Profundas mudanças - Parte 7

Um conto erótico de BNWObunny
Categoria: Crossdresser
Contém 1806 palavras
Data: 15/01/2026 13:13:04

Dias se passaram desde aquela noite épica no clube, e Giulia sentia seu corpo e mente se moldando cada vez mais à sua nova identidade. Morando na luxuosa casa de Serjão, ela acordava todas as manhãs com o plug anal firmemente encaixado, a gaiola rosa apertando seu clitóris minúsculo — como ela agora o chamava — e a coleira lembrando-a de sua posse absoluta. Serjão, o mestre imponente, a usava como brinquedo pessoal: às vezes como empregada nua, limpando a casa de quatro enquanto ele assistia TV; outras vezes, como buraco de alívio, fodendo-a no sofá sem cerimônias. Luana e Vanessa visitavam com frequência, trazendo novas humilhações, como forçá-la a dançar pole dance no quarto enquanto elas riam e gravavam vídeos para o círculo BNWO.Mas Serjão tinha planos maiores. Ele via Giulia como um projeto em andamento, uma sissy branca que precisava ser elevada ao próximo nível para servir perfeitamente. "Você tá boa, Giulia, mas ainda não é completa. Uma vadia de verdade precisa de curvas reais, peitos que balancem e uma bucetinha pra ser fodida como mulher", disse ele uma manhã, enquanto ela lambia seus pés após o café. Giulia tremeu de excitação e medo. Ela sabia o que isso significava: feminização completa. Hormônios e, eventualmente, cirurgia. "Mestre, eu... eu faço qualquer coisa pra te agradar", murmurou ela, os olhos baixos em submissão total.O processo começou imediatamente. Serjão marcou uma consulta com um médico do círculo BNWO, um especialista em transformações de sissies. O consultório era discreto, escondido em um prédio comercial no centro da cidade, mas por dentro era um paraíso de submissão: paredes com fotos de antes e depois de branquinhas transformadas em bonecas perfeitas. O doutor, um homem negro alto e autoritário chamado Dr. Malik, examinou Giulia nu, cutucando sua gaiola e inspecionando seu corpo. "Boa base. Pele clara, ossos finos. Vamos começar com estrógeno e anti-andrógenos. Em poucos meses, você vai ter peitinhos crescendo, quadris alargando e pele macia como bebê. E o pauzinho? Vai encolher mais ainda, até virar só um clitóris inútil." Giulia assentiu, excitada com a ideia de se tornar mais fêmea.Os hormônios vieram em pílulas e injeções. Todas as manhãs, Serjão supervisionava: uma injeção no bumbum, seguida de pílulas engolidas de joelhos. Os efeitos foram rápidos e intensos. Nas primeiras semanas, Giulia sentiu náuseas e fadiga, mas também uma sensibilidade nova nos mamilos, que inchavam e coçavam. Seus peitos começaram a brotar, pequenos botões que doíam ao toque, mas a excitavam quando Serjão os apertava. "Olha só, minha putinha tá virando mocinha", zombava ele, chupando-os enquanto a fodia. Seus quadris se arredondavam, a pele ficava mais suave, e o cabelo crescia mais rápido, agora tingido de loiro platinado por ordem do mestre. A gaiola rosa apertava mais, pois o "clitóris" encolhia visivelmente, tornando ereções impossíveis. Giulia se masturbava só com o plug, gozando como fêmea, choramingando de prazer.Enquanto isso, a vida cotidiana se tornava uma rotina de treinamento. Carla, a amiga revelada como recrutadora, se mudou para a casa temporariamente para "supervisionar". Ela forçava Giulia a usar corsets apertados para afinar a cintura, fazer exercícios de yoga para flexibilidade e praticar maquiagem perfeita. "Você vai ser a sissy mais feminina do BNWO, Giulia. Imagina: peitos grandes, bunda empinada e uma voz de menininha." Elas treinavam voz também: horas repetindo frases em tom agudo, até Giulia soar como uma garota coquete. Sofia, a irmã, visitava com Paulo, o corno manso, e juntas elas exploravam toques proibidos. "Mana, seus peitinhos tão crescendo! Deixa eu chupar", dizia Sofia, lambendo-os enquanto Paulo limpava o chão. As revelações familiares continuavam: aparentemente, a mãe delas havia passado por hormônios leves no passado, para servir melhor aos mestres negros. "Ela te preparou desde bebê, Giulia. Leite materno misturado com estrógeno sutil", confessou Sofia, rindo.Três meses se passaram, e os mudanças eram evidentes. Giulia agora tinha seios B-cup, macios e sensíveis, que balançavam levemente ao andar. Seus quadris eram mais largos, a bunda mais redonda, e a pele brilhava de cremes hormonais. O rosto amolecia: bochechas cheias, lábios mais carnudos de injeções de colágeno ordenadas por Serjão. Ela se vestia como uma boneca: vestidos curtos, meias arrastão, saltos altos que faziam sua bunda empinar. No clube, ela era o centro das atenções, dançando no palco com peitos à mostra, rebolando para mestres que jogavam dinheiro e prometiam "usá-la direito". Mas Serjão queria mais. "Hora da cirurgia, vadia. Vamos te dar uma bucetinha de verdade e peitos maiores. Você vai ser fodida como mulher, não como buraco de sissy."A cirurgia foi marcada em uma clínica privada do BNWO, no exterior — uma viagem para a Tailândia, onde especialistas em transições sissies operavam. Serjão a levou, junto com Luana como "enfermeira". Giulia tremia no avião, mas excitada: "Mestre, eu vou ser sua fêmea perfeita." A operação durou horas: vaginoplastia, usando o tecido do pauzinho para criar uma buceta funcional, sensível e profunda o suficiente para paus grandes. Também implantes de silicone nos seios, elevando para D-cup, e uma lipoaspiração para curvas perfeitas. Acordando no hospital, Giulia sentiu dor, mas uma euforia imensa. Olhando para baixo, viu sua nova buceta: lábios rosados, clitóris sensível (o resto do antigo pau). Os peitos enormes, inchados, a faziam se sentir completa. "Obrigada, mestre", sussurrou ela, lágrimas de alegria.A recuperação foi intensa, mas erótica. De volta ao Brasil, Serjão a mimava: dilatadores para a nova buceta, massagens nos peitos, e treinamentos leves. "Não pode foder ainda, mas logo você vai implorar." Giulia praticava com dildos, sentindo orgasmos vaginais pela primeira vez — ondas de prazer que a faziam gritar como mulher. Sua voz agora era naturalmente aguda dos hormônios, e o corpo uma obra de arte: 1,70m de curvas, loira, peituda, bunduda. No espelho, ela se via como Giulia de verdade, não mais resquícios do passado masculino. O círculo celebrava: uma festa no clube onde ela foi apresentada como "a sissy perfeita", ainda sem penetração, mas chupando paus e sendo lambida na nova buceta.Foi nessa fase que o primo entrou na história. Rafael, o primo heterossexual de Giulia, morava em outra cidade, mas visitava a família ocasionalmente. Ele era o típico macho alfa: 28 anos, musculoso, namorador de mulheres, engenheiro bem-sucedido, sem ideia das profundezas do BNWO na família. Giulia o via como um desafio — e uma ordem de Serjão. "Quero ver você seduzir esse branquinho hetero, Giulia. Mostre que uma sissy feminizada pode virar qualquer um. Faça ele te comer, te foder como homem, mas no final, ele vai se submeter também." Giulia sorriu maliciosamente; os hormônios a tornavam mais confiante, mais sedutora. "Sim, mestre. Ele vai me desejar como nunca desejou uma mulher."Rafael chegou para uma visita familiar, convidado por Sofia sob pretexto de uma reunião de família. Ele não via Giulia há anos — na verdade, não sabia da transformação, achando que o "primo" havia sumido por "trabalho no exterior". A casa de Serjão foi o local escolhido, disfarçada como uma festa casual. Giulia se preparou: um vestido preto decotado que realçava seus peitos D-cup, maquiagem impecável com batom vermelho, cabelo loiro solto, e perfume floral que exalava feminilidade. Sem calcinha, só a buceta nova depilada, pronta para ação. Quando Rafael entrou, os olhos dele se arregalaram. "Quem é essa gata?", perguntou ele a Sofia, sem reconhecer."Essa é Giulia, sua prima. Lembra do Giuliano? Pois é, ela evoluiu", disse Sofia, piscando. Rafael riu, achando que era piada, mas ao olhar de perto, viu os traços familiares no rosto feminizado. "Cara... quer dizer, Giulia? O que aconteceu com você?" Ele estava confuso, mas seus olhos traíam desejo: fixos nos peitos, na bunda, nas pernas cruzadas sedutoramente. Giulia se aproximou, voz suave e aguda: "Oi, priminho. Faz tempo, né? Eu mudei... pra melhor. Quer um drink?" Ela se inclinou, roçando levemente o braço nele, o decote revelando os mamilos endurecidos pelos hormônios.A sedução começou sutil. Durante a conversa, Giulia sentou ao lado dele no sofá, pernas cruzadas tocando as dele "acidentalmente". "Sabe, Rafael, você sempre foi o primo gato da família. Eu te admirava tanto... agora, olha pra mim. Eu sou toda mulherzinha." Ele engoliu em seco, tentando disfarçar a ereção crescendo. "Giulia, isso é loucura. Você era... homem. Mas caramba, você tá linda." Ela riu, mão no joelho dele: "Era? Agora sou sua prima safada. Quer ver como eu mudei de verdade?" Sem esperar, ela pegou a mão dele e guiou para seu peito, deixando-o apertar. "Sente? São reais, crescidos com hormônios. E embaixo... tem uma surpresa quentinha."Rafael hesitou, mas o tesão venceu. Ele era hetero convicto, mas Giulia era irresistível: curvas perfeitas, cheiro de fêmea, olhos sedutores. "Isso é errado... somos primos", murmurou ele, mas já beijava seu pescoço. Giulia o puxou para o quarto, trancando a porta enquanto Serjão e os outros observavam escondidos por câmeras. "Shh, priminho. Deixa eu te mostrar o que uma mulher como eu pode fazer." Ela se ajoelhou, abrindo o zíper dele, chupando seu pau com maestria aprendida no BNWO. Rafael gemeu: "Porra, Giulia... você chupa melhor que qualquer mina." Ela sorriu, lambendo: "E isso é só o começo. Agora me come, me fode como homem de verdade."Ele a jogou na cama, arrancando o vestido. Vendo a buceta nova, rosada e úmida, ele perdeu o controle. "Você tem uma... puta merda, é real?" Giulia abriu as pernas: "Sim, cirúrgica. Pra ser fodida. Me come, Rafael. Me faz gozar como fêmea." Ele penetrou devagar, sentindo a apertada e molhada, gemendo de prazer. "Tão gostosa... melhor que qualquer buceta." Giulia rebolava, unhas nas costas dele: "Mais forte, priminho! Me enche de porra!" Eles transaram por horas: missionário, de quatro, ela cavalgando com peitos balançando. Giulia gozava múltiplas vezes, orgasmos vaginais intensos que a faziam gritar. Rafael, exausto, gozou dentro dela, murmurando: "Você me virou do avesso, Giulia."Mas a sedução não parava aí. Após o sexo, Giulia revelou mais: "Sabe, Rafael, isso é só o início. O BNWO me transformou, e agora você vai entrar também." Ele riu, achando graça, mas Serjão entrou no quarto, imponente e nu. "Boa, Giulia. Agora é minha vez de mostrar pro seu primo o que é um pau de verdade." Rafael tentou protestar, mas Giulia o beijou, sussurrando: "Relaxa, hetero. Você vai adorar ser corno como o Paulo." Serjão o dominou, forçando-o a assistir enquanto fodia Giulia na frente dele. Aos poucos, Rafael se excitou de novo, e Giulia o seduziu para chupar o pau de Serjão junto com ela. "Vem, priminho. Prove o superior."Dias depois, Rafael se tornou parte do círculo: um corno branco servindo, enquanto Giulia, agora completamente feminizada, reinava como rainha sissy. Seus peitos D-cup, buceta cirúrgica e corpo hormonal a tornavam irresistível. Ela seduzia mais familiares e amigos, expandindo o BNWO. "Obrigada, mestre", dizia ela a Serjão todas as noites, gozando em sua cama. A transformação era eterna, e Giulia nunca mais olhou para trás.

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