Depois do que ocorreu no primeiro conto, mandei uma breve mensagem pra ela no dia seguinte somente para ser gentil. Algumas coisas passaram pela minha cabeça, não queria ser o velho emocionado por causa de uma novinha, mas também não queria ser o babaca que transa com a trans escondido mas que depois sai fora. Passaram uns 3 dias e topei com ela na academia. Ela abriu um sorriso quando me viu, e eu dei um abraço forte para cumprimentá-la, eu já estava com saudade do corpo dela. Pensei comigo: Meu Deus, onde isso iria parar, desde a minha separação comi muitas mulheres, poucas memoráveis, e agora eu estava ali num abraço cheio de desejo com a amiga trans da minha filha. Ela também não perdia oportunidade, terminamos o treino e fomos dar uns amassos e uns beijos na boca no estacionamento. Ficou só nisso mas combinamos de marcar algum dia para transarmos novamente. Marquei com ela numa sexta à noite, porque ela não teria aula.
Inventei um plantão de última hora para a minha filha e fui com a Hani direto para o motel. Ela estava linda como sempre, um cropped mostrando a barriga chapada e uma micro saia (de puta mesmo) que deixava à mostra as pernas maravilhosas, é um salto médio para valorizar a bunda incrível dela. Quando a vi, já sabia que seríamos muito felizes nessa noite. E fomos mesmo, logo estavamos pelados de paus duros nós beijando no quarto do motel. Ela então revelou que tinha batido punheta a semana inteira lembrando da nossa transa, que ela tinha as mesmas necessidades de sexo que um homem, prometi então que não faltaria pica pra ela.
Ela já tinha preparado o terreno e com um pouco de lubrificante, meu pau entrou facilmente no ânus dela. Dessa vez me sentei numa cadeira e ela sentou no meu pau de frente pra mim, esfregando a rola dela na minha barriga enquanto cavalgava. Foi um momento de pura intimidade, nós dois pelados, beijando na boca, ela com os braços em volta do meu pescoço, eu com as mãos na cintura dela, controlando a cadência e nós definitivamente unidos pelo meu pênis dentro do cu dela. Mantínhamos um ritmo lento com alguns aceleradas momentâneas, queríamos que aquilo durasse a eternidade, ela parecia saborear cada milímetro do meu cacete, duro feito aço, dentro do ânus dela. Eu me deliciava com os beijos, os peitos muito pequenos, mas totalmente femininos, o corpão incrível dela, eu não acreditava que pudera ter tanta sorte. Transamos nessa posição até ficarmos exaustos. A exaustão chegou antes da ejaculação, mas não tinha problema, logo teria mais. Descansamos um pouco, tomamos banho muito demorado, explorando nossos corpos, mas sem penetração. Chupei pela primeira vez a pica dela, ela rapidamente encheu minha boca de porra, engoli tudo, meio desajeitado, mas engoli. Então ela se posicionou como as mãos na parede e a bunda empinada, pronta para ser comida até eu gozar, ela sabia que os homens gozam rapidamente nessa posição. E foi o que aconteceu, devo ter comido ela por uns 15 minutos e gozei bem no fundo do cú dela, ela deu uma olhadinha de lado e um sorrisinho de satisfação por ter feito o homem dela gozar. Ainda comi ela de "papai-e-mamãe" e gozei novamente comendo ela de quatro. Transamos 4 vezes durante à noite e quando fui deixá-la, fiquei observando-a entrar, andando e rebolando levemente naquela microssaia, e pensando em quanta rola tinha entrado naquela bunda pequena dela, e em como ela não reclamou nenhuma vez e que eu teria trabalho para apagar o fogo daquela mulher.