Maia putinha 3

Um conto erótico de Maia
Categoria: Heterossexual
Contém 2175 palavras
Data: 22/02/2026 21:15:15

3

Ele ainda limpava o rosto do suor quando ouvimos barulho vindo da sala. Léo arregalou os olhos.

- Léo, que bagunça é essa?! - trovejou uma voz grossa.

- Se esconde debaixo do lençol - Léo mandou ainda pelado ao meu lado.

Eu entrei debaixo do lençol e cobri meu corpo e rosto. Léo continuou onde estava porque não tinha como fugir, da sala para os quartos era um pulo.

- Trouxe mulher para casa? - o homem perguntou. - É essa aí? Ah seu moleque safado!

- Pai! Cai fora, ela não pode aparecer - Léo disse - tem namorado, entende?

O homem respirou pesado, era o pai da Aidé e do Léo, se ele me visse ali, eu estava perdida. Mas vendo um pouco embaçado pelo tecido do lençol percebi que o pai do Léo estava mais orgulhoso do que preocupado.

- Tá, tá, tá, só não deixe te pegarem hein - ele respirou fundo - vai arrumar aquela bagunça lá na sala, antes que sua mãe e sua irmã cheguem. Elas ficaram na casa da sua tia mas logo, logo, estarão aí. Eu vou tomar um banho. E você mocinha, juízo!

Meu coração estava batendo muito forte. Léo puxou o lençol e disse para eu vazar que depois iríamos combinar um jeito de a gente se encontrar de novo. Eu estava tão amedrontada, dolorida, e sem reação que fui fazendo o que o Léo mandava sem pensar muito.

Eu vesti meu uniforme, saí para a rua, e entrei em casa doida para tomar banho e dormir.

Mas Aidé apareceu em casa assim que eu saí do banheiro, a mamãe já havia voltado do trabalho, e estava dormindo para poder pegar no seu segundo plantão. Enfermeira concursada e em clinica privada, mamãe quase não ficava em casa assim como meu padrasto.

- Amiga!

Ela veio me abraçar e beijar contando que havia amado a viagem e que tinha várias fotos para me mostrar.

Aidé comentou que eu estava com um aspecto de cansada. Eu disse que ela ao contrário estava muito bem e bronzeada.

- Obrigada! Tu não nem imagina, o Léo, meu irmão, viu eu saindo agora e disse que você não é uma amizade boa para mim! Acredita?

- Teu irmão nem me conhece direito, cretino - respondi mordendo os lábios.

Tudo que eu queria naquele momento era poder deitar na cama e dormir por algumas horas mas a Aidé ficou ainda por bastante tempo antes de finalmente ir embora. Eu consegui minhas horas de sono. Mas quando acordei encontrei minha mãe na minha frente.

Ela estava com um dos meus uniformes na mão e um olhar de poucos amigos no rosto.

- Que manchas são essas aqui Maia?!

- Manchas de quê? - fiquei vermelha. - Não sei mamãe.

Mamãe ficou olhando para o meu rosto, olhou para a minha farda mais uma vez, e sacudiu a cabeça. Ela disse que devia ser coisa da cabeça dela, e saiu do meu quarto. Não consegui mais pregar os olhos. Mamãe só voltava agora no dia seguinte. Alguns vizinhos sabiam que eu ficava sozinha à noite quando meu padrasto não estava em casa.

Na escola no dia seguinte, as meninas faziam uma roda em volta da Aidé, cheias de perguntas.

Aidé contou tudo sobre as suas viagens e pessoas que havia conhecido. Tudo o que eu ficava pensando e relembrando era do que aconteceu entre mim e o irmão dela, o Léo, e se isso iria acontecer novamente.

Ficamos uns dois dias sem nos ver. No terceiro dia, após a chegada da Aidé, eu estava no quintal da minha casa estendendo umas calcinhas no varal quando ouvi um assobio vindo de cima do muro.

Quando ergui a cabeça, era o Léo!

- O que você está fazendo aí? - perguntei.

- Aqui é a casa de um amigo - ele explicou - pula para esse lado que a gente conversa melhor.

Eu olhei para o muro, olhei para o quintal e pensei em como faria para subir até ali. Havia um banco de madeira próximo a umas plantas junto ao muro, coloquei o banco e uma toalha em cima do muro, conseguindo trepar nele.

Léo estava do outro lado rente ao muro me esperando com uma escada. Eu estava com um vestidinho verde leve, sem sutiã mas de calcinha.

