(FELIZ ANO-NOVO, PESSOAS! O PRIMEIRO DE MUITOS CONTOS QUE IREI LANÇAR POR AQUI NO SITE).
Regras da República:
1.ª Regra: Manter o espaço comum (sala, cozinha e banheiros) limpo e organizado depois de usar.
2.ª Regra: Cada quarto terá duas pessoas; essas serão responsáveis pela organização e pela limpeza dele.
3.ª Regra: A faxina dos espaços comuns será feita por cada dupla dos respectivos quartos. Não será tolerado atraso ou a não realização da função.
4.ª Regra: Respeitar o espaço do outro para evitar brigas e discussões. Aquele que não cumprir essa regra será expulso da casa.
5.ª Regra: Após as festas, todos irão ajudar na limpeza no outro dia. Não importando as duplas responsáveis da semana.
6.ª Regra: aquele que chegar primeiro na sala tem o poder de escolha do que será assistido no momento.
7.ª Regra: Última, mas tão importante quanto as outras. Quem cozinha não lava as louças sujas.
Rede social:
“Temos uma vaga na nossa república, interessados procurar @Heitoralmeida ou @LorenzoSilva.”
Carlos Silva:
Havia se passado um mês desde que o primo mais novo do Heitor veio morar na república, o tal do Marcelo — ou Marcelinho, como era chamado por todos. Em pouco tempo na casa, o moleque se mostrou um verdadeiro porre: enjoado, mimizento, chorão e ainda por cima um fresco. Nada para ele estava bom. Era um nojentinho de carteirinha.
Foram necessárias apenas 72 horas para a nossa primeira discussão acontecer. Estava deitado no sofá assistindo a um filme de comédia cheio de putaria quando ele apareceu todo brilhante e melodioso dizendo que aquele filme era ofensivo e que não tinha graça nenhuma. O ignorei, assim como fazia com as namoradas frescas que tive. O problema maior foi que o moleque não parou de encher o saco, abrindo aquela boca para me irritar, não tendo um botão de desligar.
– Moleque, vai chupar um canavial de rola, caralho. Tu é chato demais. Vai tomar no cu! – explodi, endireitando-me no sofá, fuzilando-o com os olhos.
– É só mudar o filme que…
– Não vou! Eu cheguei primeiro na sala. Agora tu senta esse rabo no sofá e cala a boca ou eu te faço ficar quietinho com uma piroca grossa na garganta – amassei meu pacotão com a mão, o que atraiu o olhar desejoso dele.
Por ser uma casa que só tinha homens, era comum andarmos apenas de cueca ou bermuda fina por todo canto. Marcelinho era o único que ficava todo vestido. Parecia um padrezinho todo coberto.
Depois dessa discussão patética por causa de um filme besteirol, o desafeto foi crescendo entre a gente, com ele questionando e dando palpite pra tudo que fazia. Até mesmo minhas meias sujas e cuecas que ficavam no cesto do meu quarto junto com o do Lorenzo, outro morador do lugar, o incomodavam, sendo que ficavam dois cômodos depois do seu quarto junto com o primo.
– Estão fedendo, Carlos. Vai lavar – mandou, segurando uma das boxers com as pontas dos dedos indicador e polegar.
O fresco estava fingindo nojinho. Odiava gente assim, principalmente vindo de moleque filhinho de papai.
– Tu tá querendo uma pica grossa no rabo, né, filho da puta? Não é possível essa encheção de saco – esbravejei, saindo da cama e caminhando até ele na porta do quarto, fazendo seu showzinho. – Segura essa merda que nem macho, moleque. – Tomei a cueca da sua mão, amassando-a como se fosse uma bolinha de papel.
– Eu sou homem, nojento – empinou o nariz.
– Nojento, é?
Olhei por cima dos seus ombros para ver se mais alguém estava por perto. A casa era grande, tinha muitos quartos e também um corredor longo. Não podia bater no moleque por ser primo de um amigo, mas nada me impedia de pelo menos judiar dele. Não pensei duas vezes antes de puxá-lo pelo braço, trancando a porta do quarto, derrubando o cesto de cuecas e meias de jogar bola suadas no chão; e logo em seguida empurrando seu corpo para baixo com um aperto firme na sua nuca. O moleque tentou se debater, mas era um frango, apenas caindo de joelhos no chão enquanto eu esfregava seu rosto nas roupas sujas.
– Tá fedendo, não tá? Sente o cheirão de macho, moleque, quem sabe tu vira homem de verdade – peguei uma cueca que tinha uma crosta de sêmen seco e levei até o seu rosto, fazendo-o aspirar todo cheirão de gala e pica no tecido.
Marcelinho não enganava ninguém, percebi de cara o tipo de viado que ele era, um daqueles estilo mulher de bandido, que provoca o macho esperando contato. Esse joguinho comigo era uma via de mão dupla, pois, se ele gostava de ser tratado como cadela, teria o maior prazer de proporcionar a experiência.
— Escuta aqui, moleque — puxei sua cabeça pelo cabelo. O moleque fez uma cara de dor, mas não reclamou.
– S-sim.
– Já que você tem tanto nojinho do cheirão das minhas cuecas e meias sujas, seu trampo agora é lavar cada uma delas. Quero tudo cheirando a amaciante – dei um tapinha no seu rosto.
Aquele moleque nunca deve ter lavado nem mesmo um copo na sua vida; seria um prazer vê-lo gastando seu tempo cuidando dos meus trapos.
– Tá bom.
Depois daquele dia ele começou a ficar mais comportado. Até mesmo os outros da casa perceberam a mudança. Heitor ficou um pouco esquisito comigo, parecia enciumado, pois Marcelinho começou a fazer coisas para mim. Era minha empregadinha particular. Ao contrário de mim, o primo mais velho fazia de tudo pelo moleque, enchendo-o de mimos e carinho, um pouco até demais para dizer a verdade. Estranhei aquela situação no início, mas deixei passar, pois não me interessava a vida de ninguém ali. O problema foi que o moleque fez de tudo para chamar a minha atenção, e agora eu estava sedento para castigá-lo e, de quebra, saber o lance daqueles dois.
Tive a oportunidade certa noite, depois de uma discussão com o meu encarregado arrombado, que me tirou para Cristo aquela semana, cheguei em casa mais cedo, estacionando a moto de qualquer jeito na frente de casa e subindo para o quarto. Não tinha cabeça nem para ir para a faculdade. Só queria deitar e esquecer a merda de dia que tive, mas, assim que girei a maçaneta e abri a porta, tive uma surpresa. O moleque estava batendo punheta na minha cama e com uma das minhas cuecas enfiadas no nariz. Marcelinho era o único que apenas estudava de todos nós, então ficava a tarde toda em casa depois da faculdade. Uma das maravilhas de ter papai rico: você foca sua atenção apenas nos estudos.
– Tá de sacanagem, filho da puta? Tá achando que minha cama virou o quê? – esbravejei, sentindo um misto de sentimentos no peito.
– E-eu posso explicar…
Não teve nem tempo de terminar, pois agarrei seu pulso e o tirei da minha cama. Marcelinho era bem delicado e baixinho, nem parecia ter 19 anos.
– Então é isso que tu fica fazendo aqui a tarde toda? Batendo punheta e cheirando cueca de macho?
– Carlos, eu…
Vi os seus lindos olhinhos se enchendo d'água achando que iria apanhar, o que me desarmou um pouco.
— Chora não, moleque, tô bravo contigo não. — Bufei. Soltando seu braço fino. – Senta aqui do lado. – Bati no colchão. Cabisbaixo, fez o que ordenei. – Dia do pai aqui foi uma merda. O patrão está de sacanagem pro meu lado, não sabia em quem descontar. Tá de boa o braço? – perguntei, e ele confirmou com um aceno de cabeça.
– Você quer que eu faça alguma coisa pra você? – o moleque me olhou todo inocente, realmente compadecido com minha situação.
Coitado.
O moleque não tinha noção de com quem estava lidando.
– Pior que tem moleque – olhei pra ele maldoso, sorrindo travesso, o que o deixou assustado por um segundo, pois apertei seu pescoço e aproximei nossos rostos. – Pode melhorar meu humor pagando um boquetão no meu cacete que tá dias sem um carinho e calor. – Quase rosnei de ódio e tesão. – Já engasgou numa rola preta? – Perguntei, ainda com o rosto próximo ao dele.
Ele negou, segurando meu antebraço conforme apertava sua garganta. A carinha de cadela sem dono que ele fazia era impagável.
– Então vai ter sua estreia. Ajoelha no chão e bota minha pica nessa boquinha – disse enquanto o empurrava para baixo.
Marcelinho prontamente ajoelhou.
Um putinho mesmo.
Sem vergonha alguma, desci a calça jeans e a cueca boxer até as coxas, deixando meu garotão livre para ele ver.
O moleque ficou hipnotizado, os olhinhos expressivos focados na minha rola, que foi ganhando firmeza. Tarado desde muito novinho, não foi difícil ficar duro que nem concreto em segundos.
– É cheio de veias – observou, apertando a carne dura com a mão. Seus dedos finos mal se fechavam na grossura.
– Achou que só o meu antebraço era repleto de veias – ri.
Depois de um tempo treinando na academia, as veias que já eram bem aparentes desde a adolescência só foram ficando mais vistosas. Os antebraços, a virilha, as panturrilhas e os meus pés eram tomados por elas.
– To durão pra tu já! – Balancei minha jeba preta. Meu dote era levemente empinado para cima, a cabeça arroxeada e bem estufada que nem uma ameixa madura.
Um sentimento sujo e doentio apossou-se do meu corpo assim que vi o choque no seu rosto ao constatar o tamanho da briga que arrumou. Não fui e nunca serei humilde; se tinha uma coisa que tinha orgulho era o tamanho do meu pau. Estourar um cuzinho era fácil. Raramente achava alguma mina a fim de testar o rabo na minha marreta grossa e destruidora.
– Vamo, moleque, engole minha pica – abri as pernas e o puxei com a mão atrás da sua cabeça.
– Hummm…
O moleque se engasgou assim que afundei a rola preta na sua garganta, impaciente. A sensação de ter aqueles lábios rosados me recebendo até o fundo era surreal. Nunca fui palmitero, mas aquele loirinho teria uma experiência duradoura de um negão com o mais puro tesão e raiva acumulada.
– Até o fundo, porra – disse rispidamente, segurando sua cabeça com as duas mãos, forçando tudo dentro. – Vou fazer sua boquinha de cuzinho. – Um sorriso maldoso desenhou meu rosto.
Após sentir os meus pentelhos crespos roçarem seu nariz, soltei-o, deixando que recuperasse o ar perdido.
Meu pau deu um pequeno pinote assim que vi o rosto do moleque vermelho, os lábios inchados e com a respiração pesada. Um fio translúcido de sua própria saliva conectava minha piroca à sua boca. Aquilo me quebrou de um modo anormal. Todo o meu sangue parecia ter sido bombardeado para o cacete, pois não consegui raciocinar, só agi por impulso e me levantei da cama, erguendo o moleque do chão como se fosse um boneco de pano e o jogando no colchão. Deixei-o deitado de barriga para cima, com o rosto virado para o meu lado.
– Vou arrombar sua boquinha do jeito certo, moleque – comecei a bater a piroca dura no seu rosto. Marcelinho me observou em silêncio, devoto ao tesão.
Tomado por um desejo antiquado e animalesco, mandei que abrisse a boca, inclinando-se levemente para frente na direção do seu rosto, com uma mão apoiada no colchão ao lado do seu abdômen e a outra segurando a pica na direção dos seus lábios. Estava pronto. Simplesmente mergulhei a rola na sua garganta, fodendo sua boca, sufocando o moleque com o quadril sobre o seu rosto. Não sabia o motivo daquilo ser tão bom. Nunca fui ligado muito em boquete, mas subjugar Marcelinho, estocar sua boca naquela posição de foda foi como viajar em um puro caos de luxúria.
– CACETE DE BOCA GOSTOSA, CARALHO! – Urrei de tesão, atropelando as palavras como uma criança eufórica.
Sentia minha íris dilatada, os meus músculos tensionados e a garganta do moleque se fechando ao redor do pau.
A sensação passou depois que, tomado de um desespero natural, Marcelinho se esquivou de uma outra estocada profunda, virando o rosto de lado e tossindo sem parar em meio a muita baba derramada.
– Respira, devagar. Ainda tem chão até o pai te dar o meu leite cremoso de saco – pousei a mão no meio do seu peitoral, sentindo o calor da sua pele e a sua respiração descompassada.
– To… pron… – tossiu. – Tô pronto. Fode minha garganta, Carlos. – Mandou.
– Tô dentro já!
Respondi, voltando a me endireitar na sua direção e mergulhando a piroca na sua boca com selvageria. O vai e vem molhado era gostoso, surreal de bom, quase como se estivesse fodendo um cu. Não parava para nada, apoiando as duas mãos ao redor do seu corpo para ter um ponto de equilíbrio, movimentando o quadril incessantemente.
Tudo ao meu redor parecia pequeno — inútil —; a atenção cem por cento focada no fundo daquela garganta que me recebia até o talo.
Não queria empolgar muito nas arremetidas, pois não queria matar o moleque, mas às vezes era impossível.
Tudo durou por um longo tempo para o meu deleite e total desespero de Marcelinho, que toda hora parava o que fazia para recuperar o fôlego. Ele era bom no trampo. Não deixava os dentes pegarem na cabeça sensível e também sempre mantinha o maxilar relaxado para receber bem minha rola.
– TOMA LEITE, MOLEQUE! ENGOLE TUDO NESSA BOQUINHA DE PUTA – nunca precisei externalizar a minha ação na hora de foder, mas ali eu precisei. Aquele moleque acordou um animal feroz dentro de mim.
Meus músculos enrijeceram assim que minha pica engrossou ainda mais na garganta dele e, como uma mangueira de bombeiro descontrolada, jorrou como se nunca tivesse gozado na minha vida.
Não preciso dizer que o moleque se afogou no leite grosso que descia pela garganta, virando a cabeça de lado para tossir, fazendo meu pau deslizar para fora ainda jorrando muito, mas muito esperma. A porra desceu até pelo seu pescoço conforme os últimos jatos eram liberados. Tive que fechar os olhos para recuperar as minhas forças. Minhas pernas estavam bambas, parecia até que tinha acabado de sair de um jogo acirrado valendo dinheiro.
— Tu não é de Deus, moleque — comecei a rir sem forças. Aquilo não devia ter sido tão bom, mas foi. – Essa boquinha foi feita pra chupar rola. Vai se foder! Agora entendo o ciúme do seu primo.
O moleque ficou ainda mais branco do que era. Ele achava que não tinha percebido? Marcelinho e Heitor acham que enganam alguém naquela casa. Era nítido que o safado fodia o rabo desse moleque. E pelo jeito tinha bastante ciúme do brinquedo.
– Ah, qual é, Marcelinho? Tu acha que eu não tinha reparado? Foder primo viado e prima gostosa é coisa antiga. Só não tive a experiência porque nunca fui ligado com a família – falei, me afastando da cama para vestir minha roupa. A pica teimou em ficar no jeans, mas fiz milagre e deu certo.
– A gente voltou a fazer isso recentemente. Ficamos cinco anos afastados um do outro – comentou.
– Sei. Tá sabendo que isso aqui vai se repetir, né? – perguntei.
– Uhum. Você é bruto, sabia?
Fez um bico de indignação, massageando o pescoço para aliviar a garganta dolorida. Sem querer, ele espalhava minha porra na pele.
– Tu gosta. Tava de pica dura o tempo todo – zombei.
– Idiota!
– Vamo, dá o fora da minha cama. Agorinha teu primo chega e não vai gostar de te ver todo descabelado e fedendo porra – mandei, olhando para o relógio digital no pulso.
– Ele tem ciúmes da gente.
– Ava.
– Você percebeu?
– Lógico. Ce ficava o tempo todo enchendo o meu saco na casa, daí do nada começou a ficar comportadinho. Certeza que ele acha que estou fodendo seu rabo – comentei. – Por enquanto não, pelo menos. Um dia eu te como de jeito, moleque. Só deixa a gente ter um tempinho a sós.
– Não sei se eu aguento você. Nunca dei pra alguém tão grande assim – apontou para o meu volume no jeans.
– Tá dizendo que o teu primo tem pica pequena? – ri orgulhoso.
– Afs.
– Foi tu que disse, mas eu deixo passar. Sabe o que dizem dos negões, né? — Apertei o meu pacote. — Todos têm pica grande e grossa. — Pisquei para ele.
– Idiota.
— Kkk, agora vai se limpar logo, moleque. Outro dia a gente repete esse boquetão ou, quem sabe, algo mais. Já vai laceando esse cuzinho para o seu macho aqui – ordenei.
– Tá bom.
Ao contrário do que imaginei, a rotina pesada de trabalhar das 08:00 às 18:00, depois ir para a faculdade das 19:00 às 23:00 e, no final de tudo, treinar na academia por duas horas me tomou todo o tempo que tinha no dia. Era uma luta diária exaustiva. Seria difícil ter um tempo sozinho com o moleque. Nos finais de semana era ainda pior, pois a casa ficava sempre cheia de gente. E para piorar ainda mais a situação, Heitor não largava o osso de jeito nenhum, ficando sempre com o primo mais novo debaixo das asas para que ninguém o roubasse.
Estava ficando preocupado com a minha obsessão descontrolada pelo moleque. Nem mesmo a boceta perfeita da Ingrid, minha colega de turma e caso mais antigo, foi capaz de sanar o meu desejo incontrolável pelo loirinho mimadinho que não saía da minha cabeça.
O meu humor estava indo para o ralo quando tinham se passado duas semanas e nada de ter aquele merdinha engolindo meu cacete e levando rola no rabo.
O estopim da loucura foi em uma madrugada em que fiquei com tanto tesão que não me segurei e fui até o quarto dos dois sorrateiramente, tampando a boca do moleque assim que o acordei e fiz sinal para sairmos do quarto. Ele me seguiu em silêncio, mesmo sonolento.
– O que foi? – sussurrou, coçando os olhos do sono interrompido.
Estávamos no banheiro do corredor ao lado da sala, um dos poucos usados nesse período. Por não ter chuveiro, os caras não gostam de usar. Só servia para bater um barro mesmo.
– Tô aguentando não, moleque. Tenho que gozar na sua garganta ou vou furar o colchão de tanto tesão que eu tô – resmunguei.
– Temos que ser rápidos, se o Heitor acordar e não me ver no quarto, ele vai vir atrás de mim – disse um pouco receoso.
— Relaxa, do jeito que eu tô aqui vão ser duas mamadas e tô gozando — não menti.
Estava deplorável. Uma vergonha de tanto tesão acumulado só de imaginar o dia que teria esse moleque embaixo de mim.
– Você está todo melado – brincou assim que levou a mão até o meu shortinho de dormir e abaixou o tecido, revelando o pau estralando e brilhando de muito, mas muito pré-gozo. Estava fodendo meu colchão de tanto tesão, no sentido mais literal da palavra.
— Só bota essa pica na goela antes que eu te faça engolir tudo de uma vez — rosnei.
Ele apenas sorriu de lado vitorioso, sentando-se no tampo do vaso e aproximando o rosto na altura da minha virilha, iniciando um boquete guloso que fez o meu corpo ficar energizado.
Fiquei em um estado de demência momentânea, não sabia o que fazia com as mãos, com o quadril e nem com o volume dos meus gemidos de tanto prazer. Aquela boca molhada e quentinha estava no topo das melhores coisas do mundo.
Como era de se esperar, fui humilhado e vencido em poucos minutos. Gozei um montante de leite que deveria ser até humanamente impossível. Minha visão embranqueceu na hora. E não ajudou muito que Marcelinho deixou seus lábios ao redor da glande, sugando cada jato, não deixando desperdiçar nada. Esporrei sua boca com gosto.
— Gostou, mandão? — perguntou-me, lambendo os lábios sedutor e perigoso.
Não tive nem tempo de reação, pois ele voltou a judiar de mim.
– Que delícia! – disse assim que ele abocanhou minha rola e foi deslizando vagarosamente até a ponta, deixando um beijinho na glande antes de se levantar do vaso.
Aquele moleque estava ficando cada vez mais atrevido para o meu gosto e também tentação.
– Vou mentir não, Marcelinho, tô louco nessa sua boquinha gostosa – deslizei meu dedão pelos seus lábios.
– É?
Seus olhinhos brilharam de contentamento pelo que disse e fiz.
– De verdade. Acho que calar tuas merdas com minha pica foi uma ideia muito boa – ri.
– Também acho.
– Putinho, safado. Vamos voltar pro quarto logo antes que eu fique duro de novo.
– Tô aqui pra isso…
Fez um charme, mordendo o lábio inferior; apenas dei um tapa no seu rosto e ri do seu atrevimento.
Aquela mamada salvou minha semana. Fiquei até mais leve nos dias que sucederam. Mas o problema do vício é que a gente nunca está satisfeito, não adianta gozar hoje se amanhã o tesão volta com a mesma força. E foi exatamente isso que aconteceu depois de alguns dias. No começo consegui suprir a necessidade com punheta e autocontrole, mas o calor e umidade do corpo alheio são insubstituíveis.
A minha sorte foi que, na terceira vez, o destino corroborou comigo — ou quase.
A rapaziada marcou uma partida de futebol com um pessoal de outro curso no sábado e depois uma resenha em um barzinho só com a galera da república. Marcelinho não gostava de futebol, e Heitor iria jogar. As duas coisas se encaixaram perfeitamente. Ou talvez nem tanto…
No dia do jogo, Heitor decidiu ficar por último para ir. Eu havia mentido que estava com dor de tanto pegar peso no treino de perna, o que pareceu colar bem e não gerou muita conversa.
Fiquei no quarto ouvindo os primos assistindo televisão na sala e, quando escutei os dois se afastando, tive a brilhante ideia de me esconder no guarda-roupa do quarto deles para, assim que Heitor saísse, pegar seu priminho de jeito. Mas a vida tinha um plano diferente para mim… Devia ser o destino zombando da minha cara por ter bolado um plano tão merda para comer um cu.
Fiquei me perguntando: “QUE PORRA ESTOU FAZENDO?” Assim que me escondi no guarda-roupa do quarto do Marcelinho, e no mesmo instante a porta do quarto se abriu e tudo começou a rolar. Não tive nem tempo de reagir. Tudo foi muito rápido. Em segundos, o clima de zoação mudou para uma putaria entre primos. Fiquei apenas assistindo o meu colega Heitor macetar o primo mais novo como se o tivesse castigando, indo fundo e voltando no seu cu, o segurando pelo quadril para que não escapasse.
Não era surpresa para mim aquilo estar acontecendo, mas ver com os próprios olhos era bem diferente.
– AH, CARALHO! Vou gozar – Heitor se tremeu antes de encher a camisinha de leite segundos depois.
De onde estava só tinha uma pequena fresta de visão dos dois de costas, e infelizmente da bunda peluda do Heitor.
– Saudades de foder seu rabo, primo – comentou, se debruçando nas costas do menor para deixar um leve selinho na sua nuca.
– Hum.
Murmurou o menor, ainda sentindo a rola do mais velho esfolando seu cuzinho que devia estar inchado e aberto.
– Vou indo! Os caras devem estar esperando para começar o jogo – o safado do meu colega foi se afastando.
Após se vestir, Heitor deixou o quarto, sumindo pela casa. Estava de pica dura, mesmo nunca tendo a oportunidade de foder um cara.
Movido pelo desejo, loucura ou pelo completo selvagerismo, escapei sorrateiro do esconderijo e fui até onde o moleque estava deitado ainda de bruços, me posicionando atrás dele e abaixando a minha bermuda e a cueca até a metade das coxas e deitando sobre as suas costas.
– Heitor?
Perguntou, sentindo a dureza do meu mastro no meio da sua bunda vermelha depois do sexo com o primo.
– Melhor que ele, eu. Tá preparado pra levar uma pica de macho de verdade? – senti seu corpo se arrepiar.
– Ca-Carlos… – gaguejou, rebolando a bundinha lisa na minha pica. – Eu não…
Vendo o seu desespero, tranquilizei-o:
– Relaxa, moleque, eu vi tudo e fiquei com a pica dura – fui descarado. Não era o mais santo da casa mesmo. – Aguenta uma nova rodada de rola no cu? – perguntei desbocado como sempre.
– Eu acho que sim, estou um pouco sensível e você é muito grande – afrouxei na pegada, Marcelinho me olhou com aquela carinha de viadinho dolorido que só assinou a sua sentença.
— Assim que eu gosto — dei um sorriso malicioso, acertando um tapa no seu traseiro que o fez soltar um gritinho. — Já te comeram no cuspe, moleque?
– N-não.
– O papai vai te mostrar. Hoje tu vira expert em dar o rabo para negão – acertei um soco leve na lateral do seu corpo.
Sendo um profissional em cusparada, acertei o botãozinho pregueado dele, que já estava lacradinho mesmo em um curto espaço de uso pelo pau pequeno do Heitor, e depois tratei de deixar o meu garotão bem molhadinho de saliva para escorregar legal.
O contraste do nosso tom de pele era uma delícia. Marcelinho era um twinkizinho branquelo do cu rosado, pele lisinha, com algumas espinhas na bochecha do rosto e um pauzinho mixuruca no meio das pernas. Era quase uma garotinha. Aquele ali gritava que gostava de rola, não tinha como enganar ninguém. Era daqueles viados que nem precisam se assumir, os pais e familiares já sabiam desde que começou a andar e falar.
Ainda admirado com aquela bunda pequena virada para mim, mas arrebitada e bochechudinha, não consegui evitar de morder cada lado com força; logo depois apertando as polpas com minhas mãos calejadas e enormes cobrindo totalmente as bandas.
– Hum…
Gemeu com minha pegada. Aquele moleque tinha se acostumado com a baitolice do primo no sexo, iria mostrar o jeito carioca para ele. Depois da surra de piroca que ele levaria, nunca mais iria se satisfazer na rola de outro macho.
– Tá doendo a pegada do seu macho, princesa? Tá mal acostumado com a frangonisse do primo, né? Tá na hora de levar pica de respeito, filho da puta – puxei seu cabelo, colando suas costas no meu peito. O moleque ficou parecendo um C ao contrário.
Com a mão esquerda, deixei o meu pau apontado na direção da sua entrada diminuta, empurrando o quadril de encontro à sua bunda, vencendo as pregas iniciais na moleza. Fácil demais. O moleque gemeu dolorido, mas não recuou, deixando que eu entrasse poderoso, esticando seus músculos internos e o dominando do meu jeito. Forte. Sem pena. E voraz.
– Tá ardendo, tá ardendo, Carlos! – choramingou assim que estava com a metade da minha rola no seu rabo.
– Quietinho…
– Você é muito grande!
O moleque não tinha noção do quanto essa frase massageou o meu ego. Não sou retardado, tinha noção de que era muito acima da média, mas ter alguém externalizando isso entre gemidos. Porra! Do cacete, meu irmão. Minha vontade era de torar aquele viadinho e deixá-lo na cadeira de rodas de tanto que ‘macetaria’ suas pregas. Mas não podia, não queria ter meu pau melado de merda.
Vagarosamente, com a paciência de mil monges e mil freiras juntas, fui arrematando alguns centímetros no seu cu.
O jeito que os músculos internos dele mastigavam meu comprimento era surreal, poderia gozar só sentindo os movimentos espasmódicos do seu corpo envolta do meu pau. O moleque se tremia e gemia na rola, choramingando o quanto estava ardendo o cuzinho, mas nunca se afastando ou pedindo arrego. Era um guerreiro. E eu amo fodas intensas. Principalmente quando a pessoa aguentava bastante pica indo e voltando.
– Sente a rola, moleque. Vai mexendo o rabo – pedi. – Isso. Assim mesmo, filho da puta. Devagarinho, só pra sentir o tamanho da piroca.
– Pau gostoso, Carlos – me olhou faminto, mesmo com o cuzinho dolorido e ardente. Era um puto.
– É? Gostoso, é?
– S-sim!
– Então fode meu pau, viado! Joga o rabo no meu cacete – incentivei, segurando sua cintura com força.
Entorpecido pelo prazer, o moleque agarrou o lençol para ter um ponto de apoio; depois disso começou a se movimentar, jogando o traseiro contra o meu quadril em um ato de puro suicídio.
O puto iria perder o resto de pregas que ainda tinha no cu. Não consegui me conter diante daquela cena pornográfica. Heitor tinha uma fonte de ouro nas mãos e deixou o moleque escapar pelos vãos dos dedos. Nenhuma boceta raspada no mundo iria fazer eu sair de dentro do cu desse viado. O calor e a umidade do buraco dele eram como pisar no céu e voltar.
– Carlos…
Não deixei que completasse, tampando sua boca com as duas mãos, entrelaçando os meus dedos e iniciando o bate estaca gostoso no seu rabo que se abria na marra.
Marcelinho podia ser irritante no dia a dia, mas na cama, a sua personalidade enjoada dava espaço a um puto depravado, pois ele não recuava, deixando que minha pica entrasse até nossas peles molhadas de suor colarem ao se chocarem; o meu sacão peludo bater na sua bunda e os meus pentelhos crespos espetarem sua pele lisinha.
– CARALHOOOO!
Tive que parar as estocadas para analisar o cuzinho dele. Precisava ter uma prévia do estado em que suas pregas sairiam depois da foda. E, cá entre nós, estava perfeito demais a cena que vi.
Antes de enrabar o moleque, seu cuzinho estava rosadinho e recém-fechadinho depois do uso do primo mais velho, e também um pouco melado devido ao gel lubrificante que Heitor utilizou nele. Mas agora, depois de foder seu rabo por um tempinho, suas pregas estavam inchadas e vermelhas, dando para ver o seu interior devido à cratera que se formou.
Enquanto estava admirando minha obra-prima, não me passou despercebido o sorrisinho de lado que Marcelinho deu, nem o mini rebolado assim que meti dois dedos na sua entrada.
Era um putinho.
O meu putinho!
— Cê gosta que esfola seu rabo, né, filho da puta? — Ainda com os dedos dentro dele, perguntei.
– Uhum!
– Alguém já leitou seu cu?
– Não.
Se antes estava eufórico e um pouco fora de mim, com essa sua resposta fiquei ainda mais selvagem e sem limites, que nem na noite em que fodi sua garganta.
Vai tomar no cu! Seria o primeiro a leitar o rabo desse moleque gostoso e ‘putifero’ do caralho. Sorte a dele que estava guardando porra há algumas semanas, pois estava sem foder e sem bater punheta.
– Vou te encher de leitinho quente. Tu quer? – aproximei-me do seu rosto, sem parar de dedar seu cuzinho.
– Sim, pode. Goza no meu cu, Carlos! Não aguento mais…
O pauzinho do moleque tinha voltado à vida com os meus toques certeiros na sua próstata. Ele não suportou. Em segundos desabou na cama, gozando no lençol como uma torneirinha de leite.
— Minha vez, putinho — comentei assim que o vi fechar os olhos cansado do orgasmo, esparramado na cama em cima do próprio prazer.
Marcelinho não teve forças para responder, só empinou a bunda e esperou o seu prêmio como um bom puto.
No momento em que engatei os meus 23 centímetros no seu cu, Marcelinho enrijeceu, se empertigando todo com a invasão profunda, mas pouco tendo o que fazer a não ser me acomodar dentro dele.
Podia ter protelado meu orgasmo pelo tempo que fosse possível, mas percebi que o moleque estava no seu limite; ele iria ter um treco se eu continuasse metendo no seu cu. Podia sentir na forma como se agarrava ao lençol; ou no jeito como seus dedos dos pés estavam espremidos em total descontrole; mas principalmente nos gemidos agudos de quem já estava sem forças, a consciência longe.
Em uma última socada profunda, tão bruta e crua que fez o moleque arregalar os olhos e afinar ainda mais a voz em um último gemido dolorido, esporrei nas suas entranhas com jatos fortes e potentes com minha gala cremosa e quente. Tive que me agarrar no colchão também para não cair, tamanha foi a energia que descarreguei naquela gozada. Marcelinho não só sugou meu leite com seu cuzinho, mas também as minhas forças. Ele me exauriu.
Conforme o torpor do orgasmo foi passando, recobrei a razão, me levantando e deslizando a pica de dentro dele um pouco mais amolecida, tendo o espetáculo pornográfico do cuzinho dele expurgando o excesso do meu leite espesso, até mesmo formando uma bolha gosmenta que explodiu deliciosamente no seu anelzinho de carne. Um som de peido escapou do seu cu conforme empurrava a porra pra fora. Um deleite visual. Um show digno de aplausos depois de uma luta incessante de pica e cu.
Como sou um filho da puta cruel e impiedoso, resgatei o leite derramado com a cabeça do meu pau e voltei a encher seu cuzinho com minha carne rija. O moleque xingou várias gerações da minha família ao sentir tudo dentro, mas não fugiu, deixando com que eu brincasse uma última vez com seu cu.
– Te dei permissão de deixar meu leite escapar, moleque? – forcei o tom de desaprovação. Dando um tapa de alerta na lateral direita da sua bunda, olhando-o severo.
– Não.
Arregalou os olhos.
– Então por que tá peidando tudo pra fora? Segura tudo dentro. Desperdiçando a porra do seu macho.
– Tá, tá bom.
Gaguejou.
A inocência do moleque me deixou duro novamente. Meu pauzão estava a ponto de bala e pronto para jogo, mas não podia maltratar ele mais do que fiz naquele final de tarde de sábado. Marcelinho iria desmaiar ou cagar no meu brinquedo, e não seria nada legal. A única alternativa seria esperar outro dia.
Sabendo disso, soquei o pau duro na bermuda, sem cueca, pois a utilizei para limpar um filete de sangue que escorreu do seu rego. Sou filho da puta? Sou! Mas, um filho da puta caprichoso com as minhas melhores fodas. O moleque me deu o melhor prazer de anos durante uma trepada, nada mais justo que limpar o estrago causado. Fora que queria ter mais oportunidades de castigar suas pregas no futuro, e não poderia causar uma má impressão logo na primeira foda.
O boquetão dele era bom, mas o cuzinho… poooooorraaaa… sem condições de gozar somente na sua boca.
Queria deixar aquele moleque sem pregas, todo aberto e com o cu vazando porra, e todo troncho para andar.
Marcelinho se tornou o meu masturbador ambulante de carne e osso; Heitor iria ter que brigar pela posse do moleque.
Continua…
PESSOAL, SEI QUE É CHATÍSSIMO FICAR PEDINDO QUE COMENTEM E DEEM ESTRELAS. MAS, DESSA VEZ, VOU PEDIR. É MUITO LEGAL TER ESSA CONEXÃO COM O LEITOR E VER DO QUE GOSTARAM E DO QUE NÃO GOSTARAM.