Quando eu tinha recém feito 18 anos, meu melhor amigo era o André, meu vizinho. Ele era um pouco mais velho, dezenove, e vivíamos grudados. Compartilhávamos tudo: festas, conversas, estudos, viagens e até algumas das garotas que pegávamos. Éramos unha e carne.
Tudo começou no Carnaval. Eu iria viajar com a família dele para a casa de praia que eles tinham. A ideia era ir na terça-feira, e o resto da família — pai, mãe, as irmãs e duas primas — se juntaria a nós na sexta. Combinamos de levar as malas deles primeiro, já que iríamos de carro vazio. Mal sabia eu o que aquele Carnaval reservava.
A casa era simples, mas legal, com uma piscina pequena no fundo. Passamos os primeiros dias na maior zoeira, mas eu mal via a hora de chegar sexta-feira, louco para tentar algo com uma das primas dele. Na quinta-feira à noite, porém, a mãe dele ligou. Uma amiga da família havia falecido, e eles decidiram não ir mais. O baque foi grande. Um balde de água fria.
Fomos pular Carnaval assim mesmo. Na sexta, atrás do bloco, pegamos umas minas, mas na hora de levá-las para casa, elas não toparam. Voltamos para casa e resolvemos ver TV. Foi aí que o rumo da história mudou.
Estávamos os dois no sofá, vendo os desfiles e a mulherada quase pelada na TV. O tesão era enorme. O André, já louco de vontade, colocou um filme pornô e, sem se segurar, tirou o pau para fora. Era a primeira vez que eu via o dele daquela forma. Sempre soube que era grande, mas nunca tinha reparado. Naquela noite, ele começou a se masturbar, e eu não conseguia desviar o olhar.
Acabei fazendo o mesmo, só para aliviar a tensão. Fui ao banheiro me limpar e, quando voltei, ele ainda estava lá, se tocando. Falei alguma besteira, brincando que não adiantava ser grande se não funcionasse. Ele respondeu algo sobre demorar sem estímulo. Foi quando, numa mistura de curiosidade e tesão, pensei pela primeira vez em tocar nele.
Ele percebeu meu olhar e pediu: "Vem cá, me dá uma mão aqui."
Recuei na hora. "Jamais! E você ia ficar de boa?"
"Já gozei. Acha que só eu vou bater pra você?", ele insistiu. "Me ajuda aí, depois eu retribuo."
Hesitei. Ele notou minha hesitação e se levantou, vindo para perto de mim. Passou a mão na cabeça do pau, toda meladinha, e ficou ali, bem perto do meu rosto. Disse que não iria bater para ele, recusei de novo, mas ele continuou, agora sentado ao meu lado.
O tesão voltou com tudo. Ele percebeu meu pau duro e propôs: "Bora, teu pau tá durasso. Você bate pra mim e eu bato pra você."
Dessa vez, fiquei paralisado, mas não por nojo ou medo. Era desejo. Foi quando ele pegou no meu pau e começou a me masturbar. A sensação foi maravilhosa. Em seguida, sentiu minha mão e a guiou até o membro dele. Comecei a tocá-lo, sentindo o calor e o tamanho. Ele gemia alto, cuspia na mão e continuava a me masturbar.
Até que ele parou. Levou a mão à minha nuca e forçou minha cabeça para baixo, em direção ao pau dele. Fiquei resistente, sem convicção. Mas ele continuou, até que se levantou e colocou o pau na minha boca, esfregando. Não resisti. Abri os lábios e senti, pela primeira vez, um pau na boca. Era um gosto salgado, diferente, mas não ruim.
Ele guiou minha cabeça, socando devagar, e eu engasgava. Para ele, minha boca era como uma boceta. Depois de um tempo, ele acelerou e, de repente, puxou para fora. Os jatos de porra acertaram meu rosto, cabelo e lábios. Ele gozou muito, em transe, e depois ficou passando o pau no meu rosto, tentando colocá-lo de volta na minha boca.
