecia uma boneca de pano quicando no coroa.

— VOU GOZARR, SEU ARNALDOOO! OHHH!

— GOZAAAA, PUTAAAA! ARGHHHH!

Me tremi toda, Seu Arnaldo me jogou para o lado e me beijou.

— QUE DELICIAAA, NOSSA!!! Karol, deixa eu gozar na sua barriguinha, meu bem?!?

Achei estranho aquele pedido, mas aceitei. O coroa ficou ajoelhado ao meu lado, enquanto apertava meus peitinhos, se masturbava freneticamente.

— Seu Arnaldo, goza na minha cara!

Ele arregalou os olhos. Subiu em cima de mim, colocando as pernas abertas entre meu corpo bem perto do meu rosto.

— AINNN! Vou fazer igual quando gozo na tela do celular vendo aquelas orientais safadas! ARGHHHH!

O leite espesso jorrou em mim. O cheiro típico de porra sempre me deixa extasiada. O calor escorrendo pelo meu rosto me dá um baita tesão.

— TOMMMAAAA! TOMA! TOMA!

Ele apertou a cabeça do pau até soltar a última gota. Depois, se jogou para o lado.

Ficamos ali parados em silêncio. Cada um aproveitando seu momento.

— Que putaria foi essa, hein? — falou Seu Arnaldo já encostado na porta me esperando terminar de lavar o rosto na pia.

— O senhor gostou?

— Se gostei?!? Karol do céu! Todo homem, pelo menos uma vez na vida, deveria experimentar trepar com você.

— Já terminou? — escutei minha mãe perguntando.

Seu Arnaldo saiu andando até o carro aonde minha mãe aguardava.

— Sim, a mocinha só se sujou um pouco.

Quando cheguei perto da minha mãe, ela apenas suspirou.

— Então, chega de enrolação. Vamos, embora!

Minha mãe entrou no carro. Quando passei pelo coroa, ele apalpou minha bunda, discretamente.

— Escuta, senhora. — ele se aproximou da janela. — Sempre que precisarem estou à disposição. E sua filha....bem... ela leva jeito pra troca óleo, viu?!?

Saímos de lá, minha cara pegando fogo de vergonha. Claro, que muito tempo depois, voltamos lá..Mas, Seu Arnaldo tinha mudado de posto.

Bem, se curtiram...deixem um comentário... E, estou precisando de alguém pra trocar o óleo do meu carro. Alguém disponível?

Bjinhos e leiam nossos outros contos!

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Comentários

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Sou coroa, vc deve ser uma delícia de putinha, fiquei com muito tesão lendo o seu conto, até bati uma pensando em vc. Me manda um email.

aemmrr6@gmail.com

Bjs nessa sua bucetinha

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