UM SOL, UMA OBRA, UMA FODA.

Um conto erótico de KLAUDIO
Categoria: Gay
Contém 1541 palavras
Data: 19/02/2026 08:37:33
Assuntos: Gay

Acordei na terça-feira de carnaval e logo escuto o barulhos das ondas. Lembrei que estava no litoral e ao virar no colchão, resvalo no corpo da esposa. Um carinho aqui, um carinho ali e uma transa rápida para começar o dia. Esse foi o problema. Bem no momento em que estávamos gozando, ela crava o fio terra. Após isso, o rotineiro. Carinhos, banho e um bom café. O dedo tinha saído de meu rabo, mas o pensamento, o desejo, ainda permanecia na cabeça. Crescendo cada vez mais. Mesmo após várias duchas, a vontade ainda permanecia. Numa dessas, acabei por fazer uma boa chuca. Mas nada aliviava o tesão que o fio terra me proporcionou.

Então, por volta de uma dez da manha e ela já estava deitada no quintal, tomando o banho de sol e eu resolvi pedalar pelas ruas do litoral. Coloquei uma camiseta, sunga, tênis e meia, peguei o celular e disfarçadamente, uma camisinha que escondi na meia. Não levei nada mais.

Avisei que antes das 12 estaria de volta, como sempre faço. Por mais de 20 minutos pedalei a vontade pela orla e o suor já dominava o corpo todo. O Sol estava forte e resolvi parar um pouco. Tirei a camiseta e o tênis e fui tomar um banho num dos chuveiros de saída de praia. A agua gelada da um choque no corpo e começo a observar melhor o que havia por perto. Poucas pessoas na calçada, algumas obras, alguns carros.

Sento num banco a fim de secar o corpo e começo a mexer no celular. Mas logo observo um homem que estava no segundo andar de uma obra. Calção, camiseta e chinelo. Estava mais para vigia do que pedreiro naquele feriado. Mesmo, longe, observo que ele estava “caçando”. Descido então ser a caça. Se falhasse, iria embora. Subo na bike e começo a andar devagar pela calçada. Resolvi andara somente com a sunga e tênis. A camiseta estava enrolada no guidão. Assim, além de me bronzear, deixava a mostra a bunda redonda que tenho. As vezes, parava e olhava para os lados e também para ele. Duas vezes fiz o percurso na frente da obra. Isso me fez ser notado. Ele se levantou, passou a mão no saco e com um sinal, me convidou a entrar na obra.

Na terceira vez que passei na frente da obra, ele já estava na frente, com o portão semi aberto.

- Quer entrar ? Ele perguntou.

Discretamente observei o redor e sem quase nada de movimento na rua, entrei no pátio da obra.

- ESTÁ SOZINHO?

- Sim, hj é feriado. Alguém tem que ficar de olho na obra e nas ferramentas. Falou enquanto passava a mão sobre o pau que já marcava o short. Ernesto foi o nome que me falou ter. A aparência era de uns 45 anos, bronzeado do sol, forte.

- E ESSA FERRAMENTA QUE VC TEM AI? PRA QUE SERVE?

- É uma ferramenta de fazer buraco, de alargar buraco. Está afim?

- SIM. Respondi enquanto ele fechava o portão, deixando-nos isolados na obra enquanto eu entrei um pouco mais e encostei a bike na parede perto de uma caixa de agua. Peguei um pote limpo que tinha por perto e joguei agua pelo corpo todo. Me refrescando. Ele chegou perto já tirando o shorts e a camiseta que usava. Estava sem cueca e já estava de pau duro.

- To muito afim de comer um cuzinho gostoso. Vai me dar esse rabo?? OU vai só chupar?

- VOU FAZER VOCÊ GOZAR BASTANTE AGORA.

Ernesto chegou mais perto de mim e eu fui me abaixando. Com a agua que ele havia jogado sobre o corpo, o pau estava limpo e eu comecei a engolir a cabeça da cobra. Foram algumas chupadas e umas tantas linguados na extensão total do cacete que ele acabou por crescer ainda mais um pouco.

Enquanto eu chupada o pau, Ernesto as vezes jogava agua sobre minha cabeça, num sentido de provocação e dominação. Eu apenas engolia o pau e deixava ele cada vez mais louco. Socou forte na boca, como se quisesse fazer mesmo um furo na nuca. Era um pau de respeito, grosso, cabeçudo, pentelhos medianos.

Por uns dez minutos , fiz daquele pau, um delicioso picolé de carne, regado a banhos de agua fria. Mas, eu também queria sentir outro prazer. Levantei da posição e busquei por um lugar melhor. Mas somente uma mesa de madeira encostada numa parede havia por ali.

Sem muita opção, passei pela bike, peguei a camisinha e fui até a mesa. Ao chegar lá, já abaixei a sunga, revelando a marca de sol que ela me deixou. Ernesto chegou por trás e apalpou a carne, sentindo a lisura da mesma.

- Se apoie na mesa. Abra bem esses pernas. E se quiser gritar, pode gritar. Não vou parar enquanto não gozar bastante. Ordenou o macho.

Claro que obedeci as ordem sem questionar. Ao ficar na posição que ele pediu, foi a vez dele se agachar atrás de mim , abrir minhas nádegas e enfiar o nariz cheirando o rabo. Como estava limpinho, ele aproveitou e passou a língua gostosamente.

- AIIIIIIIIIIIIIIII CARALHO. DELICIA DE LINGUA... E realmente não era frescura. Era uma língua áspera e quente. Ele novamente passou a língua e eu rebolei gostoso na cara dele.

Ele se levantou, encapou o pau e com o lubrificante mais natural do mundo, deixou meu cuzinho molhado e pronto para receber a cabeça. Se ajeitou e veio Encostou a cabeça e deu um tapa de baixo para cima na bunda. Ardeu um pouco. E nessa levantada, a cabeça encaixou. E na descida da bunda, o pau entrou um bom pedaço.

- UIIIIII.. DELICIA.. ESTAVA PRECISANDO. VAI MACHJO. SOCA GOSTOSO. SEM DÒ.. ME FURA...

- Vai putinha. Geme gostoso. Rebola na vara. Socou o resto do pau que só parou quando as bolas encostaram na bunda.

- VAI GOSTOSO. FODE ... COME O RABO.. Falava provocando enquanto rebolava no cacete daquele caiçara fodedor.

Ernesto podia ser um homem rude de obra, operário. mas era um bom comedor de rabo. Socou gostou em mim, enquanto eu me abria para receber o máximo dele em meu rabo.

Várias vezes, me puxou para trás para fincar ainda mais. OS pentelhos estavam lixando minha bunda e eu estava gostando mesmo.

Meu pau duro já denunciava que eu estava gostando demais daquela foda. Começo a sentir a vontade irreversível de gozar pelo pau. E Ernesto, começou a socar mais e mais forte, dando me tapas na bunda e as vezes nas costas. Cheguei a dar alguns coices de tão fundo e forte que ele me penetrava. Era o jeito de dizer que ele estava pronto para gozar gostoso.

- Vai puta, rebola mais. Assim .... isso mesmo.. pisca o cu.. quero gozar dentro.

E nessas putarias, ele socou forte, me segurou pelas ancas e eu senti a pulsação do pau. Estava enchendo a camisinha de porra. E eu estava apoiado na mesa, de cabeça baixa, bunda levantada e rabo ardendo. Foram uns quinze minutos de esfoliação de pau e cu. Mas que estava ali, finalizando de forma muito gostosa. Ele gozando em meu rabo que piscava no pau dele, enquanto enchia a camisinha e eu, ofegante, via meu pau jogar algumas gotas de leite, sem mesmo me tocar. Eu gozei pelo pau e ele também.

Depois de gozar gostoso, me viro , ajoelho e tiro a camisinha cheia de leite. Ele toma a camisinha de minha mão e abre ela no meu rosto, esfregando toda a gala em minha cara. Fico sentindo o aroma e o gosto de algumas gotas que entraram na boca. Ele vai até a caixa de agua, pega o pote, enche de agua e me joga novamente.

- Isso. Putinha pode ir pra casa agora. Mas vai limpinha.

Joguei mais uns potes de agua sobre o corpo, coloquei a sunga e o tênis.

- Gostei de seu cu. Guloso, limpinho e aguentou bem meu pau.

- TAMBEM GOSTEI DE VOCÊ. ME REALIZEI EM TRANSAR NESSA OBRA.

- Quer voltar logo mais a tarde?

- HUM. ACHO QUE SIM. QUE HORAS PODE?

- Passe aqui por volta das 15h. Mas se tiver coragem, posso pedir pro Julião vir mais cedo. Ele é bem pé de mesa e gosta de um rabo também. Quer ??

Meu cu encheu de tesão novamente. Dois pedreiros. Isso sim, seria bom.

- VOU VER SE CONSIGO SAIR PARA PEDALAR. NÃO PROMETO VIR.

- Mas se vir, será bem comido. Falou quando chegamos no portão. Abriu.

Sai pedalando do canteiro, entrem alguns carros que circulavam ali. Um motorista me olhou como se quisesse perguntar o que eu estaria fazendo ali. Com o mesmo olhar respondi,.. Estava sendo deliciosamente comido por um cacete gostoso. E pensando em voltar mais a tarde para dar ainda mais .

Três quilômetros me separavam de casa. Ao chegar lá, meu corpo já estava molhado do suor . Paro a bike, entro no chuveiro do jardim e ali mesmo, tomo outra ducha refrescante. Tiro a sunga e enfio o dedo. A esposa que estava na varanda sentada, olha, observa e questiona.

- está limpinho?? quem sabe eu faça outro fio terra hoje a noite.. Riu..

Mal sabia ela que eu havia acabado de ser aterrado por um cabo grosso e quente, não apenas fazendo fio terra e sim, a ligação inteiro entre o prazer, o proibido e o gostoso.

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Foto de perfil de NINA - KLAUDIA NINA - KLAUDIA Contos: 74Seguidores: 29Seguindo: 1Mensagem * Sou tal qual muitos, buscando por prazer, com segurança* ESTÁ AFIM??? ENTRE EM CONTATO. SOU DISCRETO E VOU TE RESPONDER - CTBA/ PR

Comentários

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Que delícia e que inveja. Já fodi em algumas obras e foi sempre maravilhoso.

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