Helen chegou e mudou tudo

Um conto erótico de Papai Will
Categoria: Heterossexual
Contém 1068 palavras
Data: 15/01/2026 13:18:56

Me chamo William e esse é o meu primeiro conto. Tenho 33 anos, viúvo a 4 anos. Sou um cara normal, nunca me cuidei mas nunca fui gordo. Moreno, cabelos ngegros, olhos bem pretos e uma barba negra bem fechada, 1.75 de altura e dote de 17cm, porém extremamente grosso.

Sou engenheiro civil mas sempre trabalhei como freelancer, fazendo vistorias para a Caixa, acompanhando algumas obras ou projetos estruturais e hidráulicos. Minha esposa se chamava Carla. Nos conhecemos na faculdade, mas ela fazia Letras. Rapidamente começamos a namorar e acabamos engravidando. Carla era uma mulher linda! Loira, pele perolada, 1.57, seios pequenos, bunda grande e cintura fina. Tinha uma libido quase insaciável.

Infelizmente Carla perdeu o bebê no segundo mês de gestação. Mesmo assim, continuamos com os planos para casar e morar juntos. Com ajuda de nossos pais, conseguimos arrumar um canto pra gente enquanto terminávamos a faculdade. O desejo de sermos pais continou existindo, mas Carla descobriu que não poderia engravidar novamente e isso nos abalou profundamente. Após alguns anos e já formados, nossa vida econômica melhorou. Trocamos de apartamento e depois compramos uma casa em um condomínio bom. Tudo ia bem e Carla era uma professora muito admirada na escola que ela dava aula.

Acontece que uma aluna sua, perdeu os pais e estava aos cuidados de uma tia que era dependente química. Essa menina se chamava Helen. Helen tinha 14 anos de idade quando decidimos ir atrás da guarda dela, sempre foi nosso sonho sermos pais. Helen é negra, seu corpo estava em desenvolvimento, mas já aparentava que seria uma mulher linda. Ela se formou com 17 e já planejava iniciar a faculdade de veterinária. Em Março 2021, devido ao Covid, perdi a minha Carla. Minha companheira, melhor amiga e amante incrivel. De longe, tinha sido o melhor sexo de todos. Com o seguro de vida, quitei a faculdade de Helen para que ela não precisasse trabalhar e estudar e eu não ter que separar mais das minhas economias.

Helen então com 20 anos, no 6 período da faculdade, disse que levaria um "amigo" pra jantar conosco em casa. Eu gelei, ela nunca falou de namorar nem comigo e nem com Carla. Tinha pucas amigas, sempre foi mais na dela. Então com um sentimento até então desconhecido, concordei. Mas só aí que vi que era ciúmes. Ciúmes da minha menina, que até então era minha companheira e amiga, que segurou o reggae quando Carla morreu e cuidava muito bem de mim.

Pedro chegou em casa, num sábado, por volta das 19 horas. E imediatamente não fui com a cara dele e nem o seu jeito "pra frente". De ficar chamando a minha Helen de 'neguinha' e 'gostosa'. De sentar no sofá e pôr os pés na mesa de centro. De tomar cerveja e arrotar e a todo momento, Helen ficar acuada perto dele e fazer todos os seus caprichos. Ele teve a audácia de pedir pra dormir com ela na minha casa e de prontidão falei pra ele ir.

Quando Pedro foi embora, fui conversar com Helen, perguntei que tipo de relacionamento era esse. Ela sempre foi bem tratada, era uma princesa pra mim. Como ela permitia um cara ser abusivo com ela? Helen se tornou uma mulher espetacular. O corpo parecia idêntico ao de Carla. Seios pequenos, cintura fina e uma bunda gigantesca.

Helen me contou que não entendia bem o que acontecia com ela, como ela se sentia 'dominada' pelo jeito de Pedro a tratar. Aquilo ficou na minha mente e eu não dormi direito a noita toda. No domingo, fomos tomar um banho de piscina e Helen chamou uma amiga da faculdade. Jessica era uma gordelicia, gordinha, peituda, bunduda, alta. Chamava muito atenção e amava dançar funk lá em casa. Quando ouvi as duas conversando, Jessica perguntou para Helen se eu estava solteiro, que me achava gato e queria transar comigo. Helen ficou puta e deu um tapa na cara da amiga, que saiu de casa correndo. Quando perguntei pra Helen porque ela fez isso, ela disse que não entendeu, mas que se sentiu com ciúmes. Que não queria eu com uma puta qualquer.

Ao fim da tarde, fomos assistir uma série juntos. Helen tinha tomado um banho longo, estava muito cheirosa e com um pinaminha que deixava sua bunda quase toda a mostra. Após alguns episódios, Helen pegou no sono e eu também. Acamos dormindo de conchinha no sofá que era bem grande e retrátil.

Institivamente, peguei no peito de Helen, desde Carla eu transei apenas com outras duas mulheres, mas dormir junto, com mais nenhuma. Helen acordou e começou a rebolar. Aquilo me deixou duro e então acordei, assustado. Era totalmente errado fazer aquilo com a minha princesa, a minha filha. E fui pra cama. Não conseguia dormir. Enquanto me martirizava por ter feito aquilo, meu pênis não amolecia por nada. Já era 4 da manhã e resolvi tomar água. Quando chego na cozinua, Helen esta a ajoelhada, proncurando uma caixa de leite no armário. O pijaminha foi engolido por aquela bunda naquela posição de 4. Como meu pênis estava duro e eu estava se samba canção, ao me ver, Helen foi discarada.

- Isso tudo por causa da minha bunda papai?

- Não meu amor, eu já estava assim, desculpe.

- Porque estavamos de conchinha papai?

Ela nunca tinha me chamado de papai, aquilo mexeu comigo.

- Sim meu anjo, me perdoe.

- Não tem o quê perdoar, PAPAI - Ela deu ênfase dessa vez, olhando com a cara mais safada que eu já tinha visto.

- Para com isso Helen.

Ela veio em minha direção, mas veio ajoelhada.

- Parar com o quê papaizinho?

Seu rosto estava quase encostando no meu pau

- Nós somos pai e filha, é errado.

Helen já estava segurando meu pênis por cima da cueca.

- Se é errado, porque você está gostando?

Não resisti, baixei a cueca e botei o pau pra fora. Quando ela viu e pegou nele, tudo que ela disse foi:

- Nossa!

Olhei pra ela e disse:

- O que você vai ser agora Helen?

- A putinha do papai.

Rapidamente ela começou a chupar. Era de uma maestria absurda! Subia babando e descia chupando. Fez o parafuso. Massageava as bolas. Segurei em suas tranças puxando ela pra mim. Mas entrava só até a metade, era muito grosso. Gozei em 5 minutos, enchendo a boca dela de leite.

- Era leite mesmo que eu estava precisando. Boa noite papai.

Continua...

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