Putaria na Escola (Capítulo 28)

Um conto erótico de Luv24
Categoria: Homossexual
Contém 1940 palavras
Data: 03/01/2026 00:38:25
Assuntos: Gay, Homossexual

“Intervalo no Ginásio”

O sinal do intervalo tocou alto pelos corredores, ecoando como um alarme de liberdade. Alunos saíram correndo das salas, vozes altas discutindo lanches, futebol ou fofocas. Tiago, na aula de matemática, guardou o caderno devagar, fingindo arrumar a mochila enquanto a turma esvaziava.

O celular vibrou no bolso: mensagem de Marlon.

“Ginásio agora. Porta dos fundos. Tô sozinho.”

Tiago sentiu o pau endurecer na hora. Esperou os últimos colegas saírem, professor Peter apagando a lousa de costas, e escapuliu pelo corredor lateral.

Olhava ao redor a cada passo: zelador varrendo longe, grupo de meninas conversando na esquina, ninguém prestando atenção nele.

Virou no corredor do ginásio, porta de serviço entreaberta, luz interna acesa. Entrou rápido, coração batendo forte de excitação e adrenalina.

O ginásio estava vazio, cheiro de borracha e suor antigo, colchonetes espalhados, barras de ferro brilhando. Trancou a porta principal com a chave que Marlon havia deixado na maçaneta interna, clique seco ecoando.

No centro, Marlon se exercitava no colchonete azul: de short de malha cinza curto, sem camisa, corpo bronzeado musculoso suado, cabelo curto molhado na testa.

Fazia flexões lentas e perfeitas: descia até o peito quase tocar o chão, subia explosivo, peitoral grande saltando, abdômen tanquinho marcado a cada contração, braços grossos tensionados. Respirava pesado, gemidos baixos de esforço, suor pingando no colchonete.

Tiago observava da sombra, pau duro na calça.

Marlon terminou a série, rolou de costas, viu Tiago e sorriu largo.

— Chegou, vadia. Achei que a chuva de hoje tinha te amolecido.

Tiago se aproximou, apertando o próprio volume.

— Chuva nenhuma me impede de vir tomar rola, professor. Tô louco pra te ver suado assim desde cedo. Esse corpo brilhando de suor... me deixa doido.

Marlon se levantou, suor escorrendo pelo peito largo, gotas traçando os sulcos dos músculos.

— Intervalo curto, mas suficiente pra te usar direito. Ninguém vem aqui essa hora. Vamos aproveitar cada segundo, caralho.

— Então me usa logo, me fode sem piedade — disse Tiago, já puxando Marlon para um beijo feroz, línguas se enroscando com fome, bocas se devorando, saliva misturando enquanto mãos apertavam costas e nádegas.

Marlon tirou a camisa de Tiago devagar, mãos grandes explorando o peito claro, dedos traçando as tetas pesadas até a barriga macia.

— Esse corpo gordinho... essas tetas grandes balançando... duas semanas descansado e tá ainda mais gostoso. Olha só como elas pesam na minha mão... macias pra caralho.

Acariciava as tetas com as duas mãos, apertando forte, dedos afundando na carne macia, beliscando mamilos até endurecerem e ficarem vermelhos.

— Essas tetas são uma delícia... macias, pesadas... feitas pra serem mamadas o dia todo. Vou deixar elas marcadas, vadia.

Eles se beijavam enquanto Marlon apertava forte, balançando as tetas como se fossem de mulher, fazendo-as quicar uma contra a outra.

— Aperta mais forte, professor... faz doer de tesão... essas tetas são suas pra brincar.

Tiago admirou o peitoral bronzeado enorme dele, veias saltadas do esforço.

Acariciava com fome, unhas arranhando levemente, depois inclinou-se e chupou o mamilo direito, sugando forte, língua rodando em círculos rápidos.

— Teu peito suado... duro e grande... amo mamar ele assim, sentir o gosto de suor na boca.

Marlon gemeu baixo, mão no cabelo de Tiago.

— Isso, mama forte... chupa meu peito como a putinha que você é.

Marlon retribuiu, chupando a teta direita de Tiago com força animal, sugando como louco, dentes roçando o mamilo enquanto apertava a esquerda, torcendo até Tiago arquear as costas.

— Essas tetas são minhas... vou mamar até você gemer alto, até implorar pra eu parar. Olha como esse mamilo tá duro... tá latejando na minha boca.

— Ah, porra... mama mais, professor... torce elas, me faz gemer... tô gemendo pra você ouvir.

