Luciana e Marcelo eram inseparáveis no trabalho há mais de dez anos. Ambos técnicos municipais na prefeitura de Curitiba, ela como administradora afiada, mestre em organizar orçamentos caóticos, e ele como economista prático, sempre com planilhas impecáveis e piadas secas para aliviar o estresse. Eram amigos confidentes, daqueles que dividem almoços, reclamações sobre chefes e segredos que ninguém mais sabia. Mas nunca haviam cruzado a linha do "apenas colegas".
Dessa vez, a viagem a trabalho para uma conferência em São Paulo mudou tudo. Um seminário sobre gestão pública, com palestras intermináveis e coffee breaks cheios de networking forçado. O voo atrasou, o trânsito infernal os deixou exaustos, e o hotel no centro da cidade – um prédio moderno com quartos geminados por insistência da prefeitura para economizar – selou o destino.
Chegaram ao quarto por volta das 22h, suados e irritados.
— Que dia infernal — resmungou Marcelo, jogando a mala no chão e afrouxando a gravata.
Luciana riu, tirando os sapatos altos.
— Pelo menos estamos no mesmo andar. Quer dividir uma cerveja do frigobar? Minha conta, prometo reembolso.
Eles se sentaram na cama king size que separava os dois cômodos conectados por uma porta interna. A conversa fluiu no habitual: o chefe incompetente, os projetos engavetados, as vidas pessoais estagnadas. Luciana, solteira há dois anos, confessou:
— Sabe, Marcelo, às vezes acho que a gente é o único casal funcional que eu conheço... ops, amigos funcionais.
Ele ergueu a sobrancelha, o olhar demorando um segundo a mais nos lábios dela.
— Amigos? Luci, a gente é mais que isso. Você me conhece melhor que minha ex-mulher.
O ar ficou pesado, carregado de eletricidade não dita, como se o quarto inteiro pulsasse com o cansaço do dia e anos de olhares roubados no escritório. A cerveja gelada desceu devagar, deixando um rastro fresco na garganta seca, e as risadas começaram leves, mas foram se aproximando, os joelhos se tocando casualmente na borda da cama.
— Lembra daquela vez no carnaval de Curitiba, quando dançamos até o sol raiar? Você me girou como se eu fosse leve como uma pluma — provocou ela, encostando o ombro no dele de propósito, sentindo o calor do corpo dele irradiar através da camisa fina.
Marcelo inalou o perfume dela – floral e sutil, misturado ao suor leve do dia –, e seu coração acelerou. Internamente, ele admitia: Eu sempre quis isso, mas o medo de estragar tudo me parou.
— Eu lembro de tudo sobre você, Luci. Cada risada, cada bronca no trabalho, cada vez que você me salvou de um prazo apertado — murmurou ele, virando-se para encará-la de frente, os olhos castanhos dela brilhando sob a luz fraca do abajur.
Foi inevitável, como uma represa rompendo após anos de pressão. Seus olhares se fundiram por segundos eternos, o silêncio pontuado apenas pelo zumbido distante do ar-condicionado e pela respiração acelerada dos dois. As mãos se tocaram primeiro – os dedos dela roçando os dele de leve, um teste tímido –, e então ele a puxou devagar, como se temesse que ela evaporasse.
— Marcelo... — sussurrou ela, a voz rouca de desejo contido, mas sem recuar.
Seus lábios se roçaram num beijo hesitante, exploratório, que explodiu em paixão voraz: línguas se enroscando famintas, sugando e mordiscando, provando cerveja, suor e urgência pura. As mãos dele subiram pelas costas dela, desfazendo o zíper da saia com precisão de quem planejava isso em segredo há anos, enquanto ela gemia na boca dele.
— Isso é loucura, né? Colegas de trabalho... e se amanhã for estranho? — provocou ela, ofegante, mas seus dedos já rasgavam os botões da camisa de Marcelo, expondo o peito largo e musculoso, os músculos definidos tremendo ao toque dela.
— Loucura que a gente merece há anos. Para de falar e me deixa te foder direito — rebateu ele, voz grave e dominante, as mãos grandes deslizando pelas coxas grossas e macias dela sob a saia, subindo até o calor escaldante da virilha – a calcinha fio dental encharcada de gozo, o tecido colado aos lábios inchados da buceta dela.
As roupas caíram em um frenesi animalesco, peça por peça despida com mãos trêmulas de tesão: a blusa justa dela foi arrancada, libertando os peitos grandes e pesados, mamilos grossos e rosados eriçados como pedras, implorando atenção; Marcelo os atacou voraz, apertando as tetas cheias nas palmas calejadas, chupando os bicos com força, mordiscando até ela uivar de dor prazerosa, suor escorrendo pelo vale entre eles.
— Ah, caralho, Marcelo... chupa mais forte, mama minha teta inteira! — implorou Luciana, arqueando as costas como uma gata no cio, os dedos cravados no couro cabeludo dele.
Ele desceu predatório, arrancando a saia e a calcinha ensopada – revelando a buceta raspadinha, lábios carnudos e vermelhos escorrendo mel grosso, clitóris inchado e protuberante como um botão latejante. Seus dedos grossos separaram as dobras molhadas, mergulhando no buraco apertado e viscoso, fodendo-a com dois, depois três dedos em estocadas rápidas e curvadas no ponto G, o polegar esfregando o clitóris em círculos brutais.
— Porra, Luci, tua buceta tá escorrendo pra caralho... tão apertada, sugando meus dedos como uma puta gulosa — grunhiu ele, o som de sucção molhada ecoando no quarto enquanto ela se contorcia, os fluidos quentes molhando os lençóis.
Luciana revidou selvagem, empurrando-o de costas na cama com força feral. Abriu o zíper da calça dele como uma puta faminta, libertando o caralho enorme – 17cm de pau grosso, veias pulsantes, cabeça roxa e inchada pingando líquido viscoso de excitação.
— Filho da puta, que pica monstra... sempre quis mamar isso — rosnou ela, lambendo da base às bolas cheias, chupando cada uma na boca antes de engolir o tronco inteiro, garganta profunda até as bolas baterem no queixo, baba escorrendo pelo queixo enquanto subia e descia em boquetes guloso, a mão torcendo a base.
Marcelo urrava, fodendo a cara dela com os quadris, bolas batendo na pele:
— Toma, engole meu pau todo, sua vadia safada... me mama até eu gozar na tua garganta!
Não aguentaram mais o foreplay insano. Marcelo a flipou de quatro como uma boneca de foder, nádegas empinadas e vermelhas de palmadas leves, buceta aberta e pingando.
— Vou te arrombar toda, Luci... aguenta meu pauzão — avisou, roçando a glande babada nos lábios dela antes de meter de supetão, esticando o canal apertado até o talo, bolas esbarrando no clitóris.
Ela gritou:
— Caralho, que grosso! Me fode, me enche toda!
Ele bombou impiedoso – estocadas profundas e brutas, pau saindo brilhante de gozo até a entrada e mergulhando de novo, som de pele chapinhando em porra, uma mão puxando cabelo, a outra esfregando o cu piscando dela enquanto beliscava o clit. Luciana gozou explodindo, buceta convulsionando e apertando ao redor do pau dele:
— Tô gozando, porra! Me enche de porra!
Marcelo explodiu segundos depois, jatos grossos de esperma quente inundando o útero dela, transbordando pelas coxas enquanto ele rugia, colapsando sobre ela.
Horas depois, deitados entre lençóis amassados, ofegantes e suados, Luciana traçava círculos no peito dele.
— E agora? Volta pra Curitiba e finge que nada aconteceu? — perguntou ela.
Marcelo sorriu, puxando-a para perto.
— Nada de fingir. Isso foi só o começo. A gente merece mais que planilhas e relatórios.
Na manhã seguinte, no café da manhã da conferência, trocaram olhares cúmplices por cima das xícaras de café. A viagem de volta seria diferente. Amigos? Sim. Mas agora, amantes.