Fodi com colega do meu vizinho

Um conto erótico de Abgab22
Categoria: Gay
Contém 1866 palavras
Data: 19/02/2026 22:52:35

Exibindo para um estranho

Como eu já havia mencionado no conto anterior, curto muito exibicionismo. O ato de ser flagrado por alguém me dá uma enorme adrenalina. O que eu mais faço é aproveitar o tempo que tenho sozinho em casa, enquanto a minha mãe trabalha, para ficar andando nu e batendo uma em todos os cômodos.

Minha casa tem o térreo e o primeiro andar, mas a escada para o andar de cima é pelo lado de fora, pela garagem. O muro da minha casa é colado com o do vizinho e o portão é uma mistura de porta baixa com grade, mas as grades não cobrem nada. Às vezes, de madrugada, eu ficava batendo uma na garagem porque era o mais próximo que eu podia ficar pelado da rua. Às vezes, passava minha pica para fora da grade e gozava do lado de fora. Quando eu ficava muito louco, subia as escadas e sentava na metade da subida; qualquer um, de longe, poderia ver, se prestasse atenção, um moleque viciado em punheta tocando uma. Meu vizinho seria um deles; se ele saísse para a garagem, poderia ver fácil o que estava acontecendo. Muitas variáveis poderiam ocorrer, mas nenhuma vez eu fui flagrado, até que...

Certo dia, acordei mais cedo com muito tesão. Nesse dia, minha mãe não voltaria pois estava passando um tempo com o namorado, então, por volta de umas nove e pouca, eu já estava pelado. Como a porta da minha sala e o sofá batiam de frente visualmente para o portão da garagem, qualquer um que olhasse veria facilmente como era lá dentro. Pensei em tirar proveito da exposição e começar a bater uma, até porque, pela manhã, é um pouco mais movimentado. Mas, nesse dia, estava chovendo, então a quantidade de pessoas que poderiam passar ficou limitada. Compartilhei pornô do celular para a TV e comecei a brincadeira de ficar andando pelado e gravando minha pica pela garagem e pela escada. Queria brincar o dia todo, então me recusei a gozar.

Nesse dia, eu tinha duas possibilidades: minha mãe me avisou que, por volta das dez, geralmente o cara da energia chegava para entregar a conta, e eu teoricamente também receberia uma entrega. Fiquei curioso se haveria a possibilidade de ser pego no flagra por eles. Eu já estava louco de tesão, então imaginar putaria era algo que não me faltava.

Sentei no sofá com as pernas bem abertas, expondo a pica. Vi algumas pessoas passando, mas ninguém reparava em nada. Continuei a brincadeira até que dei uma "baixada na bola" para fazer algo de que não lembro, mas era no quarto da minha mãe. A janela do quarto dela dava para o lado de fora. Achei abafado e abri a janela. Lembro que pretendia pegar algo em cima do armário, usando um suporte que me deixou mais alto — ou melhor dizendo, deixou a minha pica visível na altura da janela.

Quando eu desci, de canto de olho, vi onde a loucura começou: um cara, por volta dos 19 ou 22 anos, estava bem no portão com um celular na mão. Deu para saber que ele viu o que viu. Eu dei uma escondida para controlar o nervosismo e o meu pau, até porque eu gosto de me expor, mas geralmente não de pau muito duro. Decidi tomar coragem e fui para a sala. Peguei meu chinelo como desculpa para colocar na entrada da porta e ver se ele ainda estava colado com o meu portão, fingindo não estar tentando vê-lo. Eis que ele fala:

— Bom dia, sabe dizer se essa é a rua tal?

Olhei para ele. Naquela situação — eu pelado, a pica de fora, lá fora chovendo e nenhuma possibilidade de mais alguém passar — decidi me aproximar. Eu estava tão exposto ali que era como estar diretamente na rua, completamente nu.

— Opa, bom dia. É aqui sim — respondi.

Foi quando ele perguntou:

— Seu Laércio mora nessa casa ao lado? (Laércio é meu vizinho).

— Mora, mas geralmente esse horário ele já sai de casa para trabalhar. Você falou com ele?

— Falei, mas ele não está respondendo e nem recebendo mensagem. Você tem o número dele?

Falei que não tinha, mas que poderia perguntar para alguém que eu conhecia. Era o mesmo número, ele só não respondia. Perguntei se ele tinha tocado a campainha e ele disse que sim. Toda essa conversa rolando e eu pensando o quão foda estava eu ali, com a pica de fora praticamente para todo mundo ver e um cara perto de mim puxando papo.

Meu pau começou a subir. Dessa vez, eu só deixei a pica ir subindo. Ficou um silêncio até que ele falou:

— Não dá problema tu ficar aqui assim, não?

Falei:

— Rapaz, eu geralmente não fico muito perto do portão não, mas quando estou sozinho em casa, fico nu mesmo, porque é do jeito que eu acordo. Sabe como é que é?

— Sei — disse ele.

A chuva começou a engrossar e aquilo, para mim, poderia ser a maior estupidez ou a melhor ideia que eu poderia ter tido. Perguntei se ele queria entrar para se esconder da chuva; eu colocaria uma cadeira no terraço e ele esperava. Ele disse que não precisava, mas eu insisti e, sem muita relutância, ele aceitou. Voltei para pegar a chave e abri a porta. Ele entrou ainda com o celular na cara. Para puxar assunto, perguntei se ele queria água ou algo do tipo; ele recusou. Falei que ele poderia ficar de boa e à vontade dentro de casa porque a chuva já estava começando a alcançar o terraço.

