Após a transa com Ernesto, cheguei e tomei uma ducha no jardim de casa, sob olhar e provocação da esposa. Enquanto fazia o almoço, tomando uma caipirinha bem gelada e conversava com ela, pensava na proposta de voltar a obra. Metade de mim pedia para ir e a outra metade falava para pensar. Almoçamos e bebemos. E eu sem, decidir se voltaria.
Eram quase duas da tarde quando ela foi pro quarto deitar. Não tendo o costume de dormir durante o dia, disse que talvez sairia de bike novamente.
- Vai. Disse ela. É bom pedalar. É saúde. E amanha já estaremos no corre corre diário e você não anda de bike. Então aproveita.
- SIM. VOU APROVEITAR MAIS ESSA TARDE E DAR MAIS UMA VOLTA.
Dei um beijo nela e ela foi deitar. Fiquei um pouco mais em casa. Outra ducha e outra chuca. Mesmo sem decidir se iria ou não .
Logo pego a bike e no mesmo estilo de manhã, (sunga, tênis e camiseta) saio de casa. Passo numa farmácia e compor um energético, um lubrificante e camisinha. Se tivesse coragem de entrar na obra novamente, pelo menos teria a prevenção.
Perto das 15h passo pela obra e nada vejo no portão. Ainda indeciso, penso que aquilo seria o sinal de não ir. Ando uns km e volto. Uns 50 metros antes da obra, vejo no portão, Ernesto e outro homem parado com um pequeno cooler na mão. Falavam entre eles e olhavam para a rua. Paro sobre a sombra de uma arvore e observo o segundo Homem. Imagino ser o Julião. Alto, mais encorpado que Ernesto, Moreno e forte também. Meus pensamentos ficaram confuso. Reflito e decido ir. Afinal a vida é uma só. Viver e ser feliz.
Ao me verem de bike perto da obra, noto o sorriso de Ernesto que tocou no parceiro me apontado, como se dissesse, ele está vindo. Julião olha atendo e abre um sorriso de aprovação. Isso me encorajou ainda mais. E agora, já visto, não tinha como escapar. Paro perto de ambos.
- Julião, esse é o cara que te falei. Trepamos gostoso de manha e convidei pra vir agora.
Julião estende a mão e cumprimentei o mesmo.
- Será um prazer te conhecer por inteiro.
Sorri. Apenas isso, sem dizer nada. O corpo gelou frente aos homens. Abriram um pouco mais o portão e entrei novamente no pátio. Como fiz de manhã, caminhei para perto da caixa de agua. Deixei a bike, tirei a camiseta . Fiquei de sunga e tênis e joguei uma agua para aliviar o calor que estava.
Julião e Ernesto chegaram perto como predadores em frente a caça.
- SERÁ AQUI MESMO? Perguntei.
- Acho melhor no segundo andar. Mais seguro. Sugeriu Ernesto já se encaminhando para a escada.
Segui ele e Julião veio logo atrás. Ao subir a escada, Julião já aproveitou e observou a bunda bem a frente da cara dele.
- Bela bunda você tem. Ernesto falou que tenho um pau grande? Vai aguentar- AINDA NÃO SEI. SE VC FOR PACIENTE , ACREDITO AGUENTAR TUDO.
Chegamos ao segundo andar num ambiente limpo. O Ernesto falou que após eu ter saído e na esperança de voltar, ele limpo o local para tarde. Havia uma espécie de cama improvisada. Eram alguns sacos de cimentos, sob um tapume de madeira e uma lona preta colocada por cima.
- Foi que deu pra fazer. É uma cama dura. Mas pelo menos não vai quebrar com nós em cima.. Disse Ernesto enquanto tirava a roupa. E já foi pra cima da cama, alisando o pau e me encarando.
- Fiquei imaginando você me cavalgando aqui.
Após a fala, tirei minha sunga e ficando somente de tênis, me aproximei do pau de Ernesto. Meia bomba ganhou vida após umas duas chupadas nele. Minhas pernas estavam para fora da cama e minha cabeça afundava na rola do macho deitado. Mas não quis mamar muito, pois já havia mamado ele de manhã. Minha mente estava realmente no pé de mesa que estava atras de mim tirando a roupa e observando eu sorver o cacete do amigo.
Quando senti o pau de Ernesto ficar duro e vibrante, já me levantei e passei um creme no rabo. Iria cavalgar meu fodedor matutino e quando pronto, desci no pau encapado dele. Devagar, encarando na minha frente o Julião tirando a roupa bem devagar. Parecia querer fazer suspense. Eu senti os pentelhos de Ernesto chegarem na bunda. Levantava minha bunda e descia bem devagar, sentindo a carne invadindo meu rabo.
Encarava o Julião e sorria. Pensava comigo. ; Você vai ser o próximo. Quando cai o shorts de Julião, percebi que o comentário “pé de mesa” era verdadeiro. Vejo bem a minha frente, um cacete grosso parecido com um cabo de enxada. Reto, preto, cabeça rosada e grande no todo. Do começo ao fim. Já estava dando sinal de vida com a cena frontal que eu estava sendo devorado pelo cacete amigo. Julião se aproximou da beirada da cama, uma das mãos segurando a base do cacete e com a outra, puxou minha boca ao encontro. Mesmo ele segurando a base, eu não consegui engolir o cacete até chegar a mão dele. Engasguei claro. Mas fui chupando e engolindo pouco a pouco até deixar ele bem molhado.
Ernesto de divertia comendo meu cuzinho que pisava. Eu me saciava na rola de Julião o quanto conseguia engolir. Julião apenas gemia recebendo um boquete molhado. O trio estava feliz.
- Isso putinha. Chupa gostoso. Falava um.
- Fode vai...rebola mais.. Falava o outro.
- TO ADORANDO... CONTINUEM.. eu falava.
Além dos vários palavrões e incentivo de foda que falamos um ao outro.
Ernesto dá um tapa na bunda e grita.
- Pará minha puta. Se não vou gozar de novo. Ai que delicia...
Parei de rebolar e levantei as ancas saindo do pau dele. Deixei também o pau de Julião duro.
- Quero que você me chupe agora. Julião,... sua vez de provar esse rabo . arregaça vai...
Levantei e virei a bunda para Julião. Coloquei as mãos ao lado do corpo de Ernesto e desci a cabeça no pau já descamisado. Desci até as bolas e com isso, rebolei a bunda. Abri bem as pernas e ofereci o buraco para ser preenchido. Julião, percebendo ser o pau da vez, pegou o tudo de creme, besuntou a cabeça da jiboia e afundou a ponta do tubo dentro do meu cu. Espirrou bastante creme.
- assim entra mais fácil.
Eu não falava nada, apenas rebolava e chupava o cacete de Ernesto que segurava as vezes minha cabeça até afundar as bolas. Apoiei minha cabeça no colo de Ernesto e com as mãos soltas, abri meu rego e rebolando, bati nas nádegas provocando e chamando pelo pau.
Julião chegou perto, passou a mão, enfiou um dedo no cu já aberto e lubrificado, tirou e enfiou de novo. Com o pau já duro, encostou a cabeça no centro do cu e enfiou a ponta. Tirou em seguida. E fez isso por várias vezes como se preparando para afundar tudo.
A cada entrada da cabeçona, eu abria mais os olhos e respirava fundo. Era uma cabeça grande que entrava e saia fazendo um barulho de ploc ploc.
Eu sentia um enorme prazer sendo usado pelos dois. Ernesto segurou meu cabelo me puxando para baixo como se fosse gozar. E nesse momento, o Julião socou a cabeça e metade da rola .
- AHAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII ... gritei quando tirei a rola de Ernesto da boca.
- Agora aguenta. Pediu rola, veio pra levar rola. Falou Ernesto me dando um tapa no rosto.
- DEVAGARapenas pedi.
Julião tirou até a cabeça, usou as mãos para abrir minhas partes da bunda e com isso, deixou caminho livre para socar o pau inteiro. Foi tudo. Ardeu para caralho meu cu. Senti que deixei lágrimas escorrer e travei as pernas tamanho foi a ardência dentro de mim. Era um pau de respeito. Um pau cumprido que senti além da próstata. Julião socou tudo, parou.
- Uhhhh delicia. Disse demostrando ter entalado todo o cacete no meu rabo.
Ernesto segurando meu rosto e me encarando começou a provocar.
- O putinho aguentou a rola toda. Está feliz??
Balancei a cabeça dizendo sim. E rebolei um pouco para aliviar a ardência.
Julião começou a tirar. Parou na metade. Colocou de novo. Tirou e colocou por várias vezes numa cadencia que me fizeram entrar em transe.
Algumas estocadas leves depois, eu já estava acostumado. Rebolava para receber todas as vezes que ele empurrava e mordia o pau dele com meu cuzinho enquanto ele tentava tirar.
Nossa foda estava gostosa demais. Julião parado atras de mim apenas empurrava a rola toda. Ernesto, deitado sob minha cabeça, fazia de minha boca, uma buceta. Fodia com queria.
Julião começou a socar mais forte, eu rebolava mais rápido e em transe , comecei a gemer alto.
