[…] Por isso, sua boceta casada estava agora disponível para quem quisesse, e ela não tinha controle de onde isso terminaria.
Enquanto isso, o General, tendo inserido todos os 25 centímetros em sua boceta molhada, afastou-se da bunda dela e caminhou para ficar bem na frente da vadia ofegante. Sua virilha estava agora a apenas alguns palmos do rosto dela. Ela notou a enorme ereção se projetando das calças dele. Lambendo os lábios, ela obedientemente olhou para ele e, com os peitos arfando em antecipação, aguardou sua próxima ordem, sabendo que tinha chegado a hora em que seria forçada a servir ao pau de outro homem.
Enquanto isso, Jorge, que tinha largado sua câmera, substituiu o General atrás da bunda de Camila, segurou o consolo na boceta dela e começou a fodê-la gentilmente com ele.
— Ah! Ah! Ah Deus, para, para, me sinto tão cheia. Tão cheia! Ah! Ah! Ah!
— Você adora, vadia! Você adora ser duplamente fodida com dois consolos grandes, não adora? — o General perguntou enquanto olhava para ela, que, ainda olhando para cima para o General, gemia alto e lambia os lábios, deleitando-se com a depravação a que estava sendo submetida.
Mas ela não conseguia responder, tão consumida estava pelo tratamento que recebia.
O General continuou:
— Você é uma vadia suja que quer ser controlada e abusada por homens que sabem como te dominar. Admite!
— Ah Senhor, p-por favor não me faça admitir isso... Eu sou uma boa esposa que quer ser fiel.
O General riu do absurdo dessa resposta. Ela tinha permitido que aqueles homens exercessem controle sobre sua pessoa jovem na presença do marido. Ela poderia ter resistido, mas não resistiu. Poderia ter saído quando dispensaram o marido. Mas não saiu. Ela era deles e eles pretendiam tomá-la, cruel e rudemente.
E graças ao plano perverso deles, seu marido seria testemunha de tudo. Ele estava assistindo na sala ao lado enquanto sua esposa se afastava dele. Talvez ele devesse ter parado tudo? Mas aí perderia o emprego. E então o quê? No mercado de trabalho atual, quem o contrataria? Já massivamente endividado, teria que vender a casa e o carro. Será que um avião como Camila ficaria por perto se tivessem que morar num trailer? Provavelmente não. Então ele não tinha escolha. Mas sua puta de esposa tinha. E o que ela estava fazendo para parar as coisas? Nada. E, no entanto, essa disposição de sua esposa em se tornar uma puta vadia estava tendo um efeito curioso no pobre Fábio. Estava deixando o pau dele duro. Muito duro, na verdade. Ver sua esposa sendo abusada nas mãos daqueles velhos estava fazendo com que ele, para seu desgosto, se tornasse um corno excitado. Ele não conseguia explicar imediatamente. Não queria admitir para si mesmo que era um corno triste que se excitava vendo a esposa ser fodida por outra pessoa? Mas que outra explicação poderia haver?
Com isso em mente, Fábio abriu o zíper e tirou seu pau duro de 13 centímetros e começou a se masturbar enquanto assistia aos mestres trabalhando na sala ao lado...
Jorge estava agora fodendo a vadia com ambos os consolos e, pela primeira vez desde que o ensaio começou, falou com ela, com aquela voz suave e paternal que disfarçava habilmente uma crueldade da qual Camila logo se tornaria ciente.
— Vadia, você gosta de ser comida nos dois buracos?
— Ah! Ah, Senhor, me sinto cheia, mas é gostoso. Nunca soube que ter algo na bunda podia dar tanto prazer...
— Sim, minha querida. E também pode dar um prazer considerável a um homem, o que deve ser a principal preocupação. Veja bem, uma mulher deve sempre servir às necessidades de um homem. As necessidades dela são completamente secundárias às dele. Por isso, o aperto que uma bunda pode oferecer ao pau de um homem é algo que uma mulher deve sempre oferecer.
— Ah Senhor, isso é safadeza. Minha bunda é tão apertada, não tenho certeza se aguentaria um pau grande? Ah Senhor, seja gentil, seja gentil, isso é bom. Isso é bom...
O General, que ainda estava de pé na frente de Camila, abriu o zíper da calça e tirou um pau aterrorizantemente grande que saltou ameaçadoramente para fora. Ela podia estar perto de gozar, mas agora era a vez dos homens tirarem seu prazer na jovem esposa. O pau do General tinha pelo menos 28 centímetros de comprimento e pelo menos 5 de largura. Quando Camila o viu, ficou genuinamente aterrorizada.
— Ai meu Deus! O que você tá fazendo? P-por favor, isso é errado. Tão errado! Eu sou casada, p-por favor...
O General não disse nada, além de dar uma esfregada muito necessária no pau e se aproximar um pouco mais de Camila, de modo que seu pau agora estava a apenas alguns centímetros da boca ofegante dela.
— Vadia, me diz, você já chupou um pau antes?
— Er, não, não, isso é nojento. Meu marido sempre pediu, mas eu sempre recusei. Ah, isso é bom. Fode minha buceta com força com esse consolo grande. Ah! Ah! Ah!
— Você quer chupar o meu, vadia? — o General perguntou, enquanto Camila olhava para seu pau maciço.
Embora fosse verdade que ela sempre tivesse se recusado a chupar o pênis de Fábio, apesar de seus inúmeros e desesperados apelos (ele sempre fazia nela, mas ela nunca retribuía o favor), ela sempre achara nojento. Mas havia algo que a fazia querer abrir a boca e permitir que o General a fodesse ali. Talvez fosse o tamanho da arma dele que a fazia querer adorá-la? Ou talvez fosse apenas porque ela estava sendo forçada e não tinha opção a não ser se submeter ao enorme pau do General. Provavelmente era uma combinação de ambos; de qualquer forma, quando ela abriu a boca para falar, o General aproveitou a oportunidade para colocar a ponta de seu pau na boca dela e forçar a entrada.
— Isso aí vadia, chupa meu pau, sua putinha deliciosa. Engole tudo como uma boa menina, assim mesmo...
E o General imediatamente inseriu uns bons 20 centímetros goela abaixo, relutante e apertada. Enquanto fazia isso, a pobre esposa olhou para cima para ele, com aqueles olhos azuis inocentes, que, à medida que mais e mais de seu enorme pau era forçado para baixo, ficavam cada vez mais marejados.
Em pouco tempo, ele tinha conseguido colocar todos os 28 centímetros para dentro e ela começou a fazer barulhos desesperados de engasgo enquanto as lágrimas escorriam por seu rosto. Apesar de seu óbvio desconforto, ela não fez nenhuma tentativa de resistir a essa cruel invasão de sua pessoa. Era como se ela estivesse resignada a ter sua boca estuprada pelo General.
— Isso aí vadia, agora vou foder sua boca com meu pau velho e grande e você vai aguentar. Você vai aguentar tudo. Isso aí, chupa meu pau. Chupa meu pau. Ah, você é boa, você é boa! Não acredito que você nunca tenha feito isso antes. Seu marido deve ter ficado louco.
— Bom, aguenta todo meu pau enquanto eu deslizo ele pra dentro e pra fora da sua boca de casada. Isso aí, olha pra mim enquanto me chupa. Sempre olhe pra mim. Agora, brinca com minhas bolas. Aperta elas gentilmente como uma boa puta. Ah Deus, isso é bom. Isso é bom...
Camila, em completo transe com o que estava sendo forçado sobre ela, obedeceu às ordens chocantes do General como se não tivesse mais controle sobre sua própria pessoa. Esse controle havia sido cedido ao General. Ela era apenas uma boneca de pano para ser abusada como aqueles homens quisessem. Assim, ela alcançou com a mão esquerda e começou a apertar gentilmente o saco dele do tamanho de ameixas, o que fez o General gemer de prazer. Ele olhou para baixo e ofegou; as carícias doces dela em seu pau e bolas gigantes estavam fazendo com que ele chegasse cada vez mais perto de seu limite.
A boca e a garganta de Camila também estavam começando a acomodar o pau gigante dele e, apesar de seus sentimentos iniciais de medo, ela estava realmente começando a gostar de ser fodida em sua boca jovem. Ela deveria ter tentado isso antes, pensou. Mas seria o fato de ser o pau gigante do General que a fazia sentir assim? Seria o fato de ele estar tomando-a sem sua permissão e forçando-a a se tornar sua puta chupadora de pau que tornava tudo tão prazeroso? Ela poderia realmente ser tão vadia e se degradar a um grau tão chocante, em tão pouco tempo? A resposta era claramente sim.
Então, Camila, por vontade própria, começou a mover a cabeça para cima e para baixo no pau dele, fazendo o General olhar para ela e sorrir com deleite. Mantendo uma mão nas bolas dele, usou a outra para esfregar a base do pau enquanto chupava o resto. A puta aprendia rápido.
Jorge, que todo esse tempo esteve feliz apenas fodendo a vadia com os consolos, compreensivelmente agora queria mais. Muito mais. Então, deixando um consolo na bunda dela, removeu o outro consolo de sua boceta encharcada e abriu o zíper da calça. Tinha chegado a hora de foder a vadia. Tirando seu pau duro como pedra de 28 centímetros, colocou a enorme cabeça do tamanho de uma ameixa na entrada de sua boceta jovem e apertada e começou a empurrar...
Camila, que estava concentrada em servir o General com a boca, certificando-se de que ele obtivesse o máximo de prazer possível de seu corpo jovem, não percebeu que Jorge estava se preparando para fodê-la. Isso até sentir sua boceta sendo invadida pelo que parecia ser uma enorme vara de carne humana. Enquanto ele empurrava, sem convite, para dentro de seu corpo jovem, ela temeu que sua boceta se partisse ao meio. Freneticamente, ela removeu o pau da boca e olhou para trás para ver o que Jorge estava aprontando. Quando o fez, ele apenas sorriu para ela e, com sua voz enganosamente gentil, disse:
— Você está pronta para ser fodida por um pau de verdade, vadia? Está pronta para ser fodida como você precisa ser fodida? De um jeito que seu marido patético nunca conseguiu?
Camila estava aterrorizada e esse medo foi facilmente transmitido a Jorge. Embora ela de alguma forma tivesse conseguido aceitar que podia chupar o pau de outro homem, permitir que outro homem a fodesse em sua boceta casada e apertada era algo inteiramente diferente. Ela estava agora sendo verdadeiramente infiel. Estava se permitindo tornar uma verdadeira piranha para aqueles homens, uma puta que faria qualquer coisa e permitiria que seu corpo pertencesse a outros homens que não seu marido amoroso.
Mas não havia escapatória para a pobre esposa jovem. Sua boceta molhada exigia que ela aceitasse o pau de outro homem e se tornasse uma puta. Seu corpo precisava disso, apesar de sua rígida criação religiosa conservadora, e ela não podia mais negar o que sua boceta tão obviamente ansiava.
Então, embora seus olhos implorassem a Jorge por algum tipo de redenção, a umidade de sua boceta e a facilidade com que Jorge conseguira deslizar seu pau gigantesco para dentro de seu buraco casado e apertado contavam a verdadeira história.
— Isso aí, toma mais do meu pau nessa buceta apertada, sua vadia! Ah Deus, isso aí, aguenta tudo, sim, aguenta tudo sua piranha. Sim, consegui enfiar todos os 28 centímetros na sua buceta de casada. Deus, você é apertada. Acho que nunca senti uma buceta tão apertada antes...
— Ah! Ah! Ah! Tão grande! Tão grande! Seu pau parece tão grande na minha bucetinha. Ah, por favor para, eu sou casada. P-por favor. Por favor, para. Ah! Ah! Você tá me fodendo! Você tá fodendo minha buceta de casada com seu pauzão. Ai meu Deus! Parece muuuito grande na minha bucetinha... Isso é errado! Tão errado! Ah! Ah! Ah isso é bom. Ah! Ah...
— Aguenta, sua puta casada suja. Aguenta! Você é uma puta que precisa de um pau grande na buceta de casada. Admite, vadia. Admite!
E para enfatizar o ponto, ele começou a bater nas nádegas dela, fazendo-a sentir ainda mais dor.
Camila sentiu que havia pouco sentido em fingir por mais tempo. Estava claro para todos que, desde o momento em que decidira se vestir como uma colegial safada para aqueles velhos senhores, ela estaria preparada para se submeter aos caprichos deles. É verdade, ela poderia ter desistido em várias ocasiões, a mais recente sendo quando mandaram seu marido embora, mas ela permaneceu de quatro com a bunda empinada esperando para ser abusada e tomada. E agora que tal resultado havia surgido, havia pouco sentido em negar que ela gostava.
— Ah sim, Senhor, eu preciso. Eu preciso de um pau grande na minha bucetinha casada e apertada. Ah sim, me fode com mais força com ele. Me fode, Senhor. Me fode com seu pauzão. Oooh, Senhor, isso dói, você tá me fodendo com força. Ah! Ah! Ah!
Jorge estava de fato fodendo-a com força. Mais forte do que ela jamais fora fodida antes. Camila agora virou a cabeça de volta para encarar o pau ainda pulsante do General, que esperava ser mais uma vez servido pela boca da pobre vadia. Normalmente, o General nunca permitiria que uma de suas vadias simplesmente parasse de chupar seu pau sem sua permissão expressa. Mas neste caso, ele estava preparado para abrir uma exceção. Afinal, o corpo dela estava, pela primeira vez, sendo tomado por um homem que não fosse Fábio. Era, para ser justo, uma ocasião momentosa para a pobre vadia. Ele sorriu para ela e viu que sua boca estava aberta enquanto ela ofegava de prazer enquanto Jorge a fodia. Seus grandes peitos de casada balançavam para frente e para trás em resposta às estocadas poderosas de Jorge e tudo o que se podia ouvir agora da boca da vadia era um baixo "Ah! Ah! Ah!".
Sua boca aberta e ofegante estava agora a apenas centímetros do pau do General e, sem qualquer incentivo, ela colocou a língua para fora e começou a lambê-lo. Parecia a coisa mais natural do mundo a se fazer e ela assumiu que era o que o General queria. Ela estava certa.
Ela começou a lamber a cabeça grossa do pau, saboreando-a e adorando-a. Começou a plantar beijinhos doces de menina por toda parte, o que parecia um pouco inapropriado dadas as circunstâncias. Enquanto isso, a foda de Jorge estava começando a fazer com que a pobre vadia experimentasse o primeiro do que se tornariam muitos orgasmos avassaladores.
— Me fode com força! Me fode com força! Eu preciso disso. Eu preciso muito. Ah, que delícia. Tão bom. Sim! Sim! Sim, minha buceta pertence ao seu pauzão. Ah me fode, me fode, ai meu Deus eu vou gozar, eu vou gozar...
E Camila gozou. Gozou com força. Mais forte do que jamais gozara antes. Sua boca estava aberta gritando alto e o General aproveitou a oportunidade para mais uma vez deslizar seu pauzão garganta abaixo da jovem. Ela tivera seu prazer, agora era a vez dos homens terem o deles.
Seguiu-se então uma foda séria por parte dos dois homens; eles pretendiam tomá-la rudemente e sem qualquer consideração pelos sentimentos dela, que eram claramente irrelevantes.
Jorge segurou o consolo que ainda se projetava da bunda dela e começou a fodê-la agressivamente com ele. Usou então a outra mão para bater cruelmente em suas nádegas. Assim, por trás, ela agora tinha três sensações de dor e, claro, prazer: tinha o poderoso pau em sua boceta, o consolo em sua bunda e as palmadas em suas nádegas. Isso causava uma sensação delirante de dor e prazer e a mantinha em um estado constante de felicidade orgástica.
Na frente, o General fodia alegremente sua boca e sua garganta parecia capaz de acomodar seu enorme pau muito melhor do que antes, já que ele conseguia deslizar seus 28 centímetros para dentro e para fora sem muito impedimento. Embora ainda houvesse lágrimas escorrendo por seu rosto devido à sensação de engasgo, ela sentia que era um preço que valia a pena pagar por ser capaz de dar prazer à poderosa arma do General. De fato, não só fazia seus olhos ficarem molhados, como também fazia sua boceta ficar molhada.
— Deus, a vadia é apertada — Jorge disse enquanto a fodia. — O jeito que a buceta dela se agarra ao meu pau sugere que ela nunca foi fodida direito antes. Toma isso, sua puta desgraçada! — enquanto ele socava sua boceta casada e apertada.
— É, e ela chupa que é uma beleza também — o General disse enquanto agarrava a cabeça dela e cruelmente enfiava o pau goela abaixo. — Deus, sim, a vadia é boa. Tão boa. Me chupa com força. Me chupa com força. Isso aí, aperta minhas bolas grandes. Olha pra mim, sua puta suja.
Camila estava perdida em um mundo de depravação sexual quase inconcebível. Ali estava ela, essa jovem profundamente religiosa e conservadora, vestida como uma colegial sexy, de quatro, com seus peitos grandes pendurados para fora da camisa rasgada. Sua minissaia não oferecia proteção alguma e, portanto, sua bunda estava à mostra com um grande consolo rosa inserido em seu ânus, enquanto sua boceta e boca serviam a dois paus gigantes pertencentes a homens com idade para serem seus pais. E apesar da dor e do fato de estar sendo infiel ao marido, ela amava cada minuto daquilo.
Se ela amaria tanto se soubesse que, sentado a apenas alguns metros de distância e seguramente escondido, estava Fábio, seu marido amoroso, assistindo a esse pesadelo (para ele) se desenrolar na TV... Ele estava assistindo sua esposa recatada e correta se transformar em uma rainha do pornô. Era uma exibição e tanto, e não o impediu de tirar o próprio pau para se masturbar. O pobre homem fora forçado a se tornar um corno triste.
Os homens a foderam por alguns minutos, ambos saboreando seu corpo jovem, apertado e casado. Ela, por sua vez, não parou uma única vez de chupar ou de empurrar a bunda para trás. Ela agora sabia qual era seu papel na vida: era ser uma puta e servir a paus grandes que não pertenciam a seu marido.
O esforço que a vadia estava fazendo não foi em vão, pois fez com que os homens atingissem rapidamente o clímax.
— Tô perto. Tô perto. Ah sim, chupa meu pau, vadia. Vou gozar na sua boca, sua piranha linda, e quero que você engula tudo. Ah sim, ah sim...
Jorge também estava perto e, para indicar isso, submeteu a pobre esposa a uma saraivada de palmadas duras, firmes e estaladas em cada uma de suas nádegas.
— Vadia, vou gozar na sua buceta casada e apertada. Toma toda a minha porra, sua vadia. Toma tudo! Ah, tô gozando, aggghhh, tô gozando...
Isso fez com que o General gozasse também, e ambos os homens gozaram com força, emitindo quantidades copiosas de sua porra maligna dentro do corpo da vadia. Naturalmente, Camila engoliu obedientemente toda a porra do General e ficou maravilhada com a quantidade. Sempre que masturbava Fábio, apenas um filete de porra emergia. No entanto, o pau do General parecia uma mangueira imparável enquanto jato após jato de porra espirrava em sua boca. Ela engoliu tudo avidamente, certificando-se de que nada escorresse para fora.
Depois de um minuto ou mais, ambos os homens removeram seus paus rapidamente murchos do pobre corpo jovem de Camila. Enquanto faziam isso, Camila permaneceu de quatro, exausta e chocada com a velocidade dos eventos. Ela era agora, oficialmente, uma puta...
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Continua...