Minha Sobrinha Rabuda tem OnlyFans - Parte 6

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 6069 palavras
Data: 14/01/2026 18:42:34

Fomos dormir juntos aquela noite, agarrados um ao outro e suados. Seu cheiro, uma mistura de sal, sexo e shampoo doce, era o único ar que eu queria respirar. Na escuridão, com ela adormecida no meu ombro, a certeza era um bloco de concreto no meu peito: eu a amava. Era errado, doente, um atalho direto para o inferno, mas era o sentimento mais verdadeiro e potente que eu já tinha conhecido. Por horas, deitei ali, ouvindo sua respiração, traçando os contornos do seu rosto com os olhos ajustados ao escuro, sentindo o peso do nosso segredo não como um fardo, mas como um cobertor que nos isolava do mundo.

A manhã seguinte chegou com a luz suave do litoral invadindo o quarto. Acordei com Júlia já desperta, de bruços ao meu lado, apoiada nos cotovelos, o queixo na mão, me observando. Seus olhos verdes tinham um brilho que eu não via desde os tempos em que ela era uma garotinha esperando por uma surpresa.

- Bom dia, tio - sussurrou, e um sorriso malicioso curvou seus lábios. Não era o sorriso doce da sobrinha. Era o sorriso da mulher que sabia o poder que tinha sobre mim.

- Bom dia, princesa - respondi, puxando Júlia para um beijo lento e profundo, saboreando a verdade daquela palavra agora. Ela era minha princesa. Meu reino pervertido e secreto.

No café da manhã, a felicidade dela era contagiante. Cantarolava enquanto passava a margarina no pão, seus pés descalços dançando levemente no piso frio. Era a visão mais doméstica e, ao mesmo tempo, mais proibida que eu poderia imaginar.

- Tio... - começou, a voz carregada de uma animação contida. - Pensei em um conceito novo para o perfil. Que tal uma série? “Os Segredos da Juju”. Começa comigo de uniforme de colegial, sabe, aqueles bem clichês, e aí...

O prazer da manhã congelou dentro de mim. Uma frieza súbita percorreu minha espinha. Eu a olhava, a boca meio aberta, tentando processar que aquelas palavras estavam saindo dela agora, depois de tudo.

- Ju - interrompi, e minha voz soou mais áspera do que eu pretendia. - Para que falar disso agora?

Ela se virou, o sorriso ainda nos lábios, mas os olhos um pouco ofuscados.

- Porque é o nosso trabalho, não é? O negócio está bombando. Os vídeos estão com um engajamento absurdo. É hora de capitalizar.

Ela estava falando de negócios. O sangue começou a ferver num ritmo diferente dentro de mim.

- Capitalizar? - repeti, me levantando da mesa. A cadeira rangeu no piso. - Júlia, depois do que aconteceu... Depois do que a gente confessou um pro outro, você ainda quer exibir isso para estranhos na internet? - A palavra “isso” saiu carregada de tudo: o corpo dela, os gemidos, a intimidade que agora era só nossa.

Ela franziu a testa, genuinamente confusa.

- Mas... sempre foi a ideia. Foi o que nos uniu. É meu dinheiro, minha independência.

- Nos uniu? - perguntei, dando um passo à frente. A distância entre nós na cozinha parecia um abismo. - Você acha que foi isso que nos uniu? Fotos? Vídeos? Foi você, Júlia! A minha Júlia. Não a Ju Bunduda que posa para uma horda de tarados anônimos! - minha voz se elevou, tomada por uma possessividade que me assustou. - Isso é nosso. Só nosso. Eu não quero mais ninguém vendo você.

O brilho nos olhos dela se apagou, substituído por um lampejo de desafio.

- Você não manda em mim - ela disse, baixo, mas firme. - Não totalmente.

Foi a primeira rachadura. Pequena, quase imperceptível, mas o ar gelado do mundo exterior entrou por ela.

O trabalho aquele dia foi um martírio. A imagem da Júlia feliz e caseira da manhã se alternava com a da Júlia empreendedora, falando em ‘conceitos’ e ‘engajamento’. Eu levava o cheiro dela comigo, nas minhas roupas, na pele, e isso era ao mesmo tempo um conforto e uma tortura. Era a prova do que eu tinha, e do que poderia perder se o mundo lá fora decidisse invadir.

No horário de almoço, Fernando, o colega imbecil do marketing, me alcançou no corredor.

- E aí, Ric! Estive te procurando hoje o dia todo. Vem almoçar comigo, preciso te mostrar uma coisa importante.

O tom era descontraído, mas havia um brilho nos olhos dele, a antecipação suja de quem vai espalhar uma fofoca. Meu estômago deu um nó.

No restaurante barato ao lado do escritório, depois do pedido, ele não perdeu tempo.

- Cara, você vai ficar pasmo. Eu estava fuçando uns fóruns... Sabe, aqueles mais alternativos... E me deparei com um vídeo - ele puxou o celular, os dedos deslizando na tela. - O rapaz que postou falou que achou num perfil de OnlyFans vazado. E quando eu vi...

Minhas mãos, sob a mesa, ficaram frias e úmidas. O som do restaurante, o tilintar de talheres, as vozes, tudo se transformou num zumbido abafado.

Ele virou a tela para mim.

Eram apenas alguns segundos. Um loop perfeito e obsceno. O ângulo era baixo, profissional, aquele que eu havia escolhido para glorificar a curva. A imagem tremia levemente, roubada, pirata, mas era inconfundível: a bunda monumental da Júlia, sua pele cor de mel, as covinhas suaves das celulites que eu conhecia tão bem. Ela estava de quatro, mas a câmera focava no ponto de união: o consolo grande e realista entrando e saindo dela com um ritmo hipnótico. A buceta dela, inchada e perfeita, aparecia em closes, aberta, melada, encharcando o silicone a cada movimento. E o som baixo, mas audível, era o gemido dela, aquele mesmo que ecoava no meu apartamento, agora vazando do celular de um imbecil num restaurante.

Meu estômago se contraiu como se tivesse levado um soco. O ar sumiu dos meus pulmões. Era como ver o meu santuário mais íntimo invadido, profanado, reduzido a um loop para a punheta de estranhos.

- N-não acredito - me ouvi dizer. A voz veio de longe, plana, automática. A máscara do tio chocado desceu sobre meu rosto como uma carapaça de gelo, mas por dentro tudo gritava: isso é meu. Ela é minha.

Fernando retirou o celular, um sorriso de cumplicidade asquerosa nos lábios.

- Pois é, Ric. Fiquei em choque. Achei que devia te mostrar. Afinal, é sua sobrinha, né? Tem que estar ciente do que a menina anda fazendo na internet.

Ciente. A palavra ecoou na minha cabeça como um insulto. Ele achava que eu não sabia. Achava que estava me fazendo um favor. A ironia era tão perversa que quase me fez rir.

Ele se inclinou para frente, baixando a voz para um sussurro conspiratório que cheirava a alho e maldade.

- Meu amigo, nunca ia pensar que aquela sua sobrinha maravilhosa, com aquele rostinho de anjo... é uma puta de internet, hein? Faz sucesso, pelo visto.

Cada palavra era um alfinete cravado no meu cérebro. Fernando se aproximou mais, com um riso debochado.

- Mas tenho que te confessar uma coisa... Ela é boa no que faz, cara. Dá até tesão de ver. Eu toquei uma punheta gostosa pra essa bunda, viu? Imaginando a...

Não ouvi mais. Não houve pensamento. Apenas um movimento cego.

O impacto do meu punho na boca mole dele foi surpreendentemente satisfatório. Ouvi um baque úmido, um grunhido, e então o estrondo da cadeira de metal caindo para trás. Ele estava no chão, e eu já estava em cima, arrancado da minha cadeira por uma força que não era minha.

- Seu filho da puta! - um rugido que rasgou minha garganta. - Limpe a boca pra falar dela! Você não pode olhar pra ela!

Cada palavra era acompanhada por um golpe. Punho no queixo. Punho no olho. Punho no nariz, que estalou com um som horrível e gratificante. Eu não via o rosto do Fernando. Via o vídeo. Via os olhares de todos os desconhecidos gozando para o que era meu. Eu estava tentando apagar tudo aquilo na carne dele.

Foram precisos três garçons para me arrancar de cima dele. Eu lutava contra os braços que me seguravam, ofegando, cuspindo palavras sem sentido, as mãos dormentes e quentes com o impacto. O Fernando, no chão, era um amontoado choroso e sangrento. O restaurante estava em silêncio, um silêncio de choque absoluto.

Não houve consequências formais. O Fernando, envergonhado e apavorado, não quis prestar queixa. Mas as consequências informais foram piores.

No dia seguinte, o escritório se transformou em uma arena de olhares. Sussurros cessavam quando eu entrava na copa. Os colegas, especialmente as mulheres, me olhavam com uma mistura de nojo e curiosidade mórbida. Ao passar por uma sala, escutei, em cochichos:

- ...é verdade, eu cheguei a ver o vídeo. A menina é a cara da sobrinha dele, não tem como negar...

Era como se eu tivesse uma doença contagiosa. A culpa e a vergonha, que eu mantinha trancadas no apartamento com a Júlia, agora estavam pintadas no meu rosto para todos lerem. Eu não era mais apenas Ricardo, o profissional. Era Ricardo, o tio da putinha de internet. Ricardo, o selvagem que espancou um colega por causa de um vídeo pornô.

Naquela noite, eu contei para a Júlia. Sentados no sofá, com um espaço entre nós que não existia antes, descrevi tudo: a cena do restaurante, a violência, os olhares.

Ela ouviu, quieta, os joelhos puxados contra o peito. Quando terminei, ela ainda mantinha a expressão neutra. Respirou fundo e ergueu as sobrancelhas antes de falar:

- Bom... Sempre foi um risco que eu estava disposta a correr.

A frieza dela me atingiu como um tapa.

- Um risco que você estava disposta a correr? - repeti, a raiva contida voltando a ferver. - E eu, Júlia? Você estava disposta a me colocar nesse risco também? A transformar minha vida profissional, minha reputação, numa piada de mau gosto?

Ela olhou para mim, e pela primeira vez vi um cansaço profundo naqueles olhos verdes. - Você achou que a gente ia viver nessa bolha para sempre, tio? Que ninguém nunca ia descobrir o perfil? Você participou de tudo, assinou embaixo.

Era a verdade, mas era uma verdade que eu não estava preparado para ouvir.

- Participar é uma coisa. Ter sua vida destruída por causa disso é outra - argumentei, mas soava fraco, egoísta. - Temos que apagar tudo. O perfil, os backups, tudo. Acabar com isso.

Ela balançou a cabeça, firme.

- Nem pensar! Ainda tem dinheiro para cair. Muito dinheiro. Dinheiro que minha mãe precisa. Que nós podemos precisar.

- Nós não precisamos desse dinheiro sujo! - gritei, perdendo o controle. As palavras saíram como um cuspe, carregadas de todo o nojo e medo que a situação do dia anterior havia incendiado em mim. Vi o corpo dela se contrair como se eu tivesse lhe dado um tapa. O arrependimento foi instantâneo e ácido, mas a palavra já estava no ar, envenenando tudo.

Júlia não se encolheu por muito tempo. Ela se endireitou no sofá, os olhos verdes, antes cansados, agora incendiados por uma fúria lúcida e gelada.

- Dinheiro sujo? - Ela repetiu com incredulidade. - O dinheiro sujo que pagou a conta de luz atrasada no mês passado? Que comprou aquele vinho caro que você adorou? - Ela fez uma pausa, seu olhar me percorrendo da cabeça aos pés com um desprezo calculado. - O dinheiro sujo que está aí, no seu pé, nesse tênis de marca que você estava querendo há tempos? Ou o que você gasta na sua barbearia chique toda semana, para manter essa imagem de homem bem-sucedido?

Cada exemplo era um prego bem martelado. Era verdade. Mesmo minha parte minoritária tinha fluído para nossa vida, tapando buracos, proporcionando pequenos luxos que meu salário sozinho não cobria. Eu tinha me acostumado.

- Isso é diferente - forcei, mas a defesa soou fraca e covarde, até para meus próprios ouvidos.

- Diferente como? - ela cortou, seca. - Porque você não está mostrando a bunda e só está administrando a bunda? Você é daquelas pessoas que acham que as mãos ficam limpas porque não tocam direto na mercadoria? Está parecendo um cafetão de luxo falando assim.

A palavra “cafetão” caiu como um tijolo. Foi a primeira vez que ela nomeou aquela dinâmica com tamanha crueza. A raiva dentro de mim se transformou em algo mais frio e perigoso: a humilhação de ter a própria mentira desmascarada.

- Eu não sou cafetão porra nenhuma! - grunhi, me levantando do sofá. - Eu te protejo!

- Você me possui! - ela gritou de volta, se levantando também, me enfrentando. - E quer possuir o dinheiro também, mas sem a vergonha de admitir de onde vem. Quer que eu pare com o perfil para lavar a sua consciência, é isso? Para você poder me olhar no espelho e ver só a sua princesinha, não a vagabunda que ajuda a pagar suas contas?

O silêncio que se seguiu foi carregado do estilhaço de todas as ilusões. Não era mais uma discussão sobre o perfil. Era sobre o contrato sujo e não escrito entre nós.

Sem dizer mais uma palavra, ela se virou e foi para o quarto. A porta não bateu, apenas se fechou com um clique suave e definitivo, o som de um cofre sendo trancado que guardava a verdade que nós dois sempre soubemos, mas que nunca havíamos dito em voz tão alta.

Nos dias seguintes, um frio pairou sobre o apartamento. Ela ia ao cursinho, voltava, estudava. Eu ia ao trabalho, que agora era um inferno, e voltava. Conversávamos sobre trivialidades, como o que comprar para o jantar, se choveu, entre outros assuntos que não tinham a mínima importância. Nem parecia que há apenas alguns dias tínhamos nos declarado um para o outro e transado loucamente.

No sábado à noite, eu já estava cansado daquilo tudo, daquela distância e daquela frieza. O silêncio era quase um terceiro morador do apartamento. Eu estava na sala, a TV emitia uma luz azulada que pintava sombras móveis nas paredes, mas eu não via o filme. Via apenas o vazio que a briga havia cavado, uma distância de poucos metros que parecia intransponível. O orgulho era um nó duro em minha garganta, e a lembrança das palavras dela, cafetão de luxo, ainda queimava como um ferrete.

Foi então que o cheiro dela chegou até mim. Um rastro doce e fresco do seu shampoo favorito, aquele de frutas vermelhas, misturado ao perfume suave que ela usava. Júlia havia acabado de sair do banho, usando uma camisolinha de malha preta, o tecido fino e quase transparente. Ela deslizou no sofá, ocupando o outro canto.

