Minhas reflexões

Um conto erótico de netossa2016@gmail.com
Categoria: Gay
Contém 1310 palavras
Data: 19/02/2026 13:58:13

Hoje acordei saudosista depois de falar com um cara que já não via há tempos, comecei a lembrar de algumas aventuras dos meus áureos tempos antes dos 30.

Esse cara me mandou mensagem após anos e eu quase não me lembrava dele, afinal só tinha rolado um boquete uma vez quando ele esteve em minha casa pra gente jogar video game. Ele nem era casado nessa época e era três anos mais novo que eu. Acho que ele no fundo esperava que alguma coisa rolasse, mas acabou ficando apenas num sexo oral e ele, depois de gozar, me disse que ia embora, depois disso senti que ele evitava falar comigo, creio que temendo ou que eu contasse para alguém o ocorrido ou evitando que rolasse de novo, mas eu relevei e segui minha vida até ele me mandar mensagem esses dias.Como falei, já haviam se passado alguns anos desde o episódio do boquete e, devido ao nosso afastamento, não tinha muito assunto com ele, mas resolvi ser amistoso e fiz as perguntas de praxe tipo, como esta, a família, o trabalho...Ele me respondia também protocolarmente, mas senti que tinha pressa. Em um dado momento ele lembrou do boquete e me pediu desculpas por não ter reagido bem àquilo, eu o tranquilizei e falei que 'vida que segue'. Conversamos mais um pouco e encerramos a conversa com ele me perguntando se poderia mandar mensagens para mim de vez em quando, eu concordei e encerrei a conversa.Fui tentar fazer alguma coisa pra comer e nisso passei a me lembrar de eventos que aconteceram em minha vida. A primeira coisa foi quando dei pela primeira vez. Foi uma experiência muito gostosa, tanto que repeti várias vezes no mesmo mês em que comecei a minha vida sexual. Tempos mais tarde, marquei com um colega pra ir ao shopping e acabamos nos pegando na casa dele, me arrependi de não ter dado pra ele mais vezes.

Aos poucos, sozinho em casa, abri uma cerveja e coloquei o CD Transa (bem sugestivo), de Caetano Veloso. No primeiro gole lembrei de um vizinho, Geraldo. Ele usava barba e acho que deveria ser uns cinco anos a mais velho que eu. Eu me dava com a esposa dele, uma pessoa acomodada, mas ele era bem extrovertido e adorava fazer brincadeiras com duplo sentido, até que um dia ele veio pra cima de mim com uma conversa de que eu queria ver o pau dele e eu disse que queria sim, kkkkk! Ele ficou sem graça. Geraldo me chamava a atenção pelo seu jeito e sua barba fechada. Eu sempre achei que o homem barbudo provavelmente seria peludo, mas com ele isso não acontecia. Não cheguei a trepar com ele, mas me imaginava com as pernas abertas e ele fincando a pica no meu cu.

Peguei mais uma cerveja.

Comecei a relembrar mais aventuras e veio à mente quando trabalhava num escritório num prédio do centro de Salvador. Eu só fazia datilografar formulários. Sempre que eu chegava no edifício, tinha um zelador que fincava os olhos em mim e eu ficava cabreiro, não sabia como reagir, mas confesso que eu gostava do assédio dele. Ele era magro, tipo sarará, corpo legal e um sorriso encantador. Como eu trabalhava aos sábados quando tinha grande demanda pra segunda, fui pro prédio e só teriam acesso as pessoas que estariam na relação e num desses dias eu estava escalado e ele estava lá. Fui pegar o elevador e ele entrou junto. Não falamos nada e, como o escritório ficava no último andar, achei que ele poderia descer antes, mas não ocorreu. Ele me perguntou se eu seria o último a sair porque ele precisava fechar a porta até encerrar o turno dele, então eu disse que estaria sozinho. Ele desceu. Perto do meio-dia ele apareceu, já sem a farda, e me falou que estaria indo embora e me deu instruções para serem seguidas quando fosse embora. Enquanto conversávamos, pude notar que ele estava com uma bermuda folgada e dava pra perceber que algo crescia entre suas pernas. Passei a falar, mas fixei o olhar no seu pau e nisso o homem ficou meio tímido, mas era nítido que ele esperava algo naquele momento, daí perguntei se ficaria mais alguém no prédio, ele me respondeu só o zelador que o substituiria. Perguntei se ele tinha pressa, respondeu que não (acho que sacou o que eu queria), então pedi pra ele me ajudar com umas caixas. Ele veio e eu fiz questão de sempre roçar a bunda no pau dele, o macho entendeu o recado e segurou em minha cintura, assim, sem falar nada, abaixei seu short e caí de boca no seu pau. Ele estava tão cheio de tesão que logo inundou minha boca com seu leite. Nos limpamos e ele foi embora. Foi a única vez que tivemos essa intimidade porque não trabalhei mais aos sábados e logo fui pra universidade e fiquei sem tempo para uma atividade o dia inteiro.

O tempo foi seguindo e tive alguns encontros casuais, alguns até já contei aqui. Aos 33 anos consegui dar entrada para comprar um apartamento num condomínio de classe média baixa. O local era ideal para mim porque morava sozinho e não precisava de tanto conforto e espaço. Para ser exato, o imóvel era o ideal. Foi quando o comprei que chamei um colega pra me ajudar a instalar umas prateleiras e a gente acabou se pegando. Dei muito pra ele e o macho ficou viciado no meu cu. Aliás, foi devido às suas visitas que acho que meu vizinho começou a flertar comigo e ainda trouxe um agregado pra gente se divertir em minha cama, rsrsrs.

Passei um tempo um tanto sossegado, sem aventuras.

Não sou do tipo desesperado por macho, apenas aproveito as oportunidades e uma delas veio sem nem eu esperar.

Estava num bar com amigos e peguei o táxi. Estava meio alto e o taxista puxou assunto, retribuí. Num determinado momento da conversa, perguntei se ele só dirigia à noite, ele me respondeu que sim porque ele preferia, então lhe perguntei como ele fazia pra dar assistência à 'patroa', ele me respondeu que tinha o dia pra fazer isso e deu um sorriso de canto de boca. Fiquei empolgado! Estávamos perto de chegar em casa e eu arrisquei perguntar se ele usava cueca, rsrsrs...Não sei de onde saiu a ideia de perguntar isso, mas o cara não se importou e respondeu que 'sim' e me devolveu a pergunta "O senhor achou que eu não usava?", não respondi e passei a mão em sua coxa. Ele abriu as pernas, então pedi pra ele encostar numa área onde havia pouca iluminação. O cara foi estacionando e já abria a calça. Eu vi saltar uma pica linda, preta, depilada, cheirosa, caí de boca! Comecei a mamar e ele reclamando que não era a dele, pedindo pra eu parar, mas não reagia como se desejasse isso. Chupei até ele gozar em minha boca e ainda ficou gemendo pedindo pra eu não parar, rsrsrs...Ele não me cobrou a corrida.

Mudei de emprego e foi nesse que eu descobri o tanto de macho infeliz com a vida sexual no casamento.

Eu era assediado e fiquei impressionado pois considerava que macho que curte buceta jamais entraria no ranking dos que curtem foder cu de viado. Estava enganado.

O primeiro que dei foi o que já relatei por aqui. Passei quase quatro anos dando rabo pra esse macho e só parou depois que ele foi pra outra cidade. Contínuo morando no mesmo lugar e aproveito minha vida da melhor forma. Vem pra minha cama machos que eu desejo e que estão dispostos a ter prazer, isso eu sei dar.

Prefiro homens maduros, casados de preferência; não quero causar problemas a ninguém. Se você é de Salvador, aproxime-se. Sou discreto e sigiloso.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive NettoBahia a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários