Encontro Inesperado no Ônibus

Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Heterossexual
Contém 1418 palavras
Data: 02/02/2026 20:07:23

Era uma tarde quente e abafada em São Paulo, o tipo de dia em que o ar parece grudar na pele e o trânsito transforma qualquer viagem em uma eternidade. Eu entrei no ônibus lotado da linha 702, carregando minha mochila pesada do trabalho, e me espremi pelo corredor até encontrar um assento vago no fundo. Ao meu lado, uma mulher de uns 30 anos, com cabelos castanhos ondulados caindo sobre os ombros e uma blusa leve que realçava suas curvas suadas pelo calor. Ela estava absorta no celular, os fones de ouvido plugados, ignorando o caos ao redor. Eu me sentei com cuidado, mas o ônibus balançava como um navio em mar agitado, e nossas coxas se tocaram levemente no primeiro solavanco.

Desculpei-me com um murmúrio, mas ela nem piscou, talvez não tenha ouvido. O motorista pisou no acelerador, e o veículo deu um tranco para frente, fazendo meu braço roçar no dela. Senti um arrepio involuntário – não era intencional, mas o contato era elétrico, como se a eletricidade estática do ar úmido amplificasse tudo. Ela ajustou a posição, cruzando as pernas, e sua panturrilha encostou na minha por um segundo. Olhei de relance: ela tinha pernas longas, moldadas por uma saia justa que subia um pouco com o movimento. Meu coração acelerou, e eu tentei me concentrar na janela, vendo os prédios desfilaram devagar.

O ônibus pegou uma curva fechada, e dessa vez o toque foi mais insistente. Meu joelho pressionou contra o dela, e eu senti o calor da sua pele através do tecido fino. Ela finalmente olhou para mim, tirando um fone do ouvido. Seus olhos eram castanhos profundos, com um brilho curioso. "Desculpa", eu disse, rindo nervoso. "Esse ônibus parece uma montanha-russa." Ela sorriu de volta, um sorriso malicioso que fez meu estômago revirar. "Tudo bem, acontece. Pelo menos você não é daqueles que espalham as pernas como se fossem donos do banco inteiro."

A conversa fluiu a partir daí, como se o desconforto inicial tivesse aberto uma porta. Descobri que ela se chamava Ana, trabalhava em um escritório no centro e odiava o transporte público tanto quanto eu. Falamos sobre o calor insuportável, sobre filmes ruins que assistimos recentemente, e aos poucos, os toques "involuntários" se tornaram mais frequentes – um braço roçando no outro em uma freada brusca, meus dedos quase tocando os dela no apoio do assento. Cada contato enviava uma onda de calor pelo meu corpo, e pelo jeito como ela mordia o lábio inferior, eu sabia que ela sentia o mesmo. O ar entre nós estava carregado, como antes de uma tempestade.

Quando o ônibus se aproximou do ponto final da minha rota, eu hesitei. "Ei, que tal descermos aqui e tomarmos um café? Ou algo mais... refrescante?", perguntei, minha voz baixa para não ser ouvido pelos outros passageiros. Ela olhou para mim, os olhos semicerrados, e assentiu devagar. "Por que não? Estou morrendo de calor mesmo." Descemos juntos, o ar da rua ainda quente, mas agora com uma promessa no ar. Caminhamos lado a lado até um hotel discreto ali perto, onde o quarto era simples, mas limpo, com uma cama king size que dominava o espaço e um ar-condicionado que zumbia baixinho, prometendo alívio do calor sufocante lá fora. Assim que a porta se fechou atrás de nós, o ar mudou. Ana se virou para mim, os olhos flamejantes, e sem uma palavra, pressionou seu corpo contra o meu. Seus lábios encontraram os meus em um beijo urgente, faminto, como se todos aqueles toques no ônibus tivessem sido apenas um prelúdio para isso. Minhas mãos subiram pelas suas costas, sentindo o tecido úmido da blusa colado à pele, e eu a puxei mais perto, sentindo suas curvas se moldarem ao meu corpo.

Ela murmurou algo ininteligível contra minha boca, e eu a empurrei gentilmente contra a parede, minhas mãos descendo para erguer sua saia. Seus dedos se entrelaçaram no meu cabelo, puxando com uma força que me fez gemer. "Você me deixou louca no ônibus", ela sussurrou, mordendo meu lábio inferior. "Cada toque... eu queria mais." Eu sorri, traçando uma linha de beijos pelo seu pescoço, sentindo seu pulso acelerado sob minha língua. Minhas mãos exploraram suas coxas, subindo devagar, até encontrar a renda fina da sua calcinha. Ela arqueou as costas, pressionando contra mim, e eu a levantei no colo, carregando-a até a cama.

Caímos juntos nos lençóis frescos, e eu tirei sua blusa com pressa, revelando seios fartos e arrepiados pelo ar frio. Meus lábios desceram para eles, chupando e mordiscando, enquanto ela gemia baixinho, as unhas cravando nas minhas costas. "Não para", ela implorou, e eu não parei. Minhas mãos desceram mais, tirando sua saia e calcinha em um movimento fluido, deixando-a nua e exposta sob mim. Ela era linda, o corpo brilhando de suor, os olhos semicerrados de desejo. Eu me livrei das minhas roupas rapidamente, e quando me posicionei entre suas pernas, ela me puxou para dentro dela com um gemido que ecoou pelo quarto.

O ritmo começou lento, torturante, cada estocada enviando ondas de prazer através de nós. Ela se movia comigo, as pernas enroladas na minha cintura, as mãos explorando meu peito, minhas costas. "Mais forte", ela pediu, e eu obedeci, acelerando, sentindo o calor apertado dela me envolver. O quarto se encheu de sons – gemidos, suspiros, o rangido da cama – enquanto nos perdíamos um no outro. Seus dedos desceram para onde nossos corpos se uniam, tocando-se enquanto eu a penetrava, e isso me levou ao limite. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, as paredes internas se contraindo ao meu redor, e eu a segui logo depois, explodindo dentro dela com um grunhido rouco.

Ficamos ali, ofegantes, suados, entrelaçados. Mas quando eu pensei que era o fim, ela rolou por cima de mim, os olhos ainda cheios de fome. "Isso foi só o começo", ela disse com um sorriso predatório, descendo beijos pelo meu peito, indo mais para baixo seus lábios traçando um caminho ardente pela minha barriga, descendo devagar, deliberadamente. Ana me olhou de baixo, os olhos cheios de malícia, enquanto sua mão envolvia meu membro ainda sensível, massageando-o de volta à vida. "Você acha que aguenta mais?", ela provocou, a voz rouca de desejo. Eu assenti, sem fôlego, e ela sorriu antes de abaixar a cabeça, tomando-me na boca com uma lentidão torturante. Sua língua dançava ao redor, chupando e lambendo, enquanto uma mão explorava minhas bolas, apertando gentilmente. O prazer era intenso, quase doloroso após o orgasmo anterior, mas eu me entreguei, as mãos no seu cabelo, guiando-a levemente.

Ela acelerou o ritmo, gemendo ao redor de mim, as vibrações enviando choques pelo meu corpo. Eu me contorci na cama, os lençóis embolados sob nós, e quando senti o clímax se aproximando de novo, ela parou de repente, subindo pelo meu corpo como uma felina. "Ainda não", murmurou, montando em mim com as coxas firmes apertando minhas laterais. Ela se posicionou, descendo devagar sobre mim, engolindo-me centímetro por centímetro até que eu estivesse todo dentro dela. Seus quadris começaram a se mover em círculos, rebolando com uma sensualidade que me deixava louco. Meus mãos subiram para seus seios, apertando os mamilos eretos, e ela jogou a cabeça para trás, gemendo alto.

O ritmo aumentou, ela cavalgando com força, os corpos colidindo em um som ritmado e molhado. "Me fode", ela ordenou, e eu obedeci, impulsionando para cima para encontrar seus movimentos. Seus unhas arranharam meu peito, deixando marcas vermelhas, e o leve dor só intensificava o prazer. Ela se inclinou para frente, beijando-me ferozmente, enquanto uma mão descia entre nós para se tocar, acelerando seu próprio prazer. Eu senti ela apertar ao meu redor, os músculos internos pulsando, e ela gozou de novo, o corpo convulsionando, gritando meu nome – ou o que ela achava que era, já que nem nos apresentamos direito.

Eu a virei de costas, posicionando-a de quatro, e entrei nela por trás com uma estocada profunda. Minhas mãos nos seus quadris, puxando-a contra mim, enquanto eu a penetrava com força. Ela empurrou de volta, pedindo mais, e eu obedeci, uma mão descendo para acariciar seu clitóris inchado. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo, e quando eu gozei dentro dela pela segunda vez, desabei ao seu lado, exausto mas satisfeito. Ela se aninhou contra mim, traçando padrões no meu peito com o dedo. "Isso foi... incrível", sussurrou. Mas então, seu celular vibrou na mesa de cabeceira, e ela olhou para ele com uma expressão estranha. "Merda, meu noivo...", murmurou, e o ar gelou.

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