Sempre tive uma grande excitação por mulheres crentes. O fato de algumas religiões exigirem delas o cabelo bem comprido, saia e uma postura de mulher "santa", me excita muito.
Pois bem, minha vida ia caminhando tranquilamente, com alguns casos sem compromisso, porém, nada muito excitante. Em 2022, minha vida ganhou um propósito. Começou a trabalhar na empresa onde eu trabalhava, Jennifer. Casada, 28 anos, branquinha, magrinha, meiga, olhos verdes, cabelo liso e muito comprido, seios pequenos e bicudos, usando um óculos que a deixava com um ar meio de nerd e, o melhor de tudo, crentinha da Congregação. Jennifer é uma daquelas meninas que faz aulas de piano para poder tocar na igreja.
Como eu trabalhava no RH, fiz o contato com ela para que a mesma levasse sua documentação. Nesse belo dia, foi com uma saia preta e uma camisa social branca, que, ao ficar debaixo da luz, era possivel enxergar as florzinhas que estampavam seu sutiã.
Aquela vista me deixou com o pau duro. Era impossível não olhar para aquela mulher sem imagina-lá sentando no meu colo.
Alguns meses foram passando e eu fui percebendo que, sempre em que conversávamos, ela olhava profundamente nos meus olhos. Como eu também não desviava o olhar, ficávamos nos olhando fixamente.
Eu já estava ficando maluco com essa mulher. Me masturbava frequentemente pensando nela e olhando suas fotos nas redes sociais. Precisava de um sinal para dar uma investida, e esse sinal veio.
Houve um dia em que ela estava com uma dificuldade de realizar um comando no Excel e eu, por saber um pouco sobre o programa, fui ajudá-la. Cheguei por trás dela no computador, colocando minha cabeça no rumo do seu pescoço e colocando minha mão em cima da dela no mouse. Ela deixou um pouco, mas logo tirou. Enquanto eu a ensinava, ia sentindo o cheiro do seu perfume. Que vontade de chupar aquele pescocinho delicado. Ao terminar de ajudá-la, percebi que seus mamilos estavam muito duros, ao ponto de marcar sua camiseta, mesmo de sutiã. Ela ficou bem desconfortável com essa situação, mas eu não conseguia tirar meus olhos dos seus seios.
Prometi pra mim mesmo: o dia em que eu estiver sozinho com ela, vou tentar, nem que isso custe meu emprego.
E esse dia chegou. Precisei conferir uma documentação de alguns ex-funcionários que trabalharam na empresa e, para isso, precisei verificar no arquivo morto. Tal arquivo era um pouco afastado do prédio principal e, pelo cheiro de coisa guardada, praticamente ninguém ia lá.
Devido a grande demanda de documentos a serem analisados, chamei Jennifer para me ajudar. Ela prontamente aceitou e disse:
- Legal. Vou conhecer esse local que todos falam mal.
Nesse dia, Jennifer usava sua camisa social tradicional do dia a dia e uma saia mais justa.
Ao chegarmos no local, eu imediatamente tranquei a porta. Ela percebeu, porém não se importou.
Pedi para ela analisar umas caixas de arquivos. Ao vê-la trabalhar de costas, não aguentei e a abracei por trás. Ela se assustou e disse, em tom bem sério:
- O que você está fazendo"???
Eu respondi, a encoxando e dizendo:
- "Desde o primeiro dia que estou com um tesão incontrolável em você. Quero te sentir, nem que seja por uma vez".
Ela disse que não podia, que era casada. Eu falei que ninguém saberia e que, se ela quisesse, eu pediria demissão naquele dia mesmo.
Assim, a virei e comecei a beija-la. Ela resistia, um pouco, não colocando a língua. Já fui abrindo um pouco sua camisa e beijando seu pescoço. Nesse momento, Jennifer começou a respirar mais ofegante e seus mamilos começaram a endurecer.
