Menage Mãe e Filha com o Personal da Academia – Parte 1 História Real

Um conto erótico de Laura18y188
Categoria: Heterossexual
Contém 1743 palavras
Data: 14/01/2026 15:54:23

Menage Mãe e Filha com o Personal da Academia – Parte 1

**História Real – Aprendendo com a Mamãe**

Meu nome é Laura, tenho 18 anos. Sou branca, cabelo castanho claro um pouco ondulado que vai até a cintura, olhos verdes claros, corpo magro mas com curvas suaves nos lugares certos, seios médios e bem empinadinhos, tudo natural.

Minha mãe, Theandra, tem 34 anos e é simplesmente estonteante. Cabelo castanho claro também, mas mais liso e sedoso, olhos da mesma cor que os meus, corpo esculpido por anos de treino pesado: bunda redonda e durinha, cintura fina, coxas grossas definidas e, o que mais chama atenção, um par de seios grandes, cheios, que parecem desafiar a gravidade mesmo sem sutiã. Ela é daquelas mulheres que fazem a academia inteira virar a cabeça.

Sempre tivemos uma relação muito aberta. Conversamos sobre tudo: sexo, fantasias, namorados, orgasmos, tudo mesmo. Somos mais amigas do que mãe e filha em muitos momentos. E naquela época, minha mãe estava solteira há uns dois anos e bem safada, com vontade acumulada.

Caso queira me conhecer meus insta Laura18y188

Tudo começou quando o Ricardo chegou como novo personal na nossa academia.

Ricardo, 26 anos, branco, barba bem aparada, sorriso matador, corpo de atleta profissional: ombros largos, peitoral definido, abdômen trincado, coxas grossas e… um volume que não dava pra disfarçar nem de calça de moletom. Quando ele me ajudava nos treinos, eu ficava sem ar. O toque das mãos dele na minha cintura pra corrigir postura, o cheiro do perfume misturado com suor… era foda.

Um dia, já quase na hora de fechar a academia (18h), ele me chamou pra tomar um suco rapidinho ali perto. Eu olhei pra minha mãe, que estava terminando o treino dela. Ela deu aquele sorrisinho malicioso e disse:

— Vai sim, meu amor. Depois você volta de Uber.

Ricardo olhou pra ela, educado:

— Fica tranquila, Thea. Eu levo a Laura em casa.

Minha mãe chegou mais perto, colocou a mão no braço dele, olhou nos olhos e falou bem baixinho, com tom de quem sabe exatamente o que está falando:

— Tenho certeza que ela vai estar em ótimas mãos…

Saímos juntos. No caminho pro suco, ele já me elogiava sem parar: que eu era linda, uma princesa, que meu corpo estava evoluindo muito rápido. Eu retribuía, dizia que ele era o personal mais gato que eu já tinha visto.

Entramos no carro dele. Mal fechei a porta, ele me puxou e me beijou com vontade. Beijo molhado, língua dançando, mordidinhas no lábio inferior, respiração pesada. Minha mão desceu instintivamente pela coxa dele, subi devagar… até encontrar o volume. Meu Deus. Apertei de leve por cima da bermuda e soltei, sem tirar a boca da dele:

— Caralho… que pauzão é esse?

Ele deu aquele sorrisinho safado:

— Quer ver de verdade?

Mordi o lábio, coração na boca:

— Quero. Agora.

Ele abriu o zíper, baixou a cueca e… nossa senhora. Um cacete branco, grosso, veias saltadas, cabeça rosada e inchada, quase 22 cm de puro tesão, bolas grandes e pesadas. Fiquei hipnotizada. Segurei com as duas mãos ainda assim sobrava pau.

— Nunca vi um tão grande… nunca peguei um assim…

Inclinei o corpo e comecei a chupar. Primeiro lambi a cabeça inteira, passei a língua na glande, no freio, sentindo o gosto salgadinho do pré-gozo. Depois abocanhei, deslizei devagar, sentindo ele abrir minha boca ao máximo. Quando chegou na garganta engasguei forte, tirei, ri e falei:

— Porra… tenho que treinar pra esse monstro.

Voltei a mamar com vontade. Chupava até onde conseguia (mais ou menos metade), babava muito, fazia barulhinho gostoso, batia uma punheta leve na base enquanto mamava a cabeça. Ele gemia rouco:

— Aaaaah porra… que boquinha gostosa… chupa, vai… aaaaaiii

Acelerei. Ele começou a tremer:

— Caralho… vai… me dá leitinho… dá seu leitinho gostoso…

— Chupa sua putinha, chupaaaa… AAAAAH!

Veio forte. Jato atrás de jato, grosso, quente, enchendo minha boca. Tinha tanto que escorreu pelo canto dos lábios. Segurei o cabelo pra trás, mostrei pra ele minha boca cheia, engoli tudo devagar, lambendo os lábios depois. Apertei a cabeça do pau dele e suguei as últimas gotinhas.

Ele ofegante:

— Porra Laura… precisamos ir pro motel. Sério.

— Sábado? — perguntei mordendo o lábio.

— Combinado.

Trocamos números e ele me deixou em casa.

Cheguei dando um beijo bem molhado nele antes de descer. Entrei e minha mãe já estava na sala, de short curtinho e top, com aquele olhar curioso:

— Me conta tudinho. Agora.

Sentei no sofá do lado dela e fui despejando tudo. Do suco, do beijo, da mão na coxa, do volume… ela arregalava os olhos.

— Brinquedão? Quanto mais ou menos? — perguntou fazendo sinal com as mãos.

Fui aumentando o tamanho com as mãos. Quando cheguei no tamanho real ela abriu a boca:

— Caralho… uauuuu… e aí?

Contei do boquete no carro, do gozo na boca, de como engasguei. Ela riu e falou:

— Bem que eu reparei no volume da bermuda dele… já imaginava que era dotado. Mas filha… tem que treinar garganta pra um pau desse tamanho.

Foi aí que ela pegou uma banana grande da fruteira, tirou a casca e falou:

— Olha bem como é. Primeiro: muita saliva. Cospe bastante, deixa o pau bem babado. Segundo: relaxa a garganta. Terceiro: posição de cabeça pra baixo ajuda muito no começo.

Ela se deitou de lado no sofá, cabeça pendurada, abriu a boca e… enfiou quase 18 cm da banana. A garganta dela estufou visivelmente. Eu fiquei olhando, já sentindo um calor subindo entre as pernas.

Ela tirou, babou mais e falou:

— Sua vez.

Fiz a mesma posição. Ela cuspiu na banana, segurou firme e foi empurrando devagar.

— Controla a ânsia… respira pelo nariz… relaxa…

Engasguei, tossi, ri. Ela sorriu:

— É treino, filha. Em poucos dias você engole esse cacete todo sem nem piscar.

Naquela noite treinei mais de duas horas no quarto. No dia seguinte já melhorou. Na sexta-feira eu conseguia engolir quase 80% sem ânsia. No sábado de manhã, mostrei pra ela orgulhosa:

— Olha mãe!

Enfiei uma banana gigante, quase do tamanho do pau dele. Cheguei a uns 90%. Tirei ofegante, olhos lacrimejando, sorrindo.

Ela bateu palmas:

— Olha só! Tá ficando uma putinha profissional igual a mãe!

Rimos juntas. Ela me abraçou forte.

— Tá uma safada igualzinha a mim… tô orgulhosa.

Mais tarde ele me mandou um nude. Mostrei pra ela sem pensar duas vezes.

Ela arregalou os olhos, mordeu o lábio:

— Meu Deus… que pau gostoso… filha, divide com a mãe hein?

Rimos. Eu brinquei:

— Imagina os dois… mãe e filha com esse touro…

Ela deu risadinha maliciosa:

— Certeza que ele piraria… aproveita esse homem, filha.

Brincadeira? Talvez. Mas a semente já tinha sido plantada.

À noite ele me buscou. Minha mãe estava linda, vestido rosa longo, decotado, sem sutiã. Deu um beijo no rosto dele, demorado, olhando nos olhos.

Eu estava com vestido preto curtinho, calcinha fio dental vinho e sutiã combinando.

No caminho pro motel já abri a calça dele e caí de boca. Consegui ir bem mais fundo, babando tudo, sentindo o pau pulsar na minha garganta. Ele gemia alto o caminho inteiro.

