Passei os próximos dias pensando em um jeito de não dar na cara pra vizinhança da dona Cláudia que estávamos tendo um caso. Ela estava muito preocupada com a sua reputação já que ela era uma senhora da igreja e qualquer fofoca envolvendo seu nome poderia rodar bem rápido e deixar seu nome na boca do povo.
Ela não queria que eu fosse lá até bolarmos um jeito de que as minhas visitas não fossem percebidas e não gerassem falatório, então eu fiquei um certo tempo sem ir lá. No entanto, mantínhamos contato por mensagem. Depois de uma semana sem comparecer eu mandei uma mensagem pra ela dizendo: "Estou doido para te fuder, não vejo a hora de te pegar de jeito de novo."
- Também estou doida para transar com você, mas você sabe que não pode ficar vindo aqui com tanta frequência pois vão acabar desconfiando.
- Não acredito que você vai me deixar na vontade, por mim eu te comia o dia inteiro
- Precisamos encontrar um jeito de você vir aqui de maneira mais discreta.
Passou-se um tempo e durante um dia de trabalho recebo uma foto da Cláudia, pego e celular e abro: ela peladinha com o corpo molhado. Junto com a foto uma mensagem dizendo saudades de você me fudendo gostoso.
Respondi a ela dizendo: "Assim que eu terminar meu serviço vou até sua casa te colocar de quatro."
- Você sabe que não podemos, se você começar a vir muito aqui as pessoas vão começar a falar.
- Você fica me atiçando só pra no final negar fogo, isso não se faz com um homem. Já faz dias que eu estou louco pra transar com você mais uma vez.
- Será que você pode tentar me entender? Se as pessoas começam a desconfiar vou virar a velha piranha e você um jovem curioso que tava experimentando algo diferente, pra mim que sou mulher essa história vai pesar muito mais. Imagina se a sua mãe descobre que eu tô dando pro filho dela, ela nunca vai me perdoar e nem olhar na minha cara na igreja.
- Tá bom, eu entendo seu lado. Vou tentar segurar o meu tesao, mas me ajude também, não dá pra você ficar me provocando e depois tirando o corpo fora.
Ela disse que ia parar de me provocar, mas não parou. Ela gostou de ficar me atiçando ao mesmo tempo que me regulava e negava minhas visitas, estava gostando de me torturar. Todo dia eu recebia pelo menos um vídeo ou foto picante sua e quando eu sugeria de ir até sua casa ela dizia que não.
Eu estava há três domingos sem aparecer na igreja, um porque simplesmente faltei e outros dois para evitar a tentação que seria ver a dona Cláudia. Quando o próximo domingo chegou estava muito inclinado a não ir novamente, mas minha mãe estava estranhando minha ausência, já que sempre fui bastante assíduo na igreja, então resolvi ir, até para evitar problemas.
Cheguei no culto e sentei no lugar em que eu costumava sentar, ao lado dos meus pais e irmão mais novo. Logo a dona Cláudia chegou e se sentou no lugar de sempre, fiquei a comendo com os olhos, o que acabou resultado em uma ereção que me esforcei para esconder. Lutei para não olhar mais para Cláudia afim de não dar na cara e acabei me distraindo com a pregação, o que ajudou com a ereção.
Assim que o culto acabou, as pessoas foram dispersando aos poucos, os membros ficaram conversando entre si, dona Cláudia estava conversando com uma amiga sua da igreja, perto do bebedouro. Fiquei observando de longe enquanto conversava com outros jovens da igreja, a igreja foi esvaziando, meus amigos já tinham ido embora, minha família também e eu fiquei lá sentado numa escadinha e despistando que estava mexendo no celular.
Quando a dona Cláudia terminou de conversar com sua amiga eu a segui e quando estávamos em um lugar que eu vi que não tinha mais ninguém por perto eu a puxei para umas salas de escola bíblica dominical que há muito tempo não eram usadas e por isso ficavam desertas. Subi as escadas com ela me perguntando se eu tinha ficado maluco e eu respondi: "Sim, maluco de tesão por você!"
