Minha Namorada Não Era Tão Inocente - CAP 1

Um conto erótico de contos.eroticos
Categoria: Heterossexual
Contém 1222 palavras
Data: 20/02/2026 22:01:12

Meu nome é Gustavo. Isso aconteceu em 2017, quando eu tinha 18 anos e tinha acabado de me mudar com meus pais pro interior do Mato Grosso. Eu trabalhava com T.I pra uma empresa de São Paulo, então consegui continuar remoto. Minha rotina era simples: trabalho, casa… e igreja. A igreja sempre foi o centro da minha vida, e assim que chegamos na cidade fomos direto na congregação nos apresentar. Eu sempre fui aquele tipo de jovem certinho, mais quieto, mas muito dedicado. Em pouco tempo já tava me destacando, fazendo discurso no púlpito, ganhando confiança dos anciãos. Eu gostava disso. Me sentia no controle.

Foi ali que eu conheci a Fernanda.

E não tinha como não reparar nela. A Fernanda era daquele tipo de mulher que chama atenção mesmo sem querer. Alta, corpo bem desenhado, cintura fina… e um quadril que fazia qualquer vestido simples ganhar forma. Mas o que mais me pegava era como o corpo dela aparecia mesmo quando ela tentava esconder. O tecido marcava, principalmente na parte de cima. Os seios dela eram cheios, firmes, sempre desenhados por baixo da roupa, e quando ela se mexia era impossível não notar. O meu olhar ia… e eu demorava mais do que devia pra desviar.

O cabelo longo, com aquele tom puxado pro ruivo, caía pelas costas e às vezes vinha pra frente, roçando no peito, chamando ainda mais atenção. A pele clara, lisa, dava uma impressão de maciez só de olhar. E a boca… cheia, bem desenhada. Quando ela falava, às vezes passava a língua de leve nos lábios, sem perceber. Era um detalhe pequeno, mas que mexia comigo de um jeito que eu fingia não entender.

E o pior é que ela não fazia nada disso de propósito.

Ela era, na teoria, perfeita dentro daquilo que a gente acreditava. Dedicada, firme na fé. Igual a mim.

A gente começou a namorar rápido. Tudo aprovado, tudo certo. Nosso namoro era controlado, sempre dentro dos limites. Beijo, mão dada, alguém por perto. E até então parecia suficiente. Eu era virgem, ela também, e a gente nunca questionava isso.

Mas a Fernanda começou a mudar.

O trabalho, a pressão, a cobrança… tudo foi pesando. Eu lembro da cara dela quando saiu de uma conversa com os anciãos. Aquilo ficou na minha cabeça. Ela tava destruída, mas ninguém aliviou. Só mais cobrança ela não estava performando como antes na pregação de casa em casa. Com o tempo ela entrou em depressão, perdeu o cargo de pioneira, e aquilo mexeu com tudo dentro dela. Afinal, aquilo era a razão da vida dela. Foi um tempo muito dificil, ela começou a fazer terapia, por indicação da patroa dela, o que foi resolvendo com o tempo. Nessa igreja, os jovens são desaconselhados a fazer faculdade, mas nessa nova faze dela, contrariando a todos, inclusive a mim, que na época julgava muito, ela resolveu cursar Direito.

Nosso namoro não acabou, mas deixou de ser o mesmo.

Fernanda tinha mudado um pouco seu comportamento, a faculdade tinha aberto os olhos dela para uma vida diferente. Mas ainda se mantinha a jovem doce e dedicada que eu conhecia, só que agora mais consciente de quem ela era e o que ela queria.

E foi aí que começaram pequenas coisas. Olhares diferentes. Proximidade maior do que devia. Toques que demoravam um pouco mais.

Era a minha namorada, mas para nossos padrões religiosos, ela estava passando um pouco do limite.

Um certo dia, depois das provas da faculdade, fomos ao cinema com uma amiga. Só que naquela noite a Fernanda tava diferente. Mais solta, mais próxima. Encostava mais, falava mais perto, às vezes esquecia completamente que não estávamos sozinhos. Eu percebia. Mas fingia que não.

