Minha irmã, minha esposa. 2

Um conto erótico de Marcus
Categoria: Heterossexual
Contém 2089 palavras
Data: 19/02/2026 15:21:21

Hoje eu acordo com o corpo dela colado no meu como todas as manhãs. Nicole dorme de lado, de costas pra mim, a bunda enorme encaixada perfeitamente na minha virilha como se fosse feita pra isso. Eu entro nela devagar com ela ainda meio dormindo, sentindo a buceta quente e molhada me receber sem resistência nenhuma. Ela geme baixinho, ainda sonolenta, empurra pra trás devagar, e a gente fica assim, quase sem acordar de verdade. Depois tomamos café na varanda, ela de shortinho minúsculo e camiseta larga minha, eu de bermuda, e se o tesão sobe de novo a gente volta pro quarto ou pro sofá mesmo. A vida virou isso: trabalho, academia, descanso e sexo. Muito sexo. Como se a gente precisasse compensar todos os anos em que fingimos que eramos somente “irmão e irmã”. Não pensamos em nossos parentes que deixamos, nunca nem citamos um pro outro, apenas seguimos em frente. Mas naquela manhã de sábado, anos antes, nada disso existia ainda. Era só uma faísca que eu tentava apagar com força.

Depois que Nicole subiu a escada, eu fiquei na cozinha um tempo a mais, olhando o prato vazio, o café esfriando. Meu pau ainda estava meio duro, uma pulsação chata que não ia embora. Levantei, lavei a louça devagar, tentando me distrair com o barulho da água. Mas a mente voltava sempre pro mesmo lugar: o jeito como ela tinha se mexido no meu colo, quase imperceptível, como se estivesse testando. Como se soubesse que eu ia reagir. Subi pro quarto dela primeiro. A porta estava entreaberta. Bati de leve.

— Nic? Tá tudo bem?

Ela estava sentada na cama, pernas cruzadas, ainda com a camiseta minha e o short cinza. Olhos vermelhos, como se tivesse segurado choro.

— Tô. Só… pensando.

Entrei, fechei a porta atrás de mim. Sentei na beira da cama, mantendo uma distância segura.

— Você sabe que eu não vou sumir, né? A gente vai se falar todo dia. Vídeo, mensagem, o que for.

Ela assentiu, mas não olhou pra mim. Ficou mexendo na barra da camiseta, puxando o tecido pra baixo como se quisesse se cobrir mais.

— Eu sei. Mas não é a mesma coisa. Aqui você tá sempre perto. Me abraça, vê series comigo me ajuda nos trabalhos da escola. Lá… vai ter outras pessoas. Meninas. E eu vou ficar aqui sozinha com eles. E se você se entreter com uma menina e me esquecer?

A voz dela quebrou no final. Eu senti um aperto no peito. Estiquei a mão, toquei o joelho dela. Pele quente, macia.

— Ei. Ninguém vai tomar seu lugar. Nunca.

Ela levantou o rosto. Os olhos verdes-escuros estavam cheios d’água. Mas não chorou. Em vez disso, se arrastou na cama e se jogou no meu colo de novo. Dessa vez de frente, pernas abertas em volta da minha cintura, rosto enterrado no meu pescoço.

— Promete?

— Prometo.

Ela apertou mais. Os seios grandes se espremeram contra meu peito. Senti os mamilos duros roçando por cima do tecido fino da camiseta. Meu pau reagiu na hora, endurecendo de novo, pressionando contra a curva da bunda dela através do short. Ela deve ter sentido, porque deu um suspiro longo, quase um gemido abafado contra minha pele. Fiquei desconsertado e com vergonha, nem sabia mais o que fazer.

— Você tá… — ela sussurrou, sem terminar a frase.

— Desculpa. É… involuntário.

Ela não se mexeu pra sair. Pelo contrário: mexeu os quadris devagar, um movimento circular mínimo, roçando a buceta quente contra o volume da minha calça de moletom. O tecido do short dela era fino demais. Eu sentia o calor, a umidade sutil começando a se formar.

— Nic… para!

A peguei pelas coxas e a joguei de lado, de forma bruta mesmo, estava começando a lembrar... Isso não começou agora, não foi do nada e de repente.

Sempre brincamos juntos quando éramos mais novos, nossos primos moravam longe e as crianças do nosso bairro ou eram pequenas demais para brincarmos ou eram grande demais para brincar, então eu só tinha a Nicole e ela só tinha a mim. Brincávamos de polícia e ladrão, pega pega, esconde e esconde e quando nossos pais não estavam, brincávamos de casinha, médico, papai mamãe o que você conhece. Nós deixou bem mais unidos mas de forma errada, e sabíamos que era errado mas não contávamos a ninguém e ninguém descobriu.

Quando estávamos na adolescência um indivíduo de nome Júlio que era seu colega de classe deu um tapa em sua cara, e eu como um bom herói e usufruindo de minha altura e peso elevado quebrei 3 dentes e um dedo do garoto. Deu um bafafá danado, eu fui suspenso e o garoto mudou de escola, meu padrasto ficou satisfeito comigo pela primeira vez na vida e minha mãe desolada porque eu não trazia problemas. Mas quem me deu um aperto no ombro e um olhar de orgulho por ter defendido uma menina e meu sangue foi meu avô, somente as palavras: Bom trabalho foi o suficiente para me encher de confiança pro resto do ano.

Mas quem ficou mais afetada foi Nicole, por ser uma garota tímida, gordinha e romântica (ela via crepúsculo e outras séries de adolescentes) ela viu em mim, seu próprio irmão uma paixonite adolescente, puramente platônica ao menos de minha parte. Desde que a mesma pediu para tirar seu B.V eu evito e me escondo de situações extremamente românticas entre irmão e irmã, sempre me sentia um lixo quando eu pensava que no fundo, talvez gostasse dela desse jeito.

Voltando a situação:

— Desculpa, maninho. Eu só… Ela não teve coragem de completar e nem devia.

Eu fechei os olhos. Tentei contar até dez mentalmente. Mas o cheiro dela — coco do shampoo misturado com o cheiro natural da pele, quente, doce, um pouco suado do sono — estava me deixando louco. Meu pau pulsava forte agora, a cabeça roçando o tecido, seu rabão se esfregando em mim, somente um pouco do tecido separava nossas carnes. Eu não tava pensando direito.

— Eu vou sair agora Nicole.

A larguei lá, a mesma com o rosto já inchado e com os olhos cheios de água, não fiquei para ver seu choro estava atordoado demais para pensar em algo. A manhã prosseguiu, almoçamos num silêncio constrangedor e extenso a nossa desavença era nítida para quem ouvisse pois viviamos conversando entre as refeições. Quando a tarde chegou, já estava arrependido do que havia feito, eu quem estava errado, quem ficou de pau duro com a própria irmã fui eu. Me senti pior do que já estava e fui em direção ao seu quarto.

— Oi Nice, vamos assistir alguma coisa? — sugeri, tentando amenizar nossa situação. No meu quarto. Tem ar-condicionado.

Ela levantou o rosto, sorriu de leve, ainda com os olhos inchados, ela vestia apenas uma camiseta minha e devido ao seu cumprimento, não vi que a mesma estava somente de calcinha.

— Tá bom.

Descemos e fomos para meu quarto. Eu morava numa espécie de anexo um pouco afastado da casa principal. Tinha decidido mudar para lá porque compartilhava o quarto anterior com Nicole, a ver quase pelada não fazia muito bem para mim e nem pra nossa relação de irmãos.

Eu liguei o ar que comprei com meus próprios esforços, joguei uns travesseiros na cama. Ela se deitou de lado, eu deitei atrás, como sempre fazíamos quando assistíamos filme juntos. O colchão afundou com o peso dos dois. Ela puxou meu braço por cima da cintura dela, encaixando minhas costas contra o peito dela. E fazia questão de deixar nossos quadris longe um do outro.

O filme começou — algum suspense genérico que a gente já tinha visto mil vezes. Mas não prestavamos atenção de verdade.

Em um movimento se ajeitando na cama sua camiseta subiu e eu vi aquele rabão. Branco, redondo e enorme engolindo uma calcinha que mesmo que fosse grande se tornava um fio dental por conta da grandeza de seus quadris. Não consegui evitar, fiquei duro e dessa vez foi impetuosamente e sem frescuras, meu cérebro identificava somente uma mulher gostosa na minha frente, independente de ser minha irmã. E como se fosse um ímã ela se encostou no meu quadril e definitivamente o sentiu, mas não falou nada e pude jurar que vi em seu canto de rosto, um pequeno sorriso. Uns vinte minutos depois, a mão dela desceu devagar pela minha coxa. Dedos traçando círculos leves na parte interna, subindo devagar. Parou bem perto da virilha, sem tocar o pau.

