Este conto é curto, mas acho que vale a pena contar.
Quando eu estava indo ao trabalho, pensei em ir um pouco mais cedo e, para isso, pedi um Uber Moto. Quando ele chegou, eu ainda estava na correria para me vestir e pegar minhas coisas; pedi para ele esperar só um pouquinho e saí em seguida.
— Bom dia, você é o fulano? — perguntei.
Ele respondeu que sim, e eu subi na moto. Quando ele ia dar a partida, comentou:
— Hoje está frio, né?
— Sim — respondi.
Ele então falou:
— Pô, mano, tem algum banheiro por aqui? Eu estou muito apertado.
Eu disse:
— Pode usar o meu, pô. Tem problema não, bora lá.
Eu não queria deixá-lo entrar sozinho e também não o queria no banheiro da minha casa, onde tinha móveis e tudo, então decidi levá-lo para o do primeiro andar. Disse para ele colocar a moto na garagem, para evitar que acontecesse algo; ele entrou e eu subi com ele. Deixei-o entrar no banheiro, até que, um tempinho depois, vi que ele estava demorando. Pensei em algumas coisas, mas fui na hipótese mais inocente e me questionei se ele precisava de papel higiênico.
No andar de cima não tem muita coisa: é basicamente o banheiro e um quarto para visitas ou para quem quisesse alugar — pelo menos esse era o plano no início, mas minha mãe desistiu da ideia. A gente usa o espaço para guardar algumas coisas, como produtos químicos de limpeza e papel higiênico, por exemplo. O móvel ficava de frente para a porta do banheiro. Quando passei para pegar o papel, dei de cara com ele de costas, em pé, na posição de mijar. Aí ele falou:
— Pô, mano, foi mal a demora aí.
Ele disse isso já se virando, enquanto balançava o pau de um jeito que eu consegui ver. Isso claramente foi proposital e me excitou na hora. O cara era tão tarado quanto eu, e eu queria me aproveitar disso.
— De boa, eu estava vindo pegar um papel aqui para tu. Foi mal ter manjado teu pau aí sem querer, kkkk.
Ele riu:
— Eita, tu manjou, foi? Kkkkkkkkk.
— Foi, mano. Grandão demais, cuidado por aí! Não vai aleijar ninguém não, kkkk.
A gente foi rindo assim e eu já mandei um migué:
— Vou aproveitar para mijar também.
Só que, diferente dele, eu não mijei de frente; mijei de lado para que ele pudesse ver minha pica.
Ele ficou apoiado ali na parede e perguntou:
— Ei, pô, tu curte o quê?
Foi aí que o clima rolou:
— Cara, um pouco de tudo. E tu?
— Um pouco de tudo também — ele respondeu.
Ali mesmo eu deixei meu pau duro e comecei a bater uma. Fui logo tirando a bermuda e a cueca, e ele já veio tirando a pica também. Saí do banheiro e ajoelhei para mamar ele; chupei igual putinha. Ele quis comer meu cu, mas eu não estava muito a fim de dar. Eu gozei e continuei chupando, até que ele gozou na minha boca. Saímos de lá e ele me levou até o meu trabalho.