Olá pessoal, esse será o ultimo relato com o Gui, mas já estou escrevendo minha história do grupal no Quiosque.
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Depois que eu prometi para o Gui conhecer o tal André, tentei abrir minha mente para uma possível brotheragem entre dois caras e eu. Fui para a internet, vi alguns pornôs, contos, tudo o que podia para tentar entender. Estava curioso, começando a me descobrir um bissexual, e tinha curiosidade para ver como era outro pau além do de Gui, que era o único que eu conhecia.
Gui mandou mensagem dizendo que no final de semana seguinte iria pegar um Airbnb. Quer era por conta dele, e que era para mim ficar tranquilo quanto dinheiro. Disse que passaria para nos buscar, primeiro o André e depois eu. Eu concordei. Ele pediu para tentar me entrosar com André, e não ficar tímido, eu disse que tentaria. Passei a semana pensando nisso, com medo, com ansiedade e até com tesão. Agradeço por trabalhar de casa, por que em muitos momentos no meu dia, eu me pegava pensando em putaria.
Finalmente chegou o sábado. Gui disse que passaria na minha casa perto das 13h. Acordei por volta das 10h, e fiz toda minha depilação e higiene. Ficando lisinho, dos pés a cabeça. Almocei e fiz minha mala. Quando o carro do Gui chegou ele mandou mensagem. Desci as escadas e fui para o carro dele. Obviamente como ele foi pegar o André primeiro, eu fui abrir a porta de trás.
Quando abri, estava o tal André ali sentado.
- Ué, vai sentar atrás? - Eu
- Sim mano, você que vai na frente - André
- certeza? - Eu
- Claro maninho, vai lá - André
Eu sentei na frente, e o Gui, estendeu a mão para me cumprimentar, e logo depois me virei e cumprimentei o André.
- Achei que como você foi buscar o André primeiro, ele sentaria na frente - Eu
- Não, não mano, eu não sentaria na frente do famoso Henrique, que o Gui fala tanto - André
Eu fiquei encabulado
- Famoso é? - Eu
- Dré exagera, moleque cuzão haha - Gui
Todos rimos.
Perguntei onde ficava o Airbnb, e o André disse que era numa cabana, pouco mais de 1h de distancia dali. E como ficava no meio do nada, teríamos que passar no mercado e pegar algumas coisas. Compramos comida, bebida, e algumas porcarias para comer.
O clima entre nós estava de brincadeira e boas risadas.
No carro, falamos de mulher, do meu casamento, do casamento do André. Descobri que o André tinha 28 anos, e que tinha 1,83 de altura um pouco mais baixo que o Gui. Conversamos como eu e ele nós conhecemos, e ele adorou a história com a Jade. Acabei contando um pouco mais do que ela fazia na cama. E acabamos entrando em assuntos mais picantes. Falamos sobre sexo, o que gostávamos e o que tínhamos curiosidade.
Foi um papo muito importante, por que quem mais falou fui eu e o André, foi bom para criarmos um pouco mais de intimidade. Gui falou alguns comentários, mas ficou mais focado na estrada. Em alguns momentos estava sério demais.
Chegamos na tal cabana. De fato, o Guilherme tinha fechado um negócio milionário, pois a cabana era gigantesca, dois andares, vários quartos, luxo puro, piscina, e até quadra de tênis. A cabana, era ainda mais luxuosa do que aquela primeira que fomos eu e ele, lá no conto numero 2.
Tinham 3 suítes no segundo andar, e dois quartos no primeiro. Subimos para o segundo andar, e cada um foi para uma suíte, e colocou sua mala em cima da sua respectiva cama. O quarto mais ao fundo era o do Gui, e eu e o André tínhamos quartos de frente para o outro separados apenas por um corredor.
Eu fui para o banheiro e troquei de roupa. Quando desci para o primeiro andar, os dois já estavam na piscina. Fui até eles, e sentei numa cadeira espreguiçadeira numa sombra.
- Vai fica de camisa Henrique? - André
- Vou não, só não quero me queimar, vou passar protetor daqui a pouco - Eu
- Quer ajuda com as costas? - André
- Claro, ajuda ai - Eu
Fiquei um pouco encabulado, mas aceitei. André apoiou as mãos na borda e levantou, puxando bastante água para cima e molhando meus pés. Foi quando percebi que ele estava de cueca box cinza, e a parte da cueca, onde ficam as coxas para cima, quase virando uma sunga apertada, por causa da saída da piscina, exibindo toda a coxa dele e apertando o seu pau semi duro pro lado direito do seu quadril e quase encostando na cintura. Ao vivo ele tinha um corpo muito mais bonito que nas fotos. Barriguinha chapada, saradinho, sem pelos, e definido. Mais magro e um pouco mais baixo que o Gui, mas mesmo assim, é um homem que chamava atenção. Eu olhei imediatamente para o pau dele e depois para ele. Ele notou e deu um risada.
- Ué, de cueca? - Eu
- Claro, ta só a gente aqui no meio do nada. - André
- Tira a roupa ai maninho - Gui
- Hahaha ta bom - Eu
Tirei a camisa e a bermuda e fiquei com minha cueca preta box bem a mostra, com meu pau levemente pro lado também. André não conseguiu disfarçar e deu uma boa fiscalizada, e eu me fiz de desentendido. Comecei a passar protetor nos meus braços e no meu rosto, André pegou o protetor e começou a passar nas minhas costas. Foi a primeira vez que ele me encostou. Tinha as mãos fortes. Começou nos ombros e foi descendo. Estava com os olhos fechados por causa do protetor, mas no pouco que abri, pude ver o Gui, sentado na escada da piscina, com a água até sua barriga olhando para nós, sério mas com a mão no seu pau.
Terminei de passar protetor, e André também.
- Obrigado por me ajudar - Eu
- Tranquilo - André
Ele terminou de passar o protetor, e levemente passou a mão na minha bunda, "sem querer" e deu uma risada. Eu fiquei envergonhado e com um sorriso bobo, e olhei para ele, que me deu um sorriso e pulou na piscina. Eu pulei em seguida na água. Cheguei perto deles, que estavam sentados na escada da piscina, olhando para cima e pegando sol. Fiz o mesmo.
Como estávamos sentados nas escadas, dava para ver tranquilamente as cuecas e seus volumes. Eu estava de óculos escuros e aproveitei para olhar bastante sem que percebessem. Eu realmente estava começando a gostar daquilo, já estava mais a vontade com o André.
Gui foi até a cozinha e trouxe cerveja para cada um de nós. Bebemos, conversamos, e eu e o André criamos mais intimidade ainda. Gui que era mais conversador, estava mais em silêncio, acredito que estava nervoso ou algo do tipo. De repente começamos a sentir frio e acabamos entramos na casa.
- Vou tomar banho - Gui
Achei estranho do por que o Gui não quis fazer um banho nós três, ele sempre adorava a idéia de tomar banho junto. Mas, como ele não convidou, aceitei, e também, ele logo foi para o seu quarto e fechou a porta.
André foi na minha frente, entrou no seu quarto mas não fechou a porta. Eu cheguei no meu quarto e olhei um pouco meu celular. De repente algo me disse para olhar para o quarto do André. Olhei discretamente, e pude ver ele, tirando a cueca, e ficando 100% pelado.
Era um corpo bem sarado, bem lindo, e um pau de filme pornô. Fiquei vidrado e olhando. André, estava de lado, mas estava organizando suas coisas de porta aberta, acho que ele queria ser observado. Ele entrou no seu banheiro e eu entrei no meu. Fui tomar banho e fazer minha higiene novamente. Eu queria estar totalmente limpo, pois comecei a imaginar dando para o André e para o Gui. Era a bebida e o tesão juntos me dominando novamente. Mas imaginar é diferente de fazer.
Tomei um banho longo, eu gosto muito de chuveiro a gás. Desci as escadas e vi o Gui fazendo churrasco e o André picando cebola. Ambos estavam de calção de futebol, e provavelmente sem cueca, pois estava levemente marcado. Eu estava com uma bermuda de moletom. Fui até eles. Fizemos a janta, comemos, e começamos a beber.
Tinham dois sofás na sala, um grande e um médio, com uma tv enorme em cima de uma lareira. Eu sentei na ponta do sofá grande, André sentou na outra ponta e o Gui, deitou no sofá médio. Ficamos conversando quase uma hora. Falamos putaria, tamanho do pau. Buceta apertada. Falaram que adoravam anal, e eu disse que não curtia. Brincamos e nos conhecemos cada ver melhor. Gui não parava de pegar no pau dele quando falávamos. E André começou a fazer o mesmo. Quando vi por mim, estava fazendo o mesmo.
Gui foi buscar mais bebidas. André cochichou para mim.
- Se quiser ver meu pau de novo, é só pedir viu - André
Eu arregalei os olhos e deu um sorriso. Realmente ele percebeu que eu tinha visto.
André levantou e foi para o banheiro. E Gui voltou com as cervejas, me olhou, e eu olhei para ele.
- Ta tudo bem? - Eu
- Ainda não, mas vai ficar - Gui
Eu fiquei em dúvida.
- Como assim? - Eu
- Olha isso aqui - Gui
Gui simplesmente pegou no seu pau por cima da bermuda, e ficou balançando. Estava semi duro, mas ainda sim, era gigante.
- Maninho, se você não quiser o André, vem no meu quarto de madrugada, eu te olhei o dia todo, to com as bolas doendo - Gui
- Hahaha mano, não viaja, vamos tocar uma com ele né - Eu
- É só se não rolar, eu bati uma no banho, mas não gozei. Eu não gosto mais da minha mão batendo punheta para mim, precisa ser a sua, por favor maninho - Gui
Aquilo me fez arrepiar novamente, eu comecei a tremer. O Gui ainda não tinha soltado o pau, e acabei fixando meu olhar no pau dele enquanto conversávamos.
- Ta com muito tesão mano? - Eu
- To maninho, muito - Gui
Como se não fosse nada, ele levantou, abaixou a bermuda, mostrando seu pau semi duro, e veio até mim, Eu estava sentado.
- Mama um pouquinho - Gui
- Vai receber o André assim é, ele ta voltando haha - Eu
- André não manda em você, eu mando. Mama amor - Gui
Na hora me pareceu meio autoritário da parte do Gui, mas aquele pau lindo, grosso e enorme pertinho do meu rosto, e ele pedindo desesperado para eu mamar ele. Eu precisava ajudar.
Comecei a mamar ele, sabendo que André chegaria a qualquer momento. Não demorou muito Gui já estava gemendo e seu pau já estava uma pedra. Difícil era colocar mais do que a cabeça do pau dele na minha boca. Simplesmente gigante.
André veio pouco tempo depois, olhos para nós dois enquanto cruzava a sala, deu um sorriso, tirou a bermuda e sentou no sofá e ficou batendo punheta, vendo eu e o Gui brincando.
- Aeeee, agora sim caralho - André
Gui também sorriu.
Gui me levantou, tirou minha bermuda, sentou onde eu estava, me puxou pela cintura e me colocou no colo dele, em sua coxa direita.
Pude sentir aquela coxa forte, com músculo saltado na minha bunda, e nas minhas bolas. E ele com aquela mão gigante na minha cintura, enquanto dava um gole na sua cerveja.
Eu estava sorrindo, e rindo um pouco, de vergonha.
- Que isso Gui- Eu
- André, sabia, que o Henrique tem uma mãozinha de veludo ? - Gui
- Aé? Acho que não acredito - André
- Vem aqui que ele te mostra - Gui
Eu estava em silêncio, e um pouco passivo com aquilo tudo, não sabia direito se estava gostando ou não. André veio até mim, colocou a mão no meu ombro, enquanto segurava o seu pau com outra mão. Agora ele estava de pau duro, devia ter uns 20 cm, um monstro, tão grande quanto o do Gui.
Eu estava meio tonto da bebida. Olhei para o pau do André e voltei meu olhar para ele. Gui me deu dois apertões na cintura, como se me desse um sinal "Vai". Peguei no pau do André, e era quente, macio. Estava totalmente duro, foi só eu pegar, que eu senti alguns leves latejos. O pau dele estava seco, bati punheta para ele por alguns segundos, larguei o seu pau, cuspi na mão e voltei a bater punheta para ele. Eu realmente estava adorando isso. Nunca na vida eu pensei que estaria naquela situação.
Minha mão esquerda estava no ombro do Gui, passando pela sua nuca. Enquanto eu batia punheta para o André, puxei minha outra mão e peguei no pau do Gui, e comecei e bater para ele também. Pude ver o quanto eu estava dando prazer para eles. Não demorou quase nada e pude ver os seus paus duros como pedra nas minhas mãos. Ambos com seus rostos deformados, com sobrancelhas franzida, boca levemente aberta, e uma respiração ofegante. Tinha momentos que se eu pegava de um jeito, eles chegavam a fechar os olhos, e até morder os lábios de baixo. Tudo isso apenas com punheta? Não era possível.
Percebi que meu pau estava duro.
- Mãozinha de veludo ta curtindo é? - André
- Tô sim haha - Eu
- Senta aqui - André
André foi até o sofá e sentou no canto, bateu duas vezes na almofada do meio, como se estivesse me chamando. Eu levantei do colo do Gui, que tentou me segurar com um pouco de força. Pelo que senti ele não queria que eu saísse do colo dele. Sentei do lado do André e voltei a bater punheta para ele. E com a outra mão bati na almofada duas vezes, como o André tinha feito, para chamar o Gui. Que estava sério, mas me deu um sorriso e sentou do meu lado. E voltei a bater para o Gui também.
Eu estava sentado no meio deles, os dois passando a mão em mim. Nas minhas coxas, no meu peito, nas minhas bolas e no meu pau.
- Tem mó pauzão, em mãozinha - André
- Mama ele para você ver que delícia - Gui
- Sério ? - André
Eu olhei um pouco assustado para o Gui. Quando voltei meus olhos para o André, ele já estava perto das minhas coxas, ajoelhando, e finalmente colocando meu pau na sua boca. Eu fechei os olhos e coloquei minha cabeça para trás.
- hmmmmm caralho Andrézinho - Eu
- Gostoso o pau dele né - Gui
- Uhum - André
André tinha dito ainda com meu pau na sua boca. Gui foi até o meu ouvido e cochichou, mas de uma forma que André também pudesse escutar.
- Ta gostando maninho? - Gui
- Sim, ai meu deus sim - Eu
Eu disse aquilo gemendo, o que fez Gui ficar mais safado do que nunca. Ele começou a morder minha orelha, e beijar meu pescoço. Eu comecei a gemer mais, estava literalmente sendo beijado, chupado e degustado por dois dos caras mais lindos que eu já vi, corpos de ator pornô e paus gigantes e grossos.
Senti André pegando nas minhas coxas e abrindo elas, para poder chupar minhas bolas. Gui pegou no meu pau na base e ficou balançando ele, apoiou seu rosto no meu peito e começou a chupa-lo.
- Caralho o que deu em vocês dois, que tesão - Eu
- É que você é muito gostoso maninho - André
- Muito gostoso. O André não chupou minhas bolas naquela vez, ele realmente gostou de você em- Gui
- Mais limpinho e lisinho que mulher - André
Gui olhou para mim, pegou no meu pescoço e me deu um beijo de língua. André voltou a chupar meu pau e pude ver pelo canto do olho ele nos olhando, admirado com tudo aquilo.
Gui terminou de me beijar, voltou pro meu peito e começou a chupar meu pau junto com o André. Que sensação surreal, um nas minhas bolas, outro no meu pau. Os dois se babando no meu pau.
Gui foi até o chão e ajoelhou do lado do André. E eu fiquei ali curtindo, desfrutando.
Por vários momentos as bocas e as línguas do Gui e do André quase se encostaram, o que deixou o tesão mais forte ainda. Meu pau estava escorrendo saliva, eles não apenas chuparam como cuspiram também, fizeram uma deliciosa bagunça. Depois de alguns minutos, Gui levantou, e ficou de pé, com os braços para baixo e o pau reto como uma flecha. Olhou para o André, depois olhou para mim, olhou para seu pau, e voltou a olhar para mim.
André ficou de pé também, seu pau também estava duro e reto para frente. Agora, os dois estavam me olhando, de pé, com os braços para baixo, e com suas picas totalmente duras e retas. Me ajoelhei na frente deles e coloquei o pau do Gui na minha boca. Comecei a mamar ele, enquanto segurava a base do pau do André, que estava com a cabeça praticamente na minha testa.
Foi uma das melhores sensações que eu já tive na minha vida. Duas picas, gigantes, grossas, só para mim, e para eu mamar até cansar. Mamei o Gui, depois o André, depois tentei colocar os dois paus dentro da minha boca, mas só entrou as cabeças, mais nada haha.
Eles gemiam e falavam algumas putarias.
- Caralho, mama melhor que mulher - André
- Eu te falei mano, eu sou apaixonado nessa boquinha - Gui
- Preciso me concentrar para não Gozar. - André
Eu mamava como nunca, estava com saudade daquilo. Guilherme começou a ficar safado, eu sabia disso por que ele pegou o pau e começou a bater em mim. André o seguiu e fez o mesmo. Depois eles me devolviam seus paus para eu chupar. Eu ficava olhando para cima, para eles. Pude ver quando Gui deu um beijo na boca do André. Vi isso e eu sabia que iria acabar dando para o Gui de um jeito ou de outro. Ele estava excitado demais.
- Vamos subir, as camisinhas estão lá em cima, e o lubrificante também - Gui
Eu fiquei de pé, chegando perto dos seus rostos. Agora estávamos num circulo, com os paus se entrosando, se olhamos, rimos e senti uma das mãos do Gui na minha bunda, um pouco acima da cintura.
- Camisinhas? - André
Eu dei um sorriso para ele.
- André, o Gui ta com o pau muito duro, eu vou ajudar ele, quer vim comigo ? - Eu
Eu disse aquilo totalmente entregue ao tesão e a bebida. Eu não estava mais nem ai como o André me enxergaria no dia seguinte. Gui ficou sério, como se eu tivesse dito algo que não foi legal, mas ele me pegou como se eu fosse um saco de batata, e me colocou no seu ombro. Gui era forte demais. Eu fiquei com o rosto para sua bunda e com minha bunda no rosto do Gui. Ele foi me levando para o seu quarto, subindo as escadas, e o André foi atrás com um sorriso safado, e com uma mão no seu pau.
Eu estava me sentindo a putinha deles. Chegamos no quarto, Gui me deitou na cama de casal de barriga para cima e foi até a sua mala pegar o lubrificante e as camisinhas.
André foi até o outro lado da cama, sentou com uma perna no chão e outra no meio da cama, quase encostando em mim, e ficou observando com o pau na mão e com um sorriso bobinho no rosto.
- Veio só para olhar é ? - Eu
Falei para ele já virando de bunda para cima e indo até seu pau, e o colocando na minha boca. André sorriu como nunca e colocar a cabeça para trás. Não vou mentir, estava difícil escolher qual era o melhor pau para mamar. O do Gui era um desafio, era grande e grosso, quase não cabia. E o do André era grosso mas não tanto assim, tinha o músculo e as veias mais saltadas o que também me dava tesão, por que eu sentia ele excitado dentro da minha boca quando seu pau pulsava.
Senti minhas pernas serem puxadas para trás, para longe do pau do André, até sentir meus pés tocarem o chão, e minha cintura ficar entre as parte de cima e lateral da cama. Nessa posição minha bunda estava bem empinada para cima.
Pude sentir a língua do Gui no meu cuzinho, lambendo lá dentro. Comecei a gemer, André ficou louco. Veio até mim e colocou seu pau na minha boca. Que sensação, meu deus.
Gui pegou um lubrificante novinho, e despejou em toda a minha bunda, pernas e cuzinho. Ele realmente me lambuzou todo. Ele começou a enfiar dois dedos em mim.
- Tá cheirosinho e rosinha, você queria muito me dar né? - Gui
Tirei o pau do André da boca, olhei para trás e sorri.
André estava com tesão, acho que ele não esperava tudo aquilo. E na real eu não sabia se iria também, mas ele continuou me dando o pau para eu mamar.
Estava olhando para o André quando escutei o som da camisinha sendo colocada, fechei os olhos com medo, eu sabia que teria que engolir o mostro que o Gui tinha no meio das pernas. Começei a sentir a cabeça do pau do Gui entrando em mim, estava bem lubrificado, mas mesmo assim entrava bem lentamente em mim. Tive que tirar o pau da boca para poder gemer por que apesar de estar gostoso, também estava doendo um pouco. Depois de alguns minutos, finalmente aquele cobra gigante entrou dentro de mim.
Eu senti suas bolas encostarem nas minhas, e a cintura dele encostando na minha bunda. Gui estava com as mãos na minha cintura, e André com uma mão na minha cabeça.
- Caralho maninho, que apertadinho - Gui
- Ta doendo, vai com calma - Eu
Eu disse aquilo com uma voz mais fina e safada, o que fez Gui começar a bufar com fosse fosse um touro com um tesão incontrolável. Ele quase tremia para não meter com força em mim, mas mesmo assim aumentou o ritmo. Logo estávamos naquele som de sexo gostoso, de batida, suor e gemidos fortes.
- Caralho maninho, caralho - Gui
- Caralho, vocês dois, puta que pariu - André
Gui foi atrás de mim, e enconstou o peito nas minhas costas. André tirou o pau da minha boca, e deu para o Gui que começou a mamar ele junto comigo, me deixando as bolas. André gemia gostoso também.
André estava adorando, mas ele queria mais, estava se babando, literalmente. Ele se levantou e pegou uma camisinha, colocou ela, e foi do lado do Gui. Colocou o pau na minha bunda, e segurou a cintura do Gui com uma mão, e ficou passando a mão no peitoral dele com outra.
Olhei para trás, e os vi se beijando. Um beijo babado, e sedento. Guilherme estava totalmente fora de si, e o André, estava ficando igual. Gui começou a bater punheta para o André com uma mão e segurava minha cintura com outra, isso tudo enquanto me penetrava, me abrindo quase em dois.
André terminou de beijar Gui, e foi até seu ouvido e disse alguma coisa, eu nunca soube. Depois daquilo, Gui tirou o pau de mim, e me mostrou como se eu fosse um prêmio. André se posicionou atrás de mim, deu um tapa na minha bunda, e colocou o pau em mim.. Eu estava dando para o segundo cara na minha vida. Eu realmente não estava pensando direito.
André estava me fudendo gostoso demais, não forte nem fraco, nem rápido nem lento, era no ponto ideal para não me machucar e me dar um tesão absurdo.
Eu gemia mais alto. olhei para trás novamente, e vi Gui alisando o André. Beijando ele. Dava uns tapas na sua bunda. Quando vi, a penetração do André em mim parou. Olhei para trás, e o Gui estava tentando colocar o pau nele. André gemia e pedia para parar, gemia, e pedia para parar.
- Não é tão fácil né haha - Eu
- Caralho, esse filha da puta tem uma garrafa pet nas pernas - André
Gui apenas ria.
- Senta nele, é mais fácil. - Eu
Gui deitou na cama, e André foi por cima dele. Ficaram pelo menos uns 8 minutos tentando penetrar o André. Enquanto isso eu ajoelhei na cama do lado da cabeça do Gui, e o coloquei para me chupar. Ele não parou de chupar nem por um minuto.
Era uma delicia ver tudo aqui acontecendo. Finalmente, André conseguiu sentar totalmente no Gui. Eu fiquei de pé na cama, e coloquei meu pau agora, na boca do André. Gui pegou meu tornozelo, e André ficou com a boca aberta e com a língua para fora. André estava ficando louco, não julgo ele, o pau do Gui é enorme, e machuca bastante para entrar, mas quando você consegue, você vê estrelas.
- Ninguém vai saber de nada disso, né ? - André
- Não safado - Gui
- Então me fode bem gostoso, seus safados - André
Ele começou a quicar no colo do Gui, estávamos com tesão demais. Gui me pediu para sentar na sua cara. Eu obedeci, me posicionei onde ele queria e sentei no seu rosto. A boca dele era grande, ele ia do meu cuzinho, até as minhas bolas, com poucos movimentos.
- Minhas duas putinhas - Gui
Eu e o André começamos a nos beijar enquanto a língua do Gui entrava la dentro de mim. Eu não sei quanto tempo mais eu aguentaria sem gozar.
- Quero fazer uma coisa - Gui
Saímos de cima, e o Gui me colocou de 4 na cama.
- Fica assim - Gui
Eu apenas obedeci. Ele mandou André me comer, e ele nem pensou duas vezes, quando vi ele já estava colocando dentro de mim. Gui colocou o pau na minha boca e ficou com a mão na minha cabeça. Eu estava todo preenchido.
- Deixa bem molhadinho amor, que eu vou comer o seu comedor - Gui
Depois de alguns minutos, Gui foi atrás do André e começou a colocar nele. Estávamos todos conectados. Os gemidos quase sincronizados. Eu estava completamente entregue a dois homens. Estávamos no famoso trenzinho da alegria.
E assim foi, eu dei para o André, dei pro Gui, sentei, dei de 4, de bruços, mamei ambos ajoelhado, vi Gui comer o André, batemos punheta um pro outro. E depois de quase 1h de muita putaria, eu disse que iria gozar enquanto estava sentando no André. Raspar o meu pau na barriga dele me dava um tesão descomunal.
- Caralho gente, eu vou gozar - Eu
- Geme para mim putinha - André
- Vou gozar, meu leitinho ta saindo das bolinhas - Eu
- Isso puto, goza gostoso, goza - André
- aaaaahhh - Eu
Eu gozei no peito dele e um pouco no rosto e ele ficou me olhando safado.
Gui me olhou sério, e me tirou do colo do André, me colocou ajoelhado no chão, e mandou eu abrir a boca, e colocar a língua para fora. E me deu um tapa na cara. Na hora me deu tesão, mas o Gui nunca me bateu daquele jeito, só na bunda. Mas, eu obedeci. Ele começou a bater punheta com o pau perto do meu rosto, com aquelas duas bolas balançando para mim. Eu estava com medo, estava vendo aquele caralho gigante, duro e grosso pronto para gozar no meu rosto, um tiro a queima roupa por assim dizer, e com todo aquele tesão, eu achei que iria até me machucar, só com as jatadas, mas isso me dava mais tesão ainda. André chegou perto do Gui e fez o mesmo, começou a bater punheta com o pau perto da minha boca e rosto.
Gui começou a gemer mais alto, com aquele urro forte dele. Eu fechei os olhos, e pude sentir todo o seu leite. Primeiro jato veio na minha testa e no meu cabelo, o segundo direto na minha língua, um terceiro no canto da boca, um quarto no rosto todo, e um quinto no meu queixo.
Gui gemeu aquele urro final, quando você acaba a última jatada. Eu respirei fundo, ainda de olhos fechados, e engoli o leite dele. Quando abri a boca para respirar depois de ter engolindo, senti mais jatadas de leite, mas agora com o gemido do André. Eu fiquei de olhos fechados o tempo todo, apenas senti. André gozou no meu rosto, da minha bochecha esquerda até a outra. Foram quatro jatadas fortes. Caindo na minha boca também.
Eu fui pro banheiro com os olhos fechados, tentando me achar com as mãos nas paredes. Peguei um papel higiênico para me limpar, e os dois deitaram na cama respirando fundo.
Acabei tomando um banho. Fui colocar um pouco de água quente no meu cuzinho, totalmente usado.
Voltei para o quarto e os dois já estavam dormindo, ambos com a barriga para cima e o pau totalmente acabado pro lado. Como não tinha espaço na cama, eu acabei indo para meu quarto aproveitar a cama toda para mim. Eu não vou mentir, eu estava arrebentado. Eu nem sei como iria sentar mais. Me deitei para cama de barriga para cima, liguei o ar e tentei dormir.
Eu não sonhei, apenas cai na cama, e fui acordado, algumas horas depois com o Gui me beijando na nuca. Ele estava com o pau semi duro já encostando minha bunda de leve, eu pude sentir.
- Oie amor, papai quer te foder, só ele agora - Gui
- Oi Gui, maninho, desculpas, mas to muito machucado - Eu
- Maninho, só uma metidinha, por favor - Gui
- Desculpa mano, mas realmente estou quebrado, amanhã a gente tenta - Eu
- Henrique, por favor mano, empina ai para mim, quero agora - Gui
Foi a primeira vez que ele falou comigo naquele tom, bravo e grosso.
- Guilherme, eu to com dor, a gente fodeu quase 2h, por que tá forçando? - Eu
- Meu, qual o problema, deu pro André, gozou dando para ele e agora não consegue comigo? - Gui
Eu nunca tinha visto o Gui daquele jeito.
- Guilherme, eu não sei o que ta acontecendo, mas não é assim que funciona, eu to com dor, você me comeu antes, esqueceu?. - Eu
- Beleza então, daqui pouco vem o André te pedir a mesma coisa, quero ver se você vai recusar também. - Gui
- Gui, eu dei para vocês dois, eu to moído. Você não consegue esperar mais um pouquinho. - Eu
- Tá tá, Henrique, faz seu draminha ai. Se fez de louco que não queria dar pro André, chegou hoje e deu mais para ele do que para mim. Não sei qual é a sua. - Gui
- Guilherme ...
Ele saiu do meu quarto, e foi para o quarto onde o André não estava. Eu nunca entendi o que tinha acontecido. Mas eu estava exausto, virei o rosto para o travesseiro e voltei a dormir. Acordei de manha com um som de malas sendo jogadas no chão, e o Gui falando alto com o André.
Eu não conseguia entender o que estavam falando, mas em resumo, André não queria ir embora, e Gui já queria ir.
Levantei e senti meu cuzinho machucado. Eu dei para dois dotados por quase duas horas, só em video pornô isso acontece e o cara fica bem no dia seguinte haha.
Cheguei no quarto e perguntei o que estava havendo. Ambos ficaram em silêncio.
- Pessoal? - Eu
- A gente vai embora agora, pega suas coisas - Gui
- mas ta tudo bem ? - Eu
- Eu vou precisar trabalhar - Gui
Eu olhei para o André que levantou as sobrancelhas.
Arrumei minhas coisas, e sentei atrás no carro, deixei os dois na frente. Guilherme reclamou de tudo na viagem, calor, trânsito. O clima estava pesadíssimo.
Quando chegamos na frente da minha casa, eu peguei minhas coisas e fechei a porta do carro. Quando fechei a porta, o carro arrancou.
Eu não sabia o que estava acontecendo. Mas me lembro de ir tomar banho e chorar um pouco. Até então iriamos ficar no mínimo até a noite. Passei o dia todo na cama descansando. No dia seguinte, pensei em ligar para o Gui para conversar com ele sobre o ocorrido. Vi que ele tinha me bloqueado no insta, no whats e no Facebook. Eu fiquei totalmente no escuro. Fiquei bravo com ele.
Segui meu caminho, fui cuidar da minha vida.
Depois de dois dias, ele me desbloqueou e me chamou, com uma mensagem gigante. Eu não tinha paciência para ler tudo, então disse a ele que não iria responder mensagens, se ele quisesse falar algo deveria me ligar.
Ele me ligou.
- Cara, só queria ver com você, a cabana deu R$ 4.800,00. Vamos dividir em 3. E a gasolina deu um tanque, então cada um vai pagar uns R$ 1700,00 - Gui
- Guilherme, eu me lembro que você disse que pagaria, da onde esse papo agora - Eu
- Se você e o André vão se divertir as minhas custas, vocês tão bem enganados. - Gui
Eu arregalei os olhos e fiquei em silêncio por alguns segundos.
- Gui, o que ta acontecendo - Eu
- Cara, eu levei vocês dois na cabana para todo mundo se divertir, mas vocês esqueceram de mim. Estava bem óbvio a interação de vocês, e pelo jeito eu estava atrapalhando.
- Guilherme você está viajando, foi sua a idéia de ir para a cabana, foi sua a idéia de eu me entrosar com o André.
- Mano, se eu soubesse que vocês dois iriam me esquecer lá na hora, eu teria contratado dois putos mais baratos, e não precisaria pagar R$ 4.800,00 numa cabana....
Eu desliguei a ligação e comecei e chorei. Gui começou a mandar mensagens sem parar me chamando de puto, que eu era um cara fácil, que qualquer um comia meu cu. Enfim, ele me xingou de tanta coisa, que acho que nem vale a pena lembrar. Eu o bloqueei e nunca mais desbloqueei. Ele me chamou algumas vezes para conversar via SMS. Até pix de 1k reais me mandou com mensagem dizendo que era para a gente conversar. Eu devolvia o dinheiro sem dizer nada.
Foi um término de amizade difícil de aceitar. Até hoje acredito que deu um ataque de ciúmes nele. Eu fico triste por que as vezes penso como o sexo era bom e intenso. Claro que se ele fosse mulher as coisas seriam mais fáceis. Mas tesão é tesão.
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Pessoal esse foi o último conto do Gui. Faz muitos anos esses ocorridos, eu nunca contei para ninguém. Escrevo aqui esses meus relatos com todo o carinho e torço para o Gui encontrar o que ele procura.
Lembrando a todos que agora eu tenho o chat aqui no site, então se quiserem conversar, aconselhar ou sugerir, estou a disposição.
Não esqueçam de comentar.
Próximo conto vai ser do grupal no quiosque da praia, no ano novo. 😈