Fui levantando sua saia e pude perceber uma leve umidade na sua vagina. Coloquei o dedo na sua buceta por cima da calcinha, eu voltei a beija-la. Ela começou a ceder e me beijar, colocando a língua. Começamos a nos beijar gostoso. Eis que ela desce minha cabeça para o seu seios e abaixa o sutiã. Seus bicos duros e pontudos eram maravilhosos.
A cada lambida e mamada em seus seios, Jennifer gemia e ficava cada vez mais ofegante. Fui descendo e beijando sua barriga branquinha e lisinha, até chegar na sua região pélvica.
Nesse momento, sua calcinha estava encharcada e quente. Apenas a coloquei para o lado e caí de boca naquela buceta.
Jennifer segurava na beirada da mesa, se contorcendo e gemendo. Por estarmos na empresa, não podia gemer alto, mas pude perceber que a vontade era de gritar.
Enfiei a língua lá dentro, como se estivesse beijando aquela buceta.
QUE GOSTO MARAVILHOSO! A buceta melava de escorrer pelas pernas, e eu me deliciava em cada líquido e parte daquela bucetinha.
Ela começou a empurrar minha cabeça contra sua buceta, na intensão de eu lamber cada vez mais fundo. Eu estava quase gozando, sem ao menos tocar em meu pau.
A coloquei de joelhos e fiz a mamar também. Ela estava maravilhada com meu pau. Era uma chupada até o fundo, e uma deslizada com a língua por ele. Ela dizia:
- "Que pênis mais gostoso. Duro como um poste e cabeçudo como um cogumelo".
Comecei a meter em sua boca. A buceta pingava o melado no chão. Estava encharcada.
Prontamente a levantei e disse baixinho em seu ouvido:
- "Agora vou fazer o que sempre quis. Te comer bem gostoso".
Ela sussurrou e disse:
- "Então me come como meu marido nunca me comeu".
Botei a calcinha de lado e enfiei o pau de uma vez. Ela gemeu alto dessa vez. O melado da buceta fez ele escorregar pra dentro.
Metia freneticamente. Ela se agarrava a mesa, como se fosse arrancar cada estaca de madeira. O cheiro de sexo havia se alastrado pela sala, e o saco fazia "ploc ploc ploc" a cada penetrada.
Cada bombada ela gemia e sua buceta ia inchando, a ponto de apertar o pau. Ela me segurou pela nuca e olhando no fundo dos meus olhos, com aqueles olhos lindos verdes, disse:
- " Fode mais seu cachorro. Vou gozar no teu pau todo."
Deliciosamente, ela cravou as unhas no meu pescoço e se entregou ao gozo. O quente de sua buceta escorrendo no meu pau, fez eu gozar dentro dela. Ficamos abraçados enquanto nossos corpos tremiam de prazer. Era possível sentir nossos órgãos genitais latejando com aquele momento maravilhoso.
Tirei meu pau de dentro dela e nossos líquidos sexuais misturados escorreram de dentro de sua buceta, caindo na sua calcinha. Era tanto líquido que a calcinha ficou pesada.
Ficamos ali, curtindo aquele momento em silêncio por alguns minutos.
Prontamente nos vestimos e iríamos sair da sala. Antes de sair, eu passei a mão em sua cintura, a dei um beijo em sua boca e disse:
- '" Era isso que eu precisava. Mais tarde, já faço meu pedido de demissão".
Ela não disse nada, apenas arrumou o cabelo no reflexo do vidro e saiu da sala.
Mais para o meio da tarde, vejo uma notificação de um número desconhecido no WhatsApp.
Ao abrir o aplicativo, para a minha surpresa, vejo a foto dela junto com o marido em uma viagem que fizeram juntos, para algum país com neve.
A mensagem dizia:
- "Por favor, não faça seu pedido de demissão e apague esta mensagem. Amo meu marido, mas amei transar com você. Vou querer mais".
Fui embora aliviado. Transamos outras vezes, mas aí é história para outro conto.
Caso queiram a parte 2, só dizer que escrevo. Espero que gostem!