Sempre tive vontade de ser corno. Tentei isso com várias namoradas. A última até que bateu na trave: quando disse a ela que desejava ser corno pela primeira vez, ela se espantou e ficou revoltada, mas, depois de um curto período, aceitou e tinha orgasmos múltiplos quando a comia e pedia para ela me chamar de corno. Tirávamos várias fotos íntimas e a fazia enviar para seu chefe. Ela até marcou de sair uma vez com ele, mas nosso relacionamento já estava em colapso por outros motivos e terminamos antes que isso ocorresse, então não tive tempo de ser corno. Outra namorada perguntava por que eu era tão ciumento, mas gostava de ser corninho; essa, porém, nunca teve coragem de marcar uma cerveja com um amigo ou enviar fotos nuas para eles. Certa vez, ela até colocou uma foto seminua em um grupo de exposição do Facebook no qual havia cerca de 80 pessoas, mas esse foi o ápice. Terminamos também por outros motivos.
No relacionamento atual, porém, estamos bem felizes. Casados há cinco anos, e durante todo esse tempo confidencio a ela a minha vontade de ser corno. Inclusive, comprei até uma calcinha com a palavra "corno" escrita, que ela adora usar enquanto transa comigo. Não importa o local ou a posição, ela sempre grita que eu sou corno, e isso me deixa com um tesão imenso. Minha esposa tem 1,69 m de altura, 25 anos, é magra, loira de olhos claros e tem uma bunda redondinha, uma delícia! E é claro que eu queria realizar meu desejo e compartilhá-la com outro macho.
Na última sexta-feira, ela estava saindo para o trabalho e não pude deixar de notar a lingerie sexy que ela estava colocando: uma calcinha fio-dental azul-clara que combinava com sua blusa. Por baixo da blusa, não usava sutiã e, para completar a vestimenta, usava uma calça jeans super colada que arrebitava sua bunda, junto com um salto alto de bico fino. Nunca a tinha visto se arrumando assim para o trabalho. Logo perguntei:
— Amor, por que você está se arrumando desse jeito?
Ela logo respondeu:
— Não posso te contar, é segredo. Mas prometo que à noite eu te falo tudo.
Em seguida, ela pegou a bolsa, a chave do carro e foi para o trabalho.
O dia passou e parecia que os ponteiros do relógio não andavam. Toda hora em que pegava o celular para ver o horário ou se tinha alguma notícia, o relógio mostrava que haviam passado 15, 30 minutos. Mas, finalmente, deu 18h. Me arrumei e fui para casa. Cheguei perto das 20h, dei comida aos cachorros, limpei a bagunça e fui tomar banho. Ao sair, ouvi o portão abrindo e minha esposa chegando. Eu estava só de toalha e fui para a sala esperá-la; afinal, já estava ansioso o dia todo.
Nossa casa possui uma porta de vidro. Logo que ela se aproximou, fui correndo abri-la. Não a deixei respirar e perguntei:
— E aí, como foi?
Ela disse, com um ar de cansada:
— Foi uma delícia, amor. Ele acabou comigo.
Fiquei em choque no momento, mas de pau duro. O que eu mais sonhava tinha acontecido.
— Ele quem? O que aconteceu? — perguntei, espantado.
Ela, com um sorrisinho de canto de boca, respondeu:
— Eu dei a bucetinha pro meu colega do trabalho. Não era isso que você queria?
Não pensei duas vezes. Arranquei minha toalha, puxei ela para perto e comecei a beijá-la. Conduzi-a para o quarto, deitei-a na cama, tirei sua roupa e sua calcinha estava toda molhada e branquinha. Falei para ela:
— Me conta a história enquanto eu te chupo e limpo o esperma do comedor.
Ela logo começou a narrar:
— Amor, há anos você me pede para ser corno, e resolvi atender seu desejo. Entrou um estagiário na empresa, super novinho e bombadinho. Há alguns meses, venho falando com ele e dando sinais de que queria transar, mas só nessa semana ele tomou uma atitude e me chamou para almoçar. Por isso vesti a calcinha pequininha combinando com minha blusa hoje.
Neste momento, eu comecei a me masturbar enquanto chupava ela. Estava quase explodindo de tesão precocemente; meu pau latejava, e ela continuou com o relato.
— Pois bem, na hora do almoço descemos para o estacionamento do prédio e ele disse para irmos no carro dele, pois era mais confortável (ele tinha um Honda Civic preto, provavelmente do pai dele, mas com os vidros todos chapados de preto, impossível ver de fora para dentro). Ele perguntou onde eu queria almoçar, e eu logo retruquei perguntando onde ele queria me comer. O menino ficou branco, não esperava que eu fosse tão atrevida.
Neste momento, ela deu um sorrisinho. Por ora, a bucetinha dela já estava derretendo na minha língua, e eu me controlando para não gozar.
— Ele simplesmente saiu do estacionamento, entrou na rua lateral da empresa, estacionou o carro e disse que me comeria ali mesmo. Não acreditei na audácia do garoto, mas já fui pra cima dele e comecei a beijá-lo. Ele tirou o cinto e colocou o pau pra fora. Enquanto o beijava, comecei a fazer um carinho no seu pau. Não era nada imenso, mas acredito que era o suficiente para realizar seu desejo de corno e deixar você com a imaginação fértil e cheio de tesão.
Neste momento, meu coração batia mais rápido, e eu pedia para ela continuar a história.
— Depois de alguns minutos nos beijando, ele pediu pra eu tirar minha calça e empinar a bunda pra ele. O vidro do carro já estava todo embaçado, e eu fiz o que ele mandou. Quando tirei minha calça, me apoiei no banco de trás e empinei minha bunda. O menino comentou: "Caralho, que gostosa. Sua bucetinha é muito linda e esse fiozinho deixa ela muito gostosa. Seu marido deve ser muito feliz". Eu já estava toda lubrificada e pedi pra ele: "Mete logo, meu macho". Ele nem sequer colocou camisinha e escorregou sua piroca para dentro da minha bucetinha.
Ali, com o relato dela, eu já não aguentei mais. Gozei com força, e minhas pernas tremiam, mas, mesmo assim, pedia para ela continuar a contar.
Ela, gemendo, continuou:
— Aí, amor, eu estava tão molhadinha e ele bombava tão forte, batia na minha bunda, me chamava de putinha e dizia que ia gravar um vídeo pra enviar pra você. Depois de me comer com bastante força por alguns minutos, ele jorrou esperma dentro da minha bucetinha. Eu subi a calça e fui para o escritório. Voltamos do almoço e fingimos que nada havia acontecido.
Quando ela acabou o relato, eu estava acabado, porém realizado. O silêncio reinou, e ela o quebrou com uma simples frase:
— Mas não acabou, amor. Você acha que minha bucetinha ainda está molhada por quê?
Eu disse:
— Conte logo então, o que houve?
— Chamei ele no Teams e disse que queria mais. Passei o endereço aqui de casa e disse pra ele me encontrar aqui.
— Juliana, antes de você continuar a conversa, fica de quatro e empina sua bunda, por favor? — pedi.
Meu pau já estava duro novamente, imaginando o que tinha acontecido na parte dois. Ela logo ficou de quatro e empinou a bunda para eu comer. A buceta já estava limpinha, porém super molhada ainda. Finquei meu pinto nela e ela começou a contar novamente:
— Então, amor (com voz de gemido), quando entrei no carro dele, ele já estava nu. Comecei a mamar aquela piroca branquinha e falar que ele era meu comedor e teria que me comer todos os dias. Batia uma punheta para ele e esfregava a pica na minha cara. Passado um tempo, ele ordenou que eu ficasse de quatro novamente, igual no almoço, porque já era tarde e ele precisava ir embora. Fiz como ele mandou, empinei minha raba e ele veio e me comeu por trás.
Neste momento, eu não aguentava mais e dizia:
— Amor, eu vou gozar.
E ela gritava:
— CALA A BOCA, SEU CORNO! NÃO É PRA GOZAR, EU AINDA NÃO TERMINEI A HISTÓRIA! — continuou o relato.
— Corninho, ele bombou muito na bucetinha, minhas pernas tremiam e eu já tinha perdido a conta de quantos orgasmos eu tive, até que ele explodiu novamente e gozou em tudo (acho que você percebeu isso, não é mesmo?). O comedor mandou eu vestir minha calcinha e entrar com ela molhada em casa pra mandar você limpar.
Já não aguentava mais e gozei. E ela disse:
— Agora limpe minha buceta de novo, tire uma foto e mande para o WhatsApp dele dizendo que você limpou tudo.
Fiz o que ela pediu e logo caímos exaustos na cama. Foi uma experiência incrível. Espero que seja a primeira de muitas. Espero também que isso se repita com maior frequência, com outros machos, em outros lugares, com outras lingeries.