Parei com ela na porta das salas e disse: "Você achou mesmo que eu não ia dar um jeito de te dar uns pegas?"
- Você só pode estar maluco!! E se alguém vê a gente?
- Deixa de ser boba, isso aqui é bem escondido e ninguém vem aqui há séculos.
Beijei ela, Cláudia resistiu um pouco, mas logo se entregou e começamos uma pegação completamente insana na porta das salinhas. Fui agarrando ela enquanto chupávamos um a língua do outro, aos poucos fui descendo a mão para a sua bunda e apertando aquela bunda gostosa. Quando estávamos no auge da pegação eu tirei minha camisa e ela disse: "Aqui não, vamos entrar em uma dessas salas."
Assim fizemos, entramos em uma das salas e começamos a nos despir, tirei sua blusa e sua saia, depois arranquei a minha calça e sapato e começamos a nos pegar novamente, agora apenas em trajes íntimos. Estávamos nos pegando, meu pau duro igual uma rocha e eu sentia ele roçando na buceta da dona Cláudia. A pegação tava muito boa, então comecei a dar um chupão no seu pescoço.
Nos pegamos mais um pouco, tirei seu sutiã e comecei a mamar nos peitos dela, ela gemia enquanto eu chupava seus seios, ela adorava isso. Finalmente retirei sua calcinha, ela abaixou a minha cueca. Quando fui me abaixar pra chupar, ela disse: "Já demoramos demais, mete em mim logo seu safado!".
Eu prontamente atendi, escostei em uma mesa que havia na sala, meio sentado, e a peguei no colo, ajeitando meu pau pra encaixar na buceta dela. Começamos então um vai e vem delicioso, comigo apoiado na mesa e ela quicando no meu pau. Ela disse:
- "Não acredito que estou fazendo isso dentro da igreja, será que existe pecado maior do que esse?"
- "Não pode haver pecado em comer uma mulher tão gostosa quanto você."
Continuamos metendo nessa posição e começamos a nos beijar enquanto metíamos, o beijo dela era uma delícia e ela gemia enquanto sussurrava no meu ouvido: "Você é uma delícia, não sei como eu sobrevivi tantos anos sem transar com você. Eu penso em você todo dia desde a nossa primeira trepada."
Quando eu senti que não ia conseguir segurar o gozo por muito tempo eu disse a ela para mudarmos de posição, ela então ficou com as duas mãos na mesa em que eu estava apoiado e comecei a meter nela por trás, com uma mão eu segurava um seio seu e com a outra eu dedilhava sua buceta. Meti nela nessa posição dizendo que ela era a mulher dos meus sonhos, que era muito gostosa e eu estava realizado de poder trepar com ela. Quando eu senti que ia gozar eu enfiei meu pau bem fundo nela e gozei.
Eu estava guardando tanta porra desde nossa última trepada que escorreu muita porra da buceta dela. Enquanto nós recuperavamos as forças ela disse que não ia mais regular tanto minhas visitas na casa dela, que antes eu ir na casa dela do que ficar querendo trepar na igreja. No entanto, ela admitiu que trepar na igreja foi muito excitante. Ficou acordado entre nós a partir dali que terças e quintas seriam nossos dias fixos de sexo na semana e que ela iria se virar pra arranjar alguma desculpa caso algum intrometido perguntasse o que eu tanto fazia lá.
Quando fomos sair da igreja, já não havia mais ninguém ali e haviam nos trancado lá dentro, tivemos que fazer uma trilha alternativa dentro do terreno da igreja que levava até a rua de trás da igreja. Fizemos essa trilha e cada um foi pra sua casa, fiquei ansioso para vê-la no culto da noite, mas ela não foi e depois descobri que havia sido porque o chupão que eu dei nela havia deixado uma bela marca no seu pescoço.
Eu sou de BH e sou louco por coroas, se tiver alguma interessada lendo e quiser entrar em contato comigo meu e-mail é lobomau2654@gmail.com