— Lembra quando a gente era menor? E brincava de médico? Hahaha. Ela ria baixinho de forma debochada.

— Sim... Não tinha coragem de impedir aquela conversa, na realidade... Não queria.

— Éramos sapecas mesmo, estavamos tão acostumados a dar selinhos que quando demos um na frente da mamãe ela quase infarta hahaha.

Fiquei em silêncio.

— Você me acha bonita?

— Acho sim. A menina mais linda que já vi.

Seu rosto ficou vermelho, ela olhou nos meus olhos com aquela droga de franja linda os olhos verdes e me disse na maior cara de pau:

— Você me acha gostosa?

— Como assim...

— Eu ainda me sinto a mesma gordinha de antes, eu emagreci um pouco e tô firme na academia por isso tô perguntando. Era nítido que ela estava sendo cínica, ela sabia que estava gostosa e que mexia comigo, ela só queria a confirmação.

— Acho sim, você é muito bonita de rosto e de corpo. Já parou com o interrogatório?

— Ainda não, tem mais uma. Marcus… você já… sentiu tesão por mim antes?

A pergunta saiu baixa, quase inaudível por causa do som do filme. Eu engoli em seco.

— Não. Quer dizer… não desse jeito. Você é minha irmã.

Ela virou o rosto um pouco, olhando pra trás por cima do ombro.

— Mas agora sentiu? E o que é isso me cutucando?

Eu não respondi de imediato. Tentei me desvincilhar do corpo dela mas a mesma não deixou puxando meu quadril de volta, ela pega minha mão direita que segurava em volta de seu quadril e colocou debaixo de sua camisa. Minha mão, que estava na cintura dela, subiu devagar pela barriga lisa, parou logo abaixo dos seios. Senti a respiração dela acelerar.

— Nicole… o que você tá fazendo? A gente não pode.

— Eu sei. Mas eu penso em você o tempo todo. Quando eu me toco. Quando eu tomo banho. Quando eu durmo. Sempre você.

As palavras dela caíram como um soco. Meu pau deu um pulo forte contra a bunda dela. Ela gemeu baixinho, empurrou pra trás de leve.

— Me deixa sentir… só um pouco. Por favor.

Eu não aguentei. Deslizei a mão por baixo da camiseta velha. Subi devagar até o seu grande peito esquerdo. O mamilo estava duro, inchado. Apertei de leve entre o polegar e o indicador. Ela arqueou as costas, gemeu mais alto.

— Marcus…

Minha mão deslisou em seu corpo. Encontrei a calcinha e ela estava molhada. Muito molhada. O tecido grudado nos lábios inchados. O cheiro de buceta era intoxicante e viciante. Passei o dedo por cima da calcinha, sentindo o clitóris duro. Ela tremeu inteira.

— Você tá encharcada… — murmurei, sem conseguir parar.

— Por você. Sempre por você.

Eu tirei a mão de dentro do short, levei os dedos molhados até a boca dela. Ela abriu os lábios, chupou devagar, lambendo o próprio gosto. Gemendo na garganta. Depois virou o corpo inteiro pra mim. Ficamos de frente, narizes quase se tocando. Ela segurou meu rosto com as duas mãos.

— Me beija. Só uma vez. Se você não gostar, eu paro pra sempre.

Eu hesitei, tentei lembrar que ela era minha irmã, que era errado e que a mesma não merecia isso. Depois fechei os olhos e encostei os lábios nos dela. Foi lento. Macio. Tremendo. A língua dela tocou a minha de leve, tímida. Depois mais fundo. O gosto de mulher ainda estava na boca dela, misturado com o doce natural. Ela gemeu na minha boca, apertou o corpo contra o meu. Meu pau latejava contra a barriga dela.

Quando nos separamos, os dois estávamos ofegantes.

— Você gostou? Ela pergunta temerosa e ofegante.

Eu a ignorei e a puxei para outro beijo apaixonante. E ali, com o filme rolando ao fundo, a gente ficou se beijando devagar, mãos explorando por cima da roupa, sem ir além. Ainda não, não podia, não com ela. Quando ouvi o som de nossa mãe nos chamar para o café da tarde foi como um lampejo de lucidez, separei dela e parti para a casa. Não sabia se teria forças para parar o que poderia acontecer. Também não sabia se queria parar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Marcus_Braken a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários