Minha esposa, Júlia, e eu estávamos casados há 3 anos, mas nossa vida sexual tinha desacelerado completamente na segunda metade desses 3 anos. Sexo se tornou uma tarefa chata, e se conseguíamos juntar energia pra transar, era muito rotineiro e monótono. Basicamente nos tornamos colegas de apartamento e nada mais. Desnecessário dizer que nosso casamento estava à beira do colapso.
Júlia era baixinha, com cabelo castanho longo, corpo mediano, mas tinha engordado alguns quilos nos últimos anos, o que eu imaginava que contribuía pro fato dela nunca querer transar mais. Eu constantemente dizia que ela ainda estava linda e tentava investidas, mas ela sempre me rejeitava ou dizia "talvez mais tarde". Depois de um tempo, parei de tentar.
Júlia tinha uma irmã, 2 anos mais nova, chamada Carolina. 3 anos atrás, quando nos conhecemos, ela era bem gordinha também, era muito alta, uns 1,75m, tinha cabelo castanho-avermelhado cacheado, e apesar de ser mais cheinha, tinha um sorriso caloroso, olhos grandes e um rosto lindo. Cerca de um ano depois que a conheci, ela começou a fazer yoga e comer mais saudável, e nos últimos anos, emagreceu e se tornou uma gostosa total. E apesar de ter perdido tanto peso, por alguma razão, ela nunca perdeu nada na região do peito; seus peitos continuaram enormes.
Carolina e o namorado dela, Felipe, frequentemente vinham no nosso apartamento pra jantares e noites de jogos, e a gente se dava super bem com eles. Era nessas ocasiões que Júlia e eu nos dávamos melhor, e nos divertíamos, esquecendo nossos problemas.
Numa dessas noites, Carolina e Júlia começaram a conversar sobre nós quatro irmos de férias juntos. Eu adorei a ideia, uma pausa boa da rotina, pensando que talvez Júlia até me deixasse comê-la algumas vezes se estivéssemos relaxados e de férias. Eu me dava bem o suficiente com Felipe, e também não me opunha à ideia de ficar perto de Carolina numa piscina ou na praia.
Depois de algumas semanas de discussão e organização, decidimos num fim de semana prolongado de 4 dias num resort all-inclusive em Porto de Galinhas.
Quando chegamos, meio que fizemos nossas próprias coisas como casais, mas nos encontrávamos pra jantares e durante o dia pra drinks e tal. Eles fizeram alguns passeios nos primeiros dias, enquanto Júlia e eu apenas relaxamos na piscina e na praia, entre cochilos. Tentei várias vezes fazer Júlia transar comigo, e só depois da segunda noite ela cedeu. Mas mais uma vez, pareceu uma tarefa chata, e ela ficou completamente parada como uma estrela-do-mar o tempo todo. Foi realmente estúpido e frustrante.
Na manhã seguinte, nosso último dia completo lá, eu já estava de saco cheio e decidi que deveríamos passar o dia todo com Felipe e Carolina, com o que Júlia concordou. Então nos encontramos com eles pro almoço e depois iríamos nos encontrar na piscina. Júlia e eu chegamos primeiro e pegamos 4 cadeiras, quando avistei Carolina e Felipe se aproximando. Carolina estava no biquíni branco mais revelador que já vi na vida. Graças a Deus eu estava de óculos escuros, escondendo meus olhos, porque eles estavam escaneando cada centímetro do corpo dela.
Em casa, ela sempre se vestia muito modesta e reservada, mesmo depois de ter emagrecido. As coisas mais reveladoras que ela usava eram um suéter mais justo ou uma calça legging. Nada como esse biquíni branco. Me chocou. Todos conversamos por um tempo, e percebi que com Carolina, tudo fluía mais facilmente do que em casa por alguma razão, e ela estava rindo e brincando comigo muito mais do que jamais fizemos em casa.
Depois de um tempo, cansamos da piscina e decidimos ir até a praia, já que as garotas queriam procurar conchas e tal. Estrategicamente cronometrei pra andar bem atrás dela. Ela tinha um vestido de praia branco transparente sobre o corpo, mas ainda assim fitei a bunda dela enquanto descíamos o caminho até a praia. Ela era curvilínea em todos os lugares certos.