Eles tiraram as calças rápido, apertando os volumes duros nas cuecas, paus latejando um contra o outro, pré-gozo já manchando o tecido.

Marlon chupava e sugava a teta direita de Tiago sem parar, boca fazendo barulhos molhados, mão apertando o volume na cueca dele, sentindo o pau pulsar.

— Teu pau tá babando pra mim... sente minha mão te apertando enquanto eu devoro essa teta.

Tiago lambia, chupava e sugava o peitoral esquerdo de Marlon, língua traçando cada músculo definido, enquanto apertava o pau enorme na cueca, sentindo a grossura latejar.

— Teu pau tá tão duro... enorme na minha mão... vou mamar ele todo hoje.

Tiago subiu e chupou o pescoço suado de Marlon, mordiscando forte, deixando marcas vermelhas que durariam dias.

— Vou te marcar, professor... pra todo mundo ver que você é meu também.

Depois desceu de novo, lambendo o suor do peito, chupando e sugando o peitoral direito com fome, mão nunca saindo do volume, masturbando devagar por cima da cueca.

Tiago se ajoelhou no colchonete, olhos fixos no volume.

Acariciava o pau de Marlon por dentro da cueca, sentindo pulsar quente, cabeça babando pré-gozo no tecido cinza.

Chupava o volume por cima, boca quente molhando a cueca toda, sugando a cabeça através do pano, língua pressionando o freio.

— Teu pau duro na cueca... delícia de mamar assim... sinto o gosto do teu pré-gozo vazando.

— Isso, vadia... mama minha rola pela cueca... me deixa louco pra te foder a boca.

Tiago puxou o pau do professor para fora da cueca pela coxa, pau grosso e grande saltando livre, veias pulsando, cabeça brilhando.

Chupava com paixão, engolindo fundo devagar, baba escorrendo pelo queixo, garganta se ajustando.

— Engole tudo, putinha... sente minha rola grossa abrindo tua garganta.

Tirou a cueca de Marlon completamente, pau balançando pesado.

Engolia até o talo, garganta apertando ritmada, mão nas bolas depiladas pesadas, massageando.

Lambeu as bolas uma a uma, sugando forte, língua traçando a costura enquanto masturbava o pau devagar.

— Essas bolas cheias... vou sugar até você gemer... quero todo teu gozo hoje.

Eles se beijaram de pé novamente, paus roçando, corpos suados colando.

Caminharam até o banco de madeira perto da parede, mãos nunca se soltando.

Tiago tirou a cueca, pau duro balançando, apoiou uma perna no banco, empinando a bunda clara e macia.

Marlon abriu bem as nádegas com mãos firmes, cuspiu grosso no cu rosado.

— Olha esse cu... rosado, limpinho... apertado pra caralho... pronto pra minha língua te abrir.

Lambeu devagar no início, língua traçando o anel em círculos largos, depois apertando a ponta no centro.

Chupava e sugava com força, barulho alto e molhado ecoando no ginásio vazio, como se estivesse beijando uma boca.

— Sente minha língua te fodendo... teu cu tá piscando pra mim... guloso demais.

Tiago revirava os olhos de prazer, gemendo alto.

— Ah, professor... lambe fundo... chupa meu cu como se fosse buceta... me faz gozar só com a língua.

Marlon penetrou o dedo do meio devagar, girando para abrir, fodendo ritmado enquanto lambia ao redor, língua traçando o dedo entrando e saindo.

— Sente meu dedo te abrindo... teu cu tá guloso hoje, sugando meu dedo... vai sugar minha rola do mesmo jeito.

— Mais um dedo, por favor... abre meu cu pra tua rola grossa... tô pronto pra tomar tudo.

Inverteram papéis com urgência.

Marlon apoiou uma perna no banco, empinando a bunda bronzeada, músculos das nádegas firmes se separando.

Tiago pediu rouco, voz tremendo de tesão:

— Abre bem teu cu pra mim, professor... mostra esse buraco perfeito.

Marlon abriu com as mãos grandes, expondo o cu depilado, rosado no centro.

Tiago admirou, pau latejando.

— Caralho, que cu perfeito... bronzeado, apertado... quero comer ele inteiro, te fazer gemer como vadia.

Cuspiu grosso, lambeu devagar de baixo para cima, chupou forte o anel, sugou o buraco como boca faminta, língua penetrando fundo e girando.

— Sente minha língua te invadindo... teu cu tá quente pra caralho... apertando minha língua.

Penetrou o dedo do meio devagar, fodendo enquanto chupava a nádega esquerda, mordiscando a carne firme, deixando dentes marcados.

— Toma dedo no cu, professor... sente como eu te abro... teu cu tá piscando no meu dedo.

Marlon gemeu rouco.

— Isso, me fode com dedo... abre meu cu... mas agora quero te foder de verdade.

Inverteram de novo, adrenalina do tempo curto os deixando mais selvagens.

Marlon cuspiu no pau, posicionou na entrada e penetrou Tiago de uma vez só, pau grosso abrindo tudo, bolas encostando.

Fodeu com força imediata, mãos na cintura gordinha, puxando para trás a cada socada.

— Toma rola agora, vadia... teu cu merece depois do descanso. Sente como eu te encho... pau bronzeado bem fundo no teu cu branco.

Fodia rápido, bolas batendo alto, som ecoando.

Falava putaria no ouvido, voz grave e ofegante:

— Toma pau grosso no intervalo... vadia safada saindo da aula pra levar rola... teu cu é meu brinquedo particular... vou te usar até o sinal tocar de novo.

— Fode mais forte, professor... me arromba... tô gemendo pra você... ah, porra, fundo assim!

Tiago deitou de lado no colchonete, perna tremendo.

Marlon ajoelhou atrás, levantou uma perna alta e penetrou fundo de novo, socando ritmado, pau saindo quase todo e voltando com força.

— Toma fundo de lado... sente minha rola te possuindo inteiro... teu cu apertando meu pau como se não quisesse soltar.

— Me possui, caralho... fode como se fosse a última vez... teu pau tá me rasgando de tesão.

Marlon deitou atrás, conchinha perfeita, pau fundo no cu de Tiago, fodendo devagar e profundo enquanto abraçava o peito, mãos apertando as tetas com força.

— Sente meu pau te fodendo devagar... abraçado assim... teu corpo gordinho colado no meu... tetas na minha mão enquanto eu te encho.

— Devagar assim é tortura... mas uma delícia... aperta minhas tetas enquanto fode... me faz sentir tua vadia.

Tiago se levantou, sentou de costas no pau de Marlon deitado no colchonete.

Apoiou as mãos no peitoral suado dele, quicava devagar no início, sentindo o pau abrir tudo, depois aumentou o ritmo, rebolando forte, bunda girando no pau grosso.

Tetas pulando sem parar, pau balançando duro e babando.

— Minhas tetas tão quicando pra você... sente minha bunda rebolando na tua rola... sente meu cuzinho guloso, sente.

Marlon gemia alto, mãos nas nádegas ajudando o movimento, dedos afundando na carne.

— Rebola mais, vadia... tua bunda engole minha rola toda... caralho, que cu gostoso.

Tiago saiu do pau com um ploc molhado, Marlon pediu rouco:

— De quatro agora, rosto no colchonete, bunda bem empinada pro alto.

Tiago obedeceu rápido, cu aberto e piscando, rosto colado no tecido suado.

Marlon fodeu fundo de imediato, socando violento, quadril batendo forte na bunda macia.

Tiago lambia o colchonete de tesão puro, língua no tecido impregnado de suor antigo.

Marlon dava tapas fortes na bunda, deixando vermelho vivo, mão marcando a carne.

— Toma tapa, vadia... essa bunda vermelha fica linda levando rola... cada tapa pra você lembrar de mim na aula.

— Bate mais, professor... deixa minha bunda ardendo... bate enquanto fode... ah, porra!

Marlon saiu devagar, pau brilhando, avisou rouco, voz falhando:

— Vou gozar... não aguento mais teu cu me sugando.

Tiago ajoelhou rápido, tetas empinadas para frente.

Marlon se masturbou freneticamente, pau latejando, gozou nas tetas de Tiago em jatos grossos e quentes, melando mamilos, barriga e até o queixo.

— Toma porra nas tetas... melando essas tetas grandes... olha como escorre.

Marlon ajoelhou imediatamente, peito bronzeado oferecido.

Tiago se levantou, se masturbou rápido olhando o corpo suado, gozou forte no peitoral de Marlon, porra jorrando nos músculos definidos, escorrendo pelos sulcos do abdômen.

— Toma minha porra no teu peito duro... marcando esses músculos todos.

Marlon se levantou, eles esfregaram os peitos gozados um no outro com força, porra misturando e escorrendo, corpos suados colados, beijando com fome desesperada, línguas lambendo porra da boca do outro.

— Peitos melados de porra um do outro... delícia de intervalo... melhor intervalo da porra da minha vida — sussurrou Marlon, voz rouca.

O ginásio vazio guardava mais um segredo ardente.

E a quarta-feira seguia quente, com cheiro de sexo no ar.

Continua...

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