Mil pensamentos passaram pela minha cabeça. Levantei e fui para o banho. No chuveiro, bati uma e gozei de novo. Quando saí, ele ainda estava no sofá, em silêncio. Fui para o quarto, morto de vergonha. Tinha sido "a mulherzinha" do André. O que ele pensaria de mim? Foi a última coisa que lembro antes de dormir.
No dia seguinte, ele tinha feito café. Eu mal conseguia olhar para ele. Foi ele quem quebrou o gelo: "Tá de boa, não tem nada a ver. Foi coisa de brother, sem importância."
Passamos o dia numa boa. À noite, fomos pular Carnaval de novo. Pegamos várias gatinhas, mas, na hora de ir para casa, a mina que eu estava arranjou uma desculpa e foi embora, me deixando na mão. Estranhei, mas não falei nada.
No caminho de volta, o André estava quieto. Quando chegamos, ele logo colocou um pornô, tirou a roupa e ficou só de cueca. Foi buscar bebida e voltou. Eu já sabia o que podia acontecer. Ficamos vendo o filme, e eu via o pau dele crescendo dentro da cueca. Dessa vez, ele não teve cerimônia: tirou o pau para fora e começou a se masturbar. Pegou minha mão e a colocou sobre ele.
Dessa vez, não resisti. Automaticamente, comecei a masturbá-lo, sentindo a pele quente e a pulsação. Ele gemia. Em seguida, tirou minha bermuda e começou a me masturbar também. Estava em êxtase. Pensei em fazer com ele o que ele tinha feito comigo, mas era tarde demais. Ele se levantou, colocou o pau na minha frente e esfregou na minha boca. Dessa vez, olhei nos olhos dele e entendi o que ele queria. Abri a boca e ele foi colocando devagar.
Dediquei-me a chupá-lo por um longo tempo. Ele controlava meus movimentos, segurando minha cabeça, ora enfiando fundo até me fazer engasgar, ora tirando. Quando senti que ele ia gozar, tirei rápido da boca, mas os jatos de porra já me acertavam em cheio no rosto. Ele continuou, segurando minha cabeça.
Antes que eu pudesse reagir, ele me sentou no sofá, se ajoelhou e começou a me masturbar, cuspindo na cabeça do meu pau até eu gozar. Ele pegava meu próprio gozo com os dedos e passava no meu peito. Fui para o banho e, depois, direto para o quarto, atormentado pelos mesmos pensamentos. Será que eu era gay? E se ele contasse?
No café da manhã, ele foi direto: "Não tem nada de errado, ninguém precisa saber. Foi ótimo. Você não curtiu?" Eu disse que sim, que tinha gostado quando ele me tocou, mas que aquilo não podia se repetir. Ele acatou, dizendo que não queria ficar mal comigo.
Passamos o dia bem. À tarde, fomos passear de carro na praia e encontramos umas meninas. Elas nos contaram sobre um bloco numa cidade vizinha, onde os homens se vestem de mulher. Achamos engraçado e combinamos de ir com elas.
Quando cheguei em casa e fui tomar banho, o André entrou no banheiro vestido com um vestidinho colado, tênis, meia fina e um sutiã. Quase morri de rir, mas fiquei nervoso. Ele me lembrou das malas das irmãs e primas e disse que havia separado roupas para mim também. Fiquei quieto, mas, no fundo, a ideia me excitava.
Depois do banho, fui ao quarto das meninas. As malas estavam abertas, cheias de roupas. Ficamos mexendo, rindo, até que ele pegou um conjuntinho de renda sexy e disse que era da prima. Brincou que minha bunda era mais bonita que a dela e me desafiou a experimentar. Primeiro, recusei o conjunto, mas ele insistiu para eu vestir um espartilho com cinta-liga e uma calcinha fio dental pequena demais para mim. Tirei a toalha, virei de costas e vesti. Meu pau endureceu na hora.
Ele colocou em mim as meias 7/8 e, por cima, um vestido superjusto e curto. Fui de tênis mesmo. Quando encontramos as meninas, elas adoraram. Uma delas elogiou minha bunda e perguntou se eu estava de calcinha. O André, de brincadeira, disse: "Não passa a mão não, que é minha namorada."