Quando estávamos na praia, fingi interesse em pegar conchinhas com as garotas, se apenas pra continuar conferindo Carolina. Mesmo com Júlia por perto, toda vez que Carolina se abaixava pra pegar conchas, eu dava olhadas furtivas no decote incrível dela. A parte de cima do biquíni branco estava fazendo hora extra pra mantê-los contidos. Apesar da água meio gelada, meu pau ficou meio duro o tempo todo.
Fiquei confiante demais, porém, numa ocasião eu estava bem perto de Carolina, e ela se abaixou, pegou uma concha da água, e então a levantou em direção ao sol pra olhar, arqueando as costas, o que resultou numa vista incrível da frente dos peitos e barriga dela. Mesmo com nós dois usando óculos escuros, deu pra perceber que ela me pegou no flagra. Ela me deu um olhar engraçado e inclinou a cabeça. Não pude evitar sorrir e rapidamente desviei o olhar. Depois de alguns segundos, porém, deu pra perceber que ela ainda estava me encarando, então tive que olhar de volta, e então, pensando rápido, dei a ela a mesma inclinação de cabeça, fingindo que ela estava me conferindo. Ela deu o sorrisinho mais fofo, e fiquei aliviado que ela não estava puta e também um pouco excitado por ela ter me notado. Voltamos a pegar conchas, e na hora, não sabia se era só na minha cabeça, mas ela parecia estar me dando mais vislumbres de propósito, indo mais devagar quando se abaixava, e até introduzindo chacoalhadas desnecessárias quando fazia.
Quando terminamos, todos fomos pros nossos quartos pra nos arrumar pro jantar. É suficiente dizer que me masturbei furiosamente no chuveiro, pensando nos peitões da Carolina e no sorriso que ela me deu na praia.
Nos encontramos no jantar, e quando Carolina e Felipe entraram, fiquei mais uma vez pasmo com a roupa de Carolina; ela estava novamente vestida pra arrasar, toda maquiada, usando uma parte de cima de biquíni rosa neon embaixo de uma blusa preta transparente solta, uma saia de couro preta curta e justa e sandálias de salto preto sexy de 10cm que a faziam parecer ter 1,80m. Baseado nas roupas reservadas dela em casa, fiquei chocado que ela sequer possuísse tais roupas, especialmente aquela saia de couro. Fizemos contato visual quando ela se sentou, mas não quebramos, e ambos sorrimos um pro outro, o que me intrigou.
No jantar, todos estávamos no vinho e tendo um papo legal, mas notei que Felipe e Carolina mal se reconheciam, o que me fez pensar se eles estavam tendo uma de suas brigas. Júlia me contou em casa que eles entravam em várias discussões e faziam comentários sarcásticos um pro outro. Era nossa última noite aqui, então eu queria que todo mundo se divertisse.
Tinha uma boate ali no resort, e sabia que Júlia gostava de dançar, então sugeri pra todo mundo. As garotas ficaram empolgadas, mas Felipe estava sendo um estraga-prazeres.
"Nah, tá ficando tarde e não quero ficar de ressaca pro voo amanhã."
Carolina deu uma olhada pra Júlia. "Bom, eu quero ir dançar! Vamos!"
"Qual é, amor, vamos voltar pro quarto," Felipe tentou fracamente convencer Carolina.
Carolina respondeu fria e afiadamente, "Nem fodendo, é minha última noite de férias. Você vai."
Júlia e eu apoiamos ela, concordando e tentando convencer Felipe a se juntar a nós, mas secretamente eu não poderia me importar menos se ele viesse. Carolina não se juntou tentando convencê-lo, o que confirmou pra mim que eles estavam brigando.
Terminamos nosso jantar e drinks e começamos a ir pra boate, e Felipe se separou e voltou pro quarto dele irritado.
"Foda-se ele, Deus me livre a gente se divertir nas férias," Carolina disse.
Júlia a abraçou, e todos andamos até a boate. Quando chegamos, peguei três vodkas no bar, e sentamos numa mesa de coquetel quando as garotas começam a tagarelar uma com a outra por cima da música alta, e comecei a pensar que isso poderia ser um erro de vela, já que essas duas irmãs poderiam bater papo por horas, e tenho certeza que querem desabafar entre irmãs sobre o namorado de Carolina.
A sorte bateu quando uma música que Júlia amava começou a tocar, e ela nos arrastou pra pista de dança pra dançar. O álcool tinha atingido Júlia, e fui lembrado da garota com quem casei, já que ela ficou boba e flertadora e começou a rebolar em mim enquanto dançávamos. Me senti meio mal por Carolina, que estava dançando sozinha ao nosso lado, quando Júlia pegou a mão dela e a trouxe pro nosso mini-círculo de dança.
