Vou continuar contando essa recordação.
para quem não leu os contos anteriores eu indico que leiam para se situar nos acontecimentos dessa história.
Adriele e eu estávamos levando nosso novo nível de amizade de uma forma agradável e tranquila para ambos. Continuávamos grossos um com o outro na maior parte do tempo, porem surgindo entre nós nomes carinhosos entre nosso jeito normal de falar, além de um eventual "Amor" ou "Gatona" surgiram eventualmente um "Gostoso de final de semana" ou "Meu pandeiro" (me referindo a bunda dela) com o passar do tempo algumas pessoas perceberam que algo mais rolava entre nós, principalmente quando ela toda animada chegou na sala dizendo
- Nossa sobrinha acabou de nascer!
- Eu nem sabia que tinha alguém grávida!
- Minha irmã que a gente foi na casa dela seu tonto! - E saiu da sala enquanto eu gritei
- Com o shortinho que você tava acha que eu reparei que tinha alguém gravida!? - E ela apenas mostrou o dedo do meio para mim por cima dos ombros
Meu chefe chegou e perguntou
- Você e a Adriele estão namorando?
- Não
- Ela falou que era a sobrinha de vocês!
- Ah... isso? jeito de falar...
- Mas ela é bonita, vocês se dão bem, ela vive te zuando igual você zoa ela... Por quê não?
- Você passa todo dia por um cachorro na rua, você brinca com ele, ele espera você passar, ele te segue por 2 ou 3 quadras... Porque você não leva ele pra morar com você?
- Cara! Olha como você fala! é diferente!
- Não é... eu sei que você me acha grosseiro e está brevemente indignado comigo, mas assim... Ela e eu não daria certo
- Cuidado! Um dia você pode perder a chance!
Eu sabia que ele estava certo, mas não me importava com isso. Naquele dia contei para a Adriele na hora de voltar para casa dessa conversa
- Você me comparou com um cachorro!
- Não! No nosso caso o cachorro pode ser eu!
- Do jeito que você lambe meu rabo pode ser mesmo!
- Falou a que não pode sentir minha rola já começa a balançar o rabo de um lado pro outro!
- Filho da puta!
Nossa amizade ficou um tanto mais leve desse jeito,pois entendiamos que nossa grosseria era um jeito cúmplice de demonstrarmos nosso carinho, mas logo ela disse
- E se acontecer algo?
- Tipo?
- Você ou eu, por não assumirmos nada acabarmos se relacionando com outro alguém?
- Se relacionando como?
- Querer algo sério! não só fazer sexo com outro, acho que a gente está bem resolvido para entendermos essa parte do sexo, mas e um relacionamento?
- De minha parte, vou respeitar e rezar no meu intimo que você seja a pessoa mais feliz do mundo. - Segurei a mão dela sem tirar os olhos da pista - Afinal, você mais do que ninguém merece!
- De minha parte eu não saberia o que fazer...
- Não se preocupe, não vou ter ninguém
- Você é muito seguro de si mesmo
- Por isso você me ama e me odeia! - E dei um sorriso de canto de boca enquanto ela me batia no braço quebrando assim o momento sério.
Ela agora familiarizada com os lugares onde eu frequentava e até mesmo no trabalho se tornou uma pessoa mais sociável aos poucos, e quando saíamos juntos, era tudo regado a muita sensualidade.
Certa vez estávamos em um bar e ela sorrindo pegou o celular e me mandou uma mensagem
"Estive reparando que o banheiro de acesso para deficientes quase não é usado"
Quando eu li já imaginei o que se passava na cabeça dela, mas insisti em me fazer de rogado
"É que aqui não é muito frequentado por deficientes, caso você não tenha notado"
"Mas na falta de deficientes outros podem usar!"
"Quem iria usar o banheiro de deficientes?"
"Eu!"
durante essa breve conversa o sorriso malicioso nos lábios dela se formava discreto para todos ao redor, mas obscenamente para mim, e ela sem dizer palavra saiu e foi para o lado dos banheiros.
Disfarçadamente eu saí e fui para os banheiros também, mas disfarçadamente forcei a porta do banheiro de deficientes que encontrei apenas encostada. Quando entrei Adriele já me esperava com o cinto da calça aberto e de costas, quando passei a chave na porta ela abaixou as calças e colocou um pé sobre o vaso
- Sabia que você ia vir atras!
- Eu to sempre atras dessa bunda gostosa! - Falei já me ajoelhando atras dela e metendo a boca, mergulhando a cara naquele rabo saboreando a buceta e o cu dela que já estava com as mãos apoiadas e o rabo ainda mais empinado.
- Vem, me fode rápido, não podemos demorar!
E logo me levantei e abaixando a calça encaixei meu pau na buceta dela
- Isso! Mete, fode sua cachorra!
- Adriele, que puta você se tornou!
- Vai negar que você gosta?
- De jeito nenhum! amo você, vagabunda!
- Ama é? Não quero seu amor! Quero sua porra! vai, fode! - E assim ela começou um gemido entre os dentes de quem gozava e não podia fazer barulho
- É porra que você quer?
- Quero! Dentro!
- Do cu? Da boca?
- Da buceta! Eu voltei a tomar anticoncepcional só pra dar e sentir seu leite dentro de mim onde você quiser... sou sua puta, sua cachorra, sua vagabunda... me usa e goza onde você quiser!
Diante de tal declaração não tive nem duvidas, e pela primeira vez leitei dentro da buceta quente, molhada, carnuda e cheirosa da Adriele. O esperma quente batendo no fundo do útero dela fez ela dar uma leve gemida mais alta enquanto eu tentava conter os meus urros de tesão. tão logo tirei o pau de dentro dela ela caiu no chão de joelhos e chupou meu pau docemente, limpando ele, sorrindo enquanto se levantava para me beijar e disse
- Agora sim, sou toda sua! Até hoje não tinha me entregue por completo... Você me tem inteira, e esse é nosso segredo... Vamos?
- Calma... - Ela parou e me olhou apenas com a calcinha erguida, e eu me aproximei e com as mãos rasguei as duas laterais da calcinha dela enquanto ela me olhava e sorrindo peguei a calcinha e coloquei no lavatório do banheiro. - Uma pista para saberem o que fizemos! Você me deixa cada dia mais louco por você - E beijei ela.
Saímos do banheiro e algumas pessoas viram nossa saída rápida.
Pouco depois percebemos os olhares das pessoas como que se estivessem se perguntando se nós tínhamos realmente transado ali no banheiro e nós riamos trocando olhares.
Um dia numa sexta-feira no trabalho recebo uma mensagem dela
"Gato, as garotas aqui da sala estão querendo fazer um happy-hour"
"Legal gatona, onde?"
"O problema é esse, elas não querem te chamar..."
"Sem problemas anjo..."
" Você sabe o por quê, né?"
"Porque vai ser no clube das mulheres e eu não gosto de stripes homens?"
"Kkkkkkkk tonto! Claro que não!!! Elas falaram que você é muito errado!"
"Estão me elogiando por quê? É meu aniversário? Diga para elas que não quero fazer sexo grupal com elas!"
"Meus Deus.... Vc é impossível!"
"Me elogiando também? Com você eu quero fazer sexo!"
"Kkkkkk disso eu sei... Você não se incomoda?"
"Em fazer sexo com vc? Só quando vc quer mais de 3 vezes na mesma noite, a cabeça da rola começa a arder!"
"CALA A BOCA!!!! KKKKKK To falando de eu ir com elas e não te levar por causa da imagem negativa que elas tem de você "
"Claro que não gatona... Não precisa se preocupar com esse tipo de coisa"
"Você sabe que você é único pra mim né?"
"Adriele, relaxa... Não tem que justificar nada...."
"Amanhã a gente se vê?"
"Qual calcinha você vai usar amanhã?"
"Nenhuma!"
"Então nos vemos!"
"Cretino!"
"Vagabunda!"
"Toda sua!"
Aquele dia na hora de ir embora percebi os olhares das garotas que trabalhavam na sala da Adriele me seguindo, e mais tarde quando eu estava com alguns amigos tocando violão recebo uma ligação, vejo que era a Adriele e atendo
- Oi, você tá muito ocupado? - a voz dela denunciava o alto nível de álcool no sangue dela
- Depende, para o quê?
- Eu tô bêbada!
- Eu sei!
- Vem me buscar?
Ela me disse onde elas estavam e eu fui lá buscá-la, quando cheguei ela abriu um sorriso bêbado e comemorou minha chegada, as garotas do escritório dela me olharam feio e alguns caras da empresa me cumprimentaram, eu abracei ela e eles dizendo que minha namorada tava malzona e as garotas me olhando feio, quando coloquei ela no carro fiz questão de falar
- O cara errado da empresa, parece ser o único com juízo pra cuidar dela!
No caminho ela me pedia desculpas bêbada, levei ela para a casa dela e carreguei ela, dei banho nela e ela tentou me puxar para a cama ainda pelada e eu disse
- Nunca transei com você bêbada e não vai ser hoje que vou fazer isso!
- Para... Vem me comer!
- Não, amanhã se você quiser brigar a gente briga, se quiser transar a gente transa, mas hoje no estado que você está, nada adianta, nem briga nem sexo!
E assim deixei ela na casa dela, voltei para a minha saída, violão, cerveja e fogueira com amigos.
No dia seguinte mandei mensagem para a Adriele
"Bom dia... Precisa de uma Coca-cola, um energético e um remédio para a ressaca?"
Umas 2 horas depois ela me responde
"Preciso disso tudo e cuidados especiais que você me acostumou mal!"
Quando cheguei na casa dela ela veio logo se desculpando, eu disse que não precisava se desculpar. Ela tomou os remédios e tudo mais que levei para ela e pouco depois começou a me contar que as garotas começaram a falar mal de mim, eu ria e me divertia com tudo. Até que ela perguntou:
- Você não se incomoda em falarem tanto mal de você!
- Não!
- Mas você é muito mais do que elas falam!
- Que bom que você acha isso... O que você acha é mais importante para mim do que as certezas de todas elas!
- Mas não é justo!
- Olha só, sabe por quê falam mal de mim? Apenas porquê não me misturo com o mundinho delas!!!! - Ela me olhou e prestou atenção - Elas falam que eu saio e transo cada dia com uma mulher e não levo nada a sério, mas elas saem com homens casados, parentes, namorados e ficantes de amigas e sei de uma delas que já saiu transar com 2 caras, mais de uma vez.... Sim, eu sei de podres que elas tem medo que um dia sejam ditos.... Elas falam que eu me drogava, mas elas vivem cheirando pó em banheiro de baladinhas e tomando doce em festinhas de faculdade! Elas dizem que sou alcoólatra, mas você sabe que eu sempre estou aqui para você, enquanto elas não passam um fim de semana sem postar fotos em baladas bebendo misturas de bebidas adulteradas e no dia seguinte estão tão podres que não saem da cama.... Mas você quer saber porquê falam mal de mim?
- Quero...
- Porque eu fiz tudo a minha vida inteira às margens da sociedade e não em meio a ela! Essa é a diferença de estar no círculo social ou não.... Como você acha que as bebidas adulteradas e as drogas delas chegam nos clubes e faculdades, sempre vai existir um intermediador, um amigo do amigo, alguém que como eu anda entre o submundo e o mundo desperto....
- É tudo porque você não é um playboy bonitinho que anda com elas.... - ela concluiu
- Você é inteligente meu amor....
- Enfim, fiquei brava com elas e acabei bebendo demais... Os meninos começaram a dar em cima de mim....- Eu dei risada na hora - Mas o incrível é que o tempo todo os meninos meio que te defendiam, eles falavam que você é um cara foda, que você tem o respeito de todos e coisas assim....
- Entre homens existe um certo código de cavalheiros...
- Enfim, pedi para você me buscar porquê gosto de estar com você e prefiro ir pra cama com você do que com qualquer outro cara...
- Espera o remédio fazer efeito e vamos lanchar no shopping de outra cidade. - Ela sorriu e concordou, ela tirou mais um cochilo deitada apenas com seu roupão de cetim enquanto eu adormeci no sofá, no fim da tarde acordei ela que já se sentia melhor e decidimos ir no shopping de uma cidade grande do interior. Ela sorrindo abre o roupão totalmente nua e me diz
- Ontem prometi que hoje estaria sem calcinha.... Vem pro banho comigo? - Cheguei junto dela com nossas bocas quase se tocando
- Eu te dei banho ontem...
- Mas eu fui no banheiro e suei dormindoSuou foi??? - Falei isso com o dedo percorrendo o vão da bucetinha dela que gemeu
- Suei sim, gato.... Vamos pro banho?
- Porque você insiste no banho se você sabe que eu amo o cheiro e o sabor de você suada???? - Com isso as pernas dela separaram dando caminho para os meus dedos nela e logo senti que ela se molhava enquanto sua boca abria para receber minha língua
- Você quer meter em mim antes do banho? - Ela perguntou já segurando o meu pau duro
- Antes... Durante... Depois!!!! - E assim levei ela até a beira da cama onde ela sentou e abriu lascivamente as pernas enquanto eu me abaixava e colocava a boca nos grandes lábio e usava os meus lábios para entre abri-los e penetrar minha língua iniciando uma chupada na buceta dela com o cheiro delicioso daquelas virilhas quentes, chupada que só acabou após o gozo dela em minha boca, quando tirei o rosto do meio das pernas dela meu rosto inteiro estava melado pelos sulcos vaginais dela que me olhava com um olhar que vacilava entre a paixão e o prazer luxurioso que nos entregamos. Pelas mãos levei ela até o banheiro e liguei o chuveiro, ajeitei os cabelos dela e depois de estar TD nas minhas mãos puxei forte fazendo a cabeça dela ser forçada para trás e falei em seu ouvido
- Empina essa bunda que a água caindo nas suas costas vai te massagear por fora, mas por dentro quem vai te massagear é a minha rola!
E assim com um sorriso malicioso de tesão ela se apoiou na parede e empinou a bunda numa posição que o chuveiro acertava bem no rabo dela, e eu logo me ajeitei atrás dela, a água diminuía o deslise da lubrificação e o pau entrou com um atrito que fazia nós dois gemermos, mas depois de encaixado nela, eu comecei a comer aquela buceta e colocando o polegar no cu dela que gemia e rebolava, aquele sexo delicioso e a água caído sobre nós
- Tá gostoso safada?
- Tá sim meu dono!
Um tapa forte que deixou a marca da mão na bunda dela fez ela gemer alto
- Ah!!!! Judia!!!!! Marca essa bunda que é sua! - E ela rebolava mais ainda - Me usa, me bate, me enche de leite!
Eu seguia metendo nela com uma mão apertando o bico do seu mamilo, o que fez ela se calar e logo um grito começar a emergir de sua garganta quando logo ela pediu
- Goza, goza, goza junto comigo! - E sua buceta começou a pulsar apertando meu pau - Goza, me dá seu leite, me dá porra, vai, goza!!!!
E com ela pedindo meu leite e a buceta massageando meu pau em cada contração eu gozei gemendo alto dentro dela, chegando a ter que me apoiar nas paredes do banheiro.
Terminamos aquele banho revigorados e entre muitos beijos. Quando saímos enquanto nós vestimos ela pergunta
- Hoje rola um cinema, já que vamos no shopping?
- Mas você adora me extorquir, né? - Falei em tom irônico
- Eu pago essa merda! - ela respondeu me jogando um sapato
Fomos ao Shopping, lá parecíamos namorados, o tempo todo de mãos dadas, passadas de mãos nas bundas, risos e beijos... com a diferença que ela queria parar nas lojas e eu falava que não e ela não ficava brava....Nós comemos lanches e decidimos ver um filme.
Entramos na sala que em pouco tempo se encheu e o filme começou, um tempo depois ela pergunta se quero mais refrigerante e eu digo q sim e ela diz q ela também e precisa ir no banheiro, e lá fomos nós, ela foi no banheiro e eu comprar mais bebida, logo recebo uma mensagem, quando abro é uma foto dela num fio dental de oncinha, e logo depois a mensagem "ocasiões especiais, pena q a sala tá cheia... Nunca fiz no escurinho do cinema kkkkkkk"
Na mesma hora minha mente safada lembrou que banheiro da parte do cinema é sempre vazio e teríamos que passar pelo banheiro masculino para voltar para a sala. Esperei ela que voltou com um sorriso safado e me chamou para irmos para a sala, quando passávamos pelo banheiro masculino pedi pra ela esperar, olhei lá dentro e vi que estava vazio, voltei e puxei ela para dentro. Ela me olhando assustada e eu levando ela até o último box fechado, entramos e eu disse que se a sala tava cheia o banheiro tava vazio.
- Tá doido? E se pegarem a gente?
- Vem! Aqui no banheiro fechado rapidinho...
- Doido!
- Sou mesmo, doido por você... Se alguém entrar a gente fica quietinho!
- E se a gente não conseguir?
- Deixa saberem que a gente ta transando!
- Canalha!
E assim rindo, me beijou docemente agarrada no meu pescoço
- Amor... você me comeu tão gostoso no banho... mas meu cuzinho ta com saudade...
- Seu cuzinho tá com saudade, gatona?
- Tá sim, ele ta se sentindo tão vazioO sorriso de pervertida daquela puta era uma tentação, ela se virou de costas e abaixou as calças empinando a bunda - Abre minha bunda e olha como ele ta vaziozinho e triste...
Ajoelhado no chão e já distribuindo beijos naquela raba maravilhosa puxei o fio de oncinha para lado e abri a bunda dela, o cuzinho escuro em contrate com a pele branca parecia me pedir com as piscadinhas para preenche-lo. Meti a língua no rabo dela, eu estava viciado no cheiro e no gosto daquele cu todo para mim e ela sabia disso
- Lambe meu rabo seu filho da pura, enfia a língua no meu cu, saboreia minha bunda, meu furinho, me saboreia inteira... - Essas palavras saindo da boca daquela mulher tão linda e meiga deixava o tesão mais a flor da pele a cada segundo, a língua descia e saboreava a deliciosa mistura de mel de buceta e do meu esperma que escorria de dentro dela, e sem aguentar mais de tesão levantei e abaixei as calças e com jeitinho fui empurrando meu pau até a cabeça entrar no cu dela que soltou um leve gemido, mas apesar disso empurrou a bunda fazendo aquele cuzinho lindo engolir cada milimetro do meu pau até fica apenas as bolas para fora dela, e assim iniciamos juntos um movimento de vai e vem intenso tirando quase tudo e colocando tudo dentro dela novamente, porém calmo e devagar, logo ela tirou o cu do meu pau e segurou a bunda aberta, eu me abaixei e lambi novamente salivando mais ainda dentro do buraco já mais aberto e enfiei novamente, dessa vez o pau deslizou fácil até o fundo e a metida ganhou novo ritmo, mais rápida e mais forte com ela tentando conter os gemidos.
E nessa transa gostosa fomos surpreendidos por alguém que entrou no banheiro. Nos olhamos e tentamos ficar em silencio fazendo um sexo lento, mas as gemidas dela e as minhas próprias eram impossíveis de serem contidas por completo e logo ouvimos certa movimentação da pessoa que estava do lado de fora. E logo ouvimos num sussurro baixo
- Caramba, olhei por baixo! Você ta comendo uma mulher mesmo aí dentro!
Nos olhamos sem saber o que fazer
- Ei, você ta comendo uma mina aí?
-Shiiiiu - Fiz de lá de dentro e fui surpreendido pela Adriele sorrindo
- Abre pra ele ver!
- O quê?
- Abre, eu olho pra parede e você mostra o que você esta comendo pra ele! - Ela falava isso com um sorriso divertido e sensual no rosto
- Você tá doida?
- Ninguém conhece a gente, a gente sabia que podia acontecer isso! A gente mostra e vai embora direto!
- Você ta doida
- Mostra pra ele que você me come a hora que quiser, mostra que você é o meu dono! Deixa ele saber que essa mulher aqui é sua!
Essa pequena discutição aconteceu muito rápido e ela acabou me vencendo usando as palavras mais safadas que podia.
Eu abri o trinco da porta, e a visão que aquele homem de meia idade com os cabelos começando a branquear foi a bunda da Adriele empinada com o cu aberto e a buceta escorrendo meu esperma e a cara dela olhando para a parede, ele arregalou os olhos sem ter palavras para dizer e assistiu meu pau desaparecendo dentro do cu dela, bombando la dentro e saindo deixando o buraco do cu dela ainda mais aberto antes de eu fechar a porta.
Assim que fechei a porta voltei a meter no cu da minha deusa, ignoramos o bom senso e ambos gememos alto, e entre os gemidos eu ouço da boca dela
- Isso meu Amor, me fode, fode o cu da mulher que te ama.... - Nesse momento um misto de sentimentos me invadiu enquanto meu pau pulsava anunciando o gozo que veio forte e companhado de um urro meu e um grito dela sentindo o meu esperma quente invadindo suas entranhas, ela parecia não ter notado o que havia dito e eu fiz de conta que não havia ouvido. Nos arrumamos como pudemos e saímos rápido de lá de dentro, ao sairmos nos deparamos com o homem ainda lá dentro se masturbando no mictório a nos observar, Adriele toda cheia de charme parou se olhar no espelho e deu um tchauzinho todo meigo com um sorriso quase inocente nos lábios.
Assim que saímos de dentro do banheiro fomos para a saída do shopping, não voltamos para terminar de ver filme nenhum.
Dentro do carro tomamos o rumo de casa, a gente se olhava e ria
- Adriele, que loucura
- Eu sei... Não sei o que deu em mim!
- Se tinha algo que eu não imaginava fazer era algo assim
- Se você que é um vadio não imaginada, imagina eu... - Riamos muito disso - Mas eu falei a verdade, aquele cara nunca mais vai ver a gente, e nem nós vamos voltar aqui sempre, então que se foda!
- É você aprendeu rápido a usar o batão do "foda-se" - Houve um breve silencio antes dela dizer
- E me desculpe, tá?
- Desculpar pelo quê?
- Você sabe... Eu falei uma coisa que não devia...
- Para com isso...
- É sério, eu não te amo! Eu te amo, mas não assim, do jeito que eu falei pareceu... - Eu parei o carro no acostamento e dei-lhe um beijo intenso e quando nossas bocas se distanciaram eu disse
- Não vamos acabar com a magica de uma transa dessas com bobagens de pedidos de desculpas!
- Mas...
- Para... Por favor... você sabe quase tudo que você significa para mim
- Quase?
- Sim, quase! Você não tem ideia do quanto significa para mim abrir espaço na minha vida do jeito que tenho aberto. Mas eu sei o que significa para você ter feito isso para mim! Sou grato, eu também te amo, mas vamos parar de nos justificar e nos desculpar, pode ser? - Ela deu um sorriso, não tentando ser meigo e nem tentando me seduzir. Nessa hora ela deu um sorriso tranquilizado e satisfeito consigo mesmo, o tipo de sorriso que damos quando nos sentimos sozinhos e confortáveis, mas ela deu esse sorriso inconscientemente junto de mim.
Eu sabia que muita coisa estava mudando muito rápido, eu tinha um certo medo, mas também estava adorando ver a independência e confiança daquela mulher se afirmando além de simplesmente ser uma pessoa sozinha. Havia algo nela que estava mudando e era algo que a deixava ainda mais estonteante.
Vou para por aqui e na próxima parte irei concluir essa história que eu acho que já esta ficando demasiadamente longa.
Se alguém quiser entrar em contato mande e-mail aldair.lemes@bol.com.br