No bloco, ele passou a noite inteira se esfregando em mim por trás, fingindo me abraçar. Eu sentia o pau dele endurecer. Em dado momento, ele disse que não estava bem, que tinha bebido demais, e fomos embora.
Em casa, ele fingiu estar muito mal e pediu que eu o ajudasse a tomar banho. Fui tirar a roupa dele. Quando puxei a cueca, o pau dele saltou, duro e melado. Ele me puxou para cima dele e começou a me beijar, mesmo eu tentando negar. Depois do beijo, me virou no sofá e ficou por cima, olhando nos meus olhos. Lambeu meus peitos por dentro do sutiã, e um choque percorreu meu corpo. Pedia para ele parar, mas nem eu acreditava no que dizia.
Ele me virou de quatro no sofá, subiu meu vestido e começou a lamber minha bunda. Beijos, mordidas... Quando senti a língua dele no meu cu, tranquei o corpo e gemi alto. Ele me chamava de putinha, safada, e eu, já sem defesas, deixei acontecer. Ele sabia o que fazia.
Depois de me lamber, me mandou chupar o pau dele. Caprichei, lembrando do que as garotas faziam e do que me dava tesão. Quando menos esperei, ele me levou para o quarto, me colocou de quatro na cama e pegou camisinha e gel na mochila. Senti os dedos gelados entrando em mim, me preparando. Quando a ponta do pau dele encostou no meu cu, levei a mão para abrir e facilitar a entrada. Mas o pau dele era enorme, grosso, com a cabeça grande como um cogumelo. Não entrava.
Tentamos de tudo. Pomada, mais gel, posições diferentes. Nada. Até que ele sugeriu que eu sentasse de costas para ele. Fiquei de joelhos sobre ele, que tinha a visão perfeita da minha bunda com o vestido levantado, a calcinha de lado e a cinta-liga moldando tudo. De repente, senti a ponta se encaixar. Uma pressão imensa.
"Fica parado, André", pedi. Com as duas mãos, abri minha bunda o máximo que pude, fiz força para fora e soltei o corpo em cima do pau dele. A dor foi aguda, como se minhas pregas estivessem rasgando. Urrei. Ele se assustou, mas eu disse para ele não se mexer.
A cabeça entrou. A dor era tanta que eu suava e tentava controlar a respiração. Ficamos imóveis por uma eternidade, até que meu cu, involuntariamente, tentou se contrair em volta dele. Com as pernas trêmulas, fui soltando o corpo. Centímetro por centímetro, ele foi entrando. A dor era misturada com uma sensação estranha de poder, de ter chegado até ali. Quando o saco dele encostou na minha bunda, ouvi um grunhido: ele resmungava o quanto eu era apertado.
Ele começou a se mexer devagar. O desconforto foi dando lugar a um tesão enorme. Ele acelerou, segurando minha bunda, metendo com força. A cada estocada, a dor cedia mais e mais ao prazer. Ele tirava tudo, passava mais gel e voltava a colocar fundo, até que eu sentia as bolas dele batendo em mim. Foi um frenesi.
Em dado momento, ele rasgou minha calcinha, enfiou um pedaço na minha boca e continuou me fodendo. Quando senti que ele ia gozar, ele pegou meu pau com força e bateu uma para mim, mandando eu gozar também. E eu gozei, muito. Meu cu se apertou em volta dele e ele tirou o pau, tirou a camisinha e enfiou o pau na minha boca. Os jatos de porra esguicharam e, com a cabeça presa, não tive escolha: engoli tudo.
Ele caiu ofegante ao meu lado. Olhei para ele, com os olhos fechados, e o beijei. Quis que ele também provasse o próprio gosto. Ele retribuiu o beijo, longo e gostoso, e adormecemos sem trocar uma palavra.
Não tive tempo de me arrepender. Quando acordei, ele já estava me chupando para me acordar. E repetimos tudo o que havia acontecido na noite anterior. Foi ali que eu me tornei a putinha dele, como ele passou a me chamar em nossos momentos íntimos.