Tudo mudou em um só olhar

Um conto erótico de Casal Cúmplice do Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 1581 palavras
Data: 16/01/2026 00:06:56

Meu nome é Naty. Tenho 37 anos, 1,80 de altura, sou loira e carrego uma presença que costuma ser sentida antes mesmo de ser vista. Olhar provocante e um sorriso contagiante, minhas pernas grossas anunciam minha feminilidade a cada passo, e meu corpo chama atenção sem pedir permissão. A bunda empinada e firme nunca passa despercebida, e meus seios pequenos, durinhos e siliconados costumam marcar a roupa como um convite silencioso.

Vivo um relacionamento extraconjugal com Júlio. Ele tem 47 anos, 1,78, moreno, corpo malhado que revela disciplina e controle. Braços fortes que sugerem proteção e perigo na mesma medida. Ombros largos e um peitoral firme que me enlouquece só de olhar. Sua voz é grave, segura, e o olhar… aquele tipo de olhar proibido, que percorre o corpo, avalia consequências e, ainda assim, insiste. Um olhar que sabe o que exatamente deseja.

Ambos somos casados.

Tudo começou de forma inocente, a partir de uma amizade entre os casais. Frequentávamos os mesmos lugares, compartilhávamos risadas, conversas e momentos em comum.

Com o tempo, entre brincadeiras e confidências, percebemos que havia algo diferente entre nós. Surgiu um interesse silencioso, alimentado por piadas de duplo sentido e pelo compartilhamento de intimidades conjugais que, pouco a pouco, despertavam ainda mais curiosidade e desejo.

Antes de chegarmos aos finalmente, aconteceram várias situações que, uma após a outra, só aumentavam a nossa curiosidade.

Em uma certa ocasião, Júlio veio até a minha casa junto com meu atual esposo para trazer uma mesa de sinuca. Eu sabia que ele viria. E, só de saber, minha mente já tinha viajado.

Escolhi a roupa com a certeza de que tiraria ele do eixo.

Um shortinho vermelho, curto demais para ser discreto, sem calcinha. Minhas pernas grossas ficavam totalmente à mostra, e a curva da minha bunda, livre, confortável, quase desafiadora. A segunda peça, um top transparente, sem sutiã, com o biquinho aparente e arrepiado. Eu queria, de verdade, mexer com a cabeça dele, confesso.

Quando eles chegaram, mantive a naturalidade por fora. Por dentro, o coração batia forte, entre a excitação e o medo do que ele pensaria, de como reagiria.

Eu andava pelo quintal devagar, plenamente consciente do risco. Sentia o olhar dele me acompanhar, mesmo quando eu fingia não perceber. Não era um olhar contido. Era intenso. Tenso. Lutando contra o óbvio.

Em alguns momentos, nossos olhos se cruzavam por segundos a mais do que o permitido. E era ali que nossos corpos gritavam em silêncio.

O ambiente seguia normal, com brincadeiras e conversa solta, mas a intenção ficava suspensa no ar. Por dentro, mesmo sem dizer nada, sustentávamos um jogo perigoso, silencioso, carregado.

Eu me abaixava, esticava o corpo, passava na frente dele. Nada era por acaso. Cada gesto era calculado. Cada movimento, um desafio.

Júlio desviava o olhar por educação… e voltava por desejo.

Eu via. Eu sentia.

Naquele ambiente que, para qualquer um, era comum, o tesão não vinha do toque. Vinha do exibicionismo, da provocação e, principalmente, da proibição. Do controle. Do risco absurdo de sermos vistos, percebidos, lidos além do que podíamos mostrar.

Ali, sem uma única palavra, mesmo confuso com a situação, ele começou a desconfiar: entre nós, existia mais do que amizade. Existia uma possibilidade.

Depois disso vieram alguns episódios que incluíram muitos “acidentes” intencionais, que acarretaram ainda mais provocações.

As coisas foram acontecendo quase sem controle, uma levando à outra. Em um desses momentos de proximidade, ele mexia no meu celular, distraído, quando acabou vendo uma foto dos meus seios, lindos, durinhos.

Fiquei sem graça, tentei disfarçar, mas percebi na hora que aquilo despertou ainda mais a curiosidade dele.

Algum tempo depois, em um churrasco na minha casa, cheio de gente, todos conversando e rindo, o assunto voltou à tona. Ele me perguntou se eu tinha ficado com vergonha. Meio sem jeito, respondi que não. Então ele pediu para ver de novo. Dessa vez, não foi acidente. Eu mostrei três fotos, uma por uma.

O ambiente continuava o mesmo, ninguém percebeu nada. Mas entre nós, algo já estava acontecendo. Mesmo sem demonstrar muito um para o outro, até porque, apesar de tudo, ainda éramos “só amigos” , no silêncio, o tesão só aumentava. E sentíamos a certeza de que algo já tinha ultrapassado um limite.

Com toda essa empolgação e um interesse incomum, sempre dávamos um jeito de ficar no mesmo ambiente, inventando encontros e visitas.

Em uma dessas visitas, desta vez na casa do Júlio, eu novamente estava vendo algumas fotos no celular quando ele pediu para olhar também, claro, com a intenção lá em cima.

