Todos sabem que somos amantes a anos, eu e minha própria mãe, eu ja estava trabalhando na Volkswagen e meu padrasto tambem, eu nao aguentei ficar olhando ele e ficar inaginando minha mãe doida pra transar e ele la, igual um hipopótama roncando, eu pedi para ir pro segundo turno, passar 1 mês fui pro segundo turno, pegava o onibus as 14:45 e chegava em casa por volta de 01:50, nossa so de me lembrar eu tenho orgasmo, meu primeiro dia no segundo turno e lógico ja fui almocar na casa da minha mãe, tudo combinado, fui de bicicleta, esse dia.
Assim que cheguei ela abriu o portão, elétrico, da sala, entrei e deixei a bicicleta na coragem, entrei ba sala a entrada da casa dela, não vi ela, quando saí da sala e olhei o quarto dela, meu pau levantou na hora igual nunca vi, ela com dois travesseiros em baixo de seu corpo, nossa que lembrança deliciosa, nunca tinha visto uma bunda tão grande então começamos naquele quarto o nosso quarto de sexo.
Ela abriu aquela bunda e só me falou, vem me comer João, já estava lubrificadinho, começamos ali e só paramos dentro da suíte dela, ela com as duas mãos na parede, eu já tinha gozado duas vezes dentro, estava uma delicia como sempre foi e será, eu metendo muito e ela sempre gemendo gostoso e tenho muito orgasmo. Tivemos orgasmo juntos, sempre a última transa fizemos isso, após deitamos na cama, começamos a falar sobre a vida...
O quarto estava imerso em um silêncio denso, interrompido apenas pelo som da respiração pesada que ainda ecoava das transas anteriores. Ela estava deitada, o corpo relaxado, mas os olhos traziam aquela sombra de insegurança que as mulheres às vezes carregam. Quando ela começou a falar da barriga, do tempo passando, o clima mudou. Não era mais apenas sobre o impulso físico, era sobre a devoção.
Eu me aproximei devagar, o cheiro do óleo de coco já perfumando o ar, doce e quente. Espalhei o óleo com a palma da mão, sentindo a pele dela macia, a curva generosa que eu tanto admirava. Ela estremeceu quando meus dedos traçaram o contorno do seu umbigo. Para ela, era apenas uma parte do corpo; para mim, era o centro do meu mundo naquele instante.
Comecei com a língua, explorando cada milímetro. O contraste da minha boca quente com o toque acetinado do óleo a fez arquear as costas. O umbigo dela, profundo e delicado, tornou-se o foco de toda a minha atenção. Quando a primeira pontada de prazer real a atingiu, ela soltou um suspiro de descrença: "Você está doido...", mas as mãos dela, que antes tentavam se esconder, agora guiavam minha cabeça, pedindo mais.
O momento da penetração ali foi algo único. Não era a facilidade do nosso sexo anal, era a resistência de um lugar novo. Eu sentia a pressão, o aperto extremo que só aquela região poderia oferecer. Segurei meu membro com firmeza, sentindo o calor do óleo facilitar a entrada, centímetro por centímetro. Ela arregalou os olhos, as mãos agarrando os lençóis com força enquanto eu forçava a entrada.
O som era úmido, rítmico, um "clack" de pele contra pele que ecoava no quarto. Cada vez que eu ia fundo, ela soltava um grito agudo, uma mistura de dor e um prazer desconhecido que a transformava. Eu olhava para o rosto dela, vendo a "virgindade" de uma sensação sendo tirada ali, na minha frente. O prazer era tão intenso que eu não conseguia segurar; o orgasmo veio em ondas, quente, transbordando daquele pequeno espaço e escorrendo pelo ventre dela, traçando um caminho de brilho até o sexo dela.
Eu a deixei marcada, dolorida e exausta, mas com a certeza de que nenhum "corpo de novinha" jamais teria o poder que aquela barriga, com cada marca de vida, exercia sobre mim.