- Eu não conheço o pessoal dessa casa - falei. - Na verdade essa casa deles dá para a rua de trás.

- Vem, são meus amigos principalmente o…

Um homem de mais ou menos uns vinte e cinco anos, preto mas não retinto, bigode e cavanhaque bem feitos, cabelo cortado a máquina, e meio forte, nem gordo nem musculoso, troncudo e alto, cheirando a perfume masculino estava na porta da cozinha daquela casa.

Léo segurava meus ombros e me conduziu para a casa.

- Essa é a Maia, - Léo nos apresentou - e esse aqui, é meu amigo, Negão.

- Você é muito linda, - Negão disse. - Pode ficar a vontade aqui tá bom? Eu vou precisar sair agora mas fiquem a vontade.

Negão e o Léo se cumprimentaram e nós entramos na casa do Negão, era simples, uma cozinha comum, dois quartos, um banheiro e a sala lá na frente. Léo segurando minha mão entrou para um dos quartos com uma cortina, havia uma cama de solteiro, uma tv na parede, e um guarda-roupas na outra parede.

- Vem cá delicia…

Ele me puxou pelas costas, alisando minhas pernas e erguendo meu vestido, desceu minha calcinha, e me deitou no chão em cima de uma toalha, começando a dedar e linguar minha xaninha ou como ele chamava “boceta”.

Era tão gostoso que parecia que eu flutuava em cima da toalha, o Léo colocou seu pau para fora e me deu para mamar, eu chupei com desejo porque fazia dois dias que sonhava com isso.

Ele me colocou de quatro em cima da toalha ainda e enfiou o pau na minha boceta, eu deitei a cabeça no chão me segurando para aguentar as ribombadas que vieram como uma surra sem clemência. Meus joelhos doíam de tanta pressão que o Léo colocava. Mas na hora de leitar, ele me puxou pelo ombro e me fez mamar a cabeça, bebendo todo o seu leite.

Combinamos de nós encontrar ali toda a tarde, e assim fazíamos.

Houve um dia, porém, que quando eu desci pela escada para encontrar o Léo, quem encontrei foi o Negão. Estava sem camisa, e de short tactel de elástico. O peitoral dele era bem mais robusto, muito mais do que o do Léo, e havia pelos por toda a parte apesar de aparados.

- Oi Maia, - ele falou. - Venha, pode entrar, Léo deve estar chegando.

- Ah… tudo bem eu posso esperar aqui.

Negão fez que não com a cabeça e insistiu para que eu entrasse, alguém podia me ver ali embora fosse muito difícil de acontecer não era impossível, ele disse, e eu com medo entrei.

Léo não chegava de jeito nenhum e o Negão também não ia embora, então decidi que seria melhor eu mesma ir embora.

Negão percebeu o que estava se passando na minha cabeça, a gente estava na sala, ele em um sofá e eu no outro.

- Você é muito gostosa Maia - elogiou - uma mulher tão linda e gostosa assim…

- Você é um homem forte - eu disse instintivamente.

Eu estava nervosa sem entender direito aquela conversa do Negão, isso o animou mais e continuou:

- Senta aqui do meu lado vem…

- E se o Léo chegar? - perguntei tentando disfarçar que estava doida para tocar nele.

Negão relaxou os ombros.

- Ele avisou que não vinha hoje mas mandou eu cuidar bem de você…

- Mandou foi? - perguntei. - Mas isso não é certo… Eu e o Léo…

Negão segurou a minha mão e me puxou para mais perto. Ele colocou as minhas mãos em cima dos ombros dele, e passeou com as dele por minhas pernas, subindo por minha barriga, até meus peitos.

Ele era grandão e sua boca engolia meu mamilo quase todo, enquanto o apertava.

Nas minhas visitas aquela casa para encontrar o Léo, eu sempre usava um vestidinho solto, ou uma camisa velha do meu padrasto. Negão colocou a mão por entre as minhas pernas, eu gemi sentindo o dedo dele em cima da minha boceta.

- Mas não é certo… - eu repeti fraca.

Negão segurou a barra do meu vestido e o tirou por meus braços, ele chupou e mordiscou meus seios, me colocou em seu colo me deixando acariciar seu peitoral também, eu gostei da sensação dos pelos aparados do peitoral dele roçando nas minhas mãos e nas minha coxas.

Ngão tirou o short e o pau dele pendeu para fora com um cheiro diferente do pau do Léo, mais forte e a cabeça maior com uma veia saltada bem aparente no pau preto. Eu não resisti, deslizei para o chão entre as pernas do Negão, coloquei o pau dele na minha boca, arreganhando bem para conseguir engolir mesmo assim não conseguia.

Negão mandou eu sentar no seu pau e foi muito dificil fazer entrar mas quando entrou rebolei como fazia com o Léo, mesmo sentindo dor. O pau do Negão era mais grosso e pesado.

Ele me colocou no braço do sofá de barriga para baixo, se ajeitou atrás de mim, encaixando sua rola preta na minha boceta e começou o vai e vem segurando minha cintura.

O encosto do sofá batia na parede fazendo um som de marteladas. Negão gozou a primeira vez nas minhas costas.

Mas seu cacete não baixou e voltei a mamar ele, toda melada com seu leite.

- A putinha gosta de esperma né? Gosta de ser leitada sua puta?

Ele acertou meu rosto com o cacete duro brincando com minha boca, enfiando e tirando, eu amava a sensação da cabeça do pau dele preenchendo minha goela e a babação caindo por meu queixo. Segurei a rolana nas mãos e a engoli com a maior força que pude, mesmo assim não consegui.

Negão mandou eu tirar as mãos e com a rola na minha boca começou a entrar e sair como havia feito na minha boceta, eu vomitei, engasguei, e no final terminei engolindo mais leite quente de macho.

Meu hálito cheirava a esperma.

Fiquei agoniadinha com medo de o Léo descobrir. Essa dor na consciência me fez mandar uma mensagem ao Léo, dizendo que eu estava sozinha a noite toda em casa. Ele apareceu umas onze horas da noite, pulando o muro.

- Putinha linda, - disse segurando meu queixo. - Nunca me mande mensagem, entendeu?

- Desculpa… - pedi. - Estava com saudades…

Ele me pegou no colo e afundou a cara no meu pescoço elogiando o cheiro dos meus cabelos.

Léo entrou comigo no colo ainda, e fomos para o meu quarto, menor que o dele. Léo perguntou duas vezes se realmente não havia chance de ninguém chegar. Eu prometi que não. Mas que antes das seis da manhã ele teria que sair, porque era a hora que mamãe chegava.

- Hum então temos bastante tempo…

Ele tirou a roupa, eu tirei a camisa do meu padrasto que estava vestindo e “entrei na rola” como o Léo falava, engolindo centímetro a centímetro do pau duro dele.

- Tava com fome mesmo né gulosa?

Eu mamava ele sentada na minha cama, o Léo colocou a perna em cima da cama e se inclinava um pouco para eu poder chupar.

Ele segurava meu cabelo na mão, enquanto eu engolia com vontade, deixando baba descer pelas bolas.

- Hum…hum… - eu olhava para ele e grunhia assim.

Léo dava tapinhas de leve na minha cara e massageava meu mamilo.

- Hoje quero torar esse cuzinho lindo…

Eu não entendi na hora como acontecia direto, e só vim perceber o que ele estava falando quando me colocou de cara na parede, de quatro em cima da cama e começou a foder minha boceta e meter o dedão na minha bunda.

Sentindo a tora entrar e sair, deslizando para dentro e para fora, nem dei por mim, de como ele estava investindo em meu buraquinho.

- Tem hidratante aqui? - eu apontei para a cômoda.

Léo tirou a pica da minha boceta e eu desfaleci um pouco. Ele encheu a mão com o hidratante e dedou meu buraquinho!

Colocou um, depois dois, e foi enfiando mais e mais, até ficar os quatro, sentir arder e vi que havia umas gotas de snague no meu lençol.

Léo abriu meu buraquinho da bunda com os dois dedos de cada mão e doeu bastante mas eu estava acostumada a dor das rolas na minha boceta então, deixei rolar.

Ele lambuzou o pau com hidratante e mandou eu morder o travesseiro, a cabeça entrou rasgando e gritei igual uma desvalida me segurando para não gritar mais com medo de chamar a atenção dos vizinhos.

- Tira amor, tira por favor…

- Amor o caralho! - ele esbravejou e meteu tudo de vez.

Confesso que senti o mundo girar, Léo continuou no vai e vem, no vai e vem. Eu senti uns tapas também, e de repente ele começou a leitar meu buraquinho. Enquanto dizia:

- Pronto agora arrombei teus três buracos, - brincou - aquele preto safado só dois…

Eu era tonta e lerda para juntar dois mais dois mas isso eu entendi logo, ele sabia do Negão!

Que safados!

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É menina você virou um brinquedinho na mão dos rapazes. Ou será que ele é que são os seus brinquedinhos? Ó dúvida cruel.

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