Alguns momentos depois disso, me assustei quando Carolina decidiu dançar perto de mim também, e num ponto, as duas garotas começaram a rebolar em mim, Júlia de um lado e Carolina do outro. Não sabia bem o que pensar, mas Júlia ou não notou Carolina ou não se importou. Tive uma boa sensação das pernas e coxas de Carolina na minha perna, o que despertou meu pau novamente.
Mais drinks voaram pras nossas goelas, e estávamos todos bem bêbados. A dança continuou, e Carolina parecia estar me tocando muito mais, na frente de Júlia. Sem problemas, surpreendentemente, então decidi ser um pouco ousado também e alternaria entre agarrar os quadris de Júlia e dançar e depois fazer o mesmo com Carolina. Júlia frequentemente rebolava na minha frente, e Carolina ia atrás de mim, colocando os braços em volta do meu pescoço, rebolando em mim por trás com os peitos e corpo batendo nas minhas costas e bunda. Estava tendo a melhor hora da minha vida. Carolina nunca tinha nem remotamente me tocado assim antes. Em casa, a única vez que tivemos contato físico foi o abraço leve ocasional num jantar de família.
Dava pra perceber que Júlia estava começando a ficar excitada, e ela sussurrou no meu ouvido que queria voltar pro quarto, o que assumi ser código pra ela querer transar. Foi um milagre.
Estava empolgado com a ideia de comer Júlia como nos velhos tempos e também me senti excitado depois de dançar com essas duas irmãs, então Júlia foi e contou pra Carolina que era hora de ir. Carolina ficou um pouco chateada com Júlia já que queria continuar a noite, mas concordou em voltar com a gente.
O quarto de Carolina e Felipe era umas 4 portas depois do nosso, mas quando chegamos no quarto de Carolina, ela disse que ainda não estava pronta pra noite acabar, e que ia apenas ir no bar privado perto da nossa piscina e tomar mais alguns drinks. Júlia a abraçou e disse boa noite, e então andei pra abraçar Carolina, e o que ocorreu foi definitivamente mais que um abraço padrão de jantar de família. Ela me apertou forte, pressionando os peitões contra meu peito, e colocou a cabeça no meu ombro. Minhas mãos vagaram das costas superiores dela pras costas inferiores, logo acima da saia e bunda dela, antes de apertá-la forte o suficiente onde a parte inferior do torso dela sentiu o volume do meu pau na calça. Ela não se afastou, mas eu tinha que ir comer minha esposa mesmo estando cativado pelo que diabos estava acontecendo entre ela e eu naquela noite. Fiquei um pouco preocupado com Carolina perambulando pelo resort sozinha, mas ela era uma garota durona. Disse pra ela se cuidar, e Júlia me pegou pela mão e me puxou pro quarto.
Quando entramos no quarto, Júlia estava uma bagunça bêbada e instantaneamente me agarrou pelo pau e me arrastou pra nossa cama. Ela abaixou minha calça e começou a me chupar, mas só por um minuto. De repente, ela me tirou da boca e então correu pro banheiro e começou a vomitar. BEM o estraga-clima pra minha ereção, que instantaneamente recuou. Puxei minha calça e fui verificar se ela estava bem.
Depois que terminou, ajudei ela até a cama. Bloqueado pelo álcool. PORRA. Estava realmente irritado, e pior ainda, também estava bem acordado. Comecei a pensar em sair pro bar pra beber com Carolina mais um pouco, incerto se era uma boa ideia ou não. Decidi contar pra Júlia e ver a reação dela.
"Não tô com sono ainda, talvez eu vá ver se a Carol tá bem?"
Júlia murmurou, "Tudo bem, se diverte," e desmaiou.
Me perguntei se não deveria apenas bater uma no banheiro de novo e ir pra cama, mas no fim escolhi contra isso. Pra ser honesto, queria continuar flertando com Carolina, queria continuar me sentindo vivo, e me divertir. Então disse pra mim mesmo, esse seria o plano: sair e tomar mais alguns drinks com Carolina, um flerte inofensivo, depois voltar pro quarto, provavelmente bater uma e dormir, e encerrar a noite.
Saí do quarto e corri pro bar privado, tanto esperando quanto não esperando que Carolina ainda estivesse lá. Com certeza, a vejo no bar, conversando com o bartender. Suas pernas longas e sexy cruzadas, e aquela bunda linda sentada no banquinho do bar. Andei até ela e sentei bem ao lado dela.
