Ela era minha irma proxima nao era de sangue mais como de coraçao . Daquelas que dormiam direto na nossa casa, bebiam com a gente, tinham intimidade real. Eu sempre fui muito ciumenta com ela, talvez porque ela chamasse atenção fácil: corpo bonito, magra, e os seios dela sempre foram maiores que os meus. Ela ainda era virgem, e isso sempre aparecia nas conversas, na curiosidade disfarçada.
Eu já tinha traído meu marido antes. E, por isso mesmo, não vi sentido em esconder dele o que eu estava pensando. Um dia, conversando com ele, joguei a ideia no ar: ela confiava em nós, e eu queria que a primeira vez dela fosse com alguém que soubesse transar de verdade. Alguém que tivesse paciência, que cuidasse. Meu marido ouviu tudo, pensou, e acabou aceitando. Não foi planejado com data nem roteiro — só ficou combinado que, se acontecesse, eu conduziria.
Algum tempo depois, ela dormiu em casa como sempre. Bebemos bastante naquela noite. Eu, ela e meu marido largados no sofá, assistindo vídeos no YouTube, rindo alto. O álcool foi subindo, o clima ficando mais solto. Estávamos de pijama, sem sutiã, sem calcinha — algo normal entre nós. Meu marido só de calção.
A conversa foi ficando mais quente aos poucos. Comecei a provocar de propósito. Beijei meu marido devagar, olhando pra ela. Depois puxei o assunto para corpo, seios, curiosidade.
— Amor, você acha que eu devia colocar silicone? — falei, levantando a blusa e mostrando meus seios.
Ela riu, meio sem saber onde aquilo ia dar. Então olhei pra ela:
— E os teus? Mostra também.
Ela ficou tímida, mas mostrou. Quando vi os seios dela livres, lindos, senti o tesão subir forte. Me aproximei, juntei os meus aos dela, brincando, enquanto meu marido observava em silêncio, já excitado.
— Para de vergonha… estamos só entre nós.
A partir dali, tudo começou a acontecer de forma inevitável. Fui eu quem conduziu cada passo. Segurei o rosto dela com cuidado e pedi que beijasse meu marido. No começo, os lábios dela tocaram os dele com insegurança, quase um teste. Ela tremia. Eu me aproximei, beijei os dois ao mesmo tempo, misturando minha boca à deles, até que ela parou de hesitar. O beijo ficou mais profundo, mais lento, mais quente. O corpo dela já reagia.
Meu marido a deitou no sofá com calma, abrindo o corpo dela devagar. Começou chupando os seios dela com vontade, demorando ali, fazendo os mamilos ficarem duros, arrancando gemidos que ela tentava segurar, mas não conseguia. A cada gemido, o corpo dela arqueava mais. Ele desceu pelo abdômen, beijando, lambendo, até tirar o resto do pijama e deixá-la completamente nua.
Quando a boca dele chegou entre as pernas dela, ela perdeu o controle. As mãos se agarraram ao sofá, o corpo se contraiu. Eu me ajoelhei ao lado, ajudando com os dedos, sentindo o quanto ela já estava sensível. Ele chupava com calma e firmeza, sem pressa, até ela gemer alto, surpresa com a intensidade do que sentia. O primeiro orgasmo veio forte, fazendo o corpo dela tremer inteiro.
Depois, ele se posicionou entre as pernas dela novamente. A penetração começou lenta. No início, o corpo dela resistiu, e a dor apareceu. Ela respirava fundo, gemia baixo, segurava firme. Eu fiquei ao lado, falando com ela, tocando, ajudando a relaxar. Aos poucos, o corpo foi cedendo. Quando o sangue apareceu, ela entendeu o que estava acontecendo — e logo passou. Os gemidos mudaram, ficando mais soltos, mais quentes.
Ele a colocou de quatro. Agora os movimentos eram mais firmes, mais seguros. Ela gemia sem vergonha, sentindo prazer de verdade. Eu tocava, ajudava, estimulava, sentia o corpo dela reagir cada vez mais rápido, até ela gozar novamente, e depois mais uma vez, completamente entregue.
Mais tarde, fomos pro quarto. Eu me deitei ao lado dela, sentindo o calor do corpo ainda sensível. Meu marido nos tomou uma de cada vez, depois as duas juntas. O ritmo era intenso, o ar pesado de gemidos. Em meio ao tesão alto demais, eu e ela acabamos nos beijando, sem pensar, sem freio, enquanto ele nos possuía, os corpos colados, suados, completamente envolvidos naquele momento
