EX PRESIDIARIO CLIENTE DO MEU MARIDO

Um conto erótico de TATIANAPOLASTRO
Categoria: Heterossexual
Contém 1906 palavras
Data: 16/01/2026 09:45:37

A chuva caía grossa naquela noite, como se o céu estivesse chorando o que Helena não conseguia mais. A casa, outrora cheia de risos forçados e jantares sociais, agora ecoava vazia, os cômodos amplos parecendo tumbas de memórias. Dr. Eduardo havia partido há seis meses – uma overdose acidental, diziam os laudos, pílulas misturadas com uísque demais para um homem que carregava o peso de defender os indefensáveis. Helena, aos 35 anos, ainda carregava as marcas de uma vida confortável: pele macia de cremes caros, curvas suaves que o sedentarismo do luto havia arredondado levemente nos quadris e na barriga, seios pesados que pendiam um pouco mais sob as blusas soltas. Mas os olhos – ah, os olhos castanhos estavam vazios, poços fundos de quem havia perdido não só o marido, mas a si mesma.

O toque na campainha veio como um trovão abafado. Ela abriu a porta, o robe cinza apertado no corpo, e lá estava ele: Lucas, 32 anos agora, alto como uma sombra alongada, músculos forjados na prisão brilhando sob a camisa molhada, tatuagens desbotadas subindo pelos braços como veias expostas. Oito anos atrás, Eduardo o defendera de uma acusação de homicídio culposo – um acidente de carro bêbado que matara uma família. Lucas fora solto por bom comportamento, mas a culpa o seguira como uma corrente invisível. "Vim agradecer", murmurou ele, voz rouca, gotas de chuva escorrendo pelo rosto marcado por cicatrizes finas. Helena sentiu um arrepio – medo, pena, uma curiosidade mórbida que a fez dar um passo para o lado. "Entra. Tá frio aí fora."

Ele ficou. Primeiro uma noite, dormindo no sofá da sala de estar, o corpo grande demais para o espaço, roncos baixos ecoando pela casa silenciosa. Depois dias, cozinhando refeições simples – ovos mexidos, macarrão com molho de lata – que Helena comia mecanicamente, o gosto de nada na boca. Ele consertava o que estava quebrado: a torneira que pingava, a porta que rangia, as lâmpadas queimadas que Eduardo nunca trocara. "Você não precisa fazer isso", dizia ela, voz baixa, evitando os olhos dele. Mas Lucas só sorria de lado, um sorriso que não chegava aos olhos cinzentos. "Preciso sim. Seu marido me deu uma segunda chance. Agora eu dou pra você."

A tensão crescia devagar, como mofo nas paredes úmidas. Olhares que duravam demais durante o jantar – ele fitando o modo como ela mordia o lábio ao pensar, ela notando as mãos dele, grandes e calejadas, veias pulsando sob a pele. Toques acidentais: o braço roçando no dela ao passar o sal, deixando uma marca vermelha sutil na pele pálida dela, como se o corpo dele queimasse. Helena sentia a culpa rastejar pelo estômago – desejar o homem que seu marido defendera, um assassino, mesmo que sem intenção? Um homem que carregava morte nas mãos? À noite, sozinha na cama king size que ainda cheirava vagamente a Eduardo, ela se tocava devagar, dedos circulando o clitóris inchado, imaginando aquelas mãos calejadas em vez das suas. Mas parava antes do gozo, lágrimas quentes escorrendo, o vazio maior que o prazer.

Semanas se passaram. Lucas se instalara como uma presença inescapável – o sofá virara cama permanente, as roupas dele penduradas no armário de hóspedes. Ele não pedia nada, mas tomava espaço devagar, como uma raiz quebrando concreto. Helena trabalhava de casa, revisando papéis jurídicos que Eduardo deixara, mas as horas se arrastavam, o olhar dela vagando para a sala onde ele lia jornais velhos, o peito largo subindo e descendo. "Por que você não vai embora?", perguntou ela uma vez, voz trêmula, sentada na cozinha com uma taça de vinho barato que comprara no mercado. Ele ergueu os olhos, devagar, o cinzento deles como nuvens de tempestade. "Porque você não quer que eu vá."

Aquela noite, o vinho fluiu mais. Garrafa após garrafa, o líquido tinto manchando os lábios dela de vermelho escuro, o riso forçado dando lugar a silêncios carregados. Helena sentia o calor subir pelo peito, o robe abrindo levemente, revelando a curva dos seios. Lucas se aproximou, o corpo dele cheirando a suor limpo e chuva antiga, e a encostou na parede da cozinha com uma gentileza que mascarava força. "Você sente falta dele", murmurou ele, voz baixa como um ronco distante, a mão subindo pela coxa dela devagar, dedos grossos traçando a pele interna, deixando rastros quentes. Helena tremeu, os olhos úmidos. "Sinto. Mas... não é só isso."

Ele não perguntou mais. Levantou a camisola dela com um movimento lento, o tecido subindo pelas coxas macias, expondo a calcinha branca simples, já úmida no centro. Os dedos dele – calejados, ásperos de anos de grades e trabalho forçado – roçaram a borda do tecido, depois deslizaram por baixo, tocando a boceta dela que não era explorada há meses. Helena ofegou, o ar preso na garganta, enquanto ele enfiava um dedo devagar, sentindo o calor apertado, as paredes internas contraindo involuntariamente. "Meu Deus... Lucas...", sussurrou ela, lágrimas brotando nos cantos dos olhos, uma mistura de medo e desejo que a fazia apertar as coxas em volta da mão dele. Ele adicionou outro dedo, girando devagar, esticando-a, o polegar circulando o clitóris inchado com uma pressão que era ao mesmo tempo cuidadosa e cruel. "Você é tão apertada... como se nunca tivesse sido tocada de verdade."

As lágrimas rolavam agora, quentes pelo rosto dela, enquanto o corpo traía a mente – a boceta pingando, umidade escorrendo pela coxa interna, o cheiro almiscarado subindo no ar da cozinha iluminada por uma lâmpada fraca. Lucas a observava, olhos fixos nos dela, como se quisesse ver a alma se quebrar. "Eu vou cuidar de você agora", sussurrou ele, voz rouca, retirando os dedos melados e levando à boca, lambendo devagar, o gosto salgado dela nos lábios dele. Helena soluçou, as mãos agarrando a camisa dele, unhas cravando no tecido molhado de suor. "Isso é errado... você é... você matou..."

Ele não negou. Em vez disso, abriu a calça devagar, o zíper ecoando como um veredicto, e liberou o pau – grosso, grande demais, um colosso enorme que pulsava no ar frio da cozinha, veias grossas como cordas subindo pela haste, a cabeça avermelhada inchada, pré-gozo pingando da ponta. Helena arregalou os olhos, o medo misturando-se ao desejo – era maior que o de Eduardo, mais ameaçador, como se prometesse dor junto com o prazer. "Não cabe... Lucas, por favor...", murmurou ela, mas as pernas dela se abriram involuntariamente, o corpo se arqueando contra a parede fria.

Ele a ergueu com facilidade, mãos grandes nas nádegas dela, posicionando-a contra a parede, o pau encostando na entrada da boceta. Entrou devagar, a cabeça forçando caminho, esticando as paredes internas além do que ela lembrava ser possível. Helena gritou baixinho, um som abafado de dor e surpresa, as lágrimas escorrendo mais rápidas enquanto sentia cada centímetro – o pau grosso abrindo lugares que ela nem sabia que existiam, raspando nas paredes sensíveis, roçando o colo do útero com uma pressão que doía e queimava. "Ai... devagar... você tá me rasgando...", soluçou ela, as mãos nos ombros dele, unhas cravando a pele, deixando marcas vermelhas. Lucas grunhiu, os quadris se movendo em estocadas lentas, possessivas, saindo quase todo só para voltar mais fundo, o som molhado da carne contra carne ecoando na cozinha vazia.

A foda era lenta, como um ritual sombrio. Ele segurava o pescoço dela com uma mão – não apertando forte, mas com um cuidado cruel que a fazia sentir controlada, possuída, o polegar traçando a veia que pulsava no colo dela. "Essa buceta é minha desde o dia que te vi no tribunal", sussurrou ele, voz baixa e rouca, os olhos fixos nos dela enquanto metia mais fundo, o pau inteiro enterrado, as bolas batendo contra as nádegas dela. Helena chorava abertamente agora, soluços misturados a gemidos roucos, o corpo tremendo sob ele – a dor da esticada inicial virando um prazer doentio, ondas de calor subindo pelo ventre, o clitóris roçando no púbis dele a cada estocada. "Por favor... não para... mas dói tanto...", murmurou ela, as pernas enroscadas na cintura dele, o corpo se entregando apesar da mente gritando que aquilo era uma traição ao morto.

Ele acelerou aos poucos, os quadris batendo com mais força, o pau dilatando a boceta dela a cada entrada e saída, veias raspando nas paredes internas como se marcassem território. A cozinha parecia mais escura, o cheiro de vinho derramado misturando-se ao de sexo – suor, umidade dela, o almíscar dele. Lucas mordia o ombro dela devagar, dentes deixando marcas roxas que ela esconderia com maquiagem no dia seguinte, sussurrando palavras que cortavam: "Seu marido me salvou, mas não te salvou de você mesma. Agora eu faço isso." Helena gozava devagar, o orgasmo vindo em ondas lentas e torturantes, o corpo convulsionando em volta do pau dele, apertando como um torno, leiteando-o enquanto soluçava, odiando o prazer que a preenchia, o vazio se enchendo por um momento só pra voltar mais fundo depois.

Quando ele gozou, foi fundo, jatos quentes enchendo-a, transbordando pelas bordas enquanto continuava metendo devagar, prolongando a agonia. Helena sentiu o sêmen escorrer pelas coxas, quente e pegajoso, marcando-a como propriedade. Ele a baixou devagar, as pernas dela falhando no chão frio, e a abraçou por um momento, o peito dele arfando contra o dela. "Você é minha agora", murmurou, beijando as lágrimas no rosto dela. Ela não respondeu, só chorou baixinho, o corpo doendo, a alma rasgada.

A rotina sombria começou ali. Dias viraram semanas, Lucas não ia embora – cozinhava, consertava, possuía. Toda noite, ele a levava pra cama do marido morto, as cobertas ainda com o cheiro faint de Eduardo, e a fodia devagar, possessivamente. Às vezes no cu, forçando o anel apertado com cuspe e dedos, esticando-a até ela chorar de dor, o pau grosso abrindo caminho como uma invasão que a fazia gozar apesar de tudo. Gozava dentro sem pedir, o sêmen enchendo-a, transbordando, deixando-a vazando na cama conjugal. Marcava o corpo dela com mordidas – no pescoço, nos seios, nas coxas internas – roxos que ela cobria com maquiagem pesada, olhando no espelho e se odiando pelo desejo que voltava toda vez.

Helena sabia que estava se destruindo. O vazio que Eduardo deixara era preenchido por Lucas, mas a um custo – a culpa a corroía, sonhos com o marido a visitavam, acusadores, enquanto o corpo dela se arqueava sob o ex-presidiário. "Eu não consigo te mandar embora", confessou ela uma noite, deitada nua na cama, o sêmen dele escorrendo entre as pernas. Ele sorriu de lado, traçando uma mordida fresca no seio dela. "Você não quer."

Meses se passaram assim, uma névoa de sexo sombrio e silêncio pesado. Helena parou de trabalhar, os dias se fundindo em noites onde Lucas a possuía – devagar, sempre devagar, como se quisesse que ela sentisse cada segundo da entrega. O pau dele virara uma constante, esticando-a em lugares profundos, fazendo-a soluçar de prazer odiado. Até que veio o atraso. As regras não vinham. Ela comprou o teste no mercado, mãos tremendo, e o positivo piscou como uma sentença no banheiro frio.

Grávida. Dela e de Lucas – o homem que seu marido salvara, o assassino que agora a preenchia de vida nova. Helena sentou no chão, as lágrimas voltando, o estômago revirando. Não sabia o que fazer – contar a ele? Abortar em segredo? Fugir? O vazio era maior agora, mas o toque dele na barriga, imaginário ainda, a fazia tremer. Lucas bateu na porta, voz baixa: "Tudo bem aí?" Ela não respondeu, só chorou, sabendo que o ciclo sombrio acabara de ganhar um novo elo.

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