"Eu também não terminei com essa noite! SHOTS!"
Surpreendi ela, e ela gritou e saiu do banquinho e me abraçou forte novamente.
"Meu Deus, tô tão feliz que você voltou!!! Cadê a Júlia?"
"Ela tá nocauteada, infelizmente."
"Ah não! Bom, tudo bem, só eu e você então!"
Naquele ponto, estava esperando que não fosse ser estranho ser só ela e eu, um a um, já que nunca tínhamos saído sozinhos antes.
"Tô orgulhoso da minha irmã, a garota mandou muito álcool pra dentro hoje! Não via ela tão bêbada há muito tempo. O voo de amanhã vai ser pesado pra ela!"
"Provavelmente pra gente também! Com sorte, não pro Felipe!" Disse, meio babaca. Mas ela riu.
Ambos tomamos dois shots de tequila e continuamos a noite. Fiquei surpreso como a conversa fluía fácil; o álcool obviamente ajudou nisso. Mas ela era uma pessoa completamente diferente de em casa. Continuei me perdendo nos olhos grandes e lindos dela e continuei dando espiadinhas pela blusa preta transparente sempre que ela não estava olhando.
Algum tempo passou antes de Carolina mencionar a boate. "Sabe, eu estava me divertindo muito dançando antes. Felipe nunca me leva pra dançar ou pra lugar nenhum divertido."
De repente, "O Plano" na minha cabeça muda. "Por que não voltamos? Ainda consigo ouvir a música tocando!"
Os olhos dela brilharam e ela gritou de novo.
"ISSOOOO!". Ela pulou e me pegou pela mão, me guiando de volta pro caminho da boate.
Opa. Isso não era o plano. Mas foda-se! Meu coração começou a bater como um adolescente num primeiro encontro segurando a mão dela. Nós dois estávamos ficando bem cambaleantes do álcool naquele ponto, e com as sandálias de salto que ela não estava acostumada, Carolina estava tropeçando e caindo pra todo lado. Fui forçado a salvá-la de cair várias vezes, mas a melhor foi quando tive que colocar meu braço na frente do peito dela pra pegá-la, me dando uma boa sentida nos peitos dela pela blusa, e tudo que ela fazia era rir. Ela parecia gostar de eu manusear ela de volta pros pés. Sentia meu pau crescendo e batendo na calça.
Contra todas as probabilidades, finalmente chegamos de volta na pista de dança e começamos a dançar imediatamente. Sem Júlia ou Felipe lá, ela IMEDIATAMENTE começou a rebolar a bunda no meu pau, ao que felizmente deixei ela sentir meu volume crescente. Depois de algumas vezes fazendo isso, ela tinha uma cara confusa.
"Hmm... Achei que minha irmã teria cuidado disso antes de você voltar?"
Sorri nervosamente pra ela. "Hmmm, ela tava um pouco focada demais no vaso."
"Coitada. E coitado de você!" ela disse, esfregando no meu pau.
Quanto mais dançávamos sem consequências, mais corajosos ficávamos explorando os corpos um do outro. Eu estava forçadamente agarrando os quadris dela e forçando a bunda dela no meu pau, e ela retribuía pegando minhas mãos e me fazendo agarrar a cintura dela, e algumas vezes ela movia minhas mãos pra bunda dela. Estava ficando excitado demais pra palavras naquele ponto; tudo que queria fazer era agarrar aqueles peitões fodidos e enfiar na minha cara. Mas com pessoas por perto, tinha que me comportar. O melhor que conseguia fazer era ocasionalmente roçar neles com minhas costas e peito. Também roçaria levemente neles, movendo minhas mãos dos ombros dela pra cintura. Mas queria mais. E dava pra perceber que ela também queria.
Ingerimos mais alguns drinks até que eventualmente 3 da manhã bateu e a boate estava fechando pra noite. Estava exausto mas também um pouco nervoso sobre onde iríamos dali. Todo mundo começou a filtrar de volta pros quartos, e dava pra perceber que nenhum de nós queria voltar pros nossos quartos ainda. Lado a lado, braço no braço, começamos a vagar sem rumo pelo resort. Ela pegou minha mão e seguramos mãos antes de virarmos uma esquina, e Carolina viu um banheiro público.
"Preciso fazer xixi. Me espera aqui fora?"
"Claro."
Ela se inclinou e me deu um beijinho leve nos lábios antes de encarar meus olhos por alguns segundos. Ela sorriu e começou a entrar no banheiro feminino. Deu alguns passos pra dentro, verificando se tinha alguém lá, quando de repente veio correndo de volta pra mim, me pegou pela mão, e me arrastou pra dentro do banheiro público.
Nós dois sabemos que é hora da putaria.
A tentação finalmente estourou pra nós dois, e agarrei ela pelo pescoço e plantei um beijo molhado nos lábios grossos dela enquanto agarrava a bunda. Ela retribuiu, e nos beijamos apaixonadamente como adolescentes por um bom tempo, gemendo e ofegando por ar. Notei que tinha 5 cabines no banheiro, então caso alguém entrasse, poderíamos rapidamente pular numa pra nos esconder.
Agarrei ela pela bunda e apertei forte, levantei ela, enquanto ela enrolava as pernas longas na minha cintura. Coloquei ela no balcão da pia e arranquei a blusa preta por cima da cabeça, revelando os peitos massivos mal segurados pela parte de cima do biquíni rosa.
Minha primeira apalpada neles foi o paraíso na terra. Eram reais e pareciam incríveis. Carolina levantou os braços atrás da cabeça e me deu um sorriso.
"Te peguei olhando pra esses na praia, seu menino mau."
"Posso te culpar? São perfeitos pra caralho."
Deslizei a parte de cima do biquíni rosa embaixo deles e os agarrei, admitidamente, provavelmente forte demais, e comecei a acariciá-los e chupá-los. Me encontrei como um animal selvagem, meio mordendo, meio chupando, e fazendo uma baita bagunça com minha saliva. Carolina apenas gemia e ria o tempo todo.
Belisquei os mamilos dela, dei uma torcidinha, e ela teve uma cara surpresa.
"Acho que o Felipe nunca fez isso?"
"O Felipe não tem ideia do que fazer com a maioria das coisas."
Carolina então agarrou minha cabeça e enfiou meu rosto no meio deles, me sufocando.
Depois de alguns momentos enfiando a cara nos peitos, ela me permitiu vir pra respirar e perguntou, "Por que você não tira esse pau duro da calça e fode eles?"
Música pros meus ouvidos. Ela pulou do balcão, ficou de joelhos, e entusiasticamente abriu o zíper da minha calça e arrastou até meus tornozelos.
Meu pau totalmente ereto saltou pra fora, e ela olhou pra ele em admiração. "Eu tava de olho NISSO o fim de semana todo!"
Ao invés de enfiar entre os peitos dela, ela cuspiu no meu pau, me masturbou um pouco, e então me enfiou na boca quente ao invés. Ela chupou e lambeu pra cima e pra baixo, até tentou alguns engasgos profundos, o que fez ela engasgar no meu pau. Facilmente o melhor boquete que já tive. Cordas e gotas de saliva caem nos peitos dela, e tive que me concentrar forte pra não gozar cedo.
Quando meu pau e os peitos dela estavam suficientemente molhados, ela me tirou e me enfiou entre os peitões. Ela os enrolou em volta do meu pau apertado, e pulou pra cima e pra baixo com meu pau aparecendo no topo a cada investida. Meu pau foi feito pros peitos dela, e ela era profissional usando eles. Alternando entre espanar meu pau com os peitos e batê-lo contra os mamilos. Eu nunca teria adivinhado que essa garota contida que conhecia há anos era tão safada. Felipe era um idiota fodido por não usar essa deusa apropriadamente.
"Uau, você tá tão duro. Deve gostar de bater nos meus peitos com seu pau?"
Minha resposta foi nada mais que um aceno. Não conseguia formular uma frase. Ela apenas sorriu e então me enfiou de volta na boca.
Ela continuou me chupando quando de repente, ouvimos alguns passos lá fora. Ficamos parados por um momento, como veados pegos nos faróis, mesmo com meu pau ainda na boca dela. Encaramos a entrada, mas com sorte os passos sumiram. Começamos a rir, já que alguém teria tido uma bela visão se tivesse escolhido entrar. Era hora de voltar pro negócio!
"Ok, agora é sua vez," disse pra ela. Queria provar aquela buceta.
Levantei ela e coloquei a bunda dela de volta no balcão da pia. Abri as pernas dela, deslizei a calcinha pro lado, e comecei a descer pelas pernas longas dela, começando nos tornozelos, então beijando as coxas até chegar na buceta quente e suada. Enfiei minha língua dentro dela o mais fundo que consegui, e ela ofegou.
Alternei entre lamber ela e dedá-la, e mordiscar o clitóris, pra delícia dela. Fiquei um pouco preocupado quando ela começou a ficar bem alta, mas continuei. Depois de uns 5-10 minutos comendo aquela mulher deliciosa, ela de repente ficou super puta, me surpreendeu agarrando meu rosto, e me olhou direto nos olhos.
"PORRA! Se você não enfiar sua porra do seu pau em mim AGORA MESMO, eu vou EXPLODIR!"
Não precisava me dizer duas vezes! Levantei, rapidamente removi a calcinha dela, e deslizei meu pau durão na buceta agora encharcada. Ela choramingou enquanto enfiei todo meu comprimento nela. Ela colocou as pernas longas nos meus ombros, e comecei a bombá-la com força. Qualquer um passando pelo banheiro feminino naquele ponto com certeza teria ouvido a gente, mas naquele ponto, não dávamos a mínima foda.
Como se eu já não estivesse excitado o suficiente, tinha a vista incrível dos peitos perfeitos dela pulando forte, quase batendo no queixo dela a cada investida. Agarrei os dois e acelerei minha martelada, apertando os peitos dela enquanto pulavam loucamente. Lambi e chupei os mamilos enquanto ela agarrava a parte de trás do meu cabelo e segurava forte.
Nós dois estávamos ofegando bem pesado, e enquanto beliscava os mamilos dela, me beijei com ela de novo; ela enfiou a língua bem fundo na minha garganta, e nos beijamos apaixonadamente enquanto continuei a encher ela. Estava chegando perto de gozar, então tirei ela do balcão, fiz ela se curvar com os cotovelos no balcão da pia pra que eu pudesse fodê-la em pé no estilo cachorrinho.
Com as pernas longas e saltos dela, ela era a altura perfeita pra isso. Abri as pernas dela um pouco mais e aproveitei a vista da buceta e cuzinho dela me encarando. Me aproximei por trás e deslizei de volta na buceta perfeita e comecei a bombear. Segurei os quadris dela e meti nela até o ponto onde ela estava gritando de prazer.
Depois de alguns minutos, Carolina me disse que ia gozar, e senti ela apertar meu pau e ficar ainda mais molhada enquanto gozava comigo dentro. Ela abafou um grito e estava ofegando por ar. Dei só alguns momentos pra ela recuperar o fôlego antes de começar a bombear de novo. O som da bunda linda dela batendo no meu corpo estava ecoando no banheiro.
Estava chegando perto, então dei um tapa na bochecha direita da bunda, alcancei e apertei os peitões pulantes uma última vez, e comecei a meter nela rapidinho. Último minuto, peguei um vislumbre de mim fodendo minha cunhada peituda no espelho, e foi isso pra mim.
"Posso gozar dentro da sua buceta?"
"Porra sim, goza!"
Comecei a explodir quantidades copiosas de porra na buceta dela. No meio do caminho, tirei meu pau e soltei alguns jatos restantes nas bochechas da bunda. Estava vendo estrelas e quase caí. Minhas bolas estavam drenadas e doeram imediatamente depois.
Nós dois recuperamos o fôlego. Ajudei a limpar a bunda dela, e então ela foi numa das cabines do vaso pra limpar o resto. Ela saiu e deu uma grande exalação, e ao invés de culpa ou remorso, nós dois começamos a rir.
Carolina me diz, "Posso ser honesta? Eu queria fazer isso com você há muito tempo," ao que eu não tinha a mínima ideia que ela se sentia assim.
Vestimos nossas roupas o mais rápido possível, e andamos de volta pros nossos quartos. Mesmo sendo tipo 4 da manhã, não queria que a noite acabasse. Chegamos no quarto de Carolina primeiro, e dei um abraço grande nela, dessa vez agarrando a bunda, e ela me beijou uma última vez e então entrou no quarto. Fiz o mesmo. Que noite louca.
Na manhã seguinte, nós quatro nos encontramos pro café da manhã antes do nosso voo, todos bem de ressaca exceto Felipe. Carolina e eu, aparentemente atores incríveis, agimos como se nada tivesse acontecido. Mal olhamos um pro outro.
No entanto, no voo de volta, cruzei olhares com Carolina quando ela foi pro fundo do avião pro banheiro. Ela me deu uma lambida de língua e me deu uma olhada que não pude resistir sorrir de volta.
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E aí pessoal, gostaram do meu relato?