Entre as curvas e cheiros de mamãe: A viagem

Um conto erótico de Yan
Categoria: Heterossexual
Contém 2813 palavras
Data: 21/02/2026 16:30:26

Em 2019, mamãe e eu descobrimos que meu pai estava tendo um caso com minha namorada. Foi um escândalo total. Mamãe o expulsou de casa e eu parei de falar com ele. O único homem em quem eu confiava tinha me traido, uma traição dupla, imperdoável. Foram dias terríveis de sofrimento continuou.

Mamãe ficou com tanta pena de mim, que planejou uma viagem para nós dois. Disse que deveriamos espairecer, fugir de tudo por uns dias e cuidar da gente. Ela alugou um quarto em um hotel de praia bastante luxuoso, e disse que usaríamos aquele fim de semana para resetar nossas vidas.

Chegamos na sexta-feira a tarde, e anoite ela insistiu para irmos jantar no restaurante do hotel.

Foi alí que tudo começou...

Mamãe se produziu toda. Colocou um vestido preto de decote ousado, que deixava seus seios, que são de médios para grandes, bem visíveis. O comprimento também não era dos mais comportados, pois ele terminava na coxas, acima dos joelhos, o que deixava suas pernas grossas em exposição. Ela estava bela demais, era impossível não reparar. Os homens olhavam discretamente, mas mamãe parecia não se importar.

Quero que entenda, meu amigo, minha mãe não era jovem, mas o tempo tinha sido bem generoso com ela. Na época ela estava com pouco mais de 40 anos, mas era bem cuidada, fazia exercícios e tudo mais. Não era uma rata de academia, mas era uma frequentadora assídua. Tinha um corpo bem bonito e um rosto que fazia juz a mulher que a era: bem esculpido e com traços fortes de mulher decidida. E naquela noite, em especial, ela estava notavelmente deslumbrante, bem vestida, maquiada sutilmente, e porque não dizer, gostosa.

Pegamos uma mesa afastada no canto direito e pedimos um vinho para começar. Mamãe bebeu, eu bebi. Juro que nem me lembro quantas taças foram, mas bebemos bastante enquanto jogavamos conversa fora.

Rimos, mergulhados nas lembranças engraçadas do passado. Havia muito tempo que não ficávamos tanto tempo juntos, assim, sem pressa. Era leve, era diferente. Ela sempre fora carismática, articulada, bonita, mas naquela noite havia algo novo, algo que a transformava diante dos meus olhos.

Não sei explicar, mas havia algo em mim que a admirava às escondidas, traçando elogios silenciosos às suas curvas e aos seus contornos. Eu sabia que era errado. Ainda assim, me convencia de que estava no controle, de que tudo não passava de culpa do vinho.

Entre uma risada e outra, nossos olhos se encontravam e permaneciam ali, presos por segundos perigosos. Foi então que ela, com um meio sorriso quase provocador, sugeriu que devíamos nos vingar do papai e da minha ex. Disse que merecíamos dar o troco, e o jeito como falou fez a palavra soar muito mais íntima do que parecia.

Eu tremi, e não soube o que responder. Ela percebeu. Riu. Riu alto, solta, quase sem fôlego. Talvez já estivesse embriagada demais pelo vinho. Talvez eu também estivesse — porque foi ele quem me deu coragem para entrar na brincadeira.

Disse que, nesse caso, eu até agradecia… que não reclamaria de tirar a forra com um mulherão daqueles.

Ela corou de leve. Por um segundo apenas. Depois piscou, rápida, segura, como quem conhece muito bem o próprio poder.

Ela se aproximou um pouco mais antes de perguntar:

- Mas será que você daria conta? Se eu não fosse sua mãe … você teria coragem?

Eu disse que sim. Rápido demais. Impulsivo demais.

Ela arqueou uma sobrancelha, divertida.

- E como você chegaria em mim? Aqui, nesse salão… numa mulher mais velha. O que faria para me fazer notar você?

Senti o estômago apertar. A garganta secar. Engoli o resto do vinho como se ele pudesse me emprestar coragem.

-Eu me aproximaria devagar… - comecei, tentando sustentar o olhar. - Diria que você é linda. E que tem as axilas mais bonitas que eu já vi na vida.

A postura altiva dela se desfez por um segundo. Ela realmente se surpreendeu. Corou, e foi a primeira vez naquela noite que pareceu vulnerável.

Admitiu que aquela tinha sido a abordagem mais diferente que já haviam feito com ela. Depois, com um brilho curioso nos olhos, perguntou se eu treinava cantadas excêntricas ou se aquilo tinha sido improviso.

