Naquele sábado a noite Laura tinha preferido ficar na chácara do que sair para suas aventuras sexuais. Trocou nudes com alguns de seus homens, assistiu um pouco de pornografia e se masturbou lentamente estimulando seu grelo e se contorcendo toda no sofá até gozar. Chupou os dedos e ficou satisfeita com a sensação da lubrificação da buceta. Era uma coroa de 66 anos, malhava na academia, onde encontrava várias oportunidades de uma boa foda. Tinha peitos médios e bicos escuros que faziam os homens caírem mamando logo que viam. Depois de ter ficado viúva sete anos atrás mergulhou de cabeça numa vida de putaria e loucuras sexuais.
A coroa foi até o quarto e colocou um vestido curto e voltou para o sofá, agora era só esperar a filha e a neta voltarem. Depois da separação da filha as três passaram a morar juntos e assim como a mãe, Helena tinha seus caras da academia, o massagista, um entregador de pizza, era uma biscate desde que ficou livre de um porre de casamento com um militar.
A primeira a chegar foi Elisa, a neta. Entrou chorando, como quase sempre acontecia quando saía com um boy que achava que iria fode-la ao final da noite. A vó não acreditava, já sabia o que era aquilo: "o cara tirou o pau pra fora", "puxou minha cabeça no pinto dele", "eu olhei a cara dele quando passou a mão na minha PPK", "ele faz cara de tarado". Os problemas e desculpas para não perder o cabaço eram os mais louco possíveis. Elisa tinha 22 anos e nem chupar um cacete tinha feito ainda.
- Minha neta querida! O que foi agora? - indagou Laura.
- Aí vó, o Tavinho estava se masturbando enquanto me beijava, perguntou seu eu não queria fazer pra ele, tentei mas fiquei com vergonha, como vou olhar pra ele depois??
- Elisa, que absurdo?? Não sei como te ajudar!! Você pensa em cada maluquice! Sexo é bom e você tem que pegar muita pica mesmo! Eu vou dar um jeito de você experimentar!!
Enquanto conversavam e a avó tentava animar a neta, Helena entrou em foi para sala se juntar a elas. Estava acabada, cabelo bagunçado, parecia ter leva do uns tapas na cara, roupa zuada, que era uma micro saia com um biquíni na parte de cima. Seu rosto estava pleno de satisfação. Mas ao ver a filha sacou o que se passava.
- Elisa, não me diga que o Tavinho não te fodeu??!!
- Aí mamãe!! Eu não consegui. Ele está um tarado!
- É isso que a gente quer sua boba, homem tarado de pau duro por perto! Mamãe me ajuda com minha filha! Eu, já não posso reclamar. Preciso de um banho, os meninos deram duchas de porra no meu corpo, gozaram em mim toda! Estou com a xana pegando fogo e ardendo de tanto que entrou e saiu pau daqui de dentro hoje.
- Olha Elisa - falou a vó, vou só vai conseguir dar se não conhecer o seu macho, e nem pode vê -lo durante a foda. Então vamos venda-la. Vou algema-la para não ter o perigo de você tentar ver quem vai te descabaçar. Eu já sei quem chamar.
- Uau mamãe!! Vou querer uma foda dessa pra mim. Filhinha cuidado com sua vó, as ideias dela são um perigo.
- Vovó! Que loucura!! Não vou fazer nada disso! E você dona Helena, nem me protege.
- Não vai fazer!?!? Vamos ver. - emendou a avó.
Laura bolou um plano rapidamente, com tantas taras e perversões na cabeça não foi difícil. Ela conhecia uma caminhoneiro que fazia fretes para ela e para quem ela já dava fazia um tempo. Quando estava na rua e ficava tarada corria até o local da cidade onde ficavam os carreteiros e sentava na pica do Binhão dentro da boleia do caminhão. O cara era um brucutu, já tinha 50 anos, uma barriga proeminente de caminhoneiro e era grosso e indelicado na hora do sexo.
Encontrou o comedor do caminhão e contou a ele que daria um enorme presente mas era segredo para a vida! Falou das esquisitices da neta, de como ela era ninfeta gostosa e por ser virgem e nada rodada o corpo era de adolescente ainda que já tivesse 22 anos. Perguntou se ela teria mais três amigos para levar, mas não dos caminhoneiros, alguém em que confiasse. Binhão tinha três sobrinhos entre 18 e 23 anos que topariam na hora o convite.
- Ô Laura!!?? Cê vai amarrar sua neta para eu descabaçar a buceta dela e depois meus sobrinhos se divertirem com a piranha? Isso mesmo??
- Isso mesmo. Mas lembra, vocês não podem se chamar pelos nomes e de forma alguma ela pode ver vocês, vamos deixá-la vendada e com as mãos amarradas, e aí vocês podem foder a buceta e o cu dessa menina que passou muito da hora de virar biscate igual a vó e a mãe!
- E a mãe??
- Vai estar lá também, essa já é uma vagabunda faz tempo. Vai filmar tudo pra gente ver depois. Aposto que vai dar a buceta também, isso se não estiver muito ardida de alguma bagunça que tenha aprontado. Aquela vaca da minha filha não dá pra um homem só faz muito tempo, sempre são no mínimo dois caras fodendo a vadia.
- Puta merda, que tesão! Aí minha cachorra, pode marcar que vou arrancar o cabaço de sua neta. Vai ficar com o cu arrombado por uma semana, vai ser facinho de cagar kkk!!
Já de volta á chácara Laura entrou no site de um sex shop da cidade e comprou um gagball para amordaçar a neta e outro ítem para vendar os olhos. As algemas a velha já tinha entre seus brinquedos BDSM.
Na sexta feira quando Elisa chegou em casa, no começo da noite, encontrou sua mãe na sala vestindo uma fantasia erótica de enfermeira e tomando champagne.
- Oque é isso mamãe?? O que você vai aprontar?? Podia ter me avisado, eu ficaria na casa de uma amiga.
- Minha filha, hoje é o seu dia, essa é a minha roupa para sua festa!! Sua vó safada já arranjou tudo direitinho.
Laura entrou na sala, com um vestido pequeno, mostrava a polpa da bunda, era muito decotado e seus peitos estavam escandalosos mesmo não sendo grandes.
- Elisa, vovó tem um presente para você hoje. Como eu já tinha falado, hoje você perde a virgindade, essa noite você vai saber o que é perversão e o que é esse tesão!
A jovem de 22 anos ficou perplexa, olhava para a mãe que fazia expressão de que concordava com Laura, e olhava para a vó que não parecia mentir nenhum pouco.
Obedecendo como uma criança foi para o banho e retornou nua para a sala, como sua avó tinha mandado. Entrando na sala percebeu que havia uma colchão devidamente arrumado com lençol no tapete da sala e um edredom espalhado por cima da mesa de jantar fazendo papel de colchão ou algo assim.
Helena se aproximou da filha, a beijou no rosto, e disse para que confiasse na avó, as loucuras dela no final faziam arder um tesão maior que qualquer outro, que ela era da família, do mesmo sangue, o mesmo tesão.
Laura, havia ligado para o Binhão que tinha estacionado o caminhão próximo à chácara e chegou lá com seus três sobrinhos enquanto a ninfeta virgem tomava banho e ficaram esperando do lado de fora da casa.
Primeiro ajoelhou a menina no colchão, e logo em seguida a algemou com as mão para trás. Ela tremia mas era submissa a avó. Seus peitos pareciam explodir, os bicos duros apontando para frente entregavam a excitação da virgem. Por fim cobriu os olhos dela.
Laura saiu e voltou com os homens. Foi um choque para os mais novos, uma mulher pelada e algemada no meio da sala e a mãe dela, vestida de algum tipo de puta, filmando tudo; para o caminhoneiro, que conhecia algumas taras da velha, não era de se espantar. Ele começou dando as ordens.
- Garotos, primeiro eu vou brincar com essa piranha. Vou liberando ela aos poucos para vocês. Façam o que eu mandar!! Do jeito que combinamos. Aproveita pra olhar as tetas dessa vadia, o rabo branco dela, olhar pode! Oi querida, eu vou arrancar seu cabaço, porque eu mereço. Não brinca comigo, aceita que você é cadela e goza!
Binhão bateu de leve na cara de Elisa e a fez abrir a boca empurrando grosseiramente o caralho entre seus lábios. Com uma mão apertava seus peitos perversamente e a outra segurava a cabeça enquanto estocava o pau em sua boca. Enquanto fazia o que avó tinha planejado para a neta, Binhão não deixava de humilhar Elisa dizendo coisas como: "eu me caso com você vadia se você me esperar assim em casa todo dia!", "você vai aprender a ser puta igual a vó", "olha a cadela da sua mãe, só faltava você mesmo, hoje você perde esse cabaço".
Elisa não podia responder, o caralho enterrado em sua boca, tocando lá no fundo a impedia. Sentia seus peitos inchados e quentes pelos apertões do cara que a sacaneava. Era barrigudo, sentia sua testa tocar a barriga do cara, devia ser mais velho pensou, amigo da vovó. Nunca tinha sentido um pau na boca, sempre que tentou chegar perto de um pênis alguma de suas neuroses não permitiram, sonhava em chupar um cacete, se masturbava com esses pensamentos. Sua buceta estava totalmente lubrificada, ela queria gritar por um cacete! Suas pernas tremiam. Todos na sala estavam excitados, olhavam a cena e queriam sexo, qualquer buceta, qualquer pau.
Helena filmava tudo, esfregava suas coxas sentindo o melado de sua buceta, tinha depilado a xana e o cuzinho. Seu sutiã era transparente, seus peitos eram caídos e cheios, rodados na boca de vários machos, os garotos olhavam a "tia" toda puta, tarada em ver a filha virgem ser entregue para um gordo foder, e assim estavam quase largando Elisa para atacar a coroa. Não podiam fazer nada sem as ordens do tio, que se divertia com a piranha algemada.
Laura fez sinal para Binhão tirar o pau da boca da neta, e chamou fazendo gesto com as mãos. Ele entendeu, era a segunda parte do plano. Chamou seu sobrinho mais novo e mandou colocar o pau para a garota fazer um boquete. Elisa não via nada, ofegava e tentava adivinhar o que viria. Enquanto rolava a chupada do mesmo jeito que eu tio tinha feito, Binhão falou baixinho para o sobrinho que ele deveria gozar na boca dela, e que não demorasse, ele estava com pressa de descabaçar a vadia. O garoto obedeceu e acelerou as estocadas, xingava de puta e piranha a menina, e gozou rápido em sua boca demorando para tirar o pau e ter certeza de que ela teria engolido todo o esperma dele.
Laura soltou as algemas para que pudesse prender as mãos da neta agora na frente. A levantou, colocou o gagball e mesmo sem um pau na boca ela não conseguiria falar agora, a levou até a a mesa, os garotos ajudaram a colocá-la deitada sobre o edredom, a menina percebeu que haviam mais homens do que os dois que tinham enfiado a pau em sua boca.
Binhão se aproximou, mandou o sobrinho mais novo segurar as mãos de Elisa para cima esticando seu braços, os dois garotos cada um segurou uma perna, a rindo e levantando deixando a buceta arreganhada dela para o tio meter o cacete. Ele passou o pau na bucetinha de Elisa para lubrificar e começou a empurrar, ia devagar mas sem parar. Ela estava, suas tetas subiam e desciam junto ao peito, os meninos que seguravam suas pernas estavam loucos vendo tudo aquilo, de pau duro se esfregavam na perna dela, o mais novo que segurava suas mãos e acabaram de gozar em sua boca já começava a levantar a pica de novo e fez com quem ela segurasse seu pinto enquanto era deflorada.
Olhando para a mãe e a vó, o caminhoneiro as chamou. " Vem aqui ver o sangue no meu pau com o cabaço dela estourar". "Podem olhar garotos, já já desce o sangue dessa buceta". Laura tinha pedido para que Binão fosse devagar para não machucar a neta, e ele obedecia, mas estocava sem parar, a buceta dela toda melada, ainda que virgem, abocanhava seu pau. Não demorou para o himem romper e aparecer sangue no caralho do cara. Todos olhavam, Helena filmava e segurava a pica de um dos garotos, falava com a filha, "filhinha seu cabaço foi embora, vou querer pau também, você deve estar cheia de tesão, finalmente conseguiu dar essa buceta!". Laura percebendo que Binhão gozaria logo o afastou a neta, olhou para a buceta e era uma mistura do melado de tesão e sangue, o pau de seu comedor também estava assim, todos viram seu pau sujo quando tirou se dentro da garota. A velha empurrou o caminhoneiro no sofá subiu em cima dele enfiando o pau em sua buceta e fez ele gozar. Sentia uma emoção grande por estar fodendo o.pau cheio de sangue do cabaço da neta. Depois ter gozado, o tio liberou a menina para os sobrinhos.
O primeiro foi o sobrinho mais novo, vendo que a buceta já tinha rodado, colocou o pau na porta do cu virgem de Elisa e começou a força, agora ele gemia de dor e tesão, nunca tinha levado cacete no cu também, é claro. O garoto, assim como o tio, humilhava a garota: "piranha que quer perder o cabaço assim tem que levar no cu também!", "o tio arregaçou a buceta da gostosa, agora vou arrombar o cuzinho dela!". E sem dó estocou o cu dela até gozar. Agora além de todo o o rolo da buceta do cu também escorria porra.
Vendo que o sobrinho tinha gozado mandou os outros dois trazerem a puta para o colchão, era hora de uma dupla penetração, hoje essa vadia não sairia ilesa de conhecer a perversão que a família dela gostosa.
O mais novo disse que queria o cu, até então não tinha metido em um rabo. O sobrinho do meio deitou no colchão e depois de Elisa vir por cima, ele com pressa e explodindo de tesão ajeitou o pau para dentro daquela buceta recém descabaçada. Seu irmão mais novo veio por trás, o cu ainda estava largo pelo irmão e não foi difícil de empurrar para dentro. Agora não iam devagar, as estocadas eram agressivas. O sobrinho mais velho assistia do sofá com o pau sujo e pingando e com a mãe da menina em seu colo filmando tudo. Laura tinha gizado Nonoai sujo do Binhão e agora abraçava por trás o sobrinho que podia o cu de sua neta, não queria perder nada.
Depois de muito estocar os buracos da garota os meninos gozaram. Todos comemoraram a defloração da nova putinha. A mãe a levou ainda algemada, vendada, com o gagball e pingando esperma de seus machos para o banho, saiu dizendo para os meninos que já voltava. Laura e Binhão saíram da casa e foram até o caminhão já tramando alguma outra coisa.
Após algum tempo os meninos saíram e viram que o tio estava na boléia do caminhão com as portas abertas e luz acesa, a velha, pela posição, chupava seu pau. Helena voltou, vestida em sua fantasia chegou se esfregando nos garotos. Pegou o pau de um deles e enfiou na boca, de qualquer um serve - pensou. Tirou o leite que queria e bebeu tudo enquanto os outros dois garotos assistiam. Encostou de costas no caminhão, olhou para outro menino e falou - vem! O menino levantou sua perna direita a segurando, viu que estava sem calcinha, com o pau duro e já sem bermuda meteu nela em pé. Helena gemia mas pensava que aquele paia poderia ser maior, naquela posição gostaria de algo mais largo de tro dela, mas estava bom, sentia a puta que era, dava pra um enquanto o.outro esperava. O menino gozou nela. Ele deu selinho nele e agradeceu. Apoiou as mãos no caminhão ficando de costas e pediu o pau do outro garoto. Foi fodida com força e rapidez, logo sentiu mais esperma dentro de sua buceta. Estava realizada. Tinha trepado com três garotões, a filha fora deflorada especialmente e tinha a mãe mais puta de todas.
Laura saiu do caminhão limpando a boca para que todos soubessem que estava pagando um boquete se despediu dos meninos e entrou levando a biscate da filha junto.
Essa tinha sido a noite mais especial do ano para elas. Agora era ter aquele bate papo cheio de tesão com a filha e a neta recém chegada a perversão.