Riviane é uma mulher de 35 anos, casada há quase duas décadas com Marcos, um homem trabalhador mas, que está sempre atolado em dívidas. Eles moravam em uma casa modesta na regiao metropolitana de Recife, com um casal de filhos adolescentes: Lucas, de 16, e Sofia, de 14. A vida não era fácil; as contas se acumulavam, e o salário de Marcos mal dava para o básico. Riviane era considerada, apesar da idade, a mulher mais gostosa das praias de Olinda, as quais costumava frequentar, dona de uma bunda de 115cm sempre com biquíni fio dental... e foi assim que Riviane, com sua beleza morena e curvas generosas que chamavam atenção por onde passava, acabou caindo nas garras de um agiota local chamado Raul. Ele era conhecido na cidade por emprestar dinheiro a juros exorbitantes, mas também por oferecer "ajuda" a mulheres em apuros, em troca de favores mais... pessoais.
Tudo começou há seis meses. Riviane precisava pagar a escola dos filhos e consertar o carro da família. Raul, com seu sorriso predador e promessas de regalias – como viagens curtas e presentes caros –, a convenceu a se encontrar com ele em motéis discretos. Carlos, o vizinho solitário de 40 anos, separado há anos, havia descoberto tudo por acaso. Numa noite, ao sair de um motel onde estava com uma garota de programa, ele viu Riviane entrando no mesmo motel dentro do veículo de Raul – o mesmo carro preto que ele já tinha notado estacionado várias vezes perto da casa dela. Carlos discretamente filmou a cena com o celular:
Mais tarde, no mesmo dia, ele filmou o agiota deixando ela em casa ... Riviane descendo do carro, olhando ao redor nervosa, se despedindo do Raul e entrando em casa. Depois, tirou fotos nítidas da placa do veículo e de mais alguns encontros que flagrou nas semanas seguintes. Ele guardou tudo, esperando o momento certo.
Uma noite quente de janeiro, por volta das 23h, enquanto a família dormia profundamente – Marcos roncando no quarto principal, e os adolescentes nos seus quartos com fones de ouvido –, Riviane recebeu uma mensagem no celular: "Riviane, sou o Carlos, seu vizinho. Preciso conversar com você sobre algo importante. Pode vir no quintal agora? É urgente e não quero acordar ninguém."
Ela ficou curiosa, o que o vizinho queria aquela hora... Ela vestiu um robe curto sobre a camisola fina, que mal cobria seu rabo voluptuoso, marcado por uma marquinha de bronzeado perfeita de biquíni fio dental – fruto de tardes na praia sozinha, fingindo estar no supermercado. Riviane era orgulhosa de seu corpo: pele morena, cabelos longos pretos, seios fartos e, especialmente, aquele bumbum empinado e redondo que balançava a cada passo. A marquinha de sol destacava a brancura da pele onde o biquíni cobria, formando um contraste erótico que ela sabia que enlouquecia os homens.
Ela saiu pela porta dos fundos, o quintal escuro iluminado apenas pela lua e pelas luzes distantes da rua. Carlos a esperava encostado no muro baixo que separava as propriedades, fumando um cigarro.
"Boa noite, vizinha", disse ele com voz baixa e calma. "Obrigado por vir."
"O que foi, Carlos? Algum problema com a casa? Com os cachorros? Fala logo, por favor."
Ele apagou o cigarro no chão e mostrou o celular, abrindo um vídeo curto: Riviane descendo do carro de Raul, entrando no motel, a mão dele apalpando a bunda dela. Depois, fotos estáticas, nítidas, dela saindo horas depois, o cabelo bagunçado, o sorriso culpado.
"Eu vi você com o Raul. Várias vezes. Filmei e fotografei. Imagina se o Marcos vê isso? Ou pior, os seus filhos? Aqueles adolescentes inocentes descobrindo que a mãe anda com agiota em motel."
Riviane sentiu o chão sumir. "Por favor, Carlos... apaga isso. Não conta pra ninguém. Eu faço o que você quiser pra ficar quieto."
Carlos sorriu devagar, abrindo o zíper da calça. Seu pau semi-ereto já impressionava pela grossura e comprimento. "Dinheiro eu não quero. Mas talvez... uma demonstração de boa vontade." Ele puxou o membro para fora, agora totalmente ereto, veias pulsando, apontando para ela como uma ameaça.
Riviane arregalou os olhos, o desejo misturado ao medo traindo-a por um instante. "Meu Deus Carlos... que pau é esse?... quanto... quanto isso tem?", perguntou ela no impulso da situação, a voz tremendo, tentando disfarçar o brilho nos olhos enquanto mordia o lábio inferior.
"29 centímetros", respondeu ele com orgulho frio. "E você vai mamar ele agora, aqui no quintal, enquanto a família dorme. Em troca, eu penso no silêncio."
Riviane hesitou, olhando para a casa escura. O risco era alto, mas a alternativa pior. "Tudo bem... mas se eu fizer... você promete não contar nada?"
"Depende de como você se sair", disse ele, puxando-a para mais perto, apalpando a bunda dela com força e a levando onde o quintal era mais sombreado por uma árvore e consequentemente, mais escuro. Ela se ajoelhou na grama úmida, o robe abrindo ligeiramente e revelando a marquinha de bronzeado em seu rabo, que se projetava para trás enquanto ela se inclinava. Carlos se posicionou, o pau agora totalmente ereto.
Riviane pegou o membro com as duas mãos, mal conseguindo fechar os dedos ao redor do membro já duro... "Por favor, Carlos, pensa nos meus filhos. Eles são adolescentes, não merecem saber disso. Eu faço o que você quer, mas jura que fica entre nós?"
Ele gemeu baixinho quando ela lambeu a cabeça, a língua traçando o contorno da glande inchada. "Ahh... que boca quente. Mas jurar? Não sei, Riviane. Você tá traindo o Marcos há meses. Por que eu deveria te ajudar?"
Ela começou a chupar devagar, engolindo a cabeça e sugando com força, enquanto uma mão massageava a base. Seu rabo empinado balançava levemente com o movimento, a marquinha de sol brilhando sob a lua – uma faixa branca perfeita contrastando com a pele bronzeada, como se convidasse toques. "Porque... mmm... eu sou uma boa mãe. Faço isso pelas regalias do Raul, pros meus filhos terem uma vida melhor. Escola, roupas... por favor, não estraga tudo."
Carlos riu, empurrando os quadris para frente, forçando mais uns centímetros na boca dela. O pau esticava seus lábios, babando saliva que escorria pelo queixo. "Boa mãe? Chupando o pau do vizinho no quintal enquanto eles dormem? Olha pra você aí, Riviane. Essa marquinha de bronzeado... aposto que o Raul adora foder você de quatro, vendo essa bundona branca no meio do bronze."
Ela gemeu em resposta, chupando mais fundo, a garganta se ajustando ao tamanho monstruoso. Metade do pau já estava dentro, e ela alternava sucções rápidas com lambidas longas ao longo da veia principal. Seu rabo se mexia, as nádegas tremendo a cada engolida, destacando a linha fina do biquíni que mal cobria o ânus e a buceta. "Sim... ele adora. Mas é só sexo, Carlos. Não é amor. Com você... mmm... posso fazer melhor. Me deixa te mamar todo dia se quiser, mas cala a boca sobre o Raul."
Ele agarrou os cabelos dela, guiando o ritmo, fodendo sua boca devagar. "Todo dia? Tentadora. Mas e se eu quiser mais? Seu rabo é irresistível. Olha como ele balança... essa marquinha me deixa louco. Imagina eu enfiando meu pau aí atrás, enquanto você implora silêncio."
Riviane acelerou, chupando com voracidade agora, a boca cheia de saliva e pré-gozo. Ela usava as mãos para masturbar a parte que não cabia, torcendo levemente, enquanto a língua dançava na uretra. Seu corpo suava na noite quente, o robe caindo dos ombros e expondo os seios, mas o foco era no rabo: redondo, firme, com a marquinha de sol formando um "V" perfeito que descia até as coxas grossas. "Não... por favor, não isso. Eu sou casada, mãe de adolescentes. Meus filhos... ahh... eles confiam em mim. Se o Marcos souber, a família acaba. Eu mamo você quantas vezes quiser, mas não conta."
Carlos gemeu mais alto, mas controlado para não acordar ninguém. "Seus filhos? Eles são crescidinhos já. Aposto que o Lucas olha pro seu rabo também, com essa marquinha safada. Você é uma vadia, Riviane. Trepando com o agiota por dinheiro, agora chupando o vizinho por silêncio. Mas tá bom... continua assim. Lambe as bolas agora."
Ela obedeceu, soltando o pau por um momento para lamber as bolas pesadas, sugando uma de cada vez enquanto masturbava o tronco. O pau latejava, inchando mais, e ela voltava a engolir, indo mais fundo, a garganta dilatando com esforço. Seu rabo se erguia mais, como se provocasse, a marquinha de bronzeado brilhando com suor, as nádegas se abrindo levemente com o movimento. "Por favor, Carlos... pense neles. Sofia é só uma garota, Lucas tá na fase rebelde. Se souberem que a mãe é assim... mmm... eu faço qualquer coisa. Goza na minha boca, mas promete silêncio."
Ele acelerou os quadris, fodendo a boca dela como uma buceta, o pau entrando e saindo com sons molhados. "Qualquer coisa? Então me deixa foder esse rabo da próxima vez. Olha pra ele... perfeito, com essa marquinha de puta de praia. Não, eu não prometo nada ainda. Continua chupando, vadia."
Riviane choramingava, mas não parava. Ela chupava com desespero agora, a boca esticada ao máximo, saliva pingando nos seios. Uma mão brincava com as bolas, a outra masturbava a base, e a língua girava na cabeça a cada saída. Seu rabo tremia, a marquinha de bronzeado como um alvo erótico, as coxas roçando uma na outra de excitação involuntária. "Não... eu imploro. Meus filhos não podem saber. Eu sou uma boa esposa, só errei. Por favor, goza e esquece isso."
Carlos grunhiu, segurando a cabeça dela firme. "Boa esposa? Com o Raul te comendo? Não, Riviane." Seus quadris estremeceram, e ele gozou forte, jatos fartos de porra enchendo a boca dela – grossa, quente, em quantidade impressionante. Ela engoliu o máximo que pôde, tossindo levemente, mas antes que pudesse se afastar, ele a segurou pelos cabelos, o pau ainda latejante e começou a bater com ele na cara dela, sem dizer uma palavra. Tap, tap, tap... o som úmido ecoava no silêncio do quintal enquanto lágrimas escorriam pelo rosto de Riviane.
"Por favor... Carlos... silêncio... pelos meus filhos...", ela choramingava entre soluços baixos, o rosto vermelho de vergonha e porra escorrendo.
Ele continuou batendo, o pau pesado chicoteando as bochechas, o nariz, os lábios inchados dela, sem responder. Depois de alguns segundos, ele apertou a base com força, e uma última gozada veio, ainda mais grossa, cobrindo o rosto inteiro dela: jatos quentes atingiram os olhos, a testa, o queixo, escorrendo pelo pescoço e pingando nos seios expostos. Riviane fechou os olhos, tremendo, o rosto completamente melado de esperma.
Sem dizer uma única palavra, Carlos guardou o pau na calça, virou as costas e caminhou calmamente para dentro da própria casa, deixando a porta dos fundos se fechar com um clique suave.
Riviane ficou ali de joelhos na grama, o robe aberto, o rosto coberto de porra, o gosto amargo na boca e as lágrimas misturadas ao sêmen. Ela não sabia se ele ia guardar o segredo ou se no dia seguinte Marcos receberia os vídeos e as fotos. A chantagem só havia começado, e o silêncio dele era mais aterrorizante que qualquer ameaça verbal.