Disse que era sincero. Que as palavras tinham saído do coração.

Ela riu, mas não me interrompeu quando continuei. Confessei que sempre admirei axilas femininas, que via nelas uma beleza discreta, quase íntima. E que as dela eram, de longe, as mais bonitas que eu já tinha visto.

O sorriso dela mudou. Tornou-se triunfante.

Sem pressa, ergueu os braços para prender os cabelos. O gesto foi lento demais para ser casual.

E ali estavam. Macias no contorno, uniformes no tom, harmoniosas com o resto da pele. Não havia exagero algum, apenas proporção. Beleza que não gritava, mas convidava o olhar a permanecer.

-Então acho que as sessões de depilação a laser estão compensando… - Ela comentou, erguendo os braços outra vez por um segundo a mais do que o necessário.

Respirei fundo.

- Imagino que devam ser cheirosas… - Arrisquei, sentindo o calor subir pelo rosto.

Ela inclinou o corpo levemente na minha direção.

- São sim, meu amor. Muito cheirosas. Sou uma mulher que se cuida.

Meu amor.

Ela falou como se testasse o efeito da palavra. E funcionou.

Rimos, mas agora havia algo mais ali, um acordo silencioso.

O garçom se aproximou e quebrou o clima com a pergunta protocolar. Aceitamos o intervalo forçado.

Jantamos, bebemos mais vinho do que o prudente.

Depois, caminhamos até a orla. O mar refletia as luzes da cidade, e o vento da noite encurtou a distância entre nossos corpos.

Ela se encaixou diante de mim e, com um gesto quase imperceptível, guiou meus braços até sua cintura. Fiquei atrás dela, sentindo seu corpo se acomodar ao meu.

O vento batia forte, espalhando nossos cabelos negros e trazendo o cheiro salgado do mar. Eu estava embriagado, de vinho e dela.

Inclinei o rosto até seu pescoço. Ela não se afastou. Ao contrário. Permitiu.

Inspirei devagar. O perfume misturava doçura com algo mais profundo, mais denso, cheiro de mulher segura, madura, consciente de si.

Ela riu baixo e inclinou ainda mais o pescoço, oferecendo espaço.

-Eu disse que você era cheirosa… - murmurei.

Ela não respondeu.

Meu corpo começou a reagir antes que minha razão pudesse conter. Aos poucos, meu pau começou a ser pressionando contra ela, mesmo com o tecido da minha calça e o vestido dela entre nós.

Pensei em parar. Tentei recuperar o controle. Mas havia um desalinho perigoso entre mente e corpo — um queria recuar, o outro avançava.

Ela ficou imóvel. Não sabia se por surpresa… ou se estava medindo até onde eu iria.

Continuei ali, respirando em seu pescoço, sentindo sua forma encaixada à minha, enquanto o mundo parecia se resumir ao vento, ao mar e à tensão que crescia entre nós.

Até hoje me pergunto o que teria acontecido se, naquele instante, duas ex-alunas não tivessem surgido do nada para cumprimentá-la, quebrando o feitiço como um estalo seco na noite.

O som do nome dela nos arrancou do momento como um choque.

Nos soltamos depressa demais, quase nos empurrando, tentando reorganizar o que o corpo tinha desfeito.

As ex-alunas chegaram sorrindo, falando alto, fazendo perguntas sobre a faculdade, sobre as aulas, sobre a vida. Ela respondeu com naturalidade impecável. Professora segura. Postura firme.

Eu fiquei à margem. Invisível.

Ela não me apresentou.

Mas, entre uma frase e outra, seus olhos me procuravam. Sustentavam por segundos. Havia algo ali, não era arrependimento. Também não era culpa. Era outra coisa. Algo que me deixava inquieto.

Quando as ex-alunas enfim se despediram, caminhamos até o hotel em silêncio absoluto.

O som dos nossos passos dizia mais do que qualquer palavra.

O elevador nos engoliu, e o espaço fechado pareceu pequeno demais para tanta tensão acumulada.

Já era tarde. Subíamos sozinhos até o quarto.

Minhas mãos tremiam levemente, e o coração parecia alto demais dentro do peito.

Olhei para ela de relance. Ela passou a mão pelos cabelos, como se organizasse os próprios pensamentos, e sorriu antes de dizer:

-Acho que as meninas pensaram que você era meu namorado.

- Será? - Consegui responder.

- Tenho certeza. Do jeito que você estava me agarrando… qualquer pessoa pensaria.

Ela falou com leveza, sem ironia, sem julgamento. Apenas constatando.

Eu não soube o que dizer. De novo, as palavras me abandonaram.

O elevador subia devagar demais.

Quando chegamos ao quarto, ela entrou primeiro e acendeu apenas a luz fraca do abajur. A lua atravessava a janela e desenhava sombras suaves no ambiente, deixando tudo com um ar quase cinematográfico.

O quarto era elegante, duas camas bem arrumadas, móveis refinados, paredes claras e impecáveis.

Mas nada ali chamava mais atenção do que ela.

A forma como a luz tocava seus contornos. A maturidade serena no rosto. Havia algo nela que não era apenas beleza, era intensidade contida.

E eu estava ali, tentando entender se o que sentia era apenas desejo… ou algo que começava a ultrapassar isso.

- Queria tomar um banho… mas estou tão cansada… - disse ela, num tom arrastado, quase um suspiro felino.

Espreguiçou-se devagar, como se o corpo soubesse que estava sendo observado. O gesto arqueou seu tronco, desenhando suas formas sob a luz morna do abajur. Os seios fartos subiram e se armaram sobre o decote. Os braços se ergueram mais uma vez e me exibiram o recorte bem feito de suas axilas, molhada levemente pelo suor da noite. Um movimento simples demais para ser inocente.

Ela percebeu meu olhar.

Sorriu. Um sorriso pequeno. Sabido.

Engoli em seco e permaneci imóvel enquanto ela caminhava até o banheiro, deixando atrás de si o perfume e o eco da provocação.

Sentei-me na ponta da cama, tentando organizar o caos que aquela noite tinha se tornado.

Tudo parecia rápido demais. Intenso demais.

Perguntei a mim mesmo se era apenas o vinho. Se amanhã acordaríamos e fingiríamos normalidade. Se voltaríamos a ser o que sempre fomos, mãe e filho.

Mas, apesar de todas as perguntas, havia uma verdade impossível de negar: a tensão entre nós já tinha ultrapassado qualquer fronteira silenciosa.

E eu não tinha certeza se ainda queria contê-la.

A porta do banheiro se abriu outra vez.

Ela surgiu envolta apenas em um conjunto de lingerie preta, rendada, delicada, bastante explicita. A luz suave do abajur desenhava sombras sobre sua pele, tornando tudo ainda mais irreal, mais bonito e mergulhado na transgressão.

Nossos olhares se encontraram por um segundo longo demais.

Tenho certeza de que não consegui esconder o nervosismo. Meu corpo denunciava cada batida acelerada do coração.

Ela percebeu.

Mas, em vez de ironia, havia carinho em seus olhos. Um tipo de acolhimento tranquilo, quase protetor.

Sorriu devagar, aproximou-se sem pressa e sentou-se ao meu lado na cama. Perto o suficiente para que o calor da pele dela me alcançasse.

- Sabe… - murmurou, inclinando levemente o rosto - Eu ainda não acredito que você é fã de sovacos.

O jeito como disse aquilo não era julgamento. Era curiosidade divertida. Era provocação suave.

- Desde de sempre... Mas não é qualquer um. Eles precisam ter aquele formato delicado e serem cheiros. Isso é o mais importante. – Expliquei, ainda nervoso.

Ela assentiu com a cabeça, como se entendesse meus fetiches e deixou escapar um pequeno sorrisinho.

- Você e mais parecido com o seu pai do que pensa. É diferente igual a ele...

-Diferente? Como?

Ela sorriu mais uma vez e me encarou logo em seguida:

- Seu pai ama pés femininos. – Ela olhou para o teto e suspirou, como se resgatasse alguma boa lembrança de quando era casada. Aí se voltou para mim e me encarou nos olhos.

– Você é um tarado igual a ele...

Suas palavras saíram mornas e naturais, sem ira ou censura. Mas eu não consegui lidar. Fiquei constrangido e olhei para o chão.

Ela ergueu a mão devagar e segurou meu queixo com a ponta dos dedos, fazendo com que eu levantasse o rosto.

- Eu estou brincando… - Disse, com um sorriso suave e protetor.

Depois disso, o silêncio se instalou.

Ficamos apenas nos olhando, dois adultos repentinamente tímidos. Eu queria dizer algo, qualquer coisa que rompesse aquela tensão, mas as palavras travavam na garganta.

Ela também parecia cautelosa. Havia desejo, mas havia medo do que ele poderia significar.

Nossos olhares começaram a fugir: teto, chão, a moldura do quadro na parede. Como se buscar distração fosse uma forma de ganhar tempo.

Então ela se deitou na cama.

Espreguiçou-se lentamente, os movimentos ondulando os lençóis sob seu corpo. A pele reluziu, as curvas se acentuaram. Não era exagero - era natural demais para ser casual.

- Desisti do banho… - murmurou.

Eu a observei como nunca a tinha observado. Sem disfarce. Sem fuga.

Ela percebeu.

Um sorriso surgiu no canto da boca antes de dizer:

— Mas ainda estou bem cheirosa… quer conferir?

Assenti com a cabeça e me aproximei. Ela levantou os braços e meu rosto foi guiado automaticamente para as dobras de sua axila. Fui encostando levemente o nariz na pele suave, e seu delicioso cheiro de baunilha invadiu meus pulmões. Cheirei de um jeito tímido no início, mas o fiz com confiança logo em seguida: encostando meus labios e rosto na região límpida e odorífera. Primeiro no direito, depois no esquerdo. A boca tocava e melava, depois a língua foi criando coragem e passou a deslizar ali com gosto, saboreando com o paladar a sua pele. Era macia, agradável, levemente salgada e incrivelmente gostosa de se consumir.

Ela gemeu, um gemido acanhado, desferido bem em meu ouvido. Tímido, como se tivesse medo que as outras pessoas do hotel escutassem. Depois suspirou e serpenteou levemente o corpo, virando o rosto para o lado oposto, afundando no colchão e se contorcendo entre o prazer e a culpa. Mas ela não me interrompeu, pelo contrário, deixou que eu percorresse seu corpo maduro com meus lábios e língua. E quando toquei na lateral de seus seios, mesmo que por cima do sutiã, ela tremeu e criou coragem para me encarar.

Seu olhar parecia um tanto que assustado, mas carregado de desejo. Ela assentiu levemente com a cabeça, como se me desse permissão, e eu delicadamente puxei a peça para baixo, deixando escapar os peitões enormes.

Seus seios eram corpulentos, com as auréolas marrons e os bicos redondos e inchados, como duas chupetas prontas para serem mamadas. E eu não resisti e as abocanhei com vontade e fome. Ela agradeceu, jogando a cabeça para trás e gemendo, dessa vez mais alto, enquanto eu sugava e me alimentava daquelas duas divindades de carne, parrudas, que não cabiam na minha boca, apesar do meu esforço desesperado de consumí-las.

Entre gemidos, toques, sugadas, lambidas e mordidas em mamilos, eu me posicionei em cima dela, e ela me guardou entre suas pernas abertas, quase me fechando. Acariciou meus cabelos com carinho enquanto suspirava.

Foi tão natural e instintivo que eu comecei a roçar meu pau em sua buceta. Primeiro de forma lenta, mas logo de forma selvagem. Eu me nutria com seus seios e pincelava seu sexo, mas ela não me impedia. Delirava e agradecia com gemidos e toques delicados de dedos em minha pele. Foi então que uma coragem insana tomou conta de mim e eu retirei meu pau duro de dentro da calça e forcei na entrada macia e volumosa de sua perseguida. Encaixou, mesmo por cima da calcinha, encaixou bem na cabecinha. Ela se assustou e arregalou os olhos.

- Não faz isso. Não mete.

- Deixa eu só roçar por cima então?

Ela continou me olhando, assustada, mas também tomada pelo desejo e envergonhada pelo que estávamos fazendo. Ela não falou de imediato, mas confirmou com cabeça e desferiu um: “tá bom”. E então eu continuei, pressionando e metendo, por cima da calcinha, fazendo a glande entrar e ser abraçada sutilmente pela sua entrada, mas impedida pela calcinha molhada de penetrar completamente.

A fricção acontecia entre movimentos sedentos e respirações fortes. Eu libertei seus seios de meus lábios e subi a cabeça. Nossos olhos se encontraram. Nossas faces se reconheceram. Ela me encarou nos olhos, gemia e expressava um ar de desejo e satisfação tão incrivelmente belo que eu não resisti. Ela não resistiu. E então nos beijamos. Um beijo molhado, voraz e que acendeu a chama máxima e me fez gozar.

Nossos lábios e línguas se abotoavam e brincavam no momento em que minha porra foi jogada em sua calcinha. Ela me segurou firme enquanto eu a banhava com meu sêmen.

Depois que o transe passou eu não consegui encará-la e me joguei de lado. Ela fez o mesmo. Deitamos de lados opostos e ali ficamos, a noite toda. A culpa e os questionamentos começaram a aparecer, e junto deles uma vontade enorme que querer sumir. Não sei quanto tempo passei ali olhadando para as paredes, mas adormeci cheio de culpa e arrependimento. Porém essa história estava longe de terminar... no outro dia coisas estranhas aconteceram, mas vou contar uma próxima vez que vir aqui.

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Yan a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários