Alceu, um homem de 55 anos, vivia em um sobrado antigo próximo a uma praia tranquila de uma cidade costeira. Com cabelo grisalho e farto, óculos de armação metálica e uma barriga discreta, ele parecia apenas mais um viúvo aposentado, cuidando de seu jardim e lendo jornais na varanda. Mas, nas profundezas de sua alma, queimava um desejo secreto, um fetiche que o acompanhava desde a juventude: o prazer intenso de cheirar genitálias femininas que não eram lavadas por dias. Para Alceu, o odor natural, pungente e cru, era uma sinfonia olfativa que o transportava a um estado de êxtase. Ele não queria apenas um cheiro; queria a essência mais bruta, acumulada após dias sem qualquer asseio.
Incapaz de encontrar parceiras que compreendessem ou tolerassem sua obsessão, Alceu descobriu a deep web. Em um fórum chamado “Desejos Obscuros”, onde usuários anônimos trocavam mensagens repletas de emojis provocantes, ele publicou um anúncio que causou furor: “Pago R$1.000 por cada dia que mulheres fiquem sem tomar banho ou se assear. Hospedagem na minha casa para garantir que não haverá higiene íntima. Interessadas, DM 😈🔥.”
O fórum explodiu com respostas. Mulheres de idades variadas, movidas pela curiosidade, pelo dinheiro fácil ou por uma pitada de excitação, começaram a mandar mensagens privadas. Alceu, sentado em sua cadeira de couro, diante de um laptop, lia cada mensagem com um sorriso malicioso.
Conversa no fórum “Desejos Obscuros”:
LobaSelvagem23: “Sério isso? 😲 1k por dia só pra não tomar banho? Tô dentro, mas qual é a pegadinha? 😏”
Alceu_Olfato: “Sem pegadinha, Loba. Você fica na minha casa, sem banho, sem perfume, sem nada. Só seu cheiro natural. Quantos dias você aguenta? 😈”
LobaSelvagem23: “Haha, dois dias, acho. Mais que isso eu me sinto uma lixeira ambulante 😂. Fechou?”
Alceu_Olfato: “Fechado. Manda sua idade e uma foto (só pra te reconhecer). Te passo o endereço. 😎”
GataSuada35: “Oi, Alceu. Tô precisando de grana. 35 anos, posso ficar uns 3 dias. É só pra você cheirar mesmo? 😅”
Alceu_Olfato: “Exato, Gata. Só cheiro os genitais, uma hora por dia, você deitada nua, pernas abertas. Sem contato físico, a menos que queira. 😏 Três dias são R$3.000. Topa?”
GataSuada35: “Caraca, que loucura. Tô dentro! 😜 Mando foto minha e da pepeca agora.”
NinfetaCuriosa18: “Oi, Alceu! 😻 Tenho 18 aninhos, nunca fiz nada assim, mas tô curiosa. É seguro? Quanto tempo precisa?”
Alceu_Olfato: “Seguro, Ninfeta. Minha casa é limpa e confortável, quarto arejado, você só relaxa, faz suas necessidades e deixa o tempo passar. Cada dia sem banho é mil reais no seu bolso. 😈 Quantos dias aguenta?”
NinfetaCuriosa18: “Hmm, dois dias, acho. Mais que isso fico com nojo de mim mesma 😂. Pode ser?”
Alceu_Olfato: “Perfeito. Agendo você pra próxima semana. 😎”
Alceu selecionava com cuidado, priorizando mulheres que parecessem confortáveis com a ideia. Ele agendava uma por vez, transformando sua casa em um santuário de seu fetiche. As primeiras participantes chegavam com mochilas pequenas, algumas nervosas, outras rindo da situação. Ele as recebia com educação, oferecendo um quarto de hóspedes com lençóis limpos, uma geladeira cheia de comida e regras claras: nada de sabonete, desodorante ou água nas áreas íntimas.
As sessões seguiam um ritual. Após dois ou três dias, as mulheres, sentindo-se “suficientemente fedidas”, eram conduzidas ao quarto de Alceu. A luz suave do abajur iluminava a cama king-size coberta por lençóis brancos. Elas se despiam, algumas com timidez, outras com um ar de desafio, e se deitavam, abrindo as pernas o máximo que podiam. Alceu se aproximava, rastejando entre elas, e inspirava profundamente a poucos centímetros da buceta e cu sujos, com os olhos fechados, como se estivesse meditando. O cheiro, uma mistura de suor, azedume de urina, sebo de virilha e fezes, o fazia tremer de prazer. Ele não tocava, apenas cheirava bem de pertinho, às vezes murmurando palavras como “perfeito” ou “divino”. Após uma hora, ele agradecia, permitia a convidada tomar banho, fazia o pix e se despedia com um sorriso satisfeito.
Nenhuma ficava por mais de três dias. Algumas riam do absurdo da situação, outras confessavam sentir-se estranhamente livres. Mas Alceu sentia que faltava algo, uma conexão mais profunda, um odor que o marcasse para sempre.
Então, Sarita apareceu. Ela se apresentou no fórum com um apelido simples: HippieSemBanho. Sua mensagem era direta: “Oi, Alceu. Tô há 3 dias sem banho, vendo miçangas na praia. Preciso de grana pra comprar material pro meu artesanato. Aguento uma semana facinho. 😎💸 Topa?” Alceu respondeu na hora, com o coração acelerado: “Sarita, você é um sonho. Uma semana? Sério? 😈 Manda foto e vem!”
Sarita, 28 anos, chegou à casa de Alceu com uma mochila de lona surrada, vestindo um vestido leve de algodão, sem sutiã, os cabelos cacheados soltos e um colar de contas coloridas. Seus pés descalços traziam a areia da praia, e ela exalava um cheiro inicial que já mexia com Alceu. “Três dias sem banho, já tô até meio fedida,” ela disse, com um sorriso travesso. “Mas posso ir além. Por sete mil, fico uma semana inteira.”
Alceu a instalou no quarto de hóspedes, fascinado por sua naturalidade. Sarita era diferente. Ela cantava músicas de Bob Marley enquanto preparava chá na cozinha, contava histórias de suas viagens e ria alto, sem se importar com o que os outros pensavam do seu estilo de vida alternativo. No segundo dia, o cheiro dela começou a se intensificar, um aroma terroso, almiscarado, que impregnava o ar da casa. Para muitos, seria repulsivo; para Alceu, era inebriante. Ele a observava de longe, sentindo o desejo crescer.
No quarto dia, o odor de Sarita era perceptível em todos os cômodos. No sexto, Alceu sentia o cheiro mesmo estando na varanda, como se a essência dela tivesse dominado a casa. No sétimo dia, ele mal conseguia se conter. Sarita, com um sorriso traquino, anunciou: “Tá na hora, né? Sete dias. Vamos lá.” Ela caminhou até o quarto de Alceu, tirou o vestido com um movimento fluido, revelando um corpo bronzeado, seios pequenos, buceta com pelos macios e naturais e uma aura de liberdade. Deitou-se na cama, abriu as pernas e olhou para ele. “Estou prontinha.”
O cheiro era avassalador. Um aroma denso, quase palpável, de suor acumulado, mijo, cocô, umidade e feromônios crus, tão forte que parecia vazar pelas janelas e se espalhar pela rua. Alceu rastejou, aproximando o rosto da genitália de Sarita, coberta por uma penugem escura e úmida. Ele inspirou profundamente, sentindo o odor invadir suas narinas, quente, acre, quase animalesco. Seus olhos se fecharam, e ele gemeu baixo, perdido em êxtase. Cada inalação era uma explosão de prazer, como se o cheiro natural de Sarita fosse uma droga que o consumia. Ele passou minutos assim, explorando cada nuance do odor da buceta que tinha uma fenda delicada mas ensebada, as pregas do cu dela que ainda guardavam restos de fezes, sentindo a textura do ar mudar com cada respiração.
Então, algo mudou. Não era só o fetiche. Sarita, com sua risada rouca e seu jeito desprendido, o encantava. Ele ergueu os olhos, ainda trêmulo, e disse: “Sarita, quero te propor algo. Se você trepar comigo, dobro o pagamento. Catorze mil.” Ela ergueu uma sobrancelha, surpresa, mas riu. “Você é louco, Alceu. Mas, sabe? Tô muito afim. Vamos nessa.”
A cena que se seguiu foi intensa. Sarita puxou Alceu para a cama, suas mãos calejadas de artesã segurando os ombros dele. Ele a beijou com fervor, sentindo o gosto salgado de sua pele. Ela o guiou, montando no pau dele com uma energia selvagem. O cheiro de sua xoxota, agora sendo friccionada pelo cacete, acentuava ainda mais o odor que misturava-se ao calor de seus corpos. Alceu acariciava suas coxas, sentindo a umidade natural dela, enquanto ela se movia com ritmo, gemendo baixo, os cabelos caindo sobre o rosto. Ele explorava cada centímetro, suas mãos percorrendo os pelos pubianos, a textura áspera e úmida, enquanto o odor o envolvia como uma névoa. Enfiou dois dedos no cu dela e ao tirá-los de dentro aproximou-os das narinas notando o rastro marrom entre eles. O sexo foi cru, visceral, com Sarita ditando o ritmo, ora lento, ora frenético, quicando no pau com maestria até que ambos chegaram ao clímax, Alceu gritando de prazer, perdido no cheiro e no toque dela.
Exausto, ele a abraçou, ainda sentindo o aroma que impregnava os lençóis. “Sarita, casa comigo,” ele disse, impulsivo, com os olhos brilhando. Ela riu, acariciando o rosto dele. “Alceu, eu sou um espírito livre. Tenho uns namorados por aí, vivo pelo mundo. Mas, ó, quando a grana apertar, eu volto. Prometo.” Ela piscou, com um sorriso malicioso.
E Sarita cumpriu a promessa. De tempos em tempos, ela reaparecia, sempre com a mochila surrada e os mesmos vestidos de algodão. Ficava por uma semana sem banho, deixando o seu fedor tomar conta da casa. Cada visita era uma celebração para Alceu. Ele a recebia com um quarto preparado, lençóis novos e um sorriso de menino, cozinhava para ela, contava suas aventuras, tocava violão. No sétimo dia, o ritual se repetia: Sarita se deitava, o cheiro dos seus órgãos genitais, forte e inconfundível, dominava o quarto. Alceu se entregava, cheirando, tocando, e muitas vezes fazendo amor com ela, cada encontro mais intenso que o anterior.
E assim, levaram uma vida feliz, ao seu modo. A vagina e o ânus de Sarita, com seu odor acentuado, eram o paraíso de Alceu. E ele, com seu olfato distinto, encontrava nela não apenas a realização de seu fetiche, mas uma conexão que, mesmo esporádica, o fazia sentir-se vivo.
