Capítulo 3: A Viúva do Bar
Thiago mal se ajeita na cadeira antes de me apressar, os olhos ansiosos. “E o fazendeiro, seu Alexandre? Como você escapou depois da ameaça?” Eu dou um riso rouco, a voz carregada de memórias amargas. “Escapar não foi fácil, rapaz. O dom me tirou da fazenda, mas me jogou em outros buracos. Volta comigo pra 73, que te conto como afundei mais.”
Depois do rolo com Marina, o capataz abriu a boca pro fazendeiro. No dia seguinte, o velho me chamou na casa-grande, o rosto vermelho de raiva, o revólver na cintura balançando como uma promessa de morte. “Seu Páris, você desonrou minha filha, seu filho da puta,” ele rosnou, o dedo apontado na minha cara, o bafo de cachaça me atingindo. “Tá demitido, e se eu te pegar na minha terra de novo, te mato com minhas próprias mãos, juro por Deus!” Eu tentei argumentar, o coração na garganta, mas o olhar dele era puro ódio, os olhos injetados de sangue. Peguei minhas coisas, a mochila jogada no ombro, e saí da fazenda, o peso da ameaça me queimando mais que o sol escaldante. Sem emprego, sem lar, vaguei pelas estradas de terra, o suor escorrendo, o dom pulsando como um tambor na minha cabeça.
Cheguei ao bar do Zé ao anoitecer, um buraco fedendo a cachaça barata, cigarro e suor rançoso. O rádio AM chiava uma música do Milionário e José Rico, a voz nasalada enchendo o ar abafado. Sentei num canto, o copo na mão, tentando afogar a raiva e o medo do fazendeiro. Foi aí que vi Lúcia, a viúva que morava ao lado, uma figura que fazia os homens do bar virarem a cabeça. Trinta e cinco anos, corpo maduro e voluptuoso, a pele morena brilhando sob a luz fraca das lâmpadas. O vestido justo abraçava os seios fartos, os mamilos escuros marcados contra o tecido fino, a cintura larga descendo pra quadris cheios que balançavam a cada passo. O cabelo preto, solto e ondulado, caía até a base da espinha, e os olhos escuros tinham um brilho predatório, como os de uma pantera faminta.
Ela me encarou por cima do balcão, os lábios vermelhos entreabertos, e acenou com a cabeça, um convite silencioso. Levantei, o coração disparado, e a segui até a casa dela, uma construção simples com paredes descascadas, o cheiro de café velho misturado ao perfume barato que ela usava. A porta rangeu ao fechar, e ela trancou, o clique ecoando como um selo de destino. “Você me quer, né?” eu disse, a voz grossa, o dom me dominando como uma fera solta. Ela assentiu, o rosto vermelho, o peito subindo rápido, e eu agarrei o cabelo dela, puxando com força, fazendo-a gemer, o som rouco cortando o ar.
“Então vai me dar tudo,” rosnei, dando um tapa seco na bunda, o tecido esticando, a carne macia tremendo sob minha mão. O vestido caiu num piscar, revelando o corpo dela em toda a glória: seios pesados com mamilos escuros e duros, a barriga ligeiramente arredondada, as coxas grossas e a buceta exposta, os lábios rosados e inchados, cobertos por um tufo de pelos negros, já brilhando de umidade. Eu a virei de bruços sobre a mesa da cozinha, a madeira rangendo, o tampo frio contra a pele quente dela. “Abre as pernas,” ordenei, e ela obedeceu, o cheiro doce e almiscarado subindo até mim.
Minha calça caiu, o pau duro pulsando, e eu alinhei-me contra a buceta dela, sentindo o calor úmido antes de entrar. Meti de uma vez, o aperto dela me engolindo, e ela gritou, as mãos cravando na mesa. “Porra, Páris!” ela arfou, o corpo se arqueando, e eu comecei a foder, os quadris batendo contra a bunda redonda, o som molhado ecoando. Puxei o cabelo dela, forçando a cabeça pra trás, e dei um tapa no rosto, leve, mas o bastante pra deixar a bochecha vermelha. “Fica quieta e aguenta,” rosnei, metendo mais fundo, a buceta dela pulsando em volta do meu pau.
O primeiro orgasmo veio rápido, o corpo dela tremendo, um gemido longo escapando enquanto a buceta se contraía, o líquido quente escorrendo pelas coxas e pingando no chão. “Ai, meu Deus!” ela gritou, as pernas fraquejando, o prazer a fazendo revirar os olhos. Eu não parei, fodendo com mais força, sentindo o segundo orgasmo se aproximar. Ela agarrou a mesa, o corpo convulsionando, e gozou de novo, um grito rouco ecoando, o suco dela encharcando meu pau, o cheiro forte de sexo enchendo a cozinha.
“Mais, por favor!” ela implorou, a voz quebrada, e eu a virei de lado, levantando uma perna pra meter mais fundo. O terceiro orgasmo explodiu, o corpo dela se contorcendo, os seios balançando, o líquido jorrando e molhando a mesa, o gemido agudo misturado ao som dos meus quadris. “Páris, eu não aguento!” ela gritou, mas eu sabia que ela queria mais. Cuspi na mão, lubrificando, e alinhei-me contra o cu dela, o ânus apertado e quente me chamando.
Ela gemeu de dor e prazer quando empurrei, devagar no início, sentindo a resistência ceder. “Porra, Páris…” ela arfou, as mãos cravando na madeira, e eu puxei o cabelo de novo, dando um tapa na bunda, deixando marcas vermelhas. “Aguenta,” rosnei, metendo mais fundo, o cu dela se abrindo, quente e apertado como um vício. O ritmo acelerou, o som dos meus quadris batendo contra a carne ecoando, e ela gozou de novo, o quarto orgasmo a fazendo tremer, o corpo colapsando contra a mesa, o líquido da buceta misturando-se ao suor.
Dei outro tapa, dessa vez no peito, os seios pesados balançando, e ela gritou, o quinto orgasmo explodindo, o cu pulsando em volta do meu pau, o prazer a fazendo desmaiar por um segundo. Eu gozei logo depois, um rugido escapando enquanto enchia o cu dela, o esperma quente se misturando ao suor e ao líquido dela. Soltei o cabelo, deixando-a desabar, ofegante, o corpo marcado, o rosto suado e os olhos fechados em êxtase.
O peso da demissão e da ameaça do fazendeiro ainda me corroía, mas o dom me dava uma satisfação cruel. Levantei a calça, o coração disparado, sabendo que precisava arranjar outro trabalho, ou o dom ia me levar pra um buraco ainda mais fundo.
Thiago engoliu em seco, os olhos arregalados. “Caramba, seu Alexandre… você era um animal.” Eu ri, a voz fraca. “Animal é pouco, rapaz. O dom me dava poder, mas também me afundava. Quer saber como escapei do fazendeiro?” Ele assentiu, hesitante, e eu sorri. “Amanhã te conto, se eu aguentar.”