Enquanto eu rolava as imagens, surgiu, no meio delas, uma foto minha completamente nua. Passei rápido, porque eu provocava, mas ainda tinha vergonha, e me afastei. Mas já era tarde. Ele tinha visto.

Veio atrás de mim, com um sorriso malicioso, pedindo para ver de novo. Disse que já tinha visto mesmo. Eu, consciente da maldade no ar, deixei. Ele me olhou com um desejo explícito nos olhos e perguntou, com aquela expressão que hoje me desmonta por completo:

— O que é isso?

Mudamos de assunto, a noite seguiu, e fui embora. Mas aquilo não saiu da cabeça de nenhum dos dois.

No encontro seguinte, as conversas ousadas continuaram, agora carregadas de tensão. Ele dizia que não podia fechar os olhos porque a mente ia longe demais. Eu apenas ria, sabendo que comigo acontecia exatamente o mesmo.

Nesse mesmo dia, ele se aproximou e perguntou:

— Quer bala?

Respondi que sim.

Ele colocou a bala na boca e disse que eu pegasse. Quando nossos olhos se cruzaram, demorados e intensos, soube ali que algo estava prestes a acontecer.

Os dias passaram e as trocas de mensagens se tornaram cada vez mais frequentes. No início, ainda havia certa tenção, respostas cuidadosas, um pouco indefinidas, mas, aos poucos, já compartilhávamos pedaços da nossa vida.

Até que ele me chamou para conversar. Disse que tinha discutido em casa e precisava desabafar. Eu fui.

Conversamos tranquilamente. Ele falou sobre o que tinha acontecido, eu ouvi. E foi só isso.

Nada tinha acontecido… até a despedida.

Um beijo rápido no canto da boca, quase sem querer, quase sem pensar. Pequeno, discreto, mas incendiário o suficiente para que cada um fosse para sua casa consumido, sem conseguir parar de pensar.

No dia seguinte, marcamos de nos encontrar para falar sobre o tal acontecimento. Não falamos muito. Não foi preciso. Nos beijamos de verdade.

Um beijo perfeitamente encaixado, profundo, surreal, como se tudo o que vinha sendo guardado finalmente tivesse encontrado saída.

Dentro do carro, à luz do dia, sem insulfilm, nem pensamos em nada. O beijo ganhou uma urgência absurda. Havia fome, vontade, desejo. O toque ficou difícil de controlar, como se cada segundo fosse precioso demais para ser desperdiçado.

Nossos corpos se encaixaram naturalmente. Ele, tomado pela curiosidade e pela vontade, levantou minha blusa e foi direto aos meus seios, com intensidade, como se quisesse me devorar, mamou muito gostoso, passando a língua e mordendo meu biquinho.

Fiquei louca de tesão.

Eu, sentindo tudo aquilo, passei a mão no pau dele, estava tão duro que não resisti, e me deliciei com muito desejo chupando gostoso.

Ali ficou claro:

o que sentíamos já não cabia mais em conversas, olhares ou provocações.

Tudo já tinha ultrapassado qualquer limite.

A partir dali, a curiosidade virou necessidade.

Até que, em um belo dia, entre beijos famintos, aconteceu o primeiro sexo, e foi o melhor das nossas vidas.

Não era apenas sexo. Era troca. Entrega. Uma preocupação quase obsessiva em satisfazer o outro, em sentir e provocar prazer. Os beijos, os toques, os corpos… das carícias à penetração, tudo se encaixava como se tivesse sido feito sob medida.

Ali entendemos que não era algo passageiro. Era o melhor lugar do mundo para se estar.

Nosso primeiro encontro foi dentro de um carro. Um sexo selvagem, intenso, mas ao mesmo tempo carregado de carinho e de um tesão absurdo. A sensação era de querer entrar um dentro do outro, de se fundir.

Mudamos de posição várias vezes. O suor escorria pelos corpos, misturado aos gemidos abafados e à urgência do desejo. As mãos que acariciavam também apertavam, numa tentativa quase desesperada de expressar o tamanho do prazer.

Fiz um oral que o deixou completamente fora de si. Ele me fez gozar com a língua — algo que ninguém jamais tinha conseguido. No meio do ato, nos olhamos nos olhos e foi ali que um sentimento desconhecido nasceu.

Quanto mais eu sentava nele, mais ele queria. Quanto mais me penetrava, mais eu pedia, me permitindo de um jeito que nunca havia feito.

Naquela noite, gozei até ficar molinha em seus braços. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Ele me observava com um misto de surpresa e êxtase, como se não acreditasse no que estava vivendo.

Ele afundou o rosto entre minhas pernas encharcadas quando alcancei o squirting, completamente tomado pelo meu prazer. E, como se não fosse suficiente, continuou com os dedos até que, quase desfalecida, gozei novamente.

Ali, suados, molhados e ofegantes, ficamos abraçados em silêncio, nos perguntando se era mesmo possível existir algo tão intenso entre duas pessoas.

Aquilo foi só o começo.

Duas almas que se reconheceram.

E foi ali que nasceu um amor absolutamente surreal.

Esta história é verídica.

Foi vivida antes de ser contada e desejada antes de ser assumida.

Se você chegou até aqui… é porque ela já te fisgou.

Se isso foi apenas o começo… imagine o que acontece quando decidimos não colocar limites nos nossos desejos.

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