Quando deixamos a amiga dela em casa e ficamos só nós dois no carro, o clima mudou na hora. Dava pra sentir. No caminho, ela pediu pra parar na pracinha. Disse que queria ficar um pouco ali.

Na minha cabeça não tinha maldade.

Mas tinha.

Chegamos. Não tinha ninguém. Tudo quieto. Descemos do carro e caminhamos até um banco debaixo de uma árvore. Ela tava mais quieta, respirando diferente, meio nervosa. Eu não perguntei nada.

Quando chegamos, ela não sentou. Foi pra trás da árvore e me chamou.

Fui até ela.

A Fernanda tava encostada ali, me olhando de um jeito que eu nunca tinha visto. Tinha decisão naquele olhar. Tinha vontade.

Ela se aproximou devagar, ficando perto o suficiente pra eu sentir a respiração dela, o calor da pele, o cheiro do perfume misturado com algo mais… algo dela.

E então me puxou.

O beijo veio sem aviso.

Intenso.

Sem espaço pra pensar.

No começo eu ainda tentei segurar, mas não durou. Eu correspondi, e em segundos o corpo dela já tava colado no meu. Eu sentia cada curva, cada movimento, e aquilo foi desmontando tudo que eu achava que controlava.

Minhas mãos desceram pelas costas dela, quase sem perceber, até encontrar a cintura… o quadril… e pararam ali por um segundo. Mas ela não recuou. Se aproximou mais.

Minhas mãos naturalmente desceram, alisando a bunda dela, o beijo ficou mais pesado, mais urgente. A respiração já não acompanhava o ritmo. minha excitação já marcava com um volume na roupa, que roçava contra a cintura dela, foi aí que ela começou a descer a mão pelo meu peito, com calma, até chegar no volume da minha calça, passou a mão pelo volume na minha calça, apertando de leve, sem tirar a boca da minha.

E aquilo foi o suficiente pra acabar com qualquer resistência. no calor do tezão não existia mais regra, igreja, certo ou errado.

Fernanda foi abrindo o ziper da minha calça, sem me dizer nada, foi tirando o meu pau para fora, começava uma punheta tímida, sem jeito, era a primeira vez que ela fazia isso, ela parava um pouco de me beijar, olhava para meu pau, segurando ele, com o rosto vermelho, ela sorria, enquanto olhava para ele.

Com um sorriso timido ela solta um:

Humm… ele é grande

Eu ria, todo orgulhoso, mesmo sabendo que era o primeiro pau que ela tocava.

Estavamos um pouco desajeitados, duas pessoas com zero experiências sexuais, descobrindo o prazer ali, naquele momento.

Eu levo a mão na calça que ela usava, também desabotoou o ziper e começo a alisar a buceta dela, por cima do tecido da calcinha, eu sentia ela toda molhada, Fernanda gemia manhosa, me abraçando forte, em beijando, enquanto eu alisava ela.

Nesse momento eu não pensava em nada, o tezão era intenso e ficamos ali, nos masturbando, trocando beijos e carinhos, até que percebo que gozaria, ela continuava a me punhetar e eu começo a gozar, o corpo inteiro travou e eu gozei ali mesmo, sem conseguir segurar, as pernas até fraquejaram, sob o olhar atento e admirado de Fernanda.

A mão dela ficava um pouco suja, ela leva proximo ao rosto para sentir o cheiro da minha porra e logo em seguida, da uma lambida com a pontinha da lingua, para sentir o gosto e sorria para mim, toda timida.

Quando a consciência voltou, comecei a perceber o que tinha acontecido, eu ela tínhamos pecado e aquilo começou a pesar na minha consciência. Fernanda percebeu na hora minha feição mudando, perguntou se estava tudo bem, mas eu não falei nada, apenas disse pra gente ir embora.

Continua.

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Comentários

Foto de perfil de Leon-Medrado

Essa história começou bem. Promete. Vamos ver. Quero lhe colocar uma questão. Você tem 5 contos e 50 seguidores. Mas não segue ninguém? Não gosta de nenhum autor, não lê contos de outros autores? Eu acho isso um pouco de egoísmo, como se os outros autores não lhe importassem. Pense nisso.

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