Mantive os olhos fixos na TV, mas o canto da visão captava tudo. O contorno dos seios pequenos e firmes sob o tecido, a sombra escura dos mamilos. Ela se virou de lado, de costas para mim, e se acomodou. A camisola subiu, revelando a curva das coxas grossas, e ali, diante dos meus olhos que teimavam em fugir da tela, estava o espetáculo principal: a bunda dela. Aquele monumento redondo e perfeito que havia se tornado o centro do meu universo. Empinada na minha direção, sob o tecido quase inexistente. Era uma provocação descarada. Um chamado silencioso e poderoso que fez meu sangue acelerar num instante. Meu coração deu um salto, e senti o primeiro sinal de traição na minha virilha, um leve formigamento, um desejo antigo despertando.

Tentei me controlar. Respirei fundo, lembrando da raiva, da humilhação, da palavra que ela havia cuspido. Cafetão. Eu não era aquilo. Eu a amava, era totalmente diferente. Meu corpo, no entanto, começava a se voltar contra mim.

Ela se moveu de novo, um ajuste sutil, e empinou ainda mais o rabo gigante. A curva ficou mais acentuada, o tecido da camisola esticando perigosamente sobre a polpa carnuda. Foi o suficiente. Um calor súbito inundou minha virilha, e meu pau, o traidor, começou a endurecer com uma velocidade e uma determinação que me envergonharam. Inchou contra o tecido da minha bermuda, criando um volume que eu sabia ser impossível de esconder.

Fechei os olhos por um segundo, tentando me dominar. Quando os abri, ela estava pegando o celular. Se virou de bruços no sofá, apoiando os cotovelos, o celular na frente do rosto. O movimento foi lento, deliberado. A camisola de vinho subiu completamente, e meu fôlego parou.

Júlia usava uma calcinha de renda vermelha e minúscula, um triângulo escarlate que mais parecia um fio, enterrado no meio daquela bunda gigante, fazendo as nádegas parecerem ainda mais carnudas, mais divididas, mais deliciosas.

Um gemido quase saiu da minha garganta. Engoli seco. Minha mão, por vontade própria, desceu até meu colo. Comecei a acariciar a rola por cima do tecido da bermuda, um movimento lento, hipnótico, seguindo o ritmo da pulsação insana que latejava ali. Não conseguia tirar os olhos. Era minha ruína, meu paraíso, bem ali, a meio metro de distância, oferecido com uma petulância que deveria me irritar, mas que só me deixava mais doido.

Queria meter nela. Queria puxar aquela calcinha minúscula pro lado e enterrar minha pica até o fundo daquela buceta que eu sabia estar melada. Mas o orgulho travava meus músculos. Dar o braço a torcer agora seria admitir que ela tinha ganho, que o desejo era mais forte que o ressentimento.

Se passaram alguns minutos, que mais pareceram horas. A única coisa que eu via era aquele vermelho contra o vinho, contra a pele. Até que ela, de repente, suspirou alto, como se estivesse entediada, e deslizou para fora do sofá.

- Esse filme é muito chato - disse ela, a voz doce e carregada de uma intenção que fazia meus nervos vibrarem.

Ela se aproximou de mim. Parou na minha frente, olhando para a TV, mas eu sentia o calor do corpo dela. Depois, com um movimento lento e gracioso, ela se virou e simplesmente se sentou no meu colo.

O impacto foi elétrico. Ela se sentou com o meio daquela bunda gigante perfeitamente encaixado no volume da minha rola, que não parava de pulsar. Um choque de prazer percorreu minha espinha. Eu estava duro como pedra, e ela estava sentada em cima, sabendo perfeitamente do que fazia.

- Faz tanto tempo que não sento no seu colo pra ver um filme, tio - ela murmurou, recostando a cabeça no meu ombro, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

A voz dela, perto do meu ouvido, o cheiro do seu pescoço, o peso quente e perfeito dela no meu colo... O orgulho começou a derreter como gelo ao sol. Minhas mãos, que estavam paralisadas ao lado do corpo, tremeram.

- Você pode sentar no meu colo a hora que quiser, princesa - eu disse, a voz mais grossa do que o normal. - Principalmente porque tem essa bunda deliciosa.

Ela emitiu um som baixo, um misto de riso e suspiro. Então, começou a se mexer. Não foi um movimento para levantar. Foi uma esfregada lenta, deliberada, circular. Esfregou a bunda no volume da minha rola, massageando a cabeça inchada com a polpa carnuda através dos tecidos. A sensação era de uma tortura celestial. Meus quadris se contraíram involuntariamente, buscando mais pressão.

Ela era uma puta. Minha puta. E estava ali, no meu colo, no meio da sala, me provocando até o limite da minha sanidade, achando que eu não conseguiria resistir. E ela estava certa. Todo o meu rancor se dissolveu naquele instante, substituído por um desejo puro, animal e possessivo. Meus dedos se cerraram nos quadris dela, puxando com mais força contra mim, deixando claro, sem palavras, que a provocação tinha funcionado. Que ela tinha vencido. E que eu estava completamente rendido, novamente, àquela bunda e à mulher que a possuía.

A raiva e o desejo travaram uma guerra silenciosa e brutal dentro de mim. A esfregada lenta e provocante da bunda dela no meu colo era uma vitória clara do desejo, mas o ressentimento ainda cravava suas garras. Ela achava que podia consertar tudo só com o corpo? Que eu era tão fraco, tão previsível?

Minhas mãos, que seguravam seus quadris com força, pararam de puxá-la contra mim. Em vez disso, tirei Júlia do meu colo e levantei.

- Tio?

A voz dela, agora um pouco incerta, foi a música que meu ego ferido precisava ouvir. Eu não disse nada. O controle, aquele que eu sentia escorrer entre os dedos desde que ela entrou na sala, precisava ser recuperado. E eu sabia exatamente como.

Fiquei em pé diante dela. Ela estava meio ajoelhada no sofá, ainda olhando para mim, a confusão substituindo a petulância safada de segundos atrás.

Apontei para o chão, no espaço entre o sofá e a mesa de centro.

- Aqui. Ajoelha.

- Tio... - ela tentou, a voz um sussurro.

- Acho que não me ouviu, princesa - cortei, a voz plana, sem espaço para discussão. - Ajoelha. Agora.

Ela hesitou por mais um segundo que pareceu uma eternidade. Então, vi a resignação, e algo a mais em seus olhos. Uma centelha de submissão que acendeu um fogo ainda mais profundo em mim. Ela deslizou do sofá e se ajoelhou no carpete, diante de mim. A camisola vinho formou uma poça ao redor dos seus joelhos. Debaixo do meu olhar, ela parecia menor, frágil. Exatamente como eu precisava que ela se sentisse.

Sem pressa, desfiz o botão e o zíper da minha bermuda. Empurrei o tecido para baixo, junto com a cueca. Minha rola saltou para fora, já totalmente ereta, grossa e imponente, a cabeça pulsando sob a luz fraca. Um suspiro ofegante escapou dos lábios dela. Ela ainda conseguia se impressionar com o tamanho. Bom.

- Anda - ordenei.

Ela se moveu para frente, de joelhos, até ficar a centímetros de distância.

- Você sabe o que fazer. E vai fazer direito. Quero ver essa boquinha de princesa trabalhando. Quero ver você engasgar.

Meu tom era de dono. De quem cobrava uma dívida. Não era um pedido, era uma correção.

Ela inclinou a cabeça e, pela primeira vez sem um comando mais específico, abriu a boca e envolveu a cabeça. O calor úmido dela foi um choque delicioso, mas eu não emiti um som. Fiquei de pé, olhando para baixo, observando a cena como um supervisor cruel.

Ela começou a chupar, inicialmente com a técnica hesitante de antes, mas logo se soltando, a língua lambendo o comprimento, os lábios pressionando. Era bom. Era muito bom. Mas não era o que eu queria.

Minhas mãos encontraram seus cabelos, os dedos se enrolando nos fios loiros. Não foi um carinho, foi uma agarrada firme, para guiar, para controlar.

- Mais fundo - grunhi.

Puxei sua cabeça para frente, enfiando mais alguns centímetros na sua garganta. Ela engasgou, um som abafado e úmido, e seus olhos lacrimejaram. O som do engasgo, a visão das lágrimas nos cantos dos seus olhos... algo primitivo e possessivo em mim se inflamou. Era a prova do meu poder sobre ela, do meu domínio sobre aquele corpo que tentou me controlar.

- Isso - sussurrei, quase para mim mesmo. - Engasga na pica do tio, Ju.

Continuei puxando sua cabeça, controlando o ritmo, não permitindo que ela se acostumasse. Metia na sua boca com uma cadência brutal, não pensando no meu prazer, mas na sua submissão. Queria que ela sentisse cada centímetro, queria que a garganta dela se moldasse à minha rola, queria ouvir aquele som de engasgo rouco e sem ar uma e outra vez.

- Tá vendo como é como você me deixa? - perguntei, a voz rouca, enquanto via metade do meu pau desaparecer entre seus lábios inchados.

Ela tentou colocar as mãos nas minhas coxas, talvez para se apoiar, talvez para tentar frear o ritmo. Afastei-as com um movimento brusco do meu quadril.

- Mãos nas costas. Só sua boquinha vai trabalhar.

Ela obedeceu, colocando as mãos atrás das costas, o que a deixou ainda mais vulnerável, mais exposta ao meu uso. A posição de total entrega, de joelhos, mãos atrás das costas, engasgando no meu pau, era a imagem mais depravada e eletrizante que eu já tinha visto. Toda a raiva se transformava em combustível para essa humilhação controlada, essa posse absoluta.

Eu tirava a rola da boca dela e voltava a enfiar, empurrando até o talo, sentindo a garganta se fechando em volta da minha pica. Cada empurrão para frente, cada centímetro que eu forçava na garganta apertada dela, era um prego no caixão do meu ressentimento. O som úmido de engasgo, as lágrimas que agora escorriam livremente pelo seu rosto, eram a confirmação de que eu ainda tinha o controle. Que ela podia tentar me chamar do que fosse, mas no fim, era ela quem estava de joelhos.

- Isso, engasga - grunhi, a voz um arame farpado na garganta. - Engole tudo. É o que você merece depois daquela boca suja.

Ela tentou fazer um movimento com as mãos, mas eu já tinha ordenado que as mantivesse nas costas. Seu corpo se contorceu, um reflexo involuntário de falta de ar, mas ela não lutou. Não tentou se soltar.

Nossos olhares se cruzaram. Era só um instante, um breve espaço entre uma arfada e outra, com a minha rola ainda profundamente cravada nela. As lágrimas não eram de raiva ou medo cego. Nos olhos verdes, inundados e vermelhos, havia um brilho de absoluta rendição. Não a rendição performática da modelo, nem a submissão cínica de quem está jogando. Era algo mais profundo, mais assustador, uma submissão completa.

Ela não estava apenas aceitando a punição, ela estava aceitando a mim. Na minha versão mais baixa, mais cruel, mais possessiva. E naquele olhar, não havia desafio, apenas uma entrega que me atravessou como uma lança de gelo.

O olhar de rendição absoluta nos olhos dela desarmou minha fúria, mas não apagou o fogo que ela havia acendido. A raiva se transformou em algo mais denso, mais possessivo e carregado de uma necessidade brutal de reconexão.

Soltei os cabelos dela, mas não a afastei. Em vez disso, me curvei e a levantei nos braços. Um leve suspiro de surpresa escapou da sua boca, mas ela não resistiu. Seu corpo se moldou ao meu, confiante, mesmo depois da violência dos minutos anteriores. Aquele simples ato de entrega, de se deixar carregar, foi mais eloquente que qualquer palavra.

Fomos direto para o meu quarto, o santuário original dos meus desejos solitários, que agora se tornava o palco de nossa intimidade mais suja e real. A luz do corredor cortou a escuridão quando entrei. Coloquei Júlia na cama, a camisola vinho contrastando com os lençóis claros.

Com as mãos ainda um pouco trêmulas da adrenalina, agarrei o tecido fino da camisola e o rasguei para os lados. Um estalo seco, e ela estava exposta até a cintura. A seguir, meus dedos encontraram o fio vermelho da calcinha. Puxei, não com delicadeza, mas com um desejo voraz, e a calcinha se partiu como um obstáculo insignificante.

Ela estava lá. Completamente nua, ofegante, os seios pequenos se erguendo a cada respiração rápida, e no centro, o que mais me hipnotizava: sua buceta. Já estava inchada, os lábios carnudos separados e brilhantes com o próprio mel, o grelo grande e empolado pulsando visivelmente, implorando por atenção. Me ajoelhei entre suas pernas, as afastei com as mãos e mergulhei o rosto ali.

O cheiro era intoxicante, único, dela. O sabor, salgado e doce, o gosto da excitação dela, da nossa briga, da nossa tensão. Envolvi o grelo inchado com os lábios e chupei com força, como um homem morrendo de sede. Minha língua pressionou e circulou a cabeça sensível, depois desceu, fazendo o caminho entre seus lábios, mergulhando na fonte daquele mel quente.

- Ai, tio... - ela gemeu, um som alto e quebrado, e seus quadris se arquearam violentamente, buscando mais contato.

Eu dei mais. Comecei a mamar aquela buceta perfeita com uma devoção obscena, bebendo cada gota, lambendo cada dobra, me perdendo naquele território úmido e proibido que era só meu. Sentia seus músculos se contraírem sob minha boca, ouvia seus gemidos se tornarem mais agudos, mais descontrolados. Ela enterrou as mãos nos meus cabelos, não para me guiar, mas para se agarrar, como se estivesse à deriva.

- Vou gozar... Tio, eu vou... - ela gritou, e o corpo dela enrijeceu como um arco. Um jorro quente e intenso de mel inundou minha língua no mesmo instante em que um tremor convulsivo tomou conta dela das pernas aos ombros. Ela gozou na minha boca, na minha língua.

Quando os espasmos começaram a diminuir, eu a lambi, devagar, saboreando os últimos resquícios. Só então levantei o rosto. Ela estava derretida na cama, os olhos fechados, o peito subindo e descendo rapidamente, um rubor profundo cobrindo sua pele.

Pensei que ela iria se virar e dormir, ou me puxar para cima dela. Mas então, ela abriu os olhos. Eram vidrados, mas focados. Com um esforço visível, ela se virou de bruços. Depois, se apoiando nos cotovelos e joelhos, empinou aquele rabo gigante para o alto, numa pose que eu havia fotografado centenas de vezes, mas que nunca tinha sido um convite real.

Ela olhou para trás, por cima do ombro. A vergonha e a coragem se misturavam em seu olhar verde, mas a determinação era clara.

