Parte 11 – A Vez da Morena (noite louca parte 3)

Um conto erótico de Pervy
Categoria: Grupal
Contém 1127 palavras
Data: 15/01/2026 00:17:49

Depois que Vanessa e Ninah me destruíram, eu desabei de bruços na cama, cuzinho alargado e vermelho, latejando forte, creme escorrendo quente nas coxas, pau mole gozado no lençol. Ria rouco, corpo tremendo de prazer e cansaço, o quarto pesado de cheiro de sexo, suor e vinho. Ninah beijou minha nuca, rindo ofegante:

- Tá lindo assim, amor… cratera perfeita. Relaxa, respira.

Vanessa limpou as mãos no lençol, rindo alto, ainda ajoelhada do meu lado:

- Agora vocês tão combinando mesmo… tá todo alargado agora também.

A gente ficou ali respirando pesado, rindo da loucura. Ninah ergueu a cabeça, olhos brilhando de tesão bêbado:

- Vamos pegar mais vinho na sala? Tô morrendo de sede depois dessa loucura toda.

Vanessa assentiu rindo, levantando com as pernas um pouco trôpegas:

- Boa ideia… tô precisando de um gole pra continuar essa noite.

As duas saíram cambaleando pro corredor, risada ecoando, me deixando ali sozinho um pouco, cuzinho ardendo gostoso, pau pulsando de novo só de lembrar o que rolou. Ouvi passos instáveis delas, gemidinhos baixos disfarçados, e o cheiro delas forte no ar.

Na sala – Vanessa

Chegamos na sala rindo alto, garrafas rolando na mesa de centro. Ninah se jogou no sofá, pernas abertas sem cerimônia, cuzinho ainda piscando aberto, creme e gozo melando as coxas. Eu sentei do lado dela, tentando ficar quieta, mas o plug latejava forte a cada movimento – base larga esticando tudo, roçando fundo, bucetinha escorrendo mel pelas coxas, minha saia erguida até a cintura deixando tudo à mostra.

Caralho… cada passo até aqui foi uma tortura. O plug mexendo, buceta escorrendo… se eles notarem que tô sem calcinha e com isso enfiado…

Pensei, mas o vinho e o tesão não deixavam eu me concentrar. O cheiro doce da minha boceta enchia o ar ali também, misturado com a de Ninah. Ela notou minha inquietação– olhos brilhando, sorriso felino:

- Olha isso, Van… tá coçando forte aí, né? Tá melada toda, culpa nossa.

Ela veio pra cima de mim de zoação, mão indo direto na minha bucetinha – dedos roçando os lábios inchados, dedos entrando fácil de tão molhada. Eu gemi alto, hesitando:

- Ahhn… não… espera… - merda ela vai notar!

Mas o tesão falou mais alto – os dedos dela entraram fundo, sentindo o calor sugando, e pararam de repente. Ninah arregalou os olhos, rindo alto:

- Caralho, Vanessa… tem algo duro aí dentro! Você colocou um plug?

Eu corei rindo, pernas abrindo involuntárias, plug latejando forte com os dedos dela ali perto:

- Tá… curiosidade bêbada no banheiro… não conta, vai… ahhn… espera…

Ninah me calou com um beijo rápido na boca – língua melada, tesão bêbado puro, eu correspondendo sem pensar, gemendo nela. Ela riu no beijo, mão ainda na boceta:

- Sua putinha… se quer tanto, vamos arrombar você direito agora!

Puxou minha mão, levantando rápido e me arrastando de volta pro quarto rindo:

- Amor, nem imagina o que a Van tá escondendo!

De volta ao quarto

Elas voltaram minutos depois, cambaleando de riso e vinho, Vanessa corada e inquieta, minissaia preta subida até a cintura, bucetinha morena babando forte à mostra, pernas tremendo. Ninah a puxava pela mão, olhos brilhando:

- Amor, nem imagina o que a Van tá escondendo!

Eu ri rouco, pau latejando de novo só de ver as duas assim – bucetinha morena de Vanessa escorrendo pelas coxas, cheiro doce dela invadindo tudo. Ninah com o cuzinho todo aberto pulsando vermelho a cada passo. Ela deitou de costas na cama, puxando Vanessa por cima dela:

- Deita aqui em cima de mim, safada… deixa eu te aliviar direito.

Vanessa hesitou um segundo, mas o tesão venceu – subiu por cima, bundinha morena empinada, bucetinha babando na boca da Ninah. Ela mergulhou a língua quente nos lábios escuros, chupando o clitóris com estalos molhados, gemendo:

- Tá gostosa, amiga… relaxa agora pra mim... olha só amor! – e levantou a saia de Vanessa até a barriga dela, expondo ela inteira.

Eu me posicionei atrás dela, a visão era insana: bundinha morena firme, cuzinho apertado ao redor da base do plug rosa, brilhando de suor e creme. Peguei a base e tirei devagar – som grosso de sucção, o anel moreno piscando aberto mas ainda apertado, pregas resistentes tremendo no ar fresco. Vanessa gemeu na boca da Ninah:

- Ahhh… tá saindo… sentindo o vazio… dói um pouco…

Coloquei mais lubrificante no plug e empurrei de volta devagar duas vezes pra lubrificar mais, creme melando tudo, Vanessa gemendo alto cada vez que entrava e saía. Me abaixei, beijando Ninah por baixo da Vanessa – língua dela melada do sabor doce e salgado da bucetinha morena da amiga, cheiro de excitação misturado com creme. Ninah gemeu no beijo, voz rouca:

- Sente o gosto dela, amor? Agora abre essa bundinha morena pra mim…

Eu abri as nádegas firmes e magras da Vanessa com as mãos, pele quente e suave ao toque, expondo tudo – cuzinho piscando, creme escorrendo. Olhei pra Ninah por baixo:

- Arromba ela, amor… abre essa safada pra gente.

Ninah lubrificou a mão, posicionou por baixo, e empurrou devagar enquanto eu segurava aberta. Vanessa urrou alto, corpo magro convulsionando:

- Ahhh… tá forçando… dói pra caralho… devagar, Ninah!

O punho de Ninah entrou aos poucos com esforço – pregas morenas cedendo devagar, ardor queimando visível no tremor dela, som molhado de sucção grosso. Ninah voltou a lamber Vanessa, lábios escuros babando forte na boca da Ninah, clitóris inchado pulsando a cada lambida, mel grosso pingando no queixo dela.

Lentamente seu cuzinho foi relaxando um pouco com o tesão subindo mais. Vanessa gozava na boca da Ninah, buceta jorrando quente enquanto o cuzinho apertado afrouxava aos poucos. Ninah bombava com carinho, mas firme:

- Tá linda, amiga… sente meu punho te alargando? Relaxa… goza pra gente.

Eu ajudava abrindo mais, sentindo as vibrações intensas, pau latejando de tesão vendo a amiga safada ser destruída. Quando o punho inteiro entrou, Vanessa gritou de prazer/dor misturados, orgasmo múltiplo sacudindo o corpo magro:

- Caralho… tá me rasgando… ahhn… gozando sem parar… não para!

Ninah girava devagar, sussurrando contra a buceta dela:

- Boa menina… aguenta mais um pouco… teu cuzinho tá abrindo lindo.

Ninah tirou o punho devagar e Vanessa desabou ofegante na cama, rindo tremula:

- Vocês… me destruíram… mas… caralho, foi bom pra porra.

O cheiro de sexo no quarto era inebriante com as duas gozando tanto. Perdido no tesão, puxei NInah para cima de mim, meu pau entrando praticamente sem resistência na sua bucetinha encharcada. Ela me beijava apaixonadamente enquanto cavalgava, eu segurando sua bunda mantendo o ritmo das bombadas, nossos corpos colados de suor e paixão.

Mal notamos quando Vanessa se levantou e foi para trás de Ninah, sua mão melada com mais lubrificante acariciando o cuzinho vermelho entre meus dedos.

- Vingancinha por antes – disse sorrindo maliciosa – Não me deixem de fora seus putos. - e pressionou a mão inteira no buraco aberto de Ninah.

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