Ele entrou e sentou na sala. O pornô estava no mudo, mas rolava na TV. Eu não sabia o que estava fazendo. Minha pica já estava estalando. O tesão, me fazendo pensar com a "cabeça de baixo", me fez agir e colocar um cara que eu nunca vi dentro de casa. Soube que ele veio ajudar meu vizinho com algo, então supus que fosse um colega. Logo após uma breve conversa, falei:

— Pô mano, deve estar desconfortável para tu eu pelado assim, né? É que eu fico mais confortável pelado em casa mesmo, aí fico solto assim.

Ele falou:

— Relaxa, eu não ligo não.

Tentei manter um linguajar mais bruto:

— É porque tu é homem, e homem não liga muito para isso. Se tu quiser, pode ficar pelado aí também.

Ele riu com a minha "piada", mas no fundo eu senti que ele queria estar fazendo aquilo mesmo. Perguntei se o meu vizinho o tinha respondido e ele disse que as mensagens nem chegavam. Comecei a bombar o pau bem discretamente, pois queria levantar com ele duro. Então, quando ele falou do vizinho de novo, levantei com a pica dura. Ele olhou para o meu pau enquanto fingia mexer no celular, e eu fiquei no meu também, fingindo que não reparei ele olhando.

Falei:

— Pô mano, tem problema eu ir só me molhar um pouquinho? Foi mal o pau duro, é que o pornô me deixou assim, tá ligado?

Ele falou:

— Tô ligado.

— Certeza que tu não se incomoda comigo assim?

Ele respondeu:

— Tá de boa, a casa é sua, ligo para isso não.

Já muito louco de tesão e talvez impaciente para "amaciar a carne", soltei uma piada:

— Aproveita aí, se tu quiser assistir e bater uma, kkkk. Vou ali e já volto.

Ele respondeu:

— Pode mesmo? Kkkkk.

Falei:

— Pode sim, tira tudo aí, pô. Fica à vontade, pelo menos eu não sou o único aqui.

Manter a postura, a calma e se controlar para não começar a bater uma era difícil. A situação obviamente estava correndo para onde eu queria. Ele começou a abaixar o short e depois a cueca. O pau dele era grosso, mas não era muito grande; uma pica bem branquinha e bem desenhada.

— Aí sim, hein? Que pica gostosa — falei.

— Cê acha? — ele respondeu.

— Pô mano, achei.

— Gostei da tua também, ela é bem grande. ele falou meio sem jeito

— Quer pegar?— Falei balançando a pica.

— Quero.

Ele se aproximou e pegou no meu pau. Já foi logo se ajoelhando e caindo de boca. E caralho, que boquinha de puta! O moleque era posturado, de um jeito tímido, mas eu fodia aquela garganta igual bicho no cio. Ali ele virou minha putinha. Sentei no sofá, ele segurou a minha perna na posição que expusesse meu cu e começou a chupar também. Chupava tudo sem frescura, engolia minha pica com fome. Ele não queria sair dali e eu queria dar a minha "chupeta de menino" para ele brincar.

Perguntei se ele queria comer meu cu. Já fazia um tempo que eu não dava, mas não fiquei nervoso. Se doesse ou machucasse, eu ia aguentar; tomar no cu era o que eu queria naquele momento. Ele, sem responder, já foi tentando meter e conseguiu. Doeu para caralho, mas a putaria toda só aumentou o tesão e apaziguou a dor. Não demorou muito; poucas estocadas e ele já queria gozar. Tirou do meu cu e gozou na minha barriga e no meu pau.

Puxei ele com força pelo cabelo e botei para mamar meu pau com a porra dele. Fiz ele cheirar meu pau inteiro e lamber o resto da porra que saiu pela minha barriga e perna. Disse para ele virar o cuzinho para mim. Ele era um parrudo meio gordinho, aquela bunda era grande e o cuzinho maravilhoso. Chupei o cuzinho todo dele, deixei ele na posição de franguinho assado e meti um, dois, três dedos naquele cuzinho guloso, até que finalmente comecei a colocar meu pau para dentro.

Deslizou tão gostoso que o puto gemeu. Ele estava pronto para receber estocada forte. Peguei naquele pescoço dele e segurei com força enquanto a estocada ia forte dentro dele. Sem nem conhecer, taquei com tudo no cu daquele cara e decidi que ia marcar território. Falei bem no ouvido dele:

— Tu vai ser minha nova cachorra. Eu vou gozar no teu cuzinho agora.

Aquela carinha de quem pedia pica, toda rosinha, foi o suficiente para eu ver que ele estava domado. Gozei tudo dentro dele, sem deixar cair uma gotinha. Tirei minha pica do cu dele bem devagarinho e mandei ele mamar para limpar meu pau. Nesse dia, peguei o contato dele, mantivemos conversa por um tempo e comi ele de novo, mas, depois, de repente, paramos de nos falar.

Depois dessa foda, meu fogo baixou. Mas, sinceramente, acho meu tesão um absurdo e até me sinto um tarado às vezes. Sou viciado em colocar o caralho para jogo quando posso. Arrumei a bagunça que fiz com ele. A notinha do boleto de energia já estava na caixa de correio; se o entregador viu algo, eu não sei, mas até prefiro que tenha visto.

Fiquei o dia só na punheta, jogava um pouco no computador, comia, mas tudo isso pelado. Foi quando alguém tocou a campainha, por volta das 17h. Era a minha entrega. Apareci na porta e vi que era uma mulher. Mesmo ali pelado, já fui logo falando:

— Opa, peraí um pouquinho.

Voltei, peguei uma toalha pequena e fui segurando. Infelizmente, com mulher é mais difícil. Só peguei minha entrega e entrei. O restante do dia? Bom, punheta até dormir.

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