- A puta quer gozar?? Ahhh ... falava um deles que nem eu mais sabia quem era.
- QUERO. AIIIIIGOZAR PELO CU.... SOCA..
E Julião socou mais e mais. Meu rabo estava pegando fogo, minha boca estava seca de tanto chupar.
Ernesto desceu a mão esquerda até meu pau e saco e pegou na base, juntando tudo como se fosse esmagar. Doeu. A dor retraiu meu cu e boca, senti mais prazer.
- ISSO... AIIIIIIIIIIIIII.
Julião me segurou pelas ancas e de pau duro, socou forte. Foram vários golpes dentro de mim que em estado de dor pelo saco preso na mão de Ernesto, comecei a gemer com o pau na boca.
- Vou gozar..... Disse Ernesto.... Que com a outra mão livre, afundou minha cabeça na rola na pura ordem de eu não perder uma gota da porra. Senti os jatos começarem a encher minha boca. Afundei mais para sorver cada gotinha de porra,
Minha bunda rebolava nas estocadas de Julião que vendo seu amigo gozar, socou mais forte. Talvez pelo ímpeto da foda e pelo desejo de gozar mais, ele tirou o pau todo de meu rabo, sacou a camisinha e aproveitou que meu cu nem tinha fechado, afundou a cabeça no rabo e empurrou todo o resto. No pelo, Julião me empalou violentamente . Uma vez, duas vezes socou fundo querendo me varar com a rola. Parou.. Urrouu..
- Puta que pariu..... To gozando.... Aiiiiiiiiiiiiii... Disparou Julião enquanto enchia minhas tripas de leite. Senti muitos jatos de porra dentro. Senti o pau dele pulsar liberando as ultimas gotas.
Eu estava travado. Com o rabo cheio de porra e a boca com o sabor do leite. Ernesto soltou meu pau vermelho de tanto ser apertado. Gozei pouco. Apoiei as mãos na cama. Julião saiu de trás.. Um pouco da porra dele escorreu pelas pernas.
- Porra que delicia de cu. Aguentou bem essa rola ..
- CARALHO. Falei.. TO ABERTO E MOLE.
Julião foi até o cooler e pegou uma lata de cerveja e me jogou.
- Beba para se recompor. Logo logo eu fico de pau duro e vou te comer de ovo.
Ernesto pegou outra cerveja.
- Essa eu quero ver. Vou somente ver. Já comi e gozei bastante.
- QUERO APENAS ME RECOMPOR. Disse sentado na cama, tomando uma cerveja. Toda essa transa havia consumido uns 30 minutos e muita de minha energia .
O papo rolou legal e a promessa de Julião se cumpriu. Após tomar a cerveja, o tesão voltou e ele dessa vez, deitou na cama.
- Vem putinha.. Senta na rola do papai. Agasalha vai...
Obediente, passei um pouco mais de creme na ponta do mastro empinado e me apoiando em seus braços fortes, comecei a sentar. O rabo aberto facilitou a entrada . Sentei até as bolas e ali brinquei de cadeirinha por um tempinho. Me senti acolhido na rola dele. Nada de extravagante dessa vez, apenas uma foda simples e gostosa.
Ernesto olhava para nós dois e apenas curtia o lance. Julião pediu pra me foder de frango.
Sai da cadeirinha e tomei o lugar dele na cama. Bem na beirada, abri bem as pernas e coloquei nos ombros do macho. De rabo livre, o túnel estava pronto. Ele apontou a cabeça e desceu todo.
Suávamos e o suor dele caia em mim. A socada estava mais consistente. Foram algumas vezes. Mas uma delas, foi demais. Ele afundou até os pentelhos. Seu rosto chegou perto do meu. Seu olhar estava frente ao meu. Sentia o bafo do macho.
- Você é gostoso demais... Vou querer mais vezes.
- CURTA ESSA VEZ. AS OUTRAS , DEIXE ACONTECER.
- Puta.. disse.. Puxou o pau até a cabeça e desceu gozando pela segunda vez.
Pouco leite, porém mais grosso. Mais quente. Minhas pernas travaram seu pescoço enquanto ele gozava. Um minuto após, tirou todo o canudo de mim. Me senti vazio, usado e gozado.
Mas estava feliz.
Outra lata de cerveja e outros jatos de aguas par aliviar o calor.
Perto das 17h, eu estava saindo da obra. Discretamente como entrei. Havia apenas trazido comido, o contato de Julião e Ernesto. Traia também um pouco de porra que não quis botar para fora. Mas deixei ambos, saciados e felizes. Contentes e esperançosos para uma próxima descida minha ao litoral.
