Meu compadre, minha mulher e eu. Parte 1

Um conto erótico de Medeiros
Categoria: Heterossexual
Contém 2565 palavras
Data: 22/02/2026 11:05:28

Tenho um amigo de trabalho, mais conhecido como Xandão, que sempre frequentava minha casa e eu também a dele, sempre brincalhão, se você desse bobeira, ele passava a mão na bunda da gente. Um dia, eu estava empilhando umas coisas e quando levantei as caixas pesadas, ele veio por trás e apalpou minhas nádegas. Não pude fazer nada, estava com as duas mãos ocupadas, os amigos de trabalho e ele riam, enquanto eu o xingava. É um cara legal, mas tem essas frescuras. Nossa amizade era tão forte que quando a filha dele nasceu, me convidou pra ser o padrinho, sendo assim, viramos compadres inseparáveis.

Mas, num dia a mulher dele o pegou com outra e os dois se separaram. Confesso que fiquei triste, pois não sabia como ia ficar nossa amizade, tanto com ele, como com sua ex esposa. Ele foi morar sozinho, mas sempre passava na minha casa pra gente tomar uma cerveja, então era constante nos finais de semana, eu, ele e minha esposa, tomarmos umas cervejas e ficávamos batendo papo.

Minha mulher é uma daquelas baixinhas, morena, 35 anos, filha de pais evangélicos, foi criada de maneira conservadora. Mas, é muito bonita, tem um traseiro grande que deixa qualquer um doido. Depois de mais de15 anos de casado , nosso sexo está um pouco burocrático, principalmente, depois da sua gravidez, já que ela engordou um pouquinho, o que deixou seu traseiro ainda maior. Tentei esquentar nossa relação quebrando a rotina, tentei comer o traseiro dela, mas ela nunca deixou, sempre alegando que não é puta não.

Mas, tirando a questão do sexo, a gente se dar muito bem.

Num fim de semana desses, meu compadre apareceu na minha casa com uma caixinha de cerveja. Eu tinha uma na geladeira, sentamos e começamos a beber. A minha mulher estava no banho, sai com uma toalha enrolada no corpo, ainda meio molhada. Suas coxas morenas brilhavam, percebi que meu compadre deu aquela secada nas suas pernas torneadas. Ela dar um "Oi" e vai para o quarto, depois que se arrumou, se juntou a nós. Ela colocou um short de lycra e uma blusinha que mostrava a barriguinha o que deixou seu traseiro gostoso, ainda melhor

- Nossa comadre, ta cheirosa hein? Falou brincando.

- Tomei um banho, afinal hoje é sábado, né ? Responde, enquanto caímos na risada.

Continuamos bebendo, até que a cerveja está quase acabando. Meu compadre se levanta e diz que vai buscar outra caixinha. Mas, tá caindo uma chuva daquelas em São Paulo.

- Como que você vai de moto nessa chuva? Eu vou de carro, é aqui perto, já já volto. Seguro-o pelo braço e falo pra ele sentar que eu vou. Ele concorda com meus argumentos, pego a chave do carro e saio, enquanto, os dois abrem a última cerveja. Rapidamente, estou de volta, abro o portão e a chuva esta mais forte ainda, fazendo um barulhão no telhado da garagem. Entro e ouço a música tocando, mas nem sinal dos dois.

Vou adentrando e quando chego perto do quarto, a porta está entreaberta, ouço um barulho vindo de dentro dele, empurro a porta suavemente e o que vejo me faz extremecer.

Minha mulher está de quatro com seu rabão arrebitado, atrás dela, meu compadre, esfregando seu pau durissimo no seu rego, pra cima e pra baixo. Ela dar uma reboladinha. Ele mira sua rolona no meio do seu cuzinho, minha mulher segura sua tora e puxa pra dentro da sua bucetinha.

Vejo sua rolona entrando e saindo de dentro dela. Fico parado, quero entrar no quarto e quebrar tudo, mas minhas pernas estão travadas, não consigo me mexer, meu coração dispara e tremo de nervoso. Depois de alguns minutos metendo na sua bucetona , meu compadre, se inclina e mergulha sua cara dentro do rabo dela, chupando primeiro seu reguinho, até chegar no cuzinho, ela geme. Já deu pra perceber que ele quer estourar seu anelzinho virgem. Eles estão tão excitados que nem perceberam a minha presença. Depois de lubrificar o tobinha dela, ele passa saliva na cabeça do seu mastro grosso, que deve medir uns 20 cms. Quando ele tenta penetrar seu cuzinho virgem, ela grita:

- Não, ai não. Fala se afastando pra frente. Ele cai de boca no seu anelzinho, chupa, chupa, enquanto, ela geme e se contorce. Ele leva seu cacete pra porta do cuzinho e diz:

- Eu vou colocar bem devagarinho, deixa? Implora.

- Eu nunca fiz isso, vai doer! Justifica.

Insistente, ele volta a chupar seu cuzinho virgem, ela geme de tesão, foi a deixa pra ele passar mais saliva na cabeça da rolona e pressionar na porta do seu tobinha. A cabeça entra e ela grita de dor. Eu nem percebi, mas estou segurando o meu pau durissimo, minha cueca está toda molhada, estou muito excitado.

Ele força mais um pouco e sua tora entrou até a metade, ela grita de dor e implora pra ele parar. Mas, ele está doido pra gozar naquele rabão e continua penetrando lentamente. Ela finalmente relaxa e o ritmo das suas estocadas aumentam. Minha mulher geme, mexe o traseiro, enquanto ele, faz uma montada no traseiro dela, enfiando até o saco.

-:Aaaahhhh! Aaaiii, Aaaahhhh. Ela geme feito uma putinha.

- Vou gozar dentro do seu cuzinho. Aaaahhhh. Aaaiiii. Avisa, enquanto sua respiração começa a ficar ofegante. Não demora e ele explode dentro do seu rabinho.

Os dois continuam enganados, recuperando o fôlego. Aproveito a deixa pra sair, vou até a garagem, aguardo um pouco, abro e fecho o portão, dou uma businada pra que eles percebam que cheguei.

Venho lentamente, pra dar tempo deles se recomporem, quando abro a porta da cozinha, meu compadre esta sentado ainda tomando a última cerveja.

- Cadê a Comadre? Pergunto, me fazendo de desentendido.

- Ela foi ao banheiro. Responde, demonstrando um pouco de nervosismo.

Coloco a cerveja na geladeira e já pergunto se ele quer uma.

- Acho que vou tomar só mais uma, estou meio cansado. Argumenta.

Claro que ele está cansado, meteu na bucetinha e no cuzinho da minha esposa, quem não estaria, me pergunto.

Logo em seguida minha mulher chega, visivelmente sem graça, eu não falo nada, ela passa por mim, vejo que os olhos dos dois se cruzam, quando ela volta com uma cerveja na mão. Eu percebo tudo que está rolando, mas faço de conta que não sei de nada.

Depois da saideira, meu compadre vai embora, minha esposa vai direto pro quarto. Tomo mais uma e fico sozinho, pensando no que vou fazer.

Vou pra cama, deito e abraço-a de conxinha, ela finge que esta dormindo. Encosto meu pau duro no seu traseiro, afinal, eu sou o único que não gozou, começo a acariciar seu bumbum e ela me diz:

- Não... para , eu estou com dor de cabeça. Acho que foi essa cerveja que você comprou. Diz, tentando se esquivar.

Penso comigo... Sua dor deve ser no seu cuzinho, que perdeu as pregas hoje para meu compadre. Filha da puta, pra mim não deu e vai liberar logo pra aquele safado, só porque ele chupou seu cuzinho e eu não. Mas, enfim, o que esta acontecendo comigo? Porque não reagi de forma violenta quando vi os dois na minha cama? Será que é porque foi com o meu melhor amigo? Viro pro outro lado e vou tentar dormir, ainda com isso tudo na cabeça.

- Ei! Compadre! Sinto uma voz baixinha a me chamar.

- O que que foi? Xandão? Acordo meio atordoado, vejo uma penumbra no quarto escuro.

-Shiiiiiii ! Fala baixo, se não a Comadre acorda. Fala, colocando a mão na minha boca.

Com a outra mão, ele segura meu pulso e sem exitar, puxa minha mão na direção da sua rolona. Minha mão se enche com aquela tora que já estava dura.

-Que isso, cara? Puxo minha mão extintivamente, tentando entender o que está acontecendo.

- Calma! Calma! Não faça barulho. Fica tranquilo, vai ser gostoso. Fala baixinho.

Estou meio atordoado ainda, fico paralisado com a situação, mas não dar tempo de entender nada, ele puxa minha mão e coloca de novo em cima do seu cacete. Meu coração dispara, não consigo fazer ou falar qualquer coisa. Ele passa minha mão em cima do seu mastro duro, pra lá e pra cá. Quando tento questiona-lo, seu dedo em riste, toca meus lábios.

- Shiiiiiii... vai acordar a Comadre. Fala baixinho, me demovendo de qualquer reação. Seu dedo, mexe meus lábios carnudos, pra lá e pra cá, até entrar a ponta. Faço um biquinho, como quem está chupando um pirulito.

Finalmente, consigo entender a situação, minha mão permanece repousando no seu caralho, que esta latejando, seu dedo indo e vindo, como se estivesse fazendo sexo oral, só que com o dedo.

Eu sou um cara branco, estatura média e sempre fiz exercícios físicos, então, posso dizer que estou em boa forma, aos meus 37 anos.

Ele põe sua mão em cima da minha e começa a deslizar pra esquerda, pra direita, em cima do seu cacete enorme, minha mão se enche. Estou perdendo um pouco a timidez e começo a acariciar sua tora, que é grande e grossa, por iniciativa própria. Será que foi por isso que minha mulher deu pra ele? Me pergunto. Mas, não tem tempo pra pensar, pois ele desce seu shorts até os joelhos, ficando só de cueca, pega minha mão e põe por dentro dela, sinto um calor emanando daquele membro enorme e latejante, meu coração dispara, me falta fôlego, só que não há tempo pra nada. Com uma das mãos, já que a outra esta na minha boca, puxa sua cueca pra baixo, sinto aquele palzão saltar pra cima.

Meu Deus, o que esta acontecendo comigo? O que será que meu compadre vai fazer comigo?

Fazer as coisas escondidas é assim mesmo, não dar tempo pra pensar nada. Ele tirou o dedo da minha boca e veio com aquela tora enorme na direção dela. Fico sem ação, nunca fiz isso na minha vida toda, não sei nem o que fazer. Enquanto penso, a cabeça da sua rolona bate nos meus lábios, abro um pouco a boca e a cabeça entra, chupo, como se chupa um pirulito, ele tenta empurrar tudo na minha boca, mas, não cabe, vai até a metade. Seu quadril começa a se movimentar, indo e vindo, indo e vindo, a baba escorre pelo canto da boca. Tudo no maior silêncio possível.

Sem falar nada, ele me puxa e coloca-me de quatro na cama com as pernas pra fora. Ele puxa minha cintura, o que deixa o meu traseiro na altura certa pra penetrar meu cuzinho virgem. Confesso que estou muito excitado, mas com muito medo. Ele se abaixa atrás de mim e sinto sua respiração ofegante encostar no meu traseiro musculoso. Com as duas mãos, minhas nádegas são separadas com força e sua cara mergulha no meu rabinho. Sinto sua respiração ofegante e quente aquecer meu traseiro. Sua língua desliza até encontrar meu buraquinho intacto, dar uma volta no anelzinho e desliza rego acima por várias vezes. Volta e tenta enfiar sua língua quente no meu cuzinho. Tranco tudo, mas isso me deixa todo arrepiado, gemo de tesão, meu pauzinho está duro como rocha e cada vez que sua língua toca meu cuzinho, fecho de tanto tesão. Gemo baixinho, ele tapa minha boca com umas das mãos e nessa hora sinto a cabeçona tocar meu anel.

-Não, eu nunca fiz isso, vai doer muito. Falo, procurando demove-lo de meter aquela estaca no meu rabinho.

- Calma, eu vou bem devagarinho. Insiste, abrindo uma das minhas nádegas. Tenho uma sensação dele ter dito a mesma coisa para minha mulher. Sinto uma cusparada no meu rego e antes de escorrer até a porta do meu cuzinho, a cabeça do seu cacete é lambuzada na saliva, pra cima e pra baixo, depois vai direto pro meu anelzinho. Por causa do medo, travo tudo, não passa nada, nem sinal de Wi-Fi. Ele parece que sabe o caminho, poe o dedo do meio na minha boca e movimenta pra dentro e pra fora, deixando-o todo molhado. Em seguida, chega com o dedão na porta do meu cuzinho, dar uma volta no anelzinho, como quem esta avisando que vai entrar e afunda-o reto adentro. Seu dedo entra rasgando tudo, sinto meu reto envolver seu dedo com força, solto um gemido baixinho. Seu dedo sai totalmente, me trazendo alívio, sinto mais uma cusparada no meu rego que escorre até se encontrar com seu dedão na porta do meu cuzinho. Ele enfia tudo, até encostar na sua mão.

Finalmente, meu cuzinho está se abrindo e quando ele me puxa um pouco para trás, arrebitando meu traseirinho redondo, sinto que a coisa vai ficar séria. A cabeça encosta no meu anelzinho e vai abrindo, abrindo, até que passa totalmente, seguro na sua coxa para conte-lo, estou morrendo de medo, o meu corpo tremendo e meu coração parece que vai sair pela boca. Nunca experimentei uma sensação como essa, fica até difícil descrever. Mas, o que posso dizer é que meu corpo está quente como um vulcão, estou arrepiado da cabeça aos pés e meu coração parece que vai explodir.

Com movimentos pequenos e suaves, meu cuzinho vai sendo cada vez mais um pouco preenchido, até que metade do seu palzão esta enterrado no meu rabo virgem. Ele quer colocar mais, só que doi muito.

- Eu não aguento tudo, não. Argumento desesperado. Esse jumento vai me arrombar todo, penso, enquanto ele começa a meter mais e mais. Sua rolona entra rasgando, meu cu arde, queima, parece que vou desmaiar.

- Não, para! Não estou aguentando. Sussurro baixinho.

- Aguenta sim, o pior já passou, entrou a cabeça vai o resto. Fala, enquanto tapa a minha boca com uma das mãos. Sinto uma estocada forte, seu corpo cola no meu traseiro. Pronto foi tudo e não posso nem reclamar, sua mão na minha boca está me sufocando, mas, não estou reclamando de nada, só sinto seu mastro grosso me arrombando. Quando enterra tudo com força, meu corpo é empurrado pra frente, sinto sua bengala me preencher todo, indo e vindo até sair totalmente e voltar arrombado meu anelzinho, que a esta altura do campeonato, está todo laceado. Sinto suas duas mãos me agarrarem pela cintura e puxar na sua direção, sinto que não dar pra entrar mais do isso. Foi tudo... um peido quebra o silêncio.

Ele aumenta a velocidade das suas estocadas sua respiração está ofegante, suas bombadas são cada vez mais rápidas, até que um gemidinho de tesão demonstra que finalmente o orgasmo está chegando.

- Aaaahhhh, Aaaahhhh... vou gozar. Fala, cheio de tesão. Sinto seu palzão todo enterrado dentro de mim explodir. Seguro meu pinto, começo a mim masturbar e falo:

- Eu também, eu também... Aaaahhhh. Explodo num orgasmo que nunca havia experimentado. Gemo gostoso, enquanto meu corpo está todo mole de tanta rola que levei.

- Acorda! Acorda! Sou sacudido pra lá e pra cá.

-Eu também o que? Está sonhando com o que? Minha mulher me empurra brava.

- Ah? O que? Acordo atordoado.

- Estava sonhando com quem? Insistiu brava.

- Sei lá... não lembro de nada. Falo, virando pro lado. Desço a mão até meu pinto e quando toco-o está todo ensopado de porra, levantei e fui até o banheiro, tomei aquela ducha e guardei a cueca. Fui fazer o café da manhã, mas aquele sonho me deixou perturbado. Minha mente esta me traindo e não consego parar de pensar naqueles momentos deliciosos, mesmo que em sonho...

Continua...

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Comentários

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Muito bom...tenho alguns amigos assim...me chama no telegram: luispoa

Podemos trocar umas fotos. Adoro mostrar a bucetinha da minha puta, e a minha bundinha

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