- Coloca no meu cuzinho, tio - ela disse, a voz rouca, mas firme. - Eu quero. É a minha forma de pedir desculpa de verdade.

O mundo parou. O ar saiu completamente dos meus pulmões. Meu coração, que ainda batia acelerado pelo oral, deu uma pancada tão forte contra o peito que eu quase caí para trás. Era... era tudo. O fetiche final, a fronteira última, o sinal máximo de posse e entrega em um único ato. E ela estava oferecendo. Não como uma atriz, não como uma puta performática, mas como a Júlia, minha princesa, pedindo desculpas.

Uma onda de emoção tão forte que doía tomou conta de mim. Não era apenas tesão, era algo muito mais profundo, mais aterrador. Era como se eu estivesse me apaixonando de novo, ali, naquele momento absurdo e proibido, mais do que jamais pensei ser possível.

- Ju... - minha voz falhou. - Você nunca quis tentar nada por trás...

- Eu sei - ela interrompeu, virando o rosto e o enterrando no travesseiro, como se não conseguisse mais me encarar. - Mas é o que eu quero te dar. Só vai... devagar. Por favor.

A vulnerabilidade naquele "por favor" me partiu ao meio. Qualquer resquício de dominância cruel se evaporou. O que surgiu no lugar foi uma reverência quase religiosa.

Me posicionei atrás dela. Meus olhos devoravam a visão: as costas arqueadas, a cintura fina, e depois, a explosão gloriosa daquela bunda redonda e perfeita. E no centro, o botãozinho rosado e fechado, virgem desse tipo de invasão.

Eu não iria simplesmente enfiar. A oferta dela era sagrada demais.

Me inclinei e, em vez da minha rola, foi meu rosto que se aproximou. Enterrei o nariz e a boca no meio daquela bunda maravilhosa, no cheiro puro e limpo dela. Ela deu um sobressalto.

- O que você...?

- Quietinha - murmurei, a voz abafada contra sua pele. - Deixa eu fazer do meu jeito.

E então comecei a lamber o cuzinho dela, sentindo a textura das preguinhas na minha língua, passando a ponta em círculos suaves, sentindo o músculo se contrair e depois, lentamente, começar a ceder. Foi a coisa mais íntima que já fiz. Mais íntimo que qualquer penetração.

- Ai, meu Deus... - ela gemeu no travesseiro, e o corpo dela relaxou um pouco, os joelhos se abriram mais.

Isso me encorajou. Apertei as mãos nas nádegas, abrindo mais, e, com uma insistência gentil, pressionei a língua contra o cuzinho. Com um pequeno estímulo e um gemido abafado dela, a resistência cedeu. A ponta da minha língua entrou, apenas o primeiro centímetro, em um canal impossivelmente apertado e quente.

Um tremor percorreu todo o meu corpo. Eu estava lambendo dentro do cu da minha sobrinha. E ela estava deixando. Gemendo baixo, forçando o quadril para trás, buscando mais.

Meu pau estava tão duro que doía, latejando com uma urgência quase dolorosa. Me levantei, peguei o lubrificante da gaveta da cômoda, aquele que usávamos para os brinquedos, e encharquei minha rola com uma generosidade extrema, cada centímetro, até ficar brilhante e escorregadia.

Me posicionei novamente atrás dela. A ponta larga e lubrificada da minha cabeça encontrou a entradinha do cu. Ela estava quente, incrivelmente apertada.

- Vou enfiar no seu cu, princesa - sussurrei.

As preguinhas resistiram enquanto eu pressionava a cabeça grossa da minha pica no cu dela, e então cederam, se abrindo em um aperto avassalador ao redor da ponta do meu pau. Ela gritou, um som agudo e genuíno de dor que me fez congelar instantaneamente.

- Para! Para, para, para... - ela choramingou, o corpo todo trêmulo, as mãos se enterrando nos lençóis.

Eu parei. Fiquei paralisado, apenas a ponta encaixada, sentindo as contrações involuntárias e desesperadas do músculo dela tentando expulsar a invasão. O desejo feroz deu lugar a um instinto de proteção ainda mais antigo.

- Tá bom, tá bom, princesa... Relaxa - minha voz saiu rouca, mas suave, uma contradição gritante com o que estávamos fazendo. Tirei uma das mãos do seu quadril e a coloquei na parte baixa das suas costas, fazendo uma leve pressão. - Respira fundo, não fica tensa. Eu não vou machucar você. Nunca.

Ela ofegou, tentando controlar a respiração. Aos poucos, senti a tensão absurda ao redor da minha glande diminuir um pouco. O aperto continuava insano, mas não mais cortante.

- Não tira - ela sussurrou, com a voz embargada. - Só... Vai devagar.

Meu coração deu uma pancada. Ela estava assustada, sentindo dor, mas não queria que eu parasse. Era a entrega mais brutal que eu já havia testemunhado.

- Você quem manda, meu amor - respondi, e comecei o movimento mais lento da minha vida. Não puxei para trás. Apenas pressionei para frente, um milímetro de cada vez, sentindo cada mínima dobra do seu interior se abrindo, se esticando, se moldando à minha forma. Era uma conquista centímetro a centímetro, e cada um deles era um triunfo perverso e íntimo.

- Ai, meu Deus... Que coisa doida, tio... - ela gemeu, e o tom já não era mais só de dor. Havia uma nota de espanto, de descoberta.

Quando finalmente coloquei tudo dentro, até as bolas encostarem na sua pele, paramos os dois. Eu, ofegante, tomado por uma sensação de posse tão profunda que beirava o espiritual. Ela, imóvel, assimilando a invasão completa.

- Tá tudo dentro - sussurrei, maravilhado. - Tá sentindo, princesa? Você tá com o cu cheio da pica do seu tio.

Ela gemeu em resposta, um som longo e tremido, e enterrou o rosto mais fundo no travesseiro. Comecei a me mover então, com paciência. A cada movimento, ela soltava um gemido abafado, e o canal, pouco a pouco, começava a ficar menos como uma armadilha de aço e mais como uma luva de veludo apertada.

- Isso, minha putinha... Relaxa na minha rola. Só o tio sabe fazer assim - murmurei, hipnotizado pela cadência hipnótica, sentindo o suor escorrer pelas minhas costas. - Você é mulher mais gostosa que já vi, sabia? Minha novinha do rabo grande. Minha loirinha rabuda. Toda minha.

Meus xingamentos eram carícias pervertidas, e ela respondia a cada um com um estremecimento e um gemido mais alto. O ritmo foi aumentando, naturalmente, conforme seu corpo se abria e aceitava.

- Tio... Tá tão gostoso - ela confessou entre gemidos, a voz rouca de prazer e choque. - Tá sendo uma delícia sentir sua pica no meu cu... Enchendo tudo...

Aquela admissão, com aquelas palavras sujas saindo da boca dela, foi o meu fim. A emoção transbordou, misturada ao tesão físico insuportável.

- Caralho, Júlia - grunhi, o ritmo ficando irregular, perdendo o controle. - Eu te amo, porra. Te amo mais do que tudo, minha putinha linda. Não consigo viver longe de você, não consigo pensar em mais nada...

Ela não respondeu. Seu corpo respondeu por ela. De repente, um tremor violento a percorreu, e um grito estrangulado saiu da garganta dela. O cuzinho, que já estava absurdamente apertado, se contraiu em espasmos rápidos e fortes ao redor da minha rola, um aperto úmido e convulsivo que me tirou o resto do ar dos pulmões. Ela estava gozando. Gozando só de levar pau no cu.

Com um gemido que veio das entranhas, eu me enterrei até o talo e despejei tudo dentro dela. Jorrei em jatos longos e quentes, enchendo aquele canal recém-conquistado, marcando-a por dentro de uma forma que nem eu, em meus fetiches mais obscuros, havia ousado imaginar tão visceralmente real.

Desabei sobre as costas dela, ofegante, esgotado, ainda pulsando dentro do seu corpo que tremia com os resquícios do orgasmo. E ali, naquele silêncio pesado e sujo, eu sabia. Não havia linha que não tivéssemos cruzado. Não havia abismo que não tivéssemos saltado juntos. E, de alguma forma terrível e perfeita, aquele era o lugar onde eu pertencia.

(N.A.: Acho que esse foi o capítulo mais extenso que já escrevi! Espero que a leitura não tenha ficado cansativa e espero que tenham gostado.)

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Comentários

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Um capítulo extraordinário, ótimo em tamanho, em excelente escrita e diálogos, mas não foi um capítulo que eu esperava, embora tenha sido bastante real, esperava que a química em relação aos posts no perfil, fossem ficar mais intenso, até mesmo em utilizar uma máscara pra guardar a identidade de ambos,

Mas o rumo foi outro, então bola rolando, vms vê pra frente o que vem, confesso que dei uma desanimada,mas irei continuar acompanhando até o final.🌟🌟🌟

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Então,uma sugestão me surgiu na cabeça,por que ela não usa uma máscara para cobrir o rosto.

Aí poderia continuar ou melhor,crie um perfil novo,mas postando com calma,mostrando o corpo aos poucos,evoluindo gradativamente.

Começa postando fotos e vídeos sensuais,depois evolui para nudes,mas com máscara.

Depois,postem os vídeos e fotos de transas entre a sobrinha e o tio,mas com o rosto coberto,aí podem ficar tranquilos.

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A forma como ela disse que foi o jeitinho dela pedir desculpas foi muito excitante. Agora, me preocupa o orgulho e essa possessividade do prota. Será que isso vai terminar bem?

Mais um grande capítulo, meus parabéns.

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Carlos,uma hora ela vai ter que voltar para a cidade dela e deixar o tio possesso.

Só se ela resolver morar definitivamente com o tio e assumir o relacionamento deles,mas mesmo assim ele tem que se controlar,ser menos possessivo,para não dar bandeira a conhecidos.

Ou os dois assumem o caso para todos(mas o melhor é manter segredo que são parentes).

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