Essa narrativa começa como um desabafo, pois percebi que a uma certa altura da vida você sente a necessidade de experimentar algo novo, algo desconhecido, algo que te excite, pois o convencional não te chama mais a atenção; nesse cenário você começa a buscar explicações que na maioria das vezes não respondem às suas expectativas, até o momento em que você percebe que essa busca se resume a reconquistar o prazer …, inserido nessa situação me vi a procura de uma experiência que desse motivo para seguir em frente e iniciei com algo totalmente oposto de minha preferência atual …, assistindo vídeos e lendo escritos descobri na bissexualidade algo para me estimular e o primeiro desejo que surgiu foi a vontade de mamar uma piroca! Pode parecer estranho (ou não!), mas foi a partir desse primeiro gatilho que me senti não apenas estimulado ou excitado, mas sim vivendo a vida intensamente.
Para realizar meu desejo utilizei os mecanismos mais corriqueiros como anúncios classificados e salas de bate-papo descobrindo minha primeira barreira: o preconceito velado que cerca esse universo; os poucos contatos que mantive não se sustentavam, uma vez que essas pessoas se sentiam compelidas a fugir de sua própria realidade; demorou muito até que um desses contatos frutificasse …, foi por meio de um anúncio que logo se seguiu pela troca de números de telefones para que pudéssemos aprimorar nosso relacionamento; o homem se apresentou pelo apelido de Nilo, se descrevendo como um sessentão tarado que adorava ensinar outros homens a arte de mamar uma piroca; e já nas nossas primeiras conversas fiquei encantado por ele manifestando meu desejo de que ele fosse meu mentor nesse novo mundo que se descortinava perante meus olhos e sentidos.
Nilo era advogado independente, casado, pai e avô, com uma esposa compreensiva que sabia de suas preferências e o estimulava a aproveitar todas as guloseimas que a vida lhe oferecesse; marcamos nosso primeiro encontro em seu escritório na parte da manhã e como não era muito distante de minha casa para lá me dirigi em caminhada de uns quinze minutos logo descobrindo o escritório instalado em um sobrado discreto com muros altos, cercas de arame concertina e algumas câmeras posicionadas em pontos estratégicos. Me apresentei no porteiro eletrônico e logo o primeiro portão se abriu permitindo meu acesso. No que seria a recepção, uma sala de estar residencial adaptada me encontrei com Nilo um sujeito alto e corpulento, dono de uma barriga típica da idade, trajando camisa e calça sociais com uma gravata vistosa; tinha os cabelos grisalhos fartos e bem cuidados, com um rosto glabro olhos espremidos, lábios finos e uma expressão que oscilava entre a discrição e a luxúria.
Depois das apresentações formais Nilo não perdeu tempo querendo se certificar exatamente do que eu queria e mediante minha resposta ali mesmo naquele local de aparência sóbria ele pediu que eu me despisse. “Se você quer, de fato, desfrutar dessa experiência, precisa se libertar das amarras que o impedem de seguir em frente!”, disse ele com tom enfático ao perceber minha hesitação. Tomado por um estremecimento involuntário comecei a me despir e quando fiquei nu Nilo me examinou com um olhar intenso e sóbrio. Em seguida, ele abriu a braguilha da calça pondo para fora o membro que já iniciava uma ereção intrigante sendo que naquele momento fui eu que examinei o bruto e suas dimensões, algo que me surpreendeu por dois motivos; aquele era o primeiro membro masculino que eu tinha a oportunidade de vislumbrar sem rodeios ou receios e ainda porque suas dimensões estavam bem acima daquilo que eu considerava normal me fazendo supor que ele não fosse tão grande, mas que o meu era um tanto pequeno!
Nilo então se sentou em uma poltrona abrindo as pernas e me chamando para ficar de joelhos entre elas; obedeci incontinenti movido por uma vontade que dominava minha razão; ele pediu que eu segurasse o bruto para senti-lo em minhas mãos; cingi o pinguelo com uma das mãos dando pequenos apertões a fim de sentir sua rigidez e calibre que era bem avolumado; logo depois comecei a explorar o comprimento passando o polegar sobre o freio apertando-o com leveza observando pequenas gotículas translúcidas brotarem da uretra escorrendo com lentidão até lambuzar meu dedo provocando arrepios à flor da pele.
Nos momentos em que fitava o rosto de Nilo descobria uma expressão de êxtase mesclado com um ar de safadeza típica do macho que se regozija com a situação. “Você pode começar linguando a chapeleta com a ponta da língua, como se estivesse lambendo um picolé”, sugeriu ele com tom ameno; ao obedecê-lo senti uma espécie de choque elétrico de baixa intensidade diante do contato da minha língua com aquela pele macia e aveludada que se somava ao sabor agridoce das gotículas.
Repeti o gesto várias vezes chegando a aprisionar a glande entre meus lábios como se pudesse mastigá-la. “lambe o resto dele, meu querido …, desfrute da pistola do seu macho!”, sugeriu ele com tom rouco e voz embargada; não sei porquê ele se apresentar como “meu macho” me provocou uma excitação inexplicável que operou um incentivo para que eu passasse a lamber toda a extensão do membro sendo que logo ele insistiu para que eu fizesse o mesmo com as suas bolas. E o que veio a seguir foi simplesmente o curso natural do instinto sexual que nos move comigo abocanhando o bruto dando início a minha primeira mamada guiada pela voz daquele macho influente e sedutor; vez por outra ele acariciava meu rosto interrompendo a mamada para que pudesse me instruir sobre a forma adequada de fazê-la a fim de evitar eventual desconforto causado pelos meus dentes, bem como procurar ter a maior parte do membro dentro da boca.
Lentamente fui me adaptando procurando aperfeiçoar a felação sempre colhendo elogios de Nilo pelo meu desempenho; com o passar do tempo me senti dominado pela mamada aprimorando-a inclusive com direito a lamber e chupar as bolas arrancando gemidos prolongados do macho. Repentinamente, Nilo tomou o controle da situação segurando minha cabeça com suas mãos ao mesmo tempo em que projetava sua pélvis para cima e para baixo usando o bruto como um aríete contra minha boca gesto esse que elevou ainda mais a minha excitação; pouco depois disso ele alterou mais uma vez a situação puxando e empurrando minha cabeça fazendo com que minha boca engolisse e cuspisse o membro em uma velocidade cadenciada.
A partir daquele momento tudo ganhou um ritmo alucinante que dominava minha vontade impondo que eu servisse Nilo como ele bem quisesse, me usando como um objeto de prazer e essa sensação elevou meu tesão para um nível que eu jamais experimentara antes em minha vida …, e foi nesse clima delirante que ele grunhiu com um som quase animalesco enquanto mantinha o membro afundado em minha boca com seu corpo tremelicando tomado por espasmos involuntários que resultaram em seu gozo jorrando em golfadas que quase me fizeram engasgar …, e não fosse a destreza de Nilo certamente o pior teria acontecido, com ele recuando minha cabeça o suficiente para que eu pudesse acolher sua carga dentro de minha boca. Ele me manteve naquela posição informando que eu precisava engolir o seu sêmen, o que fiz usufruindo de seu sabor agridoce e quase caustico que me causou uma indescritível sensação de prazer.
Nilo deu sinal de que nossa diversão ainda não chegara ao fim pedindo que eu me levantasse sentando em seu colo e me inclinando até pousar a cabeça sobre a lateral da outra poltrona permitindo que ele tomasse meu membro rijo na mão me premiando com uma punheta deliciosamente cadenciada que culminou em um orgasmo estimulado com jatos de esperma se projetando no ar e em seguida despencando sobre meu ventre. Permanecemos naquela posição por alguns minutos procurando nos recuperar de todo o esforço empreendido e Nilo aproveitou do momento para passar os dedos no meu ventre colhendo um pouco do sêmen esparramado que ele levou até meus lábios esfregando-os sutilmente.
-Sinta o seu próprio sabor, já que você sentiu o meu! – disse ele com tom amável acompanhado de um olhar firme.
Comecei a lamber timidamente até que perdi as estribeiras chupando os dedos com enorme avidez; ele repetiu o gesto, porém levou os dedos à sua boca afirmando que também ele precisava sentir meu sabor. Quando tudo se acalmou Nilo pediu que eu vestisse as roupas exigindo porém que em me mantivesse todo lambuzado como estava. “Isso será sua primeira lembrança para o resto da vida …, e volte quando quiser!”, anunciou ele com tom maroto. Por dias eu me quedei relembrando a experiência com Nilo e sentindo uma vontade quase incontrolável de voltar a vê-lo para desfrutar de uma suculenta repetição do que ele me proporcionara; entretanto, mesmo com várias mensagens quase suplicando por um novo encontro recebi como resposta um silêncio alarmante …, pensei que talvez não o tivesse agradado, ou que ele não se interessara o suficiente por mim e tudo isso quase me enlouquecia. Acabei desistindo de insistir dando aquela experiência gloriosa como única e definitiva.
Certo dia, porém, recebi uma mensagem dele cujo teor me deixou excitadíssimo. “Gostou da experiência? Creio que sim! Então venha aqui amanhã no final da tarde, estarei a sua espera!”, dizia o texto que me pôs em alvoroço e ao mesmo tempo provocou um impasse preocupante, pois o dia indicado eu estaria em homeoffice com minha esposa tornando inviável uma escapada para o encontro; respondi argumentando acerca da minha impossibilidade de comparecer ao encontro e Nilo não perdeu tempo em responder: “Dê seu jeito! Se não conseguir …, esqueça!”.
Sem alternativa me dei por vencido obrigado a abandonar um novo encontro com aquele advogado talentoso e safado! Na manhã seguinte acordei alarmado com uma ideia para ir ao encontro de Nilo e fui logo dizendo à minha mulher que tinha uma consulta com o dentista que fora programada de última hora por conta de uma urgência e que seria um encaixe até o final da noite; ela não desconfiou e aquiesceu com minha saída noturna; imediatamente enviei mensagem para Nilo confirmando meu comparecimento ao encontro recebendo como resposta apenas um lacônico “OK”. E no horário marcado lá estava eu entrando na recepção do escritório sendo recebido por Nilo e uma loira que ele apresentou como sendo Helena, sua esposa; nos cumprimentamos com certa formalidade enquanto eu examinava a mulher de cabelos loiros encaracolados, meticulosamente bem cuidados, dona de olhos castanhos cujo brilho parecia hipnótico acompanhado de um sorriso entre lábios carnudos naturais pintados com um batom rubro que realçava seu formato perfeito exibindo uma dentição alva e natural. Helena era a típica mulher cinquentona de corpo violoncelo metida em um vestido justíssimo cujo decote enfatizava o busto avantajado e a pele branca e insinuante.
Sem perda de tempo subimos para o segundo andar adentrando a uma sala onde haviam poltronas e sofás com um aparador lateral repleto de garrafas de refinadas bebidas alcoólicas em sua maioria importadas e certamente caríssimas; novamente Nilo ordenou que eu me despisse enquanto Helena o ajudava a fazer o mesmo, sendo que ao final coube a ele deixá-la nua diante de nós; Helena sentou-se confortavelmente em uma poltrona de tecido escuro ao mesmo tempo em que Nilo fez o mesmo em outra na direção oposta. “Fique de joelhos e venha engatinhando até mim!”, ordenou ele com tom ríspido e olhar incisivo; eu não hesitei em obedecê-lo e logo eu estava ajoelhado entre suas pernas tomando o bruto enrijecido na mão e logo iniciando uma mamada enfática. Dediquei todo o meu esforço em mamar aquela pistola com esmero aproveitando para brincar com as bolas inchadas alternando uma punheta suave.
-Hummm, querida! Essa putinha mama gostoso! – comentou ele para com a esposa e mesmo incapaz de ver sua reação eu sabia que ela concordava – Quer experimentar, meu amor?
Sem aviso, Nilo puxou minha cabeça encarando meu rosto com seu olhar determinado. “Vá lá, putinha e mostre que sabe chupar uma buceta tão bem quanto sabe abocanhar uma piroca!”, ordenou ele com o mesmo tom quase agressivo; me voltei para Helena que me aguardava com as pernas abertas escancarando sua buceta rechonchuda e depilada que ele acariciava com as unhas pintadas de vermelho; engatinhei até ela e antes que eu pudesse me preparar ela puxou minha cabeça afundando-a entre suas pernas esfregando meu rosto em sua região púbica; deixei-a conduzir por algum tempo até tomar a dianteira e linguar aquela gruta quente e úmida usando os dedos para deixá-la o mais aberta possível facilitando meu trabalho que não demorou em produzir o resultado almejado com Helena se contorcendo entre gritinhos e gemidos anunciando uma onda orgásmica resultante da minha dedicação; aproveitei ainda par chupar o grelo da loira que mais parecia um minúsculo membro pulsante.
Nesse clima fui surpreendido com Nilo ajoelhado atrás de mim abrindo minhas nádegas e passando a linguar meu rego com eloquência provocando arrepios e espasmos percorrendo meu corpo, até que sua língua desse lugar ao dedo indicador rompendo e invadindo meu lacre com uma penetração impiedosa a qual me deixava em uma deliciosa sensação de vulnerabilidade incapaz de reagir; era algo inexplicavelmente luxurioso e profano onde eu era usado pelo casal como um servo a dispor de sua índole sexual desviada sem relutar em servi-los o quanto fosse necessário. Permanecemos nesse desvario por um bom tempo até Nilo se pôr em pé me chamando para mamá-lo até a ejaculação. Com os joelhos doendo eu abocanhei a piroca e mamei até obter êxito em fazê-lo atingir o clímax enchendo minha boca com seu sêmen farto e espesso. Em questão de minutos estávamos exaustos com Nilo despencando sobre a poltrona e Helena quase beirando o desfalecimento ao mesmo tempo em que eu me sentia exaurido com o suor prorrompendo por todos os poros do corpo e sem condições de me mover estatelado sobre o chão frio onde jazia quase beirando o desfalecimento.
-Vista-se e vá embora! Por hoje acabou! – balbuciou Nilo com tom rouco e embargado apontando a porta de saída.
Ao chegar em casa corri para o banheiro onde tomei uma ducha reconfortante e para minha sorte dei com minha esposa dormindo a sono solto; demorei a dormir e quando consegui caí em um sono pesado onde imagens perdidas no subconsciente me imergiam em uma lembrança quase real do que acontecera.
E depois de tudo isso, minhas tentativas de falar com Nilo resultaram infrutíferas com ele não respondendo às minhas mensagens mantendo um silêncio perturbador; eu estava quase desistindo quando sem aviso ele me enviou uma mensagem e nela ele exigia que eu fosse ao seu escritório o mais breve possível o que me deixou tão alvoroçado que larguei tudo que estava a fazer correndo ao seu encontro. Ao entrar em seu escritório no segundo andar do sobrado dou com ele trajando terno e gravata sentado atrás de sua mesa tendo como companhia um negro alto dono de um corpo com formas bem definidas que sentado em uma poltrona me observou com um olhar enigmático.
-Este será nosso último encontro - anunciou Nilo com tom firme e olhar arguto - vou te presentear com a experiência de mamar um macho bem dotado ..., seu nome é Nélio e ele está aqui para que você o sirva com essa boquinha de puta! Depois disso vá e procure suas próprias oportunidades!
Quando ele terminou de falar o tal Nélio se levantou cuidando de ficar nu ostentando um pinguelo de dimensões quase assustadoras me deixando trêmulo e um pouco assustado, pois embora mamá-lo fosse algo excitante me preocupava a possibilidade de ele acabar me enrabando fazendo um estrago sem limites; sem escolha, tirei minhas roupas me pondo de joelhos diante do sujeito cujo sorriso revelava sua excitação; comecei então aplicando uma punheta ao mesmo tempo em que massageava as bolas grandes e inchadas ouvindo o sujeito grunhir como um animal selvagem; enquanto eu tentava compreender o tamanho daquele monstro de carne pulsante Nélio se mostrou impaciente exigindo que eu o tomasse na boca o que fiz demandando enorme esforço em ter, pelo menos, quase dois terços do bruto enchendo minha boca.
O tal Nélio mostrou mais impaciência e a certa altura segurou minha cabeça passando a socar fundo sua pistola com a glande chegando a roçar a glote quase me fazendo engasgar ou até mesmo sufocar; tentei me desvencilhar algumas vezes, porém o sujeito estava determinado em usar minha boca como bem quisesse e isso perdurou por um bom tempo até que um alerta de Nilo interrompeu o martírio oral; ele veio até onde estávamos e baixou a calça expondo o membro duro e pulsante exigindo que eu os alternasse em minha boca; mesmo exausto não recuei ante o desafio e alternei as pistolas mamando-as com toda a eloquência possível, observando os olhares lânguidos dos machos que causavam uma sensação de domínio de mim sobre eles de tal maneira que eu tinha o pleno controle da situação. Por conta disso eu os segurava com firmeza alternando a mamada com punheta e alguns apertões provocantes ouvindo os machos gemerem submetidos à minha vontade e isso era deliciosamente incrível.
E tudo chegou ao fim quando os machos começaram a gemer e suspirar contorcendo seus corpos até retomarem o controle da situação ordenando que eu os finalizasse com uma punheta que resultou em um estupendo banho de esperma lavando meu rosto e também meu corpo. Nilo e Nélio cambalearam procurando um lugar para sentar enquanto eu usava toda a parca energia restante para me levantar aliviando meus joelhos e buscando um lugar para me recuperar. Repentinamente Nilo me puxou para seu colo esfregando uma de suas mãos no meu corpo lambuzado provocando arrepios incontroláveis. "Como eu disse este é nosso último encontro ..., não quero que você se prenda a mim e nem a ninguém ..., vou passar seu contato para alguns conhecidos e espero que você os desfrute, mas repito: não se prenda a ninguém, pois a vida é para ser usufruída em toda a sua intensidade!", disse ele ainda acariciando meu corpo lambuzado de sêmen.
Ainda comigo em seu colo Nilo lambeu, chupou e mordiscou meus mamilos manipulando minha pistola rija até conseguir que eu ejaculasse em sua mão que ele levou à boca lambendo os dedos e exigindo que eu fizesse o mesmo; logo depois ele me liberou ordenando que eu me vestisse e fosse embora; a caminho de casa ansioso por um longo banho, fiquei pensando que nada do que acontecera me causara repulsa ou revolta; pelo contrário, Nilo se mostrara um homem sem máscaras aberto para novas experiências e preparado para mostrar suas descobertas a quem se interessasse como era o meu caso e por conta disso senti uma certa tristeza em não nos reencontrarmos novamente. De qualquer maneira fiquei imaginando que novas aventuras ele me proporcionaria através de seus contatos que não deviam ser poucos e muito menos desinteressantes.
Lamentavelmente os dias seguintes se mostraram vazios e maçantes sem que eu recebesse algum contato proveniente de Nilo o que me deixava um tanto frustrado e muito ansioso chegando a pensar em buscar outras formas para aliviar meu tesão em mamar uma pistola, mas que procurei refrear, pois ainda tinha receio de que tudo pudesse vir a público destroçando minha vida e da minha esposa.