Chegamos. Ele me pegou no colo, jogou na cama, arrancou meu vestido, me deixou só de lingerie. Tirou o sutiã e atacou meus mamilos, chupando forte, mordendo de leve, sugando com vontade. Eu gemia alto, me contorcendo.

Tirou minha calcinha, abriu minhas pernas, cheirou minha buceta lisinha e começou a chupar. Língua devagar, explorando cada pedacinho, entrando em mim, subindo pro clitóris… chupava, sugava, dava voltinhas… Eu segurava a cabeça dele, rebolava na boca dele, gritando:

— Aaaaaiii Ricardo… que língua gostosa… não para… aaaaaiiiiii

Depois pedi:

— Vem… enfia tudo na minha garganta… quero tudo.

Ele riu:

— Vai engasgar, sua safada.

— Vamos ver.

Deitei com a cabeça pra fora da cama. Babou o pau todo, abri a boca e ele foi descendo. Senti a cabeça abrir caminho, entrar na garganta… era maior que a banana. Respirei fundo, relaxei… e ele foi enfiando. Quando as bolas encostaram no meu nariz, ele gemeu alto:

— Caralho… que boquete perfeito… que garganta gulosa…

Começou a socar devagar, depois mais rápido. As bolas batiam no meu rosto. Engasguei, pedi ar. Ele tirou, sorri ofegante:

— Ainda tô treinando… mas tô chegando lá.

Ele me virou de quatro, deu um tapa forte na bunda:

— Agora vou te comer como se deve, sua cachorra.

— Me come… fode sua putinha… enfia tudo!

Ele enfiou de uma vez. Senti meu canal se abrir inteiro, o pau batendo no fundo do útero. Gritei de prazer:

— AAAAAAAAAIIIIIIIII QUE PAUZÃO GOSTOSOOOOO… RICARDOOOO!

Ele segurou minha cintura e meteu forte, rápido, profundo. Em menos de um minuto eu gozei gritando, squirtando forte, molhando a cama toda.

Ele continuou socando como louco, puxando meu cabelo, batendo na bunda. Gozei de novo junto com ele, os dois gritando, tremendo, o pau pulsando dentro de mim enchendo tudo de porra quente.

Caímos na cama, suados, ofegantes. Conversamos, rimos… até que ele perguntou:

— Qual a sua maior fantasia?

Contei do ménage… com dois caras… ou com mais uma mulher.

Ele sorriu:

— Eu morro de vontade de comer um cuzinho… nunca deixaram por causa do tamanho.

Passei a mão no peito dele:

— Se você for com calma… eu dou meu cuzinho virgem pra você.

Ele me beijou com fome. O pau já endurecendo de novo.

Depois perguntou:

— E você… toparia um ménage com duas mulheres? Tipo… irmãs… ou…

Eu sorri devagar:

— Ou mãe e filha?

O pau dele deu um pulo na minha mão.

— Sério? Você e a Theandra?

— Ela achou seu nude uma delícia… e disse pra eu me divertir bastante.

Ele não acreditava. Tirei uma foto com o pau dele na boca e mandei pra ela.

Dois minutos depois: emoji de fogo + “Delícia… se divirta bem, filha 😈”

Mostrei pra ele. Os olhos dele brilharam.

Subi em cima dele, encaixei o pau todo, comecei a cavalgar devagar, olhando nos olhos:

— Se eu chamar minha mãe… você realiza meu fetiche com dois caras?

Ele gemia, segurando minha cintura:

— Aaaaaiii sim… chama… porra… eu como vocês duas…

Rebolei mais forte, sentando até o talo:

— Quero ver você comendo ela na minha frente… quero ver esse pauzão fodendo minha mãe… você vai?

— Vou… vou comer vocês duas… aaaaaiii vou gozar…

Gozei de novo em cima dele, ele socando forte por baixo, os dois gritando, suados, loucos de tesão.

Depois, ainda ofegante, ele perguntou baixinho:

— É sério mesmo isso?

Beijei a boca dele devagar e falei:

— Vou ver se ela topa… mas acho que a mamãe tá com tanta vontade quanto eu.

**Continua…**

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