Finalmente férias.
Marina e Gustavo esperavam ansiosos por aqueles 15 dias longe da correria de São Paulo. Apesar de jovens, ambos com menos de 30 anos, o dia a dia era cansativo
Duas semanas pelas praias do nordeste era tudo o que eles precisavam.
Já na primeira noite a programação escolhida foi uma famosa balada da cidade com música ao vivo.
Ela vestia um vestido curto, leve, decotado, que dançava ao redor das coxas a cada passo. As pernas eram, sem dúvida, o destaque — firmes, grossas, irresistíveis. E uma bunda deliciosa que desenhava-se com perfeição sob o tecido fino.
Achou o vestido ousado demais. Mas estavam longe de casa e achou apropriado para essa noite. Por baixo apenas uma micro calcinha sensual.
Gustavo caminhava ao lado dela com aquele jeito gentil de sempre, atento, orgulhoso… e inquieto.
Fazia algum tempo que vinham flertando com novas fantasias. Conversas sussurradas durante o sexo. Brincadeiras sobre “olhares”, sobre “imaginar”, sobre o quanto ela gostava de ser admirada. Ele, por sua vez, sentia um calor diferente ao imaginar outros homens desejando sua esposa. O tema cukold já rondava as leituras eróticas dele.
O barzinho estava cheio. A noite da música sertaneja era famosa. Assim que entraram, ele percebeu antes dela: dois homens em uma mesa lateral olharam discretamente. Jovens, fortes e sorridentes. Um comentou algo no ouvido do outro. Ambos voltaram os olhos para a bunda dela.
Ele sentiu o estômago apertar — não de ciúme. De excitação.
Ela percebeu logo depois. Fingiu não notar. Endireitou a postura, cruzou as pernas ao sentar, desviou o olhar e pediu um drink.
Percebeu os olhares e sorriso discreto do marido.
— Acho que o vestido ficou muito curto. Estão olhando? — ela perguntou baixinho, sem encará-lo.
Ele sorriu, controlado.
— Estão.
— E o que eu faço?
— O que você quiser. — respondeu o marido já levantando para uma ida ao banheiro.
Ela sabia que a ida ao banheiro de Gustavo não era por necessidade. Era uma jogada. Ele estava passando o domínio da situação era dela.
Ele demorou um pouco mas que o comum no banheiro. Os rapazes da mesa ao lado aproveitaram da ausência do marido para encarar Marina mais diretamente. Talvez pelos drink, talvez por estar em outra cidade, talvez pela confiança dada pelo marido, ela devolveu o olhar e o sorriso discretamente.
A partir dali as duas mesas mantiveram uma relação secreta de olhares e sorrisos.
Paulo retorna e é recebido com um beijo de tirar o fôlego. O corpo de Marina está quente. Ele sabe que um passo havia sido dado.
— Eles não param de olhar… — disse, fingindo inocência.
— Você gosta — ele respondeu.
Ela segurou o copo, inclinou-se para ele e sussurrou:
— Eu gosto de saber que você está vendo eles me olharem. E que gosta. — Disse Marina enquanto passava discretamente a mão sobre o pau duro de Gustavo sob a calça.
Marina aproxima a boca do ouvido de Paulo, encarando diretamente os rapazes da mesa ao lado.
— Gosto também de me sentir desejada. De ver estes dois gostosos me devorando mesmo com você aqui na mesa. Tenho certeza que eles adorariam me comer de todos os jeitos e me devolver toda gozada para você. — Marina sente o pau de Gustavo pular em sua mão.
Aquilo atravessou o corpo dele como eletricidade.
A confiança entre os dois era o que tornava tudo possível. Não havia ameaça. Não havia insegurança. Apenas desejo compartilhado. Um jogo silencioso onde cada olhar era permitido porque era consentido.
O terceiro drink de Marina desceu leve. A música envolveu o corpo dela, que começou a dançar ainda sentada. Depois, levantou. Foi para perto da pista — não exatamente na mesa dos rapazes, mas perto o suficiente para que eles não precisassem disfarçar mais.
Os olhares já eram diretos. Intensos. Exploravam cada movimento do vestido curto subindo levemente quando ela girava, cada balanço de quadril.
Ela sabia. Dançava sensualmente para os rapazes mas olhando para Gustavo.
Ela voltou para a mesa ofegante, corada.
Mais tarde, já com a música alta e a pele quente, foi a vez de Marina ir ao banheiro.
Ao passar pela mesa dos dois homens, reduziu o passo. Um sorriso breve. Um olhar direto, sustentado por um segundo a mais do que o necessário.
Na volta, um deles estava no corredor. Um moreno alto com ombros largos. Cara de homem. Diferente do corpo franzino de Gustavo. Impossível não perceber um grande volume sob a calça apertada indicando um pau muito maior e mais grosso do que ela estava acostumada.
— Você dança muito bem — ele disse, educado.
Ela riu.
— É o drink.
Conversaram por poucos minutos. Leve. Despretensioso. Ele elogiou o vestido. Perguntou se ela estava de férias. Antes de se despedirem, discretamente, colocou um pequeno papel dobrado na mão dela.
— Caso queira aproveitar mais a estadia.
Ela guardou. O coração acelerado.
Quando voltou para a mesa, estava diferente. Brilhava. Pegou na mão do marido.
— Vamos embora?
No carro, o silêncio não durou muito. Ela se virou para ele, os olhos ainda acesos pelo que tinha acontecido.
— Você viu tudo?
Ele assentiu.
— Gostei de ver você assim, Solta… ousada. Quando ele levantou da mesa após você ir ao banheiro imaginei o que iria acontecer e fui discretamente atrás.
Achei que ele iria lhe agarrar.
— E se agarrasse, você deixaria? — Perguntou Marina, já sabendo a resposta.
— A pergunte certa é: VOCÊ deixaria?
Marina pega a mão de Gustavo e leva até o meio das suas pernas sentindo a buceta encharcada através da calcinha.
— Isso responde a sua pergunta?
O beijo veio intenso, urgente. Cheio de tensão acumulada.
— Sabe… — ela fala enquanto tira o pau de Gustavo de dentro da calça e inicia uma punheta suave — talvez eu goste mais dessa sua fantasia do que imaginei.
Ele a encarou com um leve sorriso.
— Que fantasia? — Ele sabia. Mas queria ouvir dela.
Ela respirou fundo.
— De ser desejada. De saber que outros me querem… e que eu posso fazer o que eu quiser e no final voltar pra você. De fazer você ser meu corninho.
O silêncio foi denso.
A punheta de Marina em Gustavo seguia de forma lenta e suave. Até que ela larga o pau dele repentinamente:
— Acho que eu quero um vinho no hotel para terminar a noite. Para naquela conveniência ali para eu comprar rapidinho.
A frase fez Gustavo tremer de tesão. Não pelo conteúdo do que foi dito, mas pelo movimento delicado e sensual que Marina fazia retirando a calcinha molhada e entregando para ele enquanto falava.
Ele perecerei naquele momento que o jogo havia mudado. Agora ela dava as cartas. Ela dominava. É isso era só o começo. Era tudo que ele queria.
- Você me espera aqui. E não se mexe.
A fala de Mariana sai como uma ordem.
Ela desce sozinha, sem olhar para trás, vestido curto balançando com o vento, e entra na conveniência, deixando Gustavo no carro de pau duro para fora da calça com a calcinha molhada de Mariana na mão. Ele se distrai tentando imaginar o que acontece dentro da loja.
Ela retorna radiante. Ao entrar no carro percebe que sua ordem foi atendida. Gustavo não se moveu um milímetro.
- Muito bem… Bem obediente, do jeito que eu gosto. - Aquela frase de Marina saiu carregada de tesão.
No caminho ela pega novamente a mão de Gustavo direciona para sua buceta molhada e sem calcinha. Enquanto ele enfia dois dedos tentando se concentrar no trânsito ela mexe no celular quase sem se importar com ele.
Ao parar na frente do hotel ela finalmente vira-se para Gustavo, e mostra a tela do celular para ele. Uma conversa do WhatsApp aberta com um novo contato:
— Olá! — É a mensagem que ela enviou, seguido de um emoji de um macaquinho com as mãos nos olhos indicando timidez.
— Oi! Sabia que você iria mandar msg! — Foi a resposta seguida de um emoji de foguinho.
Uma breve conversa seguia na dela do celular.
Gustavo se deu conta que Marina fez ele tocar a sua buceta enquanto ela conversava com outro homen. E quilo deixou ele ainda mais excitado. Aquela buceta molhada prestes a gozar era pelo toque dele ou pela conversa com outro homem?
A viagem só estava comecando.