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Com medo e sem ninguém para contar o que havia acontecido, comecei a olhar para os meninos e homens na rua, imaginando como seria si… Fiquei dois dias sem passar pela porta do Léo, foi apenas com a noticia da Aidé de que eles já estavam voltando na próxima semana que tomei coragem e voltei a casa da minha amiga.
O portão e a porta estavam encostados. Eu entrei como se tudo estivesse do mesmo jeito que eu havia encontrado no dia que o Léo colocou o pau na minha boca, não todo que era grande demais para caber mas só a cabeça vermelha babada com aquele cheiro que eu ainda não sabia definir.
Mas Léo não estava no sofá, nem a tv ligada, olhei para os lado e não vi ninguém, caminhei até a janela, ao voltar já pensando em ir embora, Léo apareceu, com uma toalha enrolada na cintura recostado na pilastra e os braços cruzados:
- Voltou hein? Gostou daquela nossa brincadeira, não foi?
- Eu… eu… vim atrás da Aidé…
Léo descruzou os braços vindo em minha direção.
- Mentira, você sabia que eu estaria aqui sozinho - sorriu de canto - tanto que voltou duas vezes. Não precisa mentir, eu também quero continuar o que a gente começou, estou com as bolas doendo e cheias. Olha, só de falar como eu fico.
Léo desatou a toalha da cintura e o seu pau pendeu meio duro, olhei, desviando rápido com as bochechas ardendo de vergonha.
- Vou embora… - menti sem conseguir sair do lugar.
Léo colocou a toalha em cima do ombro, deu mais dois passos para a frente como se viesse em minha direção, eu não conseguia desprender os olhos do pau dele balançando de um lado para o outro, em cima daquelas bolas entre os pelos.
Mas Léo sentou no sofá em cima da toalha.
- Eu quero muito foder sua goela, e provar essa boceta deliciosa que eu sei que você tem aí, - Léo falou - mas não vou te forçar a nada. Seu corpo está demonstrando que é isso que você quer também.
Ele abriu os braços em cima do encosto do sofá, me encarou, eu dei um passo vacilante para a frente, deixando minha mochila deslizar pelo meu braço, e cair no chão. Quando percebi estava entre as pernas dele, tirei as alças que seguravam minha saia, sentindo a pele arrepiar.
Léo sorriu observando cada gesto meu, seu pau havia endurecido mais e ganhado mais tamanho e grossura.
Abri os botões da minha farda ficando apenas com meu sutiã de algodão com os bicos dos meus seios endurecidos apontando. Meu sutiã caiu em cima do peito dele. Léo passou a língua entre os lábios, e inclinou em direção ao seu pau duro.
Eu ajoelhei em cima do meu uniforme, e segurei o pau dele na minha mão, estava pesado mais pesado do que minha memória lembrava de dois dias atrás. O líquido viscoso gotejou da cabeça, e insitintivamente eu passei a língua desde as bolas sentindo a aspereza dos pelos até a cabeça mamando como uma mamadeira.
Léo arfou pesando a mão sobre a minha cabeça, segurou a base do seu pau com a outra e me fez engasgar metendo o pau na minha boca.
- Faz de novo - pedi.
Ele segurou a minha nuca e guiou o seu pau duro para minha boca, eu abria bem grande como os dentistas pediam, senti a cabeça lisa e macia deslizar para dentro até na minha goela, sentindo as lágrimas virem, e o barulho de rolha.
Mas não aguentei e quase vomitei, então Léo mandou eu mamar do jeito que aguentasse.
Eu chupava até a metade olhando para ele, que segurava meus cabelos e de vez em quando movia o pau para dentro e para fora da minha boca, dizendo:
- Isso putinha, chupa esse caralho, chupa sua vadia…
Por algum motivo essas palavras não me ofendiam, dava era mais gás para continuar querendo engolir aquele rolo de carne suculento e duro me fazendo sofrer com o queixo dormente e babado de tanto abrir a boca.
Léo mandou:
- Engole tudo!
Eu não entendi no inicio mas quando senti o pau dele inchar e algo quente e meio amargado descer por minha goela, entendi completamente o que ele queria dizer, minha primeira reação foi tentar sair mas o Léo segurou minha nuca com força, e o líquido entrou como uma pasta de dentes, grossa descendo devagar para meu estômago.
Por um momento pensei que eu podia estar grávida!
Léo relaxou me vendo tossir com seu creme leitoso saindo pelo meu nariz.
- Ai, será que vou ficar gravida? - perguntei assustada. Limpando aquele negocio do meu rosto.
Ele olhou bem para mim e caiu na gargalhada apontou para o pau dele e mandou com um tom de autoridade:
- Vem limpar meu cacete! - fui de gatinhas. - Esqueço que você é da idade da Aidé. Mas vou te ensinar como se faz filho de um jeito que professora nenhuma poderia ensinar.
Eu ia limpar o “cacete” dele com meu uniforme mas o Léo deu um tapa na minha mão e meio tosco.
- Você disse para eu…
- Com a boca putinha burra - ele gargalhou mais uma vez.
Ser chamada de burra teria me feito avançar para arranhar a cara de qualquer um que me chamasse assim mas vinda do Léo aquilo pareceu carinhoso. Voltei a chupar o pau dele e as bolas.
O pau do Léo voltou a ficar duro e mais uma vez senti o creme dele descendo por minha goela.
Isso engole meu leite!
Ah! Sou mesmo uma burra! Então era esse o nome, leite! Realmente era bem branco mas o gosto não era nada como um leite, será que o que saia dos peitos das mulheres depois de terem filho, era assim também? Pensei em perguntar mas com medo, voltei a engolir e limpar o caceto do Léo.
Voltei no dia seguinte para chupar o Léo mais uma vez mas tive uma surpresa. Léo chupou meus peitos. Eu havia acabado de mamar o leite dele, e estava com o gosto na boca ainda quando Léo mandou eu ficar em pé, e veio sugar meus peitos.
- Hum… - gemi.
- Tá gostoso assim? - sussurrou ele per
Léo deslizou a palma da mão até minha calcinha, segurou pelos elásticos por minhas pernas. Ele apertou minha xaninha úmida entre os dedos, e sorriu me deitando no sofá, Léo começou a lamber minha xaninha, com a língua, e os dedos. Eu gania gemendo baixo porque Léo havia dito para não fazer barulho.
Minhas pernas e barriga se contraiam em uma sensação de relaxamento e vontade de me abrir mais, toda vez que o pau dele passava deslizando por cima da minha boceta eu tinha a sensação, quase o espasmo de abrir mais minhas pernas, uma sensação que apenas comer bolo de chocolate, andar de bicicleta com o papai e nadar pelada, davam e era bem, bem, bem melhor que todas essas coisas…
Léo encostou o pau dele na minha xaninha e o esfregou por cima abrindo mais minha boceta.
Ele puxou minhas pernas me fazendo sentar em cima do seu pau, fiquei de joelhos afundados no sofá, e o Léo pincelando a cabeça vermelha do seu cacete contra minha boceta que ainda fechadinha doeu quando ele pressionou.
Eu olhei para baixo vendo a cabeça do pau dele entrando e sentindo uma dor fina subir por meu umbigo.
- Ai… - reclamei.
Mas Léo, percebendo meu pavor, forçou as mãos cravando o seu cacete até a metade, minha testa encheu de suor, eu tremia e gritei de dor.
Meus olhos encheram de lágrimas e o Léo esfregou as palmas das mãos da minha cintura até meus peitos, e os lambeu sem tirar o pau duro como uma faca dentro de mim, doía bastante e eu quis tirar mas ele, lambeu meu pescoço e foi se movimentando devagar.
A sensação de dor diminuiu para desconforto, como se eu tivesse me acostumado mesmo com a ardência. Eu tentei me mexer e entrou mais, meus joelhos estavam doendo também, dei outro grito jogando a cabeça para trás e me apoiando no joelho dele.
A sensação do pau duro do Léo todo dentro de mim, era agoniante e ao mesmo tempo relaxante, eu queria e não queria tirar, respirava como se tivesse acabado de correr. Léo disse para eu rebolar como fazia quando dançava que isso faria melhorar, eu fiz como eu disse.
Mas estava com as pernas moles e dormentes então rebolava sem jeito. Léo levantou comigo no colo sem tirar o pau de dentro de mim. Ele seguava minhas pernas em volta do seu corpo, gravando os dedos na minha bunda, andou comigo até o quarto dele.
Léo me deitou de barriga para cima segurou na altura dos meus joelhos e começou a entrar e sair de mim, eu gania, gritava, e o arranhava inteiro pedindo para parar.
Levou alguns minutos para eu sentir os bicos dos meus seios duros novamente, e uma sensação de bolo de chocolate me fazendo salivar de prazer.
O corpo do Léo batia no meu fazendo um barulho igual às palmas, eu gemia sentindo ele entrar e sair me furando com aquele troço duro e tão… tão… gostoso!
Ele suava muito e olhando para mim pressionando minhas coxas contra meus peitos, apoiado com seus joelhos em cima da cama, e os solavancos em cima do colchão, Léo leitou minha boceta! Eu senti o cheiro e a sensação molhada e quente dentro de mim. Ele pistolou mais algumas vezes e caiu ao meu lado na cama, que apesar de ser de solteiro, coube nós dois.