O Gerente Corno Me Deu a Esposa na Festa de Natal da Firma

Um conto erótico de Noite
Categoria: Heterossexual
Contém 2880 palavras
Data: 20/02/2026 13:56:47

Festa de Natal da firma, chácara enorme nos arredores de SP. Luzes pisca-pisca enroladas nas árvores, som alto de pagode misturado com funk antigo, cheiro de carne na brasa e cloro da piscina. Mesas compridas com cervejas em coolers, espumante barato e caipirinha forte demais.

Não é nenhum cenário de sonho, mas com certeza estava divertido.

A festa que começara às 14h já estava num estágio avançado de situações vergonhosas.

Funcionárias dançando desengonçados, estagiários tirando fotos em grupo, risadas altas demais. Gente pulando de roupa na piscina iluminada por holofotes azuis.

O gerente do tributário, Carlos, chega perto da mesa de bebidas com um copo de uísque na mão. Uns 40 anos, barba rala, camisa social com o primeiro botão aberto, cara de quem já viu muita festa da firma.

Carlos: “Boa, trainee, tá comportado, não bebeu nada, está só anotando a palhaçada dos outros pra segunda-feira?”

Ele ri baixo, apoia o cotovelo na mesa, olha ao redor como se estivesse conferindo quem ainda tá de pé.

Eu: “Tô começando na empresa, tenho uma imagem a zelar aqui.”

Carlos: “Imagem? Aqui ninguém lembra de nada amanhã, moleque. Relaxa, toma uma caipirinha, vai.”

Eu: “vou tomar uma só”, digo, pegando o copo de caipirinha que ele empurra na minha direção.

Carlos ri baixo, balança a cabeça como quem já ouviu isso mil vezes.

Carlos: “Boa, sabe que todo mundo sabe que você pegou a Jéssica e a Carol do RH, né? A mulherada da empresa se conversa muito, e são competitivas entre si.”

Ele dá um gole no uísque, olha pro lado da piscina onde a esposa dele continua dançando, agora mais solta, quadril balançando no ritmo do pagode.

Carlos: “A Jéssica é a rainha do pedaço, mas a Carol… ela odeia perder. E agora que você tá na mira, elas ficam de olho. Tipo, quem conquista o trainee novo primeiro. É jogo de poder. E eu? Eu só observo e sirvo bebida.”

Ele ergue o copo num brinde silencioso, olhos fixos na esposa, que vira pra cá por um segundo e manda um sorriso lento, direto pra mim, antes de voltar pro grupo. Carlos finge não notar, mas aperta o copo um pouco mais forte.

Carlos: “Vai lá, aproveita a caipirinha.”

Eu: “pessoal fala demais”, digo, dando uma desconversada, tomando um gole longo da caipirinha pra ganhar tempo.

Carlos ri curto, balança a cabeça como quem já ouviu isso antes.

Carlos: “Não, cara, não é o pessoal. Essa empresa é assim, você come uma e elas vão loucas pra fofocar.”

Eu: “puta que pariu”, solto baixo, olhando pro copo como se tivesse algo interessante ali.

Carlos dá um tapa leve no meu ombro, voz baixa mas firme.

Carlos: “Relaxe. Não é nada demais que falaram. Os caras, pelo contrário, são mais discretos. A gente até celebra a conquista de um ou do outro, mas a maioria faz o estrago e fica quieto aqui.”

Ele toma o resto do uísque, olha de novo pro lado da piscina onde a esposa dele dança, rebolando o quadril solto ao som de um pagode, rindo com as meninas.

Carlos: “Mas olha… a minha, por exemplo. Ela gosta de se divertir, e eu gosto de ver ela se divertindo. Entendeu o jogo?”

Ele me encara por um segundo, depois vira as costas e vai embora devagar, deixando o copo vazio na mesa. A esposa dele olha na nossa direção de novo, sorri devagar pra mim, e continua dançando, como se soubesse exatamente o que o marido acabou de falar.

O que ele quis dizer com “ela gosta de se divertir e eu gosto de ver”? Fico refletindo. O tom foi casual demais pra ser só piada. Será que é o que eu tô pensando? Deixa pra lá, Henrique. Não viaja. Bebe mais uma caipirinha e finge que não ouviu.

A festa agora é dominada pelos bêbados. O pessoal da TI, que já abriu os botões da camisa, grita alto ao som de sertanejo, pulando em círculo como se fosse rodeio. Copos voam, alguém derruba uma mesa de plástico, risadas explodem misturadas com “tá pegando fogo, hein!”.

Então ela aparece. Maíra, esposa do Carlos. Vem andando devagar pela grama úmida da piscina, suada de tanto dançar. Vestido branco apertadinho, tecido fino colado na pele molhada, marcando cada curva. Peitões pulando pra fora, quase escapando do decote baixo. Coxas grossas brilhando de suor, pernas fortes de quem malha há anos. Boca com preenchimento labial, lábios carnudos vermelhos, sorriso largo. Loira odonto, cabelão loiro ondulado caindo pelas costas, pele bronzeada perfeita. Deve ter seus 40 e tantos, coroa gostosa

Ela para na minha frente, pega o copo da minha mão sem pedir, toma um gole longo da caipirinha, me devolve com um olhar fixo.

Maíra: “Você dança, trainee? Ou só observa?”

Eu: “Oi, Maíra!”

Ela para de dançar, vira pra mim com o copo na mão, sorriso largo, lábios carnudos brilhando de gloss.

Maíra: “Oi, trainee!”

Eu: “O Carlos nem me apresentou direito, né?”

Ela ri, joga o cabelo loiro pra trás, o vestido branco grudado no corpo suado.

Maíra: “Não, você trabalha também na firma, nunca te vi por lá.”

Eu: “Trabalha? Você ainda tá na empresa?”

Maíra: “Já trabalhei, sim. Inclusive junto com o Carlos. Saí pra ir trabalhar em um cliente grande, mas todo mundo gosta de mim e eu ainda frequento as festas. Não consigo largar o pessoal, né? É família.”

Ela dá um gole na caipirinha, olha pra piscina onde o Carlos conversa com alguém, depois volta os olhos pra mim, mais devagar.

Maíra: “E você… novo na firma e já com fama, hein? As meninas comentam. Jéssica e Carol não param de falar.”

Ela se aproxima um passo. “Relaxa, eu não conto pra ninguém. Mas… se quiser, eu posso te mostrar como se diverte de verdade numa festa dessas.”

Ela pisca, estende a mão de novo, como convite pra dançar, o vestido subindo um pouco mais nas coxas grossas. Carlos olha de longe, mas não vem. Só observa.

A música muda pra sertanejo sofrido: Marília Mendonça, “Infiel”. O grave bate no peito, luzes vermelhas piscam mais lento, a pista esvazia um pouco, mas quem sobra dança grudado.

Maíra me puxa pela mão pro meio da grama molhada perto da piscina. Ela vira de costas, encosta a bunda redonda no meu quadril, começa a rebolar devagar no ritmo da batida.

(Isso não é uma disputa…)

Ela me puxa e assumimos uma posição de dança, para sertanejo. Eu seguro a cintura dela por cima do vestido branco, tecido fino grudado no suor, dedos sentindo a curva quente da barriga. Ela joga o cabelão loiro pra trás e começa a dançar no ritmo do hit da Marília.

(Eu não quero te provocar…)

Ela sobe os braços, mãos na minha nuca, corpo curvado pra trás, peitões apertando contra meu peito a cada balanço. O vestido sobe nas coxas grossas, pele suada colando na minha camisa.

(Descobri faz um ano e tô te procurando pra dizer...

Hoje a farsa vai acabar)

Eu desço as mãos pros quadris dela, aperto firme, acompanho o rebolado lento e circular.

(Hoje não tem hora de ir embora…)

Ela vira o rosto de lado, lábios carnudos apertados, olhos semicerrados brilhando nas luzes da piscina. A boca dela abre num sorriso lento, língua passa devagar no lábio inferior.

(Hoje ele vai ficar…)

Eu aperto mais forte a cintura, puxo ela contra mim, pau duro pressionando suas coxas por cima da calça. Ela rebola mais fundo, sentindo tudo, quadril girando pra encaixar melhor.

(Iê-ê-ê, infiel...

Eu quero ver você morar num motel...

Estou te expulsando do meu coração...

Assuma as consequências dessa traição...)

Carlos assiste de longe, copo na mão, sem se mexer. Só olha. Maíra percebe, sorri mais largo, rebola ainda mais devagar, como se estivesse dançando pros dois ao mesmo tempo. (Eu quero ver você morar num motel…)

Antes da música acabar saímos da pista de dança.

(Você não vai mudar

Iê-ê, infiel)

Eu: “Adoro a Maíra Mendonça, essa música pega demais.”

Maíra ri alto, joga o cabelo loiro pra trás, ainda colada em mim no ritmo do final da música.

Maíra: “Marília, amor. Maíra sou eu.”

Rimos juntos, o som abafado pela música que termina. Ela dá um tapinha leve no meu peito.

Então Carlos aparece do nada, copo vazio na mão, camisa mais aberta.

Carlos: “Vi os dois dançando. Tá animada a festa hoje.”

Ele olha pra nós dois, sorriso tranquilo, como se nada fosse.

Carlos: “Pena que acaba daqui a pouco. Temos que encerrar meia-noite e devolver a chácara.”

Maíra vira pra ele, ainda com a mão na minha cintura, corpo suado colado no meu.

Maíra: “Podemos fazer um after. Sempre rola um after lá em casa. Chamamos pouca gente.”

Carlos me encara, levanta uma sobrancelha.

Carlos: “Quer ir?”

Eu: “Aceito. Estava divertida a festa.”

Maíra sorri largo, lábios carnudos brilhando.

Maíra: “Bom, te damos uma carona.”

Rumamos ao estacionamento, Carlos entra em uma SUV preta, grande, Maíra no banco do carona e eu no banco de trás.

Eu: “quem mais vai?”

Maíra ri, vira o rosto pra trás, olhos brilhando na luz fraca do painel.

Maíra: “só nós três, amor”

Carlos completa, ligando o motor, voz calma como se falasse do tempo.

Carlos: “o after é nosso. Eu não disse que gosto de ver a Maíra se divertindo? Hoje você vai ajudar ela a se divertir.”

Nem percebi que estava indo para aquele lado. Eu inocentemente acreditei que de fato eles iam chamar mais alguns amigos e continuaríamos bebendo na casa deles. O carro sai devagar da chácara, luzes da festa ficando pra trás no retrovisor, estrada escura à frente, silêncio dentro do SUV quebrado só pelo ronco baixo do motor e pela respiração dela, que vira de vez em quando pra me olhar pelo espelho.

Carlos dirige devagar pela estrada escura, luzes da chácara sumindo no retrovisor. Silêncio no carro, rádio em volume mínimo.

Carlos quebra o silêncio e explica: “Somos um casal liberal, Henrique. Eu gosto de ver a Maíra se divertindo com outros caras. Ela gosta de ser desejada, de sentir que ainda causa isso tudo. E eu gosto de assistir.”

Ele fala calmo, como se explicasse o caminho pra casa. Olha pelo retrovisor, me encara por um segundo.

Carlos: “Você topa comer a Maíra enquanto eu vejo?”

Maíra vira o corpo no banco do carona, olha pra trás, sorriso suave nos lábios carnudos.

Maíra: “Eu e o Carlos conversamos antes sobre isso, amor, sobre você. É sempre combinado antes, ninguém fica chateado. Combinamos quem, quando e onde. E ninguém na firma vai saber. É só entre nós três.”

Ela estende a mão pro banco de trás, toca de leve na minha coxa, dedos quentes por cima da calça.

Maíra: “Se você topar, a gente vai pro apê nosso agora. Se não, sem problema. A gente entende. Te deixamos em casa.”

Carlos mantém os olhos na estrada, mas sorri de canto.

De fato é um dilema interno, nunca vivi essa situação, mas eu solto: “Se ninguém ficar sabendo, eu topo.”

Maíra pula pro banco de trás, senta no meu colo de frente, pernas abertas encaixando nas minhas coxas. Cola a boca na minha num beijo afobado, a língua se enroscando na minha, mãos no meu rosto. O vestido branco sobe nas coxas grossas.

Carlos observa pelo retrovisor, sem dizer nada, só dirige devagar, olhos fixos na estrada e no espelho.

Chegamos no prédio deles, estacionamento subterrâneo vazio. Subimos de elevador sem falar muito, Maíra colada em mim, mão na minha cintura, Carlos na frente olhando o painel.

Entramos no apartamento, luz baixa da sala, sofá grande, barzinho no canto. Maíra me leva direto para o quarto, mão na minha, porta aberta atrás.

Maíra: “Vem.”

Ela fecha a porta só encostada, acende o abajur lateral. Começa a tirar minha camisa devagar, botão por botão, dedos quentes roçando meu peito. Desce pra calça, abre o zíper, puxa tudo pra baixo junto com a cueca. Eu fico nu na frente dela, pau já duro. Ela tira o vestido branco num movimento só, fica só de calcinha branca fina, peitões livres balançando, coxas grossas marcadas pelo tecido apertado.

Carlos entra no quarto em silêncio, sem camisa, só de calça. Se senta na poltrona próxima à cama, encostada na parede, pernas abertas, mãos nos braços da poltrona. Não fala nada. Só observa, olhos fixos em nós, respiração calma.

Maíra me empurra devagar pra cama, sobe em mim, beija meu pescoço, desce pelo peito, língua até a barriga. Pega meu pau com a mão, masturba devagar, olhando pro marido na poltrona. Carlos não se mexe, só assiste, pau marcando na calça, olhos semicerrados.

Ela tira a calcinha, joga pro lado, sobe no meu colo, posiciona a buceta molhada na cabeça, desce devagar, gemendo baixo.

Começa a rebolar lento, quadris girando, olhos fixos no Carlos enquanto se senta em mim. Ele respira ofegante, mas continua imóvel na poltrona, assistindo tudo.

Maíra acelera o ritmo, quadris batendo mais rápido e forte no meu colo, buceta apertando e soltando em espasmos ritmados. O sofá range baixo sob nós.

Maíra: “me come, trainee… me come forte…”

Ela joga a cabeça pra trás, cabelão loiro grudado nas costas suadas, mãos cravadas nos meus ombros.

Maíra: “arromba minha buceta… vai… arromba…”

Eu agarro a cintura dela com mais força, empurro pra cima em estocadas profundas, sentindo ela se abrir toda ao redor do pau. Ela arranha minhas costas com as unhas longas, linhas vermelhas marcando a pele, gemendo rouco no meu ouvido.

Maíra: “arranha minhas costas… arranha forte… me marca…”

Ela arqueia o corpo, empurra os peitões pra frente, mamilos duros roçando meu peito.

Maíra: “lambe meus peitos… lambe… é pra você lamber…”

Eu inclino a cabeça, boca aberta envolvendo um mamilo, língua circulando rápido, chupando forte enquanto a outra mão aperta o seio livre. Ela geme alto, corpo tremendo.

Maíra: “sente eu apertar seu pau, sente… coloca dentro de mim… porra, trainee… me faz gozar assim…”

Ela desce mais fundo, rebola circular com força, buceta pulsando ao redor, unhas cravando mais fundo nas minhas costas enquanto acelera, quadris batendo sem parar.

Eu a viro de quatro na cama, joelhos afundados no colchão com as coxas grossas abertas. Segurei os quadris dela com as duas e entrei de uma vez, fundo, o pau deslizando inteiro na buceta molhada e quente que ainda pulsava da metida.

Comecei forte, estocadas ritmadas e profundas, batendo até o fundo a cada movimento, o som da pele contra pele ecoando no quarto. Maíra empurrava pra trás, quadril rebolando pra encontrar cada investida, gemendo alto.

Maíra: “Assim… forte… me arromba… vai… não para…”

Ela curvou as costas, cabeça jogada pra trás, cabelão loiro grudado na pele, unhas cravando no lençol. Os peitões balançavam pra frente a cada estocada, mamilos duros roçando o tecido da colcha. Eu acelerei, segurando mais firme os quadris, puxando ela contra mim, pau entrando e saindo completamente, sentindo sua buceta apertar cada vez mais.

De repente ela gozou forte, corpo inteiro tensionando, buceta contraindo em espasmos violentos ao redor do pau, suco escorrendo pelas coxas. Os dedos dos pés se curvaram pra dentro, apertando o ar, pernas tremendo descontroladas enquanto ela gritava baixo, rosto afundado no travesseiro.

Maíra: “Tô gozando… caralho… gozando no teu pau…”

O aperto dela me levou junto. Eu segurei fundo, pau pulsando forte dentro dela, e gozei junto, jatos quentes enchendo tudo, enchendo a buceta apertada enquanto ela ainda contraía em réplicas. Fiquei ali, enterrado, sentindo cada aperto final, minha porra escorrendo devagar pelas coxas dela.

Carlos permaneceu sentado na poltrona por mais alguns segundos, imóvel, olhos fixos na cama. Depois, sem dizer nada, se levantou devagar, ajeitou a calça, virou as costas e saiu do quarto, porta fechando suave atrás dele.

Maíra ficou deitada mais alguns minutos, corpo suado colado no meu, braços me envolvendo forte, respiração ainda acelerada contra meu peito. Ela me apertou uma última vez, beijou meu ombro devagar e sussurrou: “vem”.

Me puxou pela mão até o banheiro. Acendeu a luz fria e abriu a ducha quente. Entramos juntos debaixo da água, nos ensaboamos, beijamos um pouco e depois saímos. Não falamos muito, só nos lavamos.

Saímos enrolados em toalhas, fomos pra sacada. A noite fresca de SP soprava uma brisa leve. Carlos já estava lá, sentado numa cadeira de ferro, duas cervejas abertas na mesinha ao lado. Ele ergueu uma pra mim, voz calma como antes.

Carlos: “Eu nunca participo. Só assisto. Eu e a Maíra transamos quase todos os dias, mas quando trazemos alguém pra ela, o momento é só dela. Eu gosto de ver, de saber que ela tá sendo desejada assim. É o nosso acordo.”

Ele tomou um gole longo da cerveja, olhou pra cidade, depois pra Maíra, que se sentou no meu colo de lado, toalha solta nos ombros.

Ficamos na sacada bebendo cerveja até o céu começar a clarear, o sol nascendo devagar atrás dos prédios. Conversamos pouco, só rimos de bobagens da festa. Maíra ainda no meu colo de vez em quando, Carlos sentado na cadeira ao lado, tranquilo como se aquilo fosse rotina.

Quando o céu ficou laranja, eu me levantei, peguei o celular e pedi um Uber. Maíra me deu um beijo lento na boca, Carlos apertou minha mão com um “valeu pela noite, trainee” e